amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Arquivos para Abril 9th, 2007

CleMênCia!

Publicado por amizadepoesia em Abril 9, 2007

Com vagar,

para que não cesse teu jeito suave

de amar…

Ah… este amar…

Se tão somente fosse fácil descrever

o teu chegar…

Como um anjo que não usa os pés

é o teu caminhar

Como um cego que não vê defeitos

é o teu olhar…

Como o mar invadindo a praia é o teu beijar…

Piedade meu senhor!

Clemência para quem nunca viveu o amor…

Escute este rogo por favor!

Perdão, para quem prova do mel

e se lambuza deixando escorrer pela blusa…

Remissão, para quem faz do amor 

a  própria ressurreição,

luz de uma nova feição!

Com vagar, meu senhor…

Para que eu sorva em doses lentas

a candura de tuas mãos e a pureza do teu coração na ferocidade

de um homem…

Clemência!

SIL CERVANTES

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QUANTAS VEZES

Publicado por amizadepoesia em Abril 9, 2007

Quantas vezes te perguntaste entre a prisão e o cálvario
se valia mesmo a pena tanto e tanto sofrimento,
se havia real esperança para o homem violento,
se existiria redenção para o fornicário.
Quantas vezes te veio resposta que te fez tremer
mais do que as dores das chibatadas cruéis.
Te deixaste levar qual um cordeiro, sem reagir,
sofrendo na alma pela humanidade inascida
pelos que não veriam em ti mais que um homem,
um mártir como tantos outros conhecidos,
Um sábio, um filósofo, um iluminado.
Quantas vezes deves ter pensado em parar
mas a tua missão te fez prosseguir
Talvez pensasses nos que ainda creriam,
e por esses tenha valido a pena,
mas ao ver hoje a humanidade
o que devez sentir, ó Jesus,
alegria pela minoria que te conhece?
tristeza pelos que te ignoram?
Desolação pelos que te rejeitam?
Será que te sentes como te sentiste
ao expulsar os vendilhões do templo,
ao ver tantos usarem teu nome para enriquecer?
Ah, meu amigo Jesus, quisera saber essas respostas,
quem sabe assim eu fosse mais corajoso em seguir-te
quem sabe sem ter o medo de tanto errar
eu criasse a coragem de acertar finalmente.
Só tu, Jesus meu amigo, para ser tão paciente,
talvez o tempo para ti seja só ilusão
os nossos mil anos sejam para ti um dia
Ah…que me dera…quem me dera saber assim…
Sofreste, nos deste a benção da ressurreição,
nos deste a salvação da morte física gratuitamente
e nos deste a opção de viver eternamente.
Nos deste a opção de te seguir ou não
e tantos caminhos despontam a cada dia
cada um clama ter a chama da verdade
ser a única estrada que conduz a ti Senhor.
caminhos que conduzem ao Caminho…
como pode um simples viajor discernir entre tantos caminhos?
tantas encruzilhadas…tantas similaridades e tantas diferenças…
Ah Senhor, abre a mim teus braços, acolhe-me em teu seio
responde a este coração cansado, por onde há de caminhar.
Responde ao meu coração e á minha mente
dá-me a sabedoria prometida aos que a buscam. (Thiago 1:5)

Permite-me renascer nesta páscoa para uma nova vida
assim como ressuscitaste dos mortos, para dar ao
homem a imortalidade e a Vida Eterna.

teu amigo
Jorge Linhaça

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COELHO DE PÁSCOA

Publicado por amizadepoesia em Abril 9, 2007

É FÁCIL CULPAR A DEUS
POR TUDO O QUE ESTA ERRADO
POR TUDO O QUE ACONTECE NO MUNDO
ALGUNS ACHAM QUE ELE
NÃO SE IMPORTA COM A GENTE
MAS ESTÃO ENGANADOS
TODOS OS DIAS
A VIDA NOS ENSINA ALGO

CARLOS ASSIS

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Além da razão.

Publicado por amizadepoesia em Abril 9, 2007

Além da razão.
Carícias nadam entre desejos neste feérico entardecer. Aonde um sorriso onírico veste teus lábios, e os meus olhos perdidos em ti se esquecem, que por detrás de um arrebol existe o correr do tempo. Essa inconveniente companhia, insistente em esgotar nossos momentos. Tão doces tão intensos. Permanecendo, esses, na textura da lembrança, ainda que o amanhã não aconteça. Porque nosso amor está além de qualquer sentença, que a lógica e o destino possam aplicar. Um ponto futuro muito depois desse conceito duro, após qualquer questão.
Gerson F. Filho.

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DITOSO AMOR

Publicado por amizadepoesia em Abril 9, 2007

Hoje, não sei, sobre o que escrever,
            Falar de amor é por demais rebuscado,
            Que eu vejo por mal empregado,
            Perder tempo com esse bem querer.

            Já muitos falaram sobre o amor,
            Que eu vejo-me na obrigação de variar
            A contenda, tentando aqui lutar,
            Contra as coisas do distinto clamor.

            Orquídeas, sândalos e jasmim, têm
            A mesma fragrância, quando a tarde cai,
            Que eu sou de todos e sou de ninguém.

            Sou um ser entre outros tantos seres aqui,
            E tudo que cresce, prematuramente se esvai,
            Quando tento, enfim, saber de mim.

            Jorge Humberto

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