amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Arquivo para Outubro 10th, 2007

LA LOCA Y LOS OTROS

Publicado por amizadepoesia em Outubro 10, 2007

Me concentro en las vozes de allá fuera,
      Hay un bullicio entre ventanas,
      Algo pasa y no es de ahora,
      Sopla el viento en las campanillas.

      En un repente todos salen a la calle,
      Para ver afinal que pasa,
      Una loca traslocada, desnuda,
      Se decidió a bailar en la plaza.

      ¿Que tiene eso de extraordinario?
      ¿No somos todos unos locos,
      Muertos para la vida, en un relicario?

      Acostumbradas están las gentes en poner
      Defectos a los otros, muy pocos,
      A este fenómeno, se van a sobreponer.

      Jorge Humberto

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Existe

Publicado por amizadepoesia em Outubro 10, 2007

Existe un placer en la amistad pura
que no pueden alcanzar aquellos
que han nacido mediocres.
Jean de la Bruyére

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É assim que te quero

Publicado por amizadepoesia em Outubro 10, 2007

É assim que te quero amor,

            assim amor, é que eu gosto de ti,
            tal como te vestes
            e como arranjas os cabelos

            e como a tua boca sorri,

             ágil como a água
            da fonte sobre as pedras puras,
            é assim que te quero, amada,
            Ao pão não peço que me ensine,
            mas antes que não me falte
            em cada dia que passa.
            Da luz nada sei, nem donde
            vem nem para onde vai,
            apenas quero que a luz alumie,
            e também não peço à noite explicações,
            espero-a e envolve-me,
            e assim teu pão e luz
            e sombra és.
            Chegastes à minha vida
            com o que trazias,
            feita de luz e pão e sombra,

            eu te esperava,

            e é assim que preciso de ti,
            assim que te amo,
            e os que amanhã quiserem ouvir
            o que não lhes direi, que o leiam aqui
            e retrocedam hoje porque é cedo
            para tais argumentos.
            Amanhã dar-lhes-emos apenas
            uma folha da árvore do nosso amor,

            uma folha que há de cair sobre a terra

            como se a tivessem produzido os nosso lábios,
            como um beijo caído
            das nossas alturas invencíveis
            para mostrar o fogo e a ternura
            de um amor verdadeiro.

 Pablo Neruda

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DO NADA RESSURGINDO

Publicado por amizadepoesia em Outubro 10, 2007

Foram tantos anos desdenhando do amor,
Entregando-me a um fado quase sacrilégio,
Que eu chego a temer perder o seu pendor,
Da desdita me afastar e todo seu sortilégio.

Ainda assim, guardo comigo, o breve louvor,
Que foi não ter perdido, do mundo régio,
Toda a sua contestação, preservando o calor
Das ruas e da fronte o armistício de um colégio.

Porém a vida fora madrasta comigo mesmo,
E quando eu tentei obter a sua assunção,
Não colhi mais que um restrito mundo a esmo.

Hoje, não dou nada por dado, a luta se faz
Dia-a-dia, com a força que tem um coração,
Que, ferido de morte, de erguer-se foi capaz.

Jorge Humberto

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DIA-A-DIA

Publicado por amizadepoesia em Outubro 10, 2007

Mas. aquí, donde somos pasado,
      hecho presente, dejamos, por nuestro
      Inconformismo y lucha, ese legado,
      Como alçapão abierto de un pozo.

      Reticencias son ese otro futuro,
      Que no podemos vivir sin mas
      Ni menos, fortísimo auguro
      De quien quier de el muchísimo mas.

      Aprendí a vivir consonante el día-a-día,
      Poniendo para atrás de mi el pasado,
      y esperando del futuro su companía.

      Porque el pasado es una mentira,
      y el futuro no lo sabemos el legado,
      Quien así viviere el bien le retira.

      Jorge Humberto

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CRIANÇAS COMPUTORIZADAS

Publicado por amizadepoesia em Outubro 10, 2007

Às vezes queria um pouco de sossego
      Para entender as pessoas, suas nuances
      Mas não há nada aqui por teu segredo,
      Que faz com que de longe as alcances.

      Vive-se num mundo frio e desgarrado,
      Onde ninguém porém conhece ninguém
      É um mundo de ofertas, desconcertado,
      Em que, por tua força, tentas ser alguém.

      Bicicletas paradas, em jardins de aço.
      Crianças computorizadas, de celular.
      Onde, aqui, que não vejo, a força do braço?

      Que o homem se erga, de uma só vez,
      Que nos traga pergaminhos com que pensar,
      Quando se exigir que lhes mostremos a tez.

      Jorge Humberto

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Convivir

Publicado por amizadepoesia em Outubro 10, 2007

Convivir es  un  arte,  arte
de concordar, de compartir, de ceder,
de respetar, de conciliar, de corresponder
de transigir, de aceptar, de comprender

El  arte de saber dar asi como de recibir
De ser amado  y de amar
de rendirle culto , rodearlo de cariños
y asi con  respeto ,tendras recompensa

Convivir es principalmente saber ceder
asi como saber oir y saber  transigir
Es también admirar y al otro valorar
Valorar talentos, emociones y sentimientos

Para motivar  siempre al amor
Para que nunca se apague  la llama de  la pasión
Para no permitir vacíos  en  el corazón
Ni  dejar el  alma sin  amor

Convivir es el  arte  de perpetuar  el  amor
de dar fuerzas  a  la vida con esperanzas
de soltar las alas de los sueños y   a la imaginación
de llenar de amor el  corazón …

Joe’A

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Torne sua vida espetacular

Publicado por amizadepoesia em Outubro 10, 2007

Tudo passa muito rápido para que nos preocupemos tanto com o futuro…
Que possamos dar mais valor ao presente, pois é aqui que a vida acontece.
Sejamos felizes hoje!!!
Sorria
Ame
Se dê um abraço
Cante
Dance
Agradeça sua vida
Abra a janela e sinta o sol
Faça o que te der prazer
Seja luz na caminhada
E vibre alegria em cada instante

“Tente situar um espinho e vários espinhos virão ao seu encontro.
Fixe com demasiada atenção uma pedra da estrada e,
em breve, o solo estará empedrado aos seus olhos.
Aproxime-se do bem, procure-o com decisão,
e a bondade virá iluminar seu caminho.”
(andré luiz por chico xavier)

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SEMENTE DE PRIMAVERA

Publicado por amizadepoesia em Outubro 10, 2007

Se mente a semente, doce mentira
        perfume, cores, formas de caricia ao olhar,
        louvemos o mentir do florear!!
        Se mente o pó do pólen,
        no veludo macio…
        pés de abelhas nos pés da zínias,
        o zinir do zanzar….
        levar a semente de renovar o florir..
        Sorrir!!
        refloriar!

        Bico de sorver…
        bico de beijar…
        beija uma flor, presto
        prisca a pena,
        adeja-corteja uma flor,
        e num triz já  é a outra que beija!..
        beijo-afago…
        beija-flor!

        tempo bom da bela prima:
        milagres do renascer…
        renovar…
        verde novo
        florescer
        verdear!!

        Vera alegria bailando
        com a brisa,
        calor manso,
            dia comprido…
        tempo de alegria
        nos atos de amor que recria.
        Majestosa Vera primeira,
        Alteza, passeando nos campos
        espalhando acalantos pelos ninhos…
        Recreando os passarinhos
        Voando nas asas das borboletas
        recriando toda beleza que há!
        Vai ao ar a
        Primavera!
        Quem vai editar?

        Eme Paiva

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Lluvia de otoño

Publicado por amizadepoesia em Outubro 10, 2007

El variable verdor del follaje,

a veces preñado de oro viejo

en sus hojas caducas,

se perfila por entre luz lechosa

de tenue fulgor,

mientras que nubes de tonos oscuros

pueblan la tarde apacible

y pluvial.

 

Parece que las flores mojadas

transpiran esencias

de mundos perdidos.

 

¡Oh tarde mágica de otoño,

cuánto de tu lluvia

lava mi alma

y arrastra amarguras!

 Juan Martín 

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BENÇÃO DOS CÉUS

Publicado por amizadepoesia em Outubro 10, 2007

Cai uma chuva fina, daquelas que penetram a pele, como se quisesse nos molhar a alma.  Com ela, voam as folhas caídas, avermelhadas, típicas do outono.  É como se a chuva nos livrasse das culpas, dos anseios, das dúvidas, de tudo aquilo que nos aflige e perturba.

            Deito na grama, deixo que ela me molhe, me liberte, sentindo toda dor do mundo ir embora com ela.  Sinto-me parte da terra, parece que crio raízes, fixo-me, sem coragem de seguir meu caminho; querendo me livrar dos pecados que afligem a humanidade.

            A sensação de liberdade me domina e consome, ficando cada vez mais leve e radiante.  Parece que a chuva tem o poder de lavar todos os males do mundo, afastar tudo aquilo que não podemos enfrentar, limpar todas as almas.

            Vontade que sinto de dançar, pular, cantar, correr, tudo aquilo que me faz feliz, que me completa; pés descalços, roupa molhada, grama viçosa, silêncio, eternidade.  Cheiro de terra molhada, vibrando, pulsando, querendo explodir em vidas novas, mostrando que renascerá ainda mais forte e vibrante que antes.

            Nunca deveria parar de chover; essa garoa, que tanta força transmite, é dádiva divina, início de vida, final de tristezas; promessas de tempos melhores, mais fartos, grandes colheitas, maiores alegrias.

            Parece que sou parte desta chuva, deste cheiro, desta vida.  É assim que me sinto viva, verdadeira, completa, com uma alegria difícil de conter.  Não quero que pare de chover; preciso disto tanto, quanto do ar que respiro; mas a sensação é mais forte, completa; difícil superar todas as alegrias que ela me transmite, impossível encontrar uma força maior, mais forte.

            Chuva que me faz sentir um amor tão grande, que é como se todas as pessoas do mundo fossem felizes, completas, cheias de alegrias, apenas pelo fato de estarem vivas e molhadas pela chuva.  Cada chuva que cai, mais forte me sinto, maior a satisfação por estar viva, e por ser abençoada por ela.  Que possa eu sentir sempre, esta alegria e satisfação que me invade, quando cai a chuva e eu me deixo molhar, sem restrições.  

 
Sílvia Purper.

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A vida

Publicado por amizadepoesia em Outubro 10, 2007

Há momentos na vida em que sentimos tanto a falta de alguém que o que mais queremos é tirar esta pessoa de nossos sonhos e abraçá-la.

      Sonhe com aquilo que você quiser.
      Vá para onde você queira ir.
      Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só temos uma chance de fazer aquilo que queremos.

      Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
      Dificuldades para fazê-la forte.
      Tristeza para fazê-la humana.
      E esperança suficiente para fazê-la feliz.

      As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
      Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.

      A felicidade aparece para aqueles que choram.
      Para aqueles que se machucam.
      Para aqueles que buscam e tentam sempre.
      E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.

      O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido.
      Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado.
      A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade.
      Clarice Lispector

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Voltar a crer no amor

Publicado por amizadepoesia em Outubro 10, 2007

Voltar a crer no amor,
            a ter a certeza de que a felicidade
            se faz de instantes a dois,
            quando nos deixamos levar
            livres e leves
            por sentimentos amorosos
            a invadirem
            coração e poros!
            
            Voltar a crer no amor,
            a sentir o bom de se viver
            a dois, alegrando-se ou chorando,
            mas não mais sózinho,
            agarrado a dias e noites
            que passam vagarosos,
            entre sonhos dispersos
            e ilusões deixadas de lado.
            
            Voltar a crer no amor,
            quando a maior parte da vida
            já passou,
            e agora quase ao término,
            abrem-se novas portas,
            contendo esperanças já amarelecidas,
            mas que nos fazem acreditar,
            que o melhor do amor
            ainda está por chegar!

 Guida Linhares

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Ser ou não ser anônimo na multidão

Publicado por amizadepoesia em Outubro 10, 2007

Ser ou não ser anônimo na multidão
                                Ser ou não ser essa sombra desapercebida
                                Que pode passar pela vida sem deixar rastros
                                Ou preferir ser o grito da multidão calada
                                Que prefere a palavra à não dizer nada
                                Para assim seja através de sua poesia
                                Dizer verdades, para talvez modificar a vida…

                                PATRICIA ANDREA

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