amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Arquivo para Abril 2nd, 2007

A DENSIDADE DO AMOR

Publicado por amizadepoesia em Abril 2, 2007

O amor é um sentimento
envolvente,
sintomático,
efervescente,
alopático,
homeopático,
resplandecente,
incubado,
fulgurante,
ardente,
abrasador,
inesperado,
ansiado,
estridente,
calado,
comovente,
irado,
caliente,
plácido,
assexuado,
delinquente,
orgásmico,
vulcânico,
sereno,
trepidante,
ameno,
mas é acima de tudo
DENSO
e é nessa densidade
nessa idade densa
necessidade,
que se caracteriza,
se imortaliza
se concretiza
entre o concreto e o abstrato
entre o sonho e o fato.
Denso…forte…amalgamado.
Simbiótico no peito
taquicardíaco…
Hiperventilado, sufocante…
denso, eterno,
na infinitude de um instante.

Jorge Linhaça

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ENCANTOS DE SEREIA

Publicado por amizadepoesia em Abril 2, 2007

Minha sereia encantadora,
teu canto de amor inebria,
faz-me arder em fantasias,
em uma paixão avassaladora.

Teu corpo atiça o desejo,
tua pele é frescor perene,
que o meu vulcão acende,
quando trocamos beijos.

Sereia dos mil atributos,
deusa diáfana das águas,
invadida em teus redutos,

Em ti afogo minhas mágoas,
no seio deste amor impoluto,
que em meu peito deflagras

Jorge Linhaça

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“FALENAS”

Publicado por amizadepoesia em Abril 2, 2007

Pelos jardins de nossa casa estão falenas

      Como pontinhos coloridos de alegria,

      A beijar rosas, margaridas, e verbenas,

      Livres, dançando seu ballet de fantasia…

      

      Sigo seu vôo… Vejo-as grandes e pequenas…

      E mais e mais cresce em meu peito essa estesia

      Que me provocam tardes frescas, mais amenas,

      Com suas lembranças que me trazem nostalgia…

      

      Doces momentos quando sinto que a quimera

      Pode existir ‘inda que em sonhos e lembranças,

      Sutis e breves como é breve a primavera

      

      De uma existência  suave e plena de esperanças,

      Que aos poucos morrem ante a vida, essa megera,

      Até que a morte nos afaste dessas danças.

Rosa Magaly Guimarães Lucas

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Ah!… esse seu jeito…

Publicado por amizadepoesia em Abril 2, 2007

Ah!… esse seu jeito gostoso de ser…
De me abraçar… acariciar e mimar…
Essa sua volúpia, sem fim, sem freio,
Esse beijo lambido, quente pra danar!

Ah… esse jeito pidão de amar!…
Esse vale tudo gentil e assanhado.
Minha cabeça roda, gira sem parar,
Com esse calor gostoso, despudorado.

Viro criança… anjo… demônio…
Não penso… na loucura esbarro…
Deixo apenas seus lábios vagarem
Em meu corpo, à beira do desmaio…

Tão orgulhoso… tão seguro de si…
Ah… como amo seu jeito leonino…
Teima, berra, esperneia, esbraveja…
Mas muda de idéia… feito um menino…

Como gosto de tudo em você!…
Sua voz gostosa e dependente…
Seu modo doce de ser e sentir…
Seu verso, sua poesia eloqüente!

Ah!… - Como amo você!…

Mary Trujillo

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Querer

Publicado por amizadepoesia em Abril 2, 2007

Quero tocar-lhe fundo a alma

Rasgar-lhe a razão

Levar-lhe a calma

E conduzir-te no mar da paixão…

Usarei as armas da sedução

Para abrir-lhe o coração

Adentrar a sua história

Povoar sua memória

Encher-te de imaginação…

Faremos o improvável

Realizaremos o fruto da criação…

Seremos os mais matreiros

Na luta contra os travesseiros

No leito desfeito

Da nossa união…

Quero horas de arrebato

Um movimento insensato

Com risco

Ardor…

Quero os espasmos

Mais loucos de amor…

Leticia Marques

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Te amo!

Publicado por amizadepoesia em Abril 2, 2007

Te amo quando o dia nasce,
                                Quando o pássaro canta…
                                Quando no rádio ouço uma
                                Canção de amor que encanta.

                                Te amo quando digo não,
                                Quando brigo, te cobro e me revolto,
                                Quando te recrimino, quando me calo…
                                Quando digo desta vez não volto….

                                Te amo quando lembro tua voz suave,
                                Quando recordo teus doridos ais…
                                Quando a tarde morre no horizonte…
                                Quando digo acabou, até nunca mais…

                                Te amo quando chega a noite
                                Com seu véu doce e misterioso.
                                Quando chove, quando esfria…
                                Quando lembro teu beijo gostoso…

                                Te amo nos momentos de raiva
                                Quando brigas, quando perco a calma…
                                Te amo meu amor o tempo inteiro,
                                Porque estás, ligado à minha alma!

                                Mary Trujillo

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