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Publicado por amizadepoesia em Setembro 21, 2007
Jamais esquecerás…
Do teu nome nos meus lábios
Não esquecerás
Da minha mão ao sua pele tocar
Não esquecerás
Dos meus lábios os seus beijar
Não esquecerás
Dos meus cuidados e chamegos
Não esquecerás
Do perfume do meu corpo ao te amar
Não esquecerás
Das minhas caricias ao te provocar
Não esquecerás
Do meu desejo por você
Não esquecerás
Dos meus toques no seu corpo
Não esquecerás
De todos orgasmos que te dei
Não esquecerás
De todos nossos desentendimentos
Não esquecerás
Dos nossos tantos felizes momentos
Não esquecerás
Dos dias que ficava a me esperar
Não esquecerás
De todas minhas propostas
Não esquecerás
De todos meus planos
Não esquecerás
De todas minhas ilusões e decepções
Não esquecerás
De todos nossos momentos e instantes
Nunca me esquecerás
Porque em todos meus atos,
situações ou sentimentos
Meu amor sempre esteve presente
Meu coração cheio de esperança palpitante
Somente sua felicidade desejava…
O amor é como ferro quente
Que marca perpetuamente
Sem dor provocar na gente
Não me esquecerás…
Simplesmente porque te amei,
mas eu te esquecerei…
Joe’A
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Publicado por amizadepoesia em Setembro 21, 2007
Espero curar-me de ti em alguns dias. Devo deixar de
fumar-te, de beber-te, de pensar-te. É possivel.
Seguindo as prescrições da moral em voga. Me
receito: tempo, abstinencia, solidão.
Te parece bem que nao te queira mais em uma semana?
Não é muito, nem é pouco, é bastante
Em uma semana se
pode reunir todas palavras de amor que já foram pronunciadas sobre a terra e as pode queimar no fogo.
Vou queima-las nessa fogueira de
amor carbonizado.
E também o silencio.
Porque as melhores
palavras de amor estão entre duas
pessoas que não se dizem nada.
Há de se queimar também essa linguagem paralela e
subversiva daquele que ama. (Tu sabes como te digo que te
quero quando falo: “que calor faz”, “da-me agua”,
“sabes dominar?”, “se te fiz de noite”…
Entre as
pessoas, de um lado as suas e de outro as minhas, te
falava “ja é tarde”, e voce sabia que
dizia “te quero”.)
Uma semana mais para reunir todo o amor do tempo.
Para dar-lhe. Para que fazer com ele o que queiras:
guardar-lo, acaricia-lo, joga-lo ao lixo.
Não serve,
é certo. Somente quero uma semana para entender as coisas.
Porque isto é muito semelhante a estar saindo de
un manicomio para entrar em um mausoleu.
=====
“Me falaram da marijuana, da heroína, dos fungos, da cocaina. Por meio das drogas chegava a Deus, se tornava perfeito, desaparecía. Mas eu prefiro meus velhos alucinantes: a solidão, o amor, a morte.”
(c) Jaime Sabines.
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Publicado por amizadepoesia em Setembro 21, 2007
Late mi corazón, late descompasado.
Ah! quién me diera tenerlo, en tu falda!
Mi cuerpo cansado, en tus brazos,
Mi admiración, delineando tus trazos!
Ser tu niño perdido en este suelo,
Donde prontifica, pensamiento y razón.
Ser aquél que te mira embevecido,
Como un cualquier ser aquí venido.
Eres todo para mí, compañera astuta,
Amiga, amante, amada y mujer,
Que não se deja enredar en la vil disputa,
Que muchos intentan montar por envidia.
Pero tu não eres una mujer qualquiera,
Y es eso, amor, que quiero que veas.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Setembro 21, 2007
Noite perigosa pela tormenta
Abraçados, com medo, nos protegemos
Embalamo-nos com afagos e beijos
Atados como nós às celas da paixão
Aprisionados, saciamos nossos desejos!
Meg Klopper
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Publicado por amizadepoesia em Setembro 21, 2007
Ela sonha, espera .
Seu amante não vem.
Ela anseia ter em seus braços,
Só ele a sacia em todos os momentos ,
De beijos , carícias, toques …
Esse é seu desejo ,
o fogo de seus beijos,
em seus prazeres carnais.
José Ernesto Ferraresso
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Publicado por amizadepoesia em Setembro 21, 2007
Na alcova do tempo cintila
Um amor selvagem, sob o manto
De estrelas ,eflúvios do cladanto
Foz da essência de mim sibila,
Nas silabas da vindima da amante.
Manuel Jorge Monteiro de lima
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Publicado por amizadepoesia em Setembro 21, 2007
O brilho dos seus olhos…
Você sussurrando ao meu ouvido…
O seu chegar causando arrepios…
O seu abraço envolvente
O seu beijo mais “caliente”
O movimento do seu corpo ao me amar…..
TUDO ISTO É SENSUAL……
Penhah Castro
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Publicado por amizadepoesia em Setembro 21, 2007
Olho tua boca a falar-me…
Hipnotizada, não consigo escutar.
Teus olhos percorrem meu corpo…
Feito imã acende o desejo que explode
na sensualidade de um beijo.
Iza Mota
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Publicado por amizadepoesia em Setembro 21, 2007
Nos lençóis de cetim amarfanhados
Amamo-nos louca e intensamente …
No abraço, nossos corpos suados,
Dormimos , feito anjos, docemente …
Zuleika
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Publicado por amizadepoesia em Setembro 21, 2007
Nos nossos ofegantes momentos
nem vemos o tempo passar
é que esquecemos de tudo
e muito vamos nos amando,
até o novo dia brilhar…
Antonio Cícero da Silva
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Publicado por amizadepoesia em Setembro 21, 2007
Cuando se ama
todo el cuidado,
y toda la atención ,
consiste sólo en pensar
en la persona amada
Cuando se ama
se desea estar juntos,
queremos la presencia
necesitamos la cercanía,
se quiere la esencia
y se siente el deseo constante
de estar siempre abrazados .
Cuando se ama
se desborda en cariños
queremos sentirnos mimados
queremos estar siempre cerca
Cuando se ama
todo se hace ,
para no contrariar,
para agradar
Cuando se ama
se cede, se transige y tolera
se oye, comprende y acepta
y todo es para conciliar
Cuando se ama
uno se da por entero
quiere ser deseado y desear
quiere ser amado y amar
Cuando se ama
se conjuga con pasión, el verbo amar,
desde el fondo del alma
Y se siente todo el calor del amor, en el corazón
Joe’A
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Publicado por amizadepoesia em Setembro 21, 2007
Perguntei à lua e às estrelas,
O que seria de mim sem ti,
Assim, como é bom vê-las,
Também o é ter-te para mim.
Por tua excelsa presença aqui,
O mundo se fez mais aprazível,
E eu, que nunca soube de mim,
Tornei-me muito mais flexível.
Não me pediste nada em troca,
Senão este amor, que guardo
No peito, tal qual uma velha roca,
Que tecendo vai, breves idas,
Em colorido e fino fio fiado,
As nossas mui ilustres vidas.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Setembro 21, 2007
Eita caipirinha faceira
faz assim cumigo não
vai mi balançá a roseira
i despois mi dá rasteira
machucar meu coração
Esses teu cabelo dorado
mexe cum a alma da gente
pareci qui manda recadu
preu ficá apaxonado
assim mei qui de repente
esses teu seio sartado
fugindo du teu vestido
mi dexam arrepiado
cus óio esbugaiadu
inguár dois óio de vidro
Essa arma na cintura
devi di sê a du cupido
ocê cum essa candura
e toda essa formosura
mi faiz ficá disminlinguido
Caipirinha, caipirinha,
du chapéu di paia enfeitado
quem me dera fosse minha
prá passarmos a noitinha
bem juntinhos abraçados.
jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Setembro 21, 2007
Eu estava cá com meus botões,
A pensar nas coisas que enfeitam a vida…
Lembrei…
Da brisa que me faz carinho,
Do perfume que exalam as flores,
Das carícias dos meus amores,
Do calor do nosso ninho,
Do cantar de um passarinho,
Do beija-flor, beijando as flores,
Das borboletas e das suas cores,
Da aurora da cor de carmim,
Das estrelas, piscando para mim,
Dos rios varando pelos floresta,
Das manhãs, sempre em festa,
Do palpitar forte o meu coração,
Do meu amor, da minha emoção
Dos abraços do meu amor,
Do sentir o seu calor
Da morte da minha saudade,
De saber dota a verdade
Na vlta do meu amor.
(Tarcisio Costa)
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Publicado por amizadepoesia em Setembro 21, 2007
Acordar extasiada e incrédula da vida era rotina. Todas as manhãs a mesma coisa, abrir os olhos e constatar que o planeta em sua rota, rodara mais uma volta. Saia da cama descalça, trocava de roupa, tomava um banho. Cumprimentava a si mesma “mal-dia”. Não se importava com o tempo, tanto fazia sol ou chuva. Em brancos pensamentos desviava-se dos tormentos. Incrustada em um corpo-copo-vazio. “Há de chegar o dia” - pensava… Enquanto caminhava em direção a sua cadeira natal, por onde permaneceria em assento até a hora de voltar para o leito. Acreditando ter conseguido dar mais uma volta naquele acordo de si.
Maria Inês Simões
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