Arquivo para Julho 4th, 2007
Publicado por amizadepoesia em Julho 4, 2007
Preciso renascer…
Isso só pode acontecer longe de você…
Quero de volta o meu espaço, os meus ideiais,
o meu carinho, o meu mundo de sonhos
que você aos poucos escondeu…
Nunca mais quero ver você chegar com
seus olhos claros, sorriso lindo que me
embriagava…que me encantava e eu cedia…
Não haverá mais domínio e quem quem está
partindo sou eu da sua vida de fracassos,
mentiras, esquecimentos e molecagens…
Não estou mais pra você, serei silêncio
na tua vida, não me procure…
Estou indo em busca do meu terno coração,
e a voce desejo que receba o que realmente
merece…a vida lhe mostrará um dia…
Naidaterra
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Publicado por amizadepoesia em Julho 4, 2007
Mais uma vez você me procura,
voltando a pedir perdão…
Mais uma vez vou te perdoar
e cair na mesma rotina…
de te ver sai pela porta dos fundos sem dizer adeus.
Assim não dá!
Borrei o seu rosto,
passei uma borracha no passado,
um vento forte varreu as lembranças
que ainda restavam no meu pensamento..
Acabou moreno!
Leve seu barquinho pra navegar em outros mares,
procure ser gente grande e não provocar marola por onde passar,
não faça do seu coração uma arma, a vitima pode ser você…
A felicidade é recíproca…tem de dar pra receber,
nossos atos são reflexivos…lembre-se disso!
Procure acertar na próxima ancorada…e,
boa sorte!
faffi
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Publicado por amizadepoesia em Julho 4, 2007
Meu amor!
Vem pra dança.
Esquece no meu dedo a aliança!
Vem, se solta, balança.
Faz de conta que somos criança.
Me aperta no salão!
Como a Rosa se abre em botão
eu dou pra você meu coração.
Eu quero ser seu amor
o seu amor escondido!
Eu quero ter seu amor
o seu amor proibido!
Estou doidinha por você
Estou roxinha pra lhe ter!
No ritmo
sobe e desce
vira e mexe
leva e traz
em cima, embaixo
eu disfarço e me encaixo.
Dança ligeiro
me imagina no chuveiro!
Eu quero este amor escondido!
Este amor bem proibido
Rosa Pena
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Publicado por amizadepoesia em Julho 4, 2007
Pisco meus faróis na estrada
mostrando que sou viajante
um novo cavaleiro andante
na boleia de minha amada
carreta, meu novo rocinante
Como o asfalto sem medo
digiro a poeira do estradão
conquisto cada palmo de chão
conheço as rotas e os segredos
por onde me leva o meu coração.
Estradeiro eu sou sim senhor
sou cigano dos meus caminhos
mas eu não caminho sozinho
levo na bagagem o meu amor
e de carona levo o teu carinho
E pela estrada longa da vida
conhecendo e sendo conhecido
vou cumprindo o destino cedido
parando onde me dão guarida
ou passando, às vezes, despercebido
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Julho 4, 2007
Como si sufrieses de algún estatúto,
Que te fuera entregado cuando tu nacíste
Por poeta te viste y tal permuto,
Cuando asentaste tu presencia.
Aquí del rei, oh muy noble existencia!,
Inopinada perfección de tu real ser,
Que aqui dejó marcada su sentencia,
Para que otros la pudiesen ver.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Julho 4, 2007
Cae la noche por detrás del rio. más allá.
el último vuelo de las golondrinas se aprimora.
Solo yo y nadie más está siempre aquí
Cuando las montañas y las flores cortejan.
Hace frío allá fuera, los perros ladran en serenata,
Y se aproxima la lua y las estrellas en las cercanías,
De mis ojos cortados por el filo de plata,
Que se hace sentir cuando la noche rompe el dia.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Julho 4, 2007
Quando o poeta ama é tal a sua intensidade,
Que bem revela nos outros a sua integridade.
(Veste flor escarlate - no peito a põe - e a outra,
Que no bolsinho guarda, na lapela se apronta).
Quando o poeta ama, ama com tanta verdade
Que não há amor no mundo com tal afinidade.
(De camisa de folhos se reveste, com sobretudo
A condizer - relógio de bolso, parado e mudo).
Quando o poeta ama, ama sem ter condição,
E é tanto maior o seu amor quanto mais ele ama,
E bate forte o seu descompassado coração.
(Sapato e joanete, calça bem vincada e colete são
O resto da indumentária). Quando o poeta ama
A uma mulher, ama-a sobretudo com sofreguidão.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Julho 4, 2007
Desperta amor e me ouve!
O que soa bem longe…
É o vento sussurrando nas vidraças,
as promessas do amor alvissareiro!
Não tenhas medo do escuro,
nem das folhas mortas!
A natureza as ressuscita,
em seu ventre terra,
e as devolve ao coração do homem,
mesmo que ele tenha se cansado de esperar!
Há que se abrir os olhos e ver
os novos brotos surgindo,
em mais um espetáculo de cor e vida!
Isso que soa bem longe, amor…
o vento batendo nas vidraças…
sou eu chegando,
para alegrar teu pássaro!
Corre à vinha, amassa as uvas
e recompõe o ninho,
que a chuva vem chegando!
E com ela, o amor…
a ser brindado
com o mais doce vinho.
Guida Linhares
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Publicado por amizadepoesia em Julho 4, 2007
Tenho muito medo
das folhas mortas,
medo dos prados
cheios de orvalho.
eu vou dormir;
se não me despertas,
deixarei a teu lado meu coração frio.
O que é isso que soa
bem longe ?
Amor. O vento nas vidraças,
amor meu !
Pus em ti colares
com gemas de aurora.
Por que me abandonas
neste caminho ?
Se vais muito longe,
meu pássaro chora
e a verde vinha
não dará seu vinho.
O que é isso que soa
bem longe ?
Amor. O vento nas vidraças,
amor meu !
Nunca saberás,
esfinge de neve,
o muito que eu
haveria de te querer
essas madrugadas
quando chove
e no ramo seco
se desfaz o ninho.
O que é isso que soa
bem longe ?
Amor. O vento nas vidraças,
amor meu !
Federico Garcia Lorca
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Publicado por amizadepoesia em Julho 4, 2007
Alguem acredita que matou
o tempo e a ausencia
mas seu trem vendeu
passagem de ida e volta.
São aquelas pequenas coisas
que nos deixou um tempo de rosas
num rincão
num papel
ou num caixão.
Como um ladrão
te aceitam detrás
da porta.
Te têm tão a mercê
como folhas mortas
que o vento arras para lá e para cá…
Que te sorriem tristes e
nos fazem chorar quando
ninguém nos vê.
Joan Manuel Serrat
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Publicado por amizadepoesia em Julho 4, 2007
Que me falte el aire que respiro.
Que me falte el sol que me alimenta.
Que me falte el pan que me sustenta.
Que me falte el suelo donde piso.
Que me falten los cantos de los pájaros.
Que me falte el baño que me refresca.
Que me falte el agua que mata mi sed.
Que me falte la música que eleva mi alma.
Que me falte la pintura que me emociona.
Que me falte la escultura que me impresiona.
Que me falten las escrituras que me dan aliento.
Que me falten los escritos que me educan.
Que me falte el verso que llena mi corazón .
Que me falte la poesía que acaricia mi alma,
pero que núnca, núnca me falte tu cariño.
Que no me falte el refugio de tu pecho.
Que no me falte el calor de tu pasión .
Que no me falte la alegría de tu sonrisa.
Que núnca me falte la luz de tu mirada.
Que me falte hasta la vida ,si un dia,
tu dejaras de amarme .
Que núnca me faltes….Tú
Joe’A
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Publicado por amizadepoesia em Julho 4, 2007
Leito nobre doce, onde deito meus sentimentos
onde repousa minha paz… meus momentos
onde deleitam os desejos….meus anseios
onde rolam meus amores…meus prazeres
Onde descansa minhas ansiedades…
acalenta minhas tristezas
colhe minhas lagrimas…
enxuga minhas dores..
Acolhe minhas alegria…em poesia
declamada com paixão
versos prosas , provas de amor
em plena declaração
Poesia que pulsa..em compasso
com meus sentimentos….
corre nas minhas veias..palpita..
em sintonia com meu coração
Joe’A
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