Publicado por amizadepoesia em Agosto 9, 2007
O ser humano é caça e caçador
vive entre o fútil e o banal,
o equivoco é fundamental
contra a potencia natural,
que não tem como medir
o excepcional,
transgredir o limite,
do côncavo heterodoxo,
que hesita, ao duvidar
da capacidade de avançar
do ser especial;
hilariante
a faixa de conclusão,
vendo o vulgar da qualificação
denegrir o primordial,
que esquece a maneira natural
do inverso superar-se, ao aprender
a palpitar a meia luz,
descobrindo-se
não fútil, não vulgar ou banal ,
e sim o ser principal
sobre a forma natural
sem fantasias, nasce feroz,
caçando a si,
morrendo ferida, vivendo como caça
no meio da luta.
Schyrlei Pinheiro
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Publicado por amizadepoesia em Agosto 9, 2007
” Felicidade , és coisa estranha e dolorosa
Fizeste para sempre a vida ficar triste
Porque um dia se vê que as horas passam
E um tempo despovoado e profundo persiste”
Cecília Meireles
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Publicado por amizadepoesia em Agosto 9, 2007
Estou só em casa
Ouço no rádio
a trilha de Mulheres Apaixonadas.
Lembro dos homens que amei.
Por quantos eu fui amada?
Sentada no degrau da escada.
desiludida quase amarga, questiono:
-Fico aqui ou pego a estrada?
Eterna busca nessa vida reles!
Responda por favor,
mestra Meireles:
-Felicidade existe ou foi inventada?
Rosa Pena
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Publicado por amizadepoesia em Agosto 9, 2007
Escrevo como quem respira
Ou respiro como quem escreve.
E o poema vai por mim acima
Sem ter o dever de quem deve.
E é tão natural a minha escrita
Como inconformada e producente.
E se se aproxima a vil desdita,
Então eu sou a voz desta gente
Massacrada até ao tutano,
Omitida pelo poder estabelecido.
Mas que ainda assim segue lutando,
Por um mundo melhor a si devido.
Não concebo por isso a poesia castrada,
Pelo focinho açaimado da palavra.
E, antes ainda, de mais nada,
Ela é de todos e a ninguém trava,
O conhecimento de todo um povo,
Que não se revê nestes políticos.
O que eles querem é um Abril novo,
Para tirarem da tez, os apolíticos.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Agosto 9, 2007
Sentado na minha cadeira preferida,
Escrevo-te estes versos de quimera,
E até que a poesia seja aqui preterida
Dir-te-ei, hoje, o que nunca te dissera.
Dir-te-ei do amor o seu conluio final,
Da vida a sua atitude mais ponderável
E de que tudo que existe é nada afinal
A persistirmos que ela seja racionável.
O amor pertence à alma e ao coração,
É semente que se larga à terra imatura
Para colher mais à frente a informação
Que fará da origem a sua eterna figura.
Só quem nunca amou não sabe da vida,
Por isso, amor, escrevo-te este poema,
Ele é a espoleta que desbrava e envida
A lutar sem desfalecimentos ante o tema.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Agosto 9, 2007
Me escandaliza todo el hambre, también las guerras,
La prostitución infantil y el trabajo de menores;
Confieso que no entiendo la amargura de las tierras,
Con que los hombres comparten sus rumores.
¿Por que me siento solo, rodeado de personas?
¿Por que todo tiene que ser tan abstracto - impudente,
En un mundo en decadencia, cantando loas
Las bestias del terrorismo, en una vociferación enferma?.
Aquí, mis amigos, no hay cielo, encima de este río,
Aquí reina la sinverguencería de unos cuantos gentíos,
Que se apoderaron de las leyes de este reino vil y frío.
Pero cuando les digo de agnóstico mi parecer,
Se ofenden, los señores doctores, tienen escalofríos
Y la enorme tendencia en tergiversar y ofender.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Agosto 9, 2007
Eu quisera salvar essa distancia
esse abismo de amor que nos divide
e embriagar-me de amor com a fragrancia
mistica e pura que teu ser desprende.
Eu quisera ser um dos laços
com que decoras teus ardentes seios:
Eu quisera no ceu de teus braços
beber a gloria que nos teus labios tens!
Eu quisera ser agua e que nas minhas ondas
que me venha a banhar-te
para poder, como o sonho a te sonhar
a um mesmo tempo por querer te beijar
Eu quiria ser linho e em teu leito
alem das sombras com ardor cobrir-te
tremer nos tremores de teu peito
e m orrer de prazeer ao comprimir-te.
Oh! eu queria muito mais! Queria
levar-te em mim como a nuvem na sua corrida
para explodir e separar-nos logo.
Eu queria em mim mesmo confundir-te,
confundir-te em mim mesmo e exilar-te
Eu queria em perfume converter-te
converter-te em perfume e aspirar-te.
Aspirar-te num sopro como essencia,
e unir a minhas palpitações suas palpitações,
e unir minha existencia atua existencia,
e unir meus sentidos teus sentidos.
Aspirar-te num sopro do ambiente,
e assim ver-te em minha vida com calma,
toda chama de teu peito ardente
e todo eter do azul de tua alma,
Aspirar-te, mulher…De ti completar-me
e cego, e surdo e mudo constituir-me,
e cego e surdo e mudo consagrar-me
ao deleite do supremo senrtir-te
a sorte suprema de adorar-te.
(c)Salvador Diaz Miron
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Publicado por amizadepoesia em Agosto 9, 2007
Sigo esa Luz, que me lleva a un Alma gitana..
me lleve a un corazón…que ya el mundo recorrió..
en esa mágica vida gitana… en esta vida colorida
vida viajada…de corazón nómade..sin parada..
de fiestas poblada…danzas bebidas… esplendor..
pero sin un verdadero amor
corazón rico…en resplendor
que busco en ese camino…por esa estrella guiado…
Que la energía de esa luz Gitana me conduzza
que esa estrella me lleve a ese corazón de gitana
tan soñado,.. deseado…y en el quedar
mi tienda de amor montar…y sendentario con ese amor vivir
saciarme…saciar… completarnos..
y amar con la fuerza de las tempestades.. a relampaguear
en sus cariños, caricias…flotar.
Cuando al llegar yo.. la danza del amor para mi ella va a danzar.
Nuestros rituales vamos a honrar..juramentos eternos vamos a cambiar
y de esa forma
vamos a eternizar…con nuestras tradiciones el modo gitano de amar
magia gitana
que nos encantará en el presente y no para siempre
como el sol en el horizonte y las estrellas en el firmamento
teniendo el cielo y el sol como testimonios
eternamente
Joe’A
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Publicado por amizadepoesia em Agosto 9, 2007
O dia… dia dos namorados
Um dia ao amor consagrado
Em relação ainda sem compromisso
para os que ainda não estão casados
Ou mesmo para os que estão casados
mas mantém uma afeição de namorados
É tão bom ter uma namorada, amada
e perdidamente apaixonados
Todos desejam namorar
Todos desejam o amor encontrar
E no namoro esse amor cultivar
E ver esse amor florescer
Ver seus botões crescer
Suas flores desabrochar
com suas cores perfumar
E essa flor frutificar
Consagre seu namorado
Exalte seu amor
No seu coração
Feliz dia dos namorados
Para voce, a minha,
eterna namoradinha,
botão ja desabrochado,
amor em paixão
Joe’A
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Publicado por amizadepoesia em Agosto 9, 2007
Sabe pai,
Já fez quatro anos que partiste…
Não sei porque, mas para mim
Parece que já faz uma eternidade
Que nos deixastes.
Ao mesmo tempo, parece que foi ontem ,
Que conversava e outras vezes ralhava comigo.
Hoje, quando vejo alguns pais ou avôs
Passeando pela calçada com suas bengalas,
Lágrimas de saudades rolam e queimam a face,
Fazendo com que eu tenha a impressão
De que virá ao meu encontro,
Apoiado em sua bengala
Para me fazer um carinho,
Dizer uma palavra de conforto,
Ou mesmo para chamar a minha atenção.
Sabe pai,
Fico pensando,
Porque não conversávamos mais vezes
Sobre os nossos problemas,
Sobre o amor que nos unia
Ou até mesmo sobre coisas banais .
Talvez o orgulho nos impedisse, não sei?!
Hoje, tudo faria, para novamente podermos conversar.
Acredite, ainda tenho tantas perguntas a fazer
E tantas coisas para contar…
Algumas perguntas tenho certeza que responderia
Apenas com um sorriso
E outras talvez nem precisasse responder.
Sabe pai,
Fico perguntando, se aqui estivesse,
Tudo seria igual ou seria diferente?!
Sei lá…
Parece que não há explicação,
Mas os acontecimentos estão aí
E de novo me amedrontam.
Sabe pai,
Muitas vezes fico recordando o quanto era justo
E eu não entendia…
Recordo, que as vezes ficava horas com você falando
E fingias que nada escutava,
Obrigando-me a repetir por várias vezes…
Puxa… Até parecia que fazia de propósito.
Mas eu tinha certeza que estava escutando.
Pai e hoje…Será que me escutas?
Será que sabe o quanto estou sofrendo com a sua falta?
Não sei porque, continuo achando que deveria ter sobrevivido,
Que jamais deveria ter partido.
Que deveria continuar aqui conosco
PAI !!
Catarina Yunen
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Publicado por amizadepoesia em Agosto 9, 2007
Quantas pessoas fingidas
que aqui nos fala
ali vira o rosto
por conveniência
dos seus pressupostos
maledicências
hipocrisia
mediocridade
só se valoriza
os haveres
não se contempla
os encantos
da virtude que enobrece
engrandecimento falso
egoísmo aviltante
marco profundo
amargura da vida
na transversalidade
das vidas
com temor
e sem guarida
estereliza-se as esperanças
sem recuperar
o tempo perdido…
m.s. cardoso xavier
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