Arquivo para Maio 19th, 2007
Publicado por amizadepoesia em Maio 19, 2007
De quantos momentos loucos,
nosso amor foi feito!
Momentos tão poucos,
a sós em nosso leito,
onde esse proibido explodia,
em loucura e magia!
Ali,éramos dois amantes,
vivendo por alguns instantes,
momentos alucinantes!
Hoje,de voce tão distante,
sinto saudades…
Queria viver novamente
aqueles momentos de felicidades…
Ilze Soares
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Publicado por amizadepoesia em Maio 19, 2007
Rasguei o véu da mordaça
Pisei nas chagas da dor
Abortei sobras de um amor
Plantei uma linda flor
Extirpei velhas feridas
Renasci no feto da vida,
seduzida pelo perfume do hoje,
sorri para o amanhã
Escarro na maldita tristeza
Dane-se a nobre realeza do dia
Quero mais é gargalhar
A saudade vou boicotar
Cansei de tanto chorar
O mundo quero ironizar
Antigas primaveras exilar
Sou uma insana criatura,
vestida com os trapos das loucuras
Com os versos quero cantar
O ódio poder destilar
com a ternura das palavras ,
e o coração perfumar
O mundo que fique a se questionar
O que leva um poeta,
a brincar de inventar vida ?
Quer viver com os olhos dos sonhos
ou a dor ocultar?
Zena Maciel
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Publicado por amizadepoesia em Maio 19, 2007
Assim é nosso amor….
Assim somos nós…
Amamo-nos com calor,
desejo e paixão…
Nossos corpos se querem,
se desejam, se atraem…
Nossas bocas,
quando se colam,
não mais querem se separar…
Quando duas pessoas se amam,
querem juntas amar…
vibrar… todo o carinho sentir
nas loucuras da paixão…
querem apenas viver…
dar vida ao coração…
É amor… é paixão…
Amar até não mais poder.
Marcial Salaverry
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Publicado por amizadepoesia em Maio 19, 2007
Eram momentos enlouquecidos…
Ansiosa, abraçavas-me,
Ouviam-se, longe, os teus gemidos,
Procurei, então, te acariciar,
Teu corpo estremecia,
Teus beijos quentes eram alucinantes,
Éramos, ali, dois loucos amantes,
Vivendo o real e a fantasia,
Foi um momento
De loucuras…
Agora, estou frustrado…
Sumiste no etéreo,
Tudo acabado!
Dessa paixão louca,
Ficou só a “água na boca”
Despertei,
Tudo foi um sonho!
Tarcísio Ribeiro Costa
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Publicado por amizadepoesia em Maio 19, 2007
Estou pensando…
Vivenciando
No presente
Com o passado
Mais o futuro,
Elaborando
Pensamentos,
Idéias.
Meu presente
Já se tornou passado,
Já se foi… Inexiste!
Será que permanece?…
Estou revivendo
Passado vivenciado,
Pensando passado no presente,
Passado é passado,
Presente já é passado,
Passado presente inexiste.
Se inexistente, não existe,
Seu amor por mim não existiu,
Não porque você partiu,
Mas porque já passou,
E não se vivenciou.
Se nasceu, não viveu, morreu!
Estou a pensar…
Seu amor por mim no futuro,
Se não existiu, não existe,
Não existirá!
Penso futuro no presente,
Mas, futuro presente
É algo ausente,
Portanto, seu amor por mim
Foi, é, será inexistente,
Apenas uma idéia do seu pensar,
Passado, futuro,
Presentes, inexistente!
Mifori
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Publicado por amizadepoesia em Maio 19, 2007
Bastou uma troca de olhar
e nos braços um do outro nos atiramos
em total cumplicidade
Atração, pura atração
desejo e loucura
era o nosso nome
Amamo-nos loucamente
entregamo-nos
sem nenhum por quê
Nossos corpos se pronunciavam
em calor ardente
e nos incendiamos
Fomos felizes
sem explicações
Não levaríamos um nome
nem promessas
apenas a certeza
que vivemos um momento único
de pura paixão
Mas, levaríamos para sempre
a lembrança daquele momento
de total entrega
de pura ternura
Um momento só meu
um momento só seu
guardado cuidadosamente
como o momento nosso
do nosso maior desejo
da nossa melhor loucura
Célia Jardim
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Publicado por amizadepoesia em Maio 19, 2007
De loucuras foram tantos nossos momentos,
explosivos ou sorrateiros, calmos ou em tormentos…
Muita carne, muito cheiro, muito sabor,
culinária e sexo, o vinho em sangue,
muito calor, a ponto de cairmos exangues,
e buscarmos a solidão e o descanso
do estupor…viam-nos langues em rede
deitados, descansando da paixão…
Idealizando a afeição, rendíamos vassalagem
a Baco, Afrodite, Juno Lucina, rainha
dos deuses; como ela, atiramo-nos fora dos céus,
e no Monte Olimpo, fizemos escarcéu:
buscamos as constelações que abrilhantam
nossas rinhas, carinhos, miragens de amor…
Margaret Pelicano
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Publicado por amizadepoesia em Maio 19, 2007
Sentindo as emoções mais diversas,
fagueiras e audacisas, meu pensamento
levou-me até você.
Chovia, e a água tamborilando no telhado
fazia do teu nome melodia.
Minhas mãos geladas sentiam a
necessidade do calor das tuas, mesmo
sabendo de uma provavel recusa,
não foi possível evitar ir ao teu encontro.
Cheguei de alma nua e transparente,
suplicando ficar à sombra dos teus braços.
Apenas um beijo meu olhar carente pedia
para abrasar meu coração e incendiar meu corpo.
No primeiro instante, ví no teu olhar um
misto de compaixão e paixão, talvez, culpa
da situação, não sou teu e nunca serás minha.
Fomos sim, um momento de loucura,
mas para mim, um momento eterno.
Marcos Alca
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Publicado por amizadepoesia em Maio 19, 2007
Chegou sorrateiro, olhar carente, passo indolênte um ar devasso…
Devagar vem a mim e me enrosco toda numa teia envolvente…
Implora por um beijo ardente, meu corpo queima, pulsa e treme…
Convulsa como um vento, beijo-te a boca incendiando teu corpo…
Inebriados com um cheiro tépido de rosas e uma doce sensação
voluptuosa, nos possuímos…
Loucura a nossa, de tudo restou-nos um segredo e um adeus…
Não sou tua, você não é meu…
Fomos um momento de loucura…
Naidaterra
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Publicado por amizadepoesia em Maio 19, 2007
ermelha rosa do meu sentir
rubiácea flor de simbolismo
brotada na beira do abismo
ícone do doce amor a eclodir
Rubra rosa a corar-me a face
reflexo de minha emoção
espelho de meu coração
no aguardo deste entrelace
Rosa carmim desabrochando
aspergindo perfume de amor
quem poderá dizer até quando
Serei eu de ti, ó rosa, senhor
ou se aos poucos vou me tornando
escravo dócil de teu esplendor
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Maio 19, 2007
Como dizer
Que te quero,
A palavra
Enquanto espero,
Que o medo
Se esbata,
A insegurança
Se abra,
E a vida assome
E te deixe
Farta,
Ante o que te consome?
Como dizer
Que te preciso,
E seja verdade
Em ti?
O que em mim,
Embora
Necessidade,
Sempre
É saudade,
Se longe de ti.
Como dizer
Que te desejo,
Sem que fira
Sentimentos,
Ou à lembrança
Maus momentos,
Exultem
Outros comportamentos,
Quiçá herança,
De tantos lamentos?
Como dizer,
Enfim,
Que gosto de ti,
Que és importante
Para mim,
E que
Doravante,
Se estradas
Houverem a percorrer,
Pois que em uno
As façamos,
E um só caminho,
Agora,
Aqui a nós distante,
Mais que o prever,
Seja já
O que vamos querer?
JORGE HUMBERTO
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Publicado por amizadepoesia em Maio 19, 2007
Cuando construyes en tu corazón
un cuento de hadas
como un castillo encantado
y de repente ves que todo se derrumba
qué desconsuelo y decepción nos dá
Los temblores son como los sismos de la desilusión
parece que la vida desaparece …
y empieza a fluir el desaamor en mi pecho
Tantos recuerdos de lo construído
deseos y esperanzas incumplidas
que no se pueden diluir
Tanto es el dolor,
es un vacío del que no podemos salir
Tanta pasión, tanto amor perdido, que fluye
y en la mente
Pesadillas ,que no aceptan que esa verdad exista
y luego esas torturas de la realidad
Como nos dejamos enredar en engaños
y lo permitimos ..
A costa de la efímera felicidad que son solo momentos
sueños y realidades de instantes
Imaginados en los momentos de pasión
Tontos y vanos engaños
Atracción , situaciones que fueron confundidos por amor
Eludido por momentos , por interes o solamente admiración
Por falsos oropeles
o vidrios, que cristales parecian
pariencias de brillantes diamantes
pero en esencia sin sustancia
Solamente cuentos ….. fantasiosos….
engañando al corazón
en los pasos y contrapasos de la ilusión..
Volviendo luego a una cruel realidad …
terrible es esa “sensación de desilusión”
Joe’A
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Publicado por amizadepoesia em Maio 19, 2007
Adeus, é o lamento na despedida
O choro na hora da partida
Desenlace, perda de uma pessoa amada
Mesmo na que foi previamente anunciada
Adeus, uma suplica a Deus
para aliviar os sofrimentos seus
Anuncio do nunca mais,
ver, ouvir, tocar, amar, a beira do jamais
No portão dos porões da solidão
sob os grilhões da saudade
na carência do amor alimento
nas bebidas vazias do sofrimento
Sem suas estrêlas no firmamento
perdidas em outro infinito
No frio glacial da solidão
Bate, mas nao palpita, vazio coração
Adeus de paixão, sem esperanças
queima como lagrimas ferventes
sulcando a face doente
sem emoção, dor em toda sensação
De quem arrancaram do peito,
rasgando o colo dolorido, vivo, o coração
Adeus, que parece um pesadelo
Doi tanto, mas é a cruel solidão,
Adeus, sem voltas…Sem perdão…
Joe’A
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