Arquivo para Agosto 22nd, 2007
Publicado por amizadepoesia em Agosto 22, 2007
Pra lembrar de mim
Meu amor é mesmo assim
A todo hora
A toda instante
Basta-me não lhe ver
Pra pensar em você
Quando penso
Em você
Mais aumenta
O desejo
De em meus braços
Lhe ter
Maltrata que lhe ama
Magoa quem lhe quer
Negando o seu amor
Não dando o seu carinho
Deixa-me sozinho
Nesse caminho de espinhos
Mesmo assim
Eu não deixo de lhe amar
Pra onde você for
Meu coração levará
Amor perdido
Amor de um só
Amor bandido
Preso em meu coração
E saiba não existe
Pior prisão
Do que um coração
Apaixonado
Que não consegue
Ver mais nada
A não ser você
ABittar
Publicado em poesia | 5 Comentários »
Publicado por amizadepoesia em Agosto 22, 2007
Guardo-o em uma redoma de vidro.
Ele é o amor mais amigo, mais
Cúmplice que tive na vida…
É preciso guardá-lo bem, protegê-lo
Contra as maldades do mundo…
Ele é o meu amor, meu doce
E terno amor…
Quando nossos olhos se encontram,
É como se a terra parasse, como
Se as pessoas fossem todas iguais…
De repente ele é colorido e todo
O resto da humanidade, está
Em preto e branco…
Ele tem o poder de trazer-me
O arco-íris.
E quando se vai, chove na terra…
Então prendo nosso último encontro
Na retina e vivo em constante sonho…
Sinto o seu cheiro, seu sorriso, seu
Olhar tão cristalino que diz:
Amo você!!!
E assim fica mais fácil encarar a inveja
A hipocrisia, o desamor…
Pois seu amor purifica tudo, ameniza
A minha dor, tranqüiliza minha alma,
Fortalece meu coração na certeza de
Que o amor é o bem maior que
Alguém pode possuir,
O bálsamo para todas as feridas!…
Mary Trujillo
Publicado em poesia | Sem Comentários »
Publicado por amizadepoesia em Agosto 22, 2007
Quero ficar no seu coração
E assim poder sonhar
Toda aventura que pintar da emoção
Todo fervura que brotar da sua mão
Para iluminar a reticência que aprumou a minha vida
E um dia ser feliz e nada mais
Quero ficar no seu coração
E assim me agasalhar
Do frio impune que semeia a solidão
E feito imune repetir a sensação
Que vai para lua na volúpia mais fervida
E um dia ser feliz e nada mais
E quando o jeito de você virar absoluta adoração
Será o véu perfeito e a ternura abraçará minha ilusão
Quero o meu destino a confundir-se com o seu
E sermos um, o que a sina prometeu
E o que sobrar de nós será um ninho verdadeiro
E um dia ser feliz e nada mais
© Luiz Alberto Machado.
Publicado em poesia | Sem Comentários »
Publicado por amizadepoesia em Agosto 22, 2007
Teus olhos são meu farol,
iluminam o meu caminho
na alvorada e no arrebol
e não me deixam sozinho
A profundeza do teu olhar
duas chamas a assim
reluzir
tem o dom de me encantar
e me fazer sempre sorrir
sou profano, irreverente,
sou santo, sou debochado
sou insano, sou eloqüente
sou a soma do meu passado
e no teu olhar envolvente
me perco assim encabulado.
Jorge Linhaça
Publicado em poesia | Sem Comentários »
Publicado por amizadepoesia em Agosto 22, 2007
Escrevo meus versos à beira mágoa,
Fecho os olhos, para o sol entrar,
Minha languidez é como esta água,
Que corre sem pressas de aqui estar.
Debaixo desta árvore sou mais eu,
E sinto vivenciar o perfume das cores,
Quem está comigo por ora se perdeu,
Pois só eu sei o cheiro das flores.
Sou o verdadeiro poeta da natureza,
Sinto nas mãos a correcta liberdade,
Que comigo caminha, com a destreza
De uma estrela sem idade.
Ver com os olhos é mentir, por isso eu
Sinto tudo à flor da pele, a imiscuir-me
Nas cousas, que perpassam de um seu
Desejo, como que a querer incluir-me.
Cai a noite no meu quintal e o jardim,
Só deixa transparecer o mais bonito,
Mostrando aos outros só o melhor de mim,
Sendo que tudo o resto é indistinto.
Jorge Humberto
Publicado em poesia | Sem Comentários »
Publicado por amizadepoesia em Agosto 22, 2007
Tudo me comove, tudo me compromete.
Um riso de criança, uma brisa agradável.
Que eu trato como a uma flor, que promete
Ser o viço, de outras flores o infindável.
Um ancião, num banco de jardim, relembra
Os seus tempos áureos de juventude, e eu
Escuto com agrado, o beijo que ele lembra,
Quando do passado escutou o que foi tão seu.
Dos amigos fica-me a melhor recordação,
Suas palavras são lenitivo para mim,
Confortando-me o tristonho coração.
Sempre a pontos de uma crise de nervos,
Não me escuso a falar de um belo jardim,
Procurando as sortes nas folhas de um trevo.
Jorge Humberto
Publicado em poesia | Sem Comentários »
Publicado por amizadepoesia em Agosto 22, 2007
Nacemos, morimos e después nada.
Hay quién juzgue su vida reencarnada,
Por todo, por nada, hábitos
De siglos, que nos hace estrábicos.
La muerte quita y no devuelve, es completa.
Y si acaso fuego o azufre nos atiza,
En los últimos suspiros, es para que no
Olvidemos que la vida es una suposición.
Nada nos salva aquí, llegando
La hora, y, aún que prevariquemos,
Todos somos iguales llegado el momento,
Y la muerte llamandonos, nunca falla.
La muerte es definitiva, no somos ni luz
Ni reencarnación, y si esto seduce,
Es porque ellos no saben ni piensan,
Que la vida es un estado en que adensan
La curiosidad y el misticismo novelero,
Proliferando la fantasía y el incesto,
Haciendo de nosotros muñecos de barro,
Y ni tenemos derecho a nuestra propia cama.
Jesus dijo: levantate y anda! como,
Si la muerte yá fuese segura; no hay tomo
Que valga, para justificar tal disparate,
Que más parece revista de escaparate.
Jorge Humberto
Publicado em poesia | Sem Comentários »
Publicado por amizadepoesia em Agosto 22, 2007
Nunca supuse, que un amor así,
Tan sincero, se entrañase en mí;
Tú venías sonriendo, yo te sonreí
Y me puse muy feliz así.
Tu buena índole me hizo enamorar;
Tu voz de niña, como muñeca,
Me dejó embevecido cual sin fin,
Y me sentí como en un lindo jardín,
Cubriendote com alas de papel,
Pués quise constatar si era verídico,
lO que mis ojos veían en esos caballitos,
Con principio, medio y fin. Ah, mi amor!,
Que todo a tu alrededor sea bendito,
Y firmemos nuestro amor con esplendor.
Jorge Humberto
Publicado em poesia | Sem Comentários »
Publicado por amizadepoesia em Agosto 22, 2007
Yo nó, yo nunca pierdo el control,
Pués mi vida solo a mí concierne,
Y, por más que en los otros extrapole,
Mantengo mi diferencia y concepto.
Una faz, dos faces y sigo adelante;
Mis amigos de ahora y de antes,
Me tienen como extremamente cautivante,
Cuando les hablo sobre una nueva aurora.
Pero yo nó, nunca pierdo el control,
Ni de mis passos ni do mi
Querer, aún que de otros fuese la prole.
Solo la maldita droga vino aqui a inmiscuirse,
Trayendo la desgracia y el entorno tan suyo,
Que casi, casi, me hicieron desistir.
Jorge Humberto
Publicado em poesia | Sem Comentários »
Publicado por amizadepoesia em Agosto 22, 2007
Na noite Insone, percorro o meu quarto,
De lés a lés, procurando por mim talvez,
Pois nunca sei quando e porque parto,
Deste que me diz para outro, a sua vez.
É uma constante esta vida tão assim,
Que se me procuro nunca me encontro,
E quando finalmente dou por mim,
Não sou eu quem se acha no recontro.
Ah, vida, porque brincas tu, comigo?
Eu só queria um golpe de asa que fosse,
A estrela que me guiasse se sozinho,
Eu fosse buscar mais além o meu alento,
E vindo de lá de longe o que me trouxe,
Fosse só eu no esplêndido firmamento.
Jorge Humberto
Publicado em poesia | Sem Comentários »
Publicado por amizadepoesia em Agosto 22, 2007
Ahh la vida …
la vida imprevisible …..
lo que me reserva
después de aquella esquina ?
Puedes hacer
lo que quieras conmigo
nunca, nunca igual
ella forzará de mi
y podré perder hasta la vida
pero ella no…nunca…
Y cuánto la busqué
y cuanto yo sufrí
Hasta que la encontré
y
no la entrego por nada
puedo perder todo lo que tengo
pero nunca perderla a ella
Aún después de esta vida
yo espero por ella
o que ella espere por mi
pués somos dos en uno…
en un amor
el mas eterno amor
siempre , será mi amor .
(C)Joe’A.
Publicado em poesia | Sem Comentários »
Publicado por amizadepoesia em Agosto 22, 2007
E porque não ter-te já entre minhas mãos?
apaziguar meus desejos loucos,
amar-te como o sabem hoje muito poucos
beijar-te o céu e as estrelas
para amar-te em cada uma delas.
E porque não saborear teus lábios ardentes?
até chegar o sol do meio oriente
saciar a sêde de meu Sahara
ainda que a lua não mais chegue
E porque não dizer-te?
que por ti se abrirão as portas do céu,
porque hoje perdi o medo,
pois baixaram todos seus anjos,
para darmos mel em seus ninchos
E porque não amar-te com loucura?
com a paixão sem candura,
de mulher enamorada,
até ver chegar a luz da alvorada.
E porque não entregar-te minha vida inteira?
e a quimera de outra era,
e porque não voar até o infinito para dar-te minha vida por escrito
E…porque não amor?
Tradução: Joe’A
Publicado em poesia | Sem Comentários »
Publicado por amizadepoesia em Agosto 22, 2007
O seu amor entende seu amar
sabe declamar o que seu coração compõe
sabe ver as estrelas que ele enfeita o ceu
sabe ouvir as canções que toca em voce
assim é meu amor
tocamos a quatro maos
compomos com duas maos
tocamos de corpo inteiro nossas cançoes
navegamos no mesmo barco da criação
aportamos nos mesmos portos da imaginação
escrevemos poemas nas mesmas estrelas
nos banhamos em nossas luzes
caminhamos ilmuninados pelos nossos brilhos
de maos dadas no mesmo compasso
nos mesmos sonhos seguindo o coração
nos passos da razão, na mesma realidade
nosso tempo controlamos, seja para frente ou para tras
é nosso, pois vivemos as mesmas musicas,
cheiramos os mesmos perfumes
percorremos as mesmas epócas…
e nestes paradigma, ela me ama
pelo seu olhar, pelo tom de voz
pelo seu toque..pelo seu corpo
que me fala me encanta, e diz que me ama
Joe’A
Publicado em poesia | Sem Comentários »
Publicado por amizadepoesia em Agosto 22, 2007
Quando estamos rodeados
de amizades, amor, entetenimento,
comodidades, saúde, trabalho,
mais ainda de tranquilidade.
Nossa vida é boa,
mas não o notamos, sobretudo
se há paz mental
espiritual e sentimental,
Mas quando algo perturba
esta situação e alguns de
seus componentes falta,
então é que estranhamos
sua presença.
E então nos damos
conta do bem que estavamos
e começamos a queixarnos e
a maldizer nossa sorte.
Desafortunadamente,
parece ser, que a
unica forma pela qual aprendamos
a ser agradecidos.
Porque quando tivemos tudo,
nos creiamos merecedores até da juventude
e sempre exigimos mais e mais,
ignorando que inclusive esta também passa.
Na proxima vez quando tudo
estiver bem, nao o esqueça.
Ser agradecido pelo que
és e pelo que tens.
A vida detesta os mal agradecidos!
Sergio Pérez Castañeda
Publicado em poesia | Sem Comentários »
Publicado por amizadepoesia em Agosto 22, 2007
Afuera el tiempo,
Tantas fueran las veces
Que por ti
Me entregue al sueño…
Me encontré
Por instantes de ansiedad,
Buscando por tu presencia,
Ansiando por oír tu voz
Sentir, caliente,
El cariño de tus manos,
O calor de tu cuerpo
Bien junto al mío.
Aunque, no obstante,
Me restaba el frío.
O saberte lejos,
Do otro lado del mundo,
Sin poder te abrazar
¡Deseándote!…
Amándote.
Sintiéndote
A través de las palabras,
Nos versos
Que botan del alma,
Como si pudiera
Aprisionar tu imagen,
Tomar tu rostro in mis manos
Para ser real
Na rima de dos mundos
O por un viejo acallanto,
Un beso para nos unir
Y nos dar la vida.
¡El encuentro esperado!…
Sin más embargo,
Ser nuestra la Felicidad…
Carmen Ortiz Cristal
Publicado em poesia | Sem Comentários »