amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Arquivo para Setembro 18th, 2007

A ESPERA

Publicado por amizadepoesia em Setembro 18, 2007

Nos arcos do alpendre
      o limo cresce silente
      Minha dor ele entende
      parece que a sente

      A saudade se acende
      minh’alma se ressente
      Nos arcos do alpendre
      o limo cresce silente

      Clamo por ti, ardente,
      e tu, longinquamente,
      meu clamor não atendes
      E o limo cresce silente
      nos arcos do alpendre

Jorge Linhaça

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É fácil falar de mim,difícil é viver a minha vida

Publicado por amizadepoesia em Setembro 18, 2007

Olha quanta gente sofrendo porque falaram isso,
comentaram aquilo e estão planejando mais…
Ah! quanta gente para dar palpite na vida dos outros,
quantos sábios conselheiros, quantas comadres,
gente de língua solta com veneno terrível,
pronta para destilar as “últimas”.

Meu amigo, minha amiga, fuja das rodinhas,
não perca tempo com fofocas,
corra de quem quer contar a última,
evite os “amigos” que vem para contar um “segredo”,
se é segredo e se é amigo que guarde para si mesmo.

Preocupe-se com o seu pensar,
se você está em um caminho que não está gostando,
procure uma nova estrada, novos rumos,
se a sua decisão está tomada, vá em frente,
faça a sua caminhada, ainda que por espínhos,
com a certeza de que a dor é sempre solitária,
e a alegria pode ser partilhada com quem amamos.

E se alguém ainda quiser falar de você,
que fale, que comente, que se dane,
o planeta é redondo e quem tá por cima agora,
amanhã estará na parte de baixo,
e assim siga a vida,
sem se preocupar com opiniões,
o livre arbítrio é o seu guia,
e o mundo um quintal enorme para você conquistar…

Eu acredito em você.
Paulo Roberto Gaefke

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CAMINHAR AO TEU LADO

Publicado por amizadepoesia em Setembro 18, 2007

     Pela estrada que se abre

                  à nossa frente, querida,

                  Iremos juntos, quem sabe,

                  até que se finde a vida.

                  Galgando passo após passo

                  o caminho de nossa emoção,

                  esquecendo do nosso cansaço,

                  tua mão colada à minha mão.

                  Pisando pedras no caminho,

                  sentir o sol em nosso peito,

                  partilhando nosso carinho,

                  Fazendo do amor um confeito

                  andando bem de mansinho,

                  viver um amor tão perfeito.

Jorge Linhaça

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CAMINHAREMOS JUNTOS!…

Publicado por amizadepoesia em Setembro 18, 2007

  Quando caminharmos juntos

                  Por ruas que hoje para nós nada significam

                  Tentarei acertar o meu passo com o teu

                  Pois assim sei estaremos mais juntos

                  E,caminhando consigo assim

                  Pisarei outras pedra de calçadas

                  Atravessarei ruas distintas

                  Sem inícios ou fim

                  

                  Irei, alegria n’alma

                  Ao teu lado faceira

                  Pisando chão de estrelas

                  Nuvens-calçadas

                  No céu estrelas faiscarão

                  A lua envergonhado com nosso brilhar

                  Sei…. entre as nuvens se esconderá

                  Pássaros cantarão canções de amor

                  Para o nosso caminhar embalar

                  Caminharemos leve sobre a terra

                  Sem deixarmos rastos ou sulcos sequer

                  Pois não deixam rastros nem sulcos

                  Aqueles que amam com saber

                  E certamente só no céu

                  Haverá caminhares como o nosso….

HelôAbreu

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QUANDO NÃO ESTÁS AQUI

Publicado por amizadepoesia em Setembro 18, 2007

O sol perde o brilho e o calor
      A lua perde o seu esplendor
      Os pássaros tristes emudecem
      As flores não mais florescem
      A chuva é escura tempestade
      A solidão cruel vem e me invade
      O sonho é apenas pesadelo cruel
      A doçura transforma-se em fel
      Os meus versos perdem o encanto
      afogados no mar de meu pranto.

Jorge Linhaça

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Tributo

Publicado por amizadepoesia em Setembro 18, 2007

  Ao poeta dos pincéis que ousou ser menestrel
      de símbolos envolventes vistos só na mente,
      ao pintor que clareou o antes na escuridão
      desenhando o imaginário antes refratário.

       Ao fotógrafo de almas antes descoloridas;
       subversor do tempo e realidade banal
       em forma de poesia deixo esse registro
       conclamando aos apreciadores olhares críticos:

      Ao que não possa ser visto.

      À Salvador Dali
   elisasantos

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CARROSSEL

Publicado por amizadepoesia em Setembro 18, 2007

 Eu sou como à flor do jardim
      Que todos querem cuidar
      Aparentemente sou assim
      Uma coisa de bem guardar.
      
      Sou como ao cristal bonito
      Que à vista é bem parecido
      Só não se vê o que vai escrito
      Por falta do que está partido.
      
      Menino doce e apaixonado
      Sempre inquieto no querer
      É louco, ou desajeitado?
      Que lhe importa disso saber!
      
      Que lhe importa disso saber
      É questão fundamental
      Leva os dias no bem escrever
      Que a escrever não vem mal.
      
      E é assim como ao pião
      Gira que gira a doidar
      Que quem paga é o coração
      Sem ter com que pagar.
      
       
      Jorge Humberto

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Cartesiano.

Publicado por amizadepoesia em Setembro 18, 2007

Por todo conteúdo do desígnio.
Que se oculta atrás do interlúnio.
Grita um desejo tão longevo,
Residente na origem deste verbo.
 
Através de atributos suscetíveis.
No auge de atividades intangíveis.
Dorme uma audácia borbulhante.
Tenaz como a túnica do instante.
 
Porque cartesiano é o meu clamor.
Não se exime de localizar um amor.
Que enfim preencha meu coração.
 
Porque até para sentir saudade.
Faz-se necessário amar de verdade.
Para estar contido nessa emoção.
 
Gerson F. Filho.

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Desenlaces da paixão

Publicado por amizadepoesia em Setembro 18, 2007

Pode chegar o dia
        que um amor não lhe da mais alegria
        lhe atormenta, lhe tira a paz, lhe agonia
        não ha mais carinhos nem prazer nas caricias

        Quem sabe a amar
        sabe também a hora de se retirar
        por não querer mais sofrer
        por não querer mais se dar sem receber

        Por  cuidar e não ser cuidado
        Por compreender e não ser compreendido
        por escutar e não ser escutado
        Por amar e não ser correspondido

        Ou por sentir que se amor esta se esvaindo
        Que esta nos lodos pantanosos de desamor
        Com mais incompreensões que compreensões
        Prevalecendo os desentendidos

        Sente que a felicidade
        não mais faz parte do horizonte
        e que as esperanças se esgotam
        que os planos e projetos não se completam

        Que as flores no seu coração começam a murchar
        Porque não teve quem as cuidasse
        nenhum carinho para as regar
        Quase sem perfume, nas pétalas a cor que esmaece

        O espinho da dor cresce
        A magoa que não desaparece
        Sentimentos que envelhecem
        Atrações que desaparecem

        Um amor que era tão lindo,
        Uma paixão que era incandescente,
        Um tesão que era adolescente,…agonizantes…
        Razão molestando o coração

        Joe’A

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El Camino

Publicado por amizadepoesia em Setembro 18, 2007

El bien mas lindo y poderoso que Dios
  nos dio…fue  la imaginación…que nos concedió
  la tenemos, todos nosotros…
  mas geralmente no la poseemos
  Su inmensa vastitud…no dominamos…
  en ella contenida  la Fé…y el Amor….
  em toda su literal amplitud
  y si los dominamos…
  tenemos el Universo  a nuestros pies
  y podrás…soñar… fantasear…
  así como encontrar
  todos los caminos para realizar….
  Toda realidad..un día fue un sueño
  Toda felicidad…un día fue un deseo
  Todo suceso..un día tuve el primer paso
  …y el primer día de todo en la vida…
  el secreto… o auto-conocimiento.
  tus valores…tus talentos y
  limitaciones….en fin tu….y lo esencial…
  el conocimiento absoluto
   de la Fé  y el Amor…
  como Jesús nos enseñó

  Joe’A

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ESTA POR QUEM EU ME DOU

Publicado por amizadepoesia em Setembro 18, 2007

      Bate meu coração, bate a descompasso.
      Ah, quem dera tê-lo, em teu regaço!
      Meu corpo cansado, nos teus braços,
      Minha admiração, delineando teus traços!

      Ser o teu menino perdido neste chão,
      Onde prontifica, pensamento e razão.
      Ser aquele que olha para ti embevecido,
      Como um qualquer ser aqui desavindo.

      És tudo para mim, companheira astuta,
      Amiga, amante, namorada e mulher,
      Que não se deixa enredar na vil disputa,

      Que muitos tentam montar por invejas.
      Mas tu não és uma mulher qualquer,
      E é isso, amor, que eu quero que tu vejas.

      Jorge Humberto

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IRREVERENCIA

Publicado por amizadepoesia em Setembro 18, 2007

Rasguño las paredes,
      asciendo hasta la cima,
      me siento sobre el mundo,
      juego a las canicas.

      Colgadas de pabilo,
      marionetas en mis manos,
      saltan, corren, vuelan,
       regresan a su hoyo.

      Del presente:
      vivo mi segundo.
      Del pasado:
      bella es su música.
      ¿El futuro?:
      ¡mi presente se devora!

      ©SKORPIONA

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LA DIOSA TRÍPLICE

Publicado por amizadepoesia em Setembro 18, 2007

    La Diosa Tríplice, tiene cuernos, bajó a la tierra.
            No encontrando, de sus discípulos, la correcta
            Unión, con los astros, que la vil cruel mujer,
            Que con tanta fuerza, del alto, proYecta,

            Mil difamaciones no le importó verberar,
            Contra el pueblo estarrecido, por tal crueldad.
            Y más hizo ella, poniendose a difamar,
            Quién por su lei habló mal de su santidad.

            Solo la falta de amor desune (dijo ella, en tono
            Firme), lo que yo uno jamás se separa.
            Y, diciendo esto, apartandose, alto e buén sonido

            Fuí al encuentro de lo que me trajera hastaté aquí:
            Dos jóvenes apasonados ella prepara,
            Para unir en la santificación druida, como jasta alíi.

            Jorge Humberto

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QUIÉN LLAMA EN MIS UMBRALES

Publicado por amizadepoesia em Setembro 18, 2007

  En los umbrales de mi ventana escucho
      Lo que parece ser un gorrión herido,
      Y con los ojos buscando percibo,
      A lo lejos, un gemido qualquiera,

      Que me lleva hasta la pobre criatura,
      Para acercarme a ella y protegerla,
      Con gasas limpias, en forma de atadura,
      Que su vuelo le hizo allá lejos padecer.

      Por fin, recostado en el umbral, descubrí
      El pobre animal com una ala partida
      Y cuidadosamente lo acerqué a mí.

      Casi febril quité todo de encima de la mesa,
      Y en la parte donde esta era más brillante,
      Le hice un nido y mantuve la llama encendida.

      Jorge Humberto

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RAMIFICAÇÕES DE UM PLAGIADOR

Publicado por amizadepoesia em Setembro 18, 2007

 Quem se serve de trabalho alheio,
      Não colhe fruto algum; ser banal,
      Que se aproveita do sinuoso meio,
      Fazendo-se valer de todo o mal.

      Roubando dos outros toda a mestria,
      Em ladrão se torna e à sua conduta;
      Sem repararem, contudo, que havia,
      Dos outros, uma fácil permuta.

      Assim libertos de todo o mal, copiam,
      Sem pudor algum, o que é dos outros;
      Com sua arrogância letras espargiam.

      Mas o que eles não sabem, a ninguém
      Falta; nem a humildade nem doutros
      A ciência; presente exclusivo de alguém. 

      Jorge Humberto

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