Arquivo para Junho 17th, 2007
Publicado por amizadepoesia em Junho 17, 2007
Queria falar e poder demonstrar
O que sinto por ti…
Mas o que fazer?
Se meus gestos são falhos,
Minhas palavras não saem,
Minha voz cala-se…
Queria ser poeta e fazer versos
De amor, em louvor a tão sublime beleza,
Com lindas palavras eloqüentes;
Ou como os pássaros que saltitam
Em torno de sua amada,
Com lindos e inebriantes gorjeios,
Tecem a corte ao seu amor…
Ah! Que falta fazem-me as palavras!
Ah! Como queria poeta ser…
Acharia palavras para expressar
A beleza da lua, seus encantos e mistérios…
E as diria a ti, como só o fazem os poetas.
Envolvendo-te neste lindo mistério e esplendor,
Encontrado no fantástico jogo de fases,
Tão lindo como o jogo do amor!
Mas o que fazer?
Com minha timidez,
Não encontro palavras…
Palavras! Palavras…
Luis Calos Mordegane
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Publicado por amizadepoesia em Junho 17, 2007
Tormento em tormenta
Prece em grito
Porque não há estrelas
Além das que povoam
o Infinito…
Quanto a nós
Somos meros grãos
Poeira de Luz
Preenchendo os vãos
Entre a Beleza
E a Cruz…
Dalva Agne Lynch
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Publicado por amizadepoesia em Junho 17, 2007
Pois é, sou louca sim, e daí?
Até atestado médico eu consegui.
Idôneo. Irrefutável. Inegável.
E então? Vais encarar ou não?
Vais aceitar o desafio
E acender o pavio
Da bomba explosiva que sou
Ou talvez apenas me voltarás as costas
Assustado. Amedrontado.
Talvez até horrorizado.
Estás me entendendo?
Não há meio-termo quando passas por mim.
Sou teu ponto de escolha. O teu início do fim.
Mas talvez - e digo talvez! - escolhas o vendaval
O carnaval, o escambau!
Ah, mas se escolheres o segundo
Quer dizer, o meu mundo
Terás de volta em tua vida a alucinação
Os sentidos em ebulição.
Então me dize:
Vais escolher ou não?
Dalva Agne Lynch
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Publicado por amizadepoesia em Junho 17, 2007
Amizade é sinfonia
de instrumentos afinados
executando a harmonia
em perfeita sintonia
com os corações entrosados
É como som dos violinos
enche a alma de prazer
aquece qual sol a pino
é o deleite mais fino
que na vida se pode ter.
É como o som dos metais
dando base à nossa vida
límpida como os cristais
que não escurecem jamais
nos olhos as nossas meninas
É como o tímpano estridente
marcando o nosso compasso
é música na alma da gente
a tocar continuamente
além do tempo e do espaço
Amizade é doce partitura
a ser lida com muito esmero
é elixir contra a amargura
é ambrósia de candura
é o que faz, do meio, inteiro.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Junho 17, 2007
Cortaram pela haste a flor da manhã,
Secou o orvalho e o gosto a hortelã,
Que emanava da terra o seu fragor,
Ficando só o jardim em súbito torpor.
O sol desapareceu a meio à chuva
E as vinhas em ira não deram uva.
Pobre agricultor que fica sem pão,
Porque a horta já não cresce do chão.
Ante a afronta a natureza se rebelou,
Não mais os braços nem o nervo,
Da pobre gente que jazendo se calou.
Quem foi que aqui cometeu tal crime,
Da natureza o seu ilustre acervo,
Vem homem, quem foi, dime, dime?
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Junho 17, 2007
É meu amor tão grande
Dentro de toda beleza dos meus sonhos…
dentro de tudo isso,
se encontra voce, minha amada.
É tanto amor que sinto,
que eu mesmo não me entendo,
este amor é tão grande,
que cresce sem medida
que somente quero te abraçar
e que sinta minhas carícias…
É este amor tão grande,
tão intimo, tão seu
que somente quero lhe entregar,
a imensidão de meu mundo,
todo eu, todo completamente,
toda minha vida…inteira…
É este amor tão grande,
que abarca o universo,
que caminha nas aguas
de um imenso oceano…
é este amor tão grande
que chega até mesmo ao céu,
é este amor que sinto
tão nosso e tão sincero,
que de tanto te querer
eu mesmo não me entendo…
É meu amor tão intenso,
que pode suporta-la toda,
buscando um unico premio,
de poder estar com voce…
vou desfolhando os sonhos,
que me permitam vive-lo.
Elsa Fariña
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Publicado por amizadepoesia em Junho 17, 2007
Cuando te desnudas para mí
vistiendo tu cuerpo de deseo
convidandome para bailar
el supremo vals de nuestros sentimientos
Bailamos en el salón de la pasión
apretando con amor su corazón
embalados en los compases del vals
nuestros más íntimos pasos.
En pasos perfectos, sincronizados
cuerpos en los brazos de los sentidos
almas en los movimientos de los sentimientos
cuerpo y alma de rostros rozandose
En el bailar sin cesar del amar
bailando en las notas del placer
soñando por la orquesta de las hormonas
en los perfumes de las flores del amor.
Vals de todas las estaciones
baile sublime en canción divina
bajo la regencia del amor
Punto alto resaltando los sonidos de los orgasmos
Joe’A
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Publicado por amizadepoesia em Junho 17, 2007
Não tem medida o que sinto por você
Único verdadeiro amor da minha vida
Nada pode se comparar
Com esse sentimento
Além do que possa se imaginar
E mais que sublime
Sentimento além dos sentimentos
Quase divino
Um perfeito relacionamento
E com uma simbiose de corpo e alma
Çonsistente em toda sua essência
Amor que vai além dessa existência
O amor em toda sua excelência
Que está alem do tempo
Um amor além do infinito
Amor sem medida, imensurável
Nivelado ao espaço sideral
Totalizado, substanciado
Opulência do espírito
Acariciado pela mais excitante paixão
Multiplicado pelas mais imprevisíveis emoções
Ornamentado pelas mais divinas sensações
Visionário que ultrapassa as fantasias e quimeras
Oração de fundo do coração
Canção das canções
E um amor com perfume, com magia e cor
Joe’A
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Publicado por amizadepoesia em Junho 17, 2007
Ah, como te quero!
Querer é pouco
A vontade de te amar
mais uma vez
Ver teu corpo colado ao meu
Tua boca buscando a minha
Teu olhar que me desnuda
Que me enlouquece
De paixão e desejo.
Se é amor ou paixão
Não sei….
Quero sentir o sabor dos teus lábios
Nos meus…
quero ver o tempo parar
E nossos corpos se unindo em um só
Sentir teu calor,
teu cheiro
teu toque macio
tua voz envolvente
Olhar ardente.
Ouvir teu coração
batendo junto ao meu
De amor e paixão.
Fafá Lima
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Publicado por amizadepoesia em Junho 17, 2007
Quando a noite chega
As recordações…..
As emoções afloram
A saudade vem fulminante
Os pensamentos voam soltos no tempo….
Tempo…
Quanto tempo passou
Desde o dia que você voou
Partindo em outro lugar pousou
Levando seu canto que muito me encantou.
Hoje olho o céu
Lembrando das noites
Da sua voz que cantava a mais doce melodia
Que muito me encantou e iluminou meus dias
Nos fim de tarde
Nas noites
Hoje só restam recordações…
Triste sina esta…
Quis Deus
Que você lhe fizesse companhia
Que seu canto fosse a sua alegria..
Que você fosse iluminar o céu
O infinito junto com os anjos
Cantando a mais doce melodia…
A mim só restou
Olhar o céu
A imaginação
A saudade….
Quem sabe um dia…
Na eternidade….
Fafá Lima
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Publicado por amizadepoesia em Junho 17, 2007
Escuridão da noite é negra
Encontras-te com a luz do luar
Torna-se a mais terna magia.
Quando nasce o amor
independente da cor
Não há preto nem branco
Há almas puras
brancas e negras.
Se achas que a cor da tua pele
Por ser clara
Tua alma é branca
Podes te enganar duramente
E vice-versa…
Só a pureza no que vem do coração
Independente de cor ou religião
Cuida dele com emoção.
Nunca julgues aquilo que não conheces
Nem condenes aquilo que no fundo és…
Quando julgamos alguém estamos julgando a nós mesmos.
Toda e qualquer discriminação
É falta de criatividade
É falta de respeito com o próximo e consigo mesma
Nunca julgues pra não seres julgada.
Ou até mesmo condenada
Será que estás preparada?
Fafá Lima
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Publicado por amizadepoesia em Junho 17, 2007
Chega não quero mais
Andar neste caminho…
Quero paz
Em meu caminho
Tu foste meu passado
Cheio de espinhos
Em teus caminhos
Só encontrei…
Campos minados
Noites de pânico
Gritos de horror
De dor e pavor
Da guerra sangrenta
Tu es um passado
Não quero mais ouvir
Teu barulho
Tuas explosões
Tuas lágrimas
Tuas reclamações
Não existe explicações
Pra tanto ódio
Tanto desamor
Tanta ganância
Tanta ignorância
Se tu soubesses
O mal que tu fazes
Tu não serias a guerra
Tu serias a Paz
Serias amor
Serias união
De uma só nação
Erguendo as mãos
Implorando perdão…
Fafa Lima
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Publicado por amizadepoesia em Junho 17, 2007
Quando a esperança
Bate asas e parte
Rumo ao norte
Qualquer veneno
Tem doce gosto
Paraiso
O menor reino da terra
Cabe na palma da mão
E na marca de ácido
No lábio superior
O papel precisa de mim
Destas palavras secas
Floresta aguardando fagulhas
Como sua fenda
Necessita da fricção da carne
Escrever
Uma linha de batalha
Onde posicionamos
Um exército de palavras
Pronto para ser dizimado
Os beijos mais ardentes
Crescem na noite escura
Debaixo de uma tempestade forte
O amor nunca devolve
O que é tomado no ardor da emoção
carlos assis
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