amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Arquivos para Outubro 13th, 2007

TELAS DE AMOR!…

Publicado por amizadepoesia em Outubro 13, 2007

Vejo e me encanto
com a beleza que há no mundo!…
São telas vivas
criadas pela mão de Deus,
que de tão perfeitas até fazem chorar…
Porque o homem
não para,
um segundo para pensar?
Ver que Deus nos deu tanto!…
Que mais fácil
seria amar do que odiar!…
Do que destruir…
Porque sofrer,
quando se tem tudo, para
ir de encontro a felicidade?
Cega é a humanidade
que caminha sem rumo,
não percebe a beleza da criação,
esqueceu o Criador, vive a lamentar,
não vê que a imperfeição
está dentro d’alma,
que fora a beleza é exuberante,
majestosa!…
A perfeição é sublime, apaixonante…
É vida latente, é amor simplesmente,
sem rodeios nem enfeites,
como tudo que vem do Céu…
A consciência,
fosse ouvida apenas por um instante,
o mundo seria outro!…
O homem agradecido cultuaria o bem,
teria amor ao próximo,
valorizaria a natureza,
viveria em harmonia… A felicidade,
 seria uma constante em cada coração,
pois quem é feliz se da em carinho e amor…
Livre, não carregaria aflição,
seria superior a todo o mal!…
Sem maldades não haveriam guerras,
apenas a decorrência do que é ser irmão,
irmanados no compartilhar,
do ser ao humano!…
A paz reinaria no mundo…

Carmen Cristal

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Sombra

Publicado por amizadepoesia em Outubro 13, 2007

Eu não me lembro de mim,
Não me lembro de ninguém.
- Sou a lembrança de mim?
Sou a lembrança de alguém?
Sou uma sombra delida
Vivendo um sonho de vida?
Eu, afinal, o que sou?
Qual o caminho em que vou?
Meus passos onde vão dar?
Vou devagar? Vou depressa?
Vou depressa ou devagar?

- Nada, afinal, me interessa:
Eu sei apenas que sou
O nada inútil que sou;
E apenas tenho o poder
De poder continuar,
Sem poder compreender
E sem saber duvidar.

E a vida?
É sonâmbula esquecida?
É morte transfigurada?
A vida, afinal, é vida,
Ou a vida não é nada?
E tudo, tudo o que vejo,
Desde o mar ao céu sem fim,
Serão formas do Desejo
Que vive dentro de mim?
Serão formas enganosas
- Sombra, e luz, e céu, e mar?
Aparências mentirosas?
Ilusões do meu olhar?

E eu afinal o que sou?
Qual o caminho em que vou?
Sou noite? Sou alvorada?
Vou ascender ou cair?
- Eu, afinal, não sei nada.
Eu sei apenas sorrir.

Eu próprio me desconheço.
E, nesta hora em que vou,
Desconhecendo, aborreço
O nada inútil que sou.

Já, num desvairo profundo,
A chorar, me procurei
Pelos caminhos do mundo!
Mas, sem poder encontrar
Em mim, a minha verdade,
Nunca amei nem desejei
Perder-me em sonhos, e amar.
- Assim nasceu a saudade.

E assim eu vivo, a cismar,
Perdido em mágoas sem fim;
E vendo, nos céus, a brilhar
Os astros, fico a chorar,
Como saudoso de mim.

Tive, nos olhos, dois céus
De luz divina e sagrada,
E fui a sombra animada
Da luz eterna de Deus.

Em sonho, fui luz de aurora
No esplendor da Eternidade!
Mas, hoje, a minha alma chora
No desterro da saudade.

E eu, afinal, o que sou?
Qual o caminho em que vou?

Sou noite? Sou alvorada?
Vou ascender ou cair?

Eu, afinal, não sei nada,
Eu sei apenas sorrir.

GUILHERME DE FARIA

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CARTA A UM AMIGO

Publicado por amizadepoesia em Outubro 13, 2007

Eu entendo-te… entenderei?… Entendo a necessidade de termos amigos. Quando a vida nos pesa, são eles o suporte, a ancora que nos cinge e fundeia, mantendo firme convicções e alimentando sonhos. Ou quando falam que estamos a fazer bem as coisas, que tenhamos calma, enfim… tudo isso, ou mostrando-nos o erro. Eu entendo as carências, sejam elas afectivas, sociais ou – também essas – económicas. Entendo que o mundo é muito injusto, de entre o que cada um de nós tem por justo e julga ser direito seu, e que a injustiça se faça recompensar, de que forma for, porquanto seja esse o nosso entendimento. Entendo que amigo e amizade, que é dele por nós, e a que lhe damos, não se exige nem se qualifica, conquista-se por entre falhas e êxitos, que a humildade fica com o Homem. Eu entendo tudo… entenderei a mentira, o ultraje, os fins justificando todos os meios?…
      Não! Nunca! Jamais! Eu entendo tudo… entenderei até algum subentendido, jamais o que se move por debaixo da terra, qual verme que lá ficasse, saboreando o húmus de sua exígua existência. Eu entendo tudo… entenderei?
      Vade retro, ó impuro! Vinde comigo, ó honestamente humano! que, assim, serei contigo!

      Jorge Humberto

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BREVE NOTA A QUEM ME LÊ

Publicado por amizadepoesia em Outubro 13, 2007

Ao homem o que ao homem pertence,
      Nem mais nem menos, que a justa medida.
      Mas se ele nem a si próprio se vence,
      Como dar-lhe minha mão aqui estendida?

      Esconjuro toda a fé, que tanto traumatizou
      O bom como o menos bom, em sua incongruência
      Desmedida e infértil, que não tardou,
      Em reclamar do justo, a sã e parca inocência.

      Está tudo explicado pela ciência, ó senhores,
      Ninguém ama o que não existe nem se vê.
      Que me dizem a mim, os senhores doutores,

      Que eu já não saiba? O homem é garante
      De sapiência, quer o que lê e o que não lê,
      Inda assim, insistem no verso, de turbante.

      Jorge Humberto

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MENSAGEM DE PAZ

Publicado por amizadepoesia em Outubro 13, 2007

Quero um novo mundo…
Uma nova lei, um novo país,
Um novo amanhecer!
Quero paz e não guerra…

Longe de mim morte
O ódio, a raiva, a luta pelo poder.
Longe a fome, o desemprego, a miséria.
Quero um amanhã mais alegre…
Um amanhã onde impere,
A lei da paz, do amor, da amizade.
Que os homens esqueçam o passado
E comecem um diálogo fraterno de paz.

Que os homens comecem a falar de amor,
A dialogar fraternalmente.
Um diálogo, que leve a todos os homens,
Ao encontro do verdadeiro amor,
Da verdadeira Paz Universal!

Que eu possa levar a todos.
A paz, o amor, a alegria, a caridade.
Que a fraternidade e a paz,
Sejam o meu lema.
E, que eu possa levar a todas as pessoas,
Uma Mensagem de Paz
E amor fraternal!

LEINECY PEREIRA DORNELES

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As gerações.

Publicado por amizadepoesia em Outubro 13, 2007

Com tanto amor a semeei
com tanto desvelo a cultivei
e todos os passos acompanhei
em todas novidades me deliciei

a primeira palavra, ao primeiro passo
daquele montão de perguntas…
da resistencia ao não
dos choros na portão da escola

no tempos dos primeiros dentes perdidos
em que ja nascia as primeiras vaidades
e como eu curti…a vida de minha filha eu vivi
a primeira mesntruação, o inesquecivel primeiro sutiã

a festa que fiz ao debutar..para sociedade
aquela menina mulher com orgulho eu apresentar
ahh ia me esquecendo..até os dez anos
somente comigo se banhava…era uma alegria

acompanhei suas letras…suas conquistas
também os primeiros flertes…namoros
confesso, com ciumes a me corroer
mas enfim meu Deus…por amor..para feliz a ver

e quanto emoção…quando se diplomou
nivel superior…a minha filha se formou
mas estava namorando..noiva ficou
fatalmente…agora se casou….

nos abraçamos..chorei.ela chorou
e neste dia ao ver seu quarto vazio….
quase caí, vi a realidade…minha filha casou
para sua vida realizar…

chorei muito…mas ela me disse
meu pai vou te dar tres netos…
e ca estou eu, tomando conta
cobrando quem diria, que fizesse logo
trabalhasse com afinco…
para meus netos me dar

Joe’A

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A CRIANÇA QUE HAVIA EM MIM

Publicado por amizadepoesia em Outubro 13, 2007

Olhei-me no espelho da água e não me reconheci,
      Criança sem afecto que cresceu depressa de mais.
      Soletrei meu nome na pedra que mui cedo entrevi,
      Como não entendi também não percebi meus ais.

      Que buscava eu não sei ainda, menino de seus pais;
      Virou a água chuva e a chuva eterno e justo jardim.
      Quando procurei bem junto dos novíssimos madrigais
      Alguém que me dissesse, porque estaria eu então ali.

      Quando, num parque ali perto, pude ver as crianças,
      Sorrindo a tudo e a todos, como só elas sabem fazer.
      E, com a força que restava em mim, fui das esperanças

      Buscar o sorriso, que há tanto, de mim se escapulia.
      Só então me apercebi, se alguma coisa aqui quero ser,
      Tenho de perceber que essa coisa se chama alegria.

      Jorge Humberto

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O QUE DIZER AO MEU AMOR

Publicado por amizadepoesia em Outubro 13, 2007

Que ele é grande ?
      Que ocupa todo o meu ser?
      Que abocanha o meu querer?
      Que suga tanto a minha paixão
      que deixa em fogo meu coração????

      Que dizer ao meu querer
      Que a distância não importa?
      Que meu amor bate á sua porta?
      Que os problemas tem solução?
      Que seu amor em mim tem toda a compreensão???

      Que dizer á minha paixão?
      Que respeita a nossa afeição?
      Que deixa a doçura prevalecer
      junto aos beijos que sugam todo o meu ser….
      Junto aos abraços que nos fazem um só!?

      Que dizer da confiança mútua?
      Das dúvidas resolvidas?
      Das perguntas respondidas?
      Da profusão de palavras de amor
      que eu coloco na bandeija ao seu dispor???

      Que dizer deste amor que veste meu ser?
      Que é eterno no meu viver?
      Verdadeiro e ideal
      Guerreiro diante do mal…
      Que escolhe ser sempre fiel…
      Que volta a cada segundo dizendo que sou seu mundo
      e, que em mim quer fazer a grande viagem
      sem nunca se perder…

Penhah Castro

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O óbvio

Publicado por amizadepoesia em Outubro 13, 2007

Contendo a eloqüência do paradoxo, meu contexto trafega entre as sutilezas pueris do cotidiano. Que de forma inconseqüente digerem os argumentos vis dos personagens preponderantes do agora.

                            Sem tomar cuidado com a construção de um amanhã. Porque chão empobrecido há de ser entregue ao futuro. E sem o conceito limpo no limo da terra, não haverá colheita de prosperidade. Pois sem regras, sem confiabilidade, então só nos restará o fracasso.

                          Um triste destino, cultivado em solo fértil, simplesmente porque a atitude embriaga-se em evasivas neste momento. Como se não tivéssemos herdeiros para entregar este solo.

                        A vizinhança organizada agradece, porque de riquezas eles se alimentam, e uma vez que não nos preocupamos; dito que o que realmente interessa mora na vantagem momentânea, para quê se especializar?

                        Por que adquirir conhecimento? Comamos o básico agora, pois de serviçais e subalternos o amanhã se constituirá.

Gerson F Filho

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Mãe, ouvi nossa súplica

Publicado por amizadepoesia em Outubro 13, 2007

Mãe de todos!

      Vinde e adentrai ao nosso lar, abençoai nossos irmãos;

      Lançai tuas bênçãos sobre as águas, tornando-as mais puras, Sobre a terra…

      Para que dela o homem possa buscar o alimento…

      

      Aplacai os corações rancorosos,

      Daí luz aos que caminham pela violência e as trevas,

      Razão ao coração do perseguidor…

      Paz aos corações dos que buscam à guerra,

      Acolhei sob teu manto os perseguidos,

      os desesperados, os órfãos,

      e os que sofrem pela violência…

      

      Conceda-nos a tolerância, a resignação,

      Proteja-nos contra as forças do mal, dos invejosos,

      da calúnia, das mentes desocupadas…

      Que buscam através da violência moral e física

      ‘Tomar’ conta da terra.

      

      Conceda-nos o bálsamo necessário às dores dos enfermos;

      inteligência ao homem para descoberta da cura dos males…

      Faça-me sempre teu filho!

      Estejas comigo agora e na hora de minha morte…

      Amém!

      

      Paulo Nunes Junior

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Filhos do descaso

Publicado por amizadepoesia em Outubro 13, 2007

Caminho entre alamedas floridas e limpas

 pessoas sorridentes, sol posto, a natureza a contemplar

 mais um destes dias que mas parece só de  encanto.

Exausto sento-me no banco da praça deparo-me logo com ancião

em busca de ajuda como mendigo

 a postar-se ali aquele ser em trapos a pedir moedinha

 em busca de algo que sacie seu estomago logo me apresso-me a ajuda-lo

ele se vai vem então o pensamento do porque se chegar a esta idade nesta situação.

Quando lanço o olhar a praça eis que vejo pequenos seres

que deveriam estar em escolas ou lares a pedir esmola junto aos transeuntes,

e por eles serem evitados e vistos como se fossem animais sem donos,

pequenos temidos como bandidos e alguns o são,

 assim os olhos vão ao encontro desta triste realidade

e posso perceber que mesmo antes de buscar meus próprios pequenos

devo lançar-me em torno de fazer algo por estes que ai já estão.

Enfim do que adianta pensar só em meus filhos se no amanhã

 poucas crianças sobrarem como símbolo da pureza

como poderia lançar meu pensamento só aos meus

quando ainda a tanto a ser feito por aqueles

que nem sabem o porquê aqui estão…

Ou não seria algo a me preocupar deveria eu simplesmente dar as costas

deixar que a rua traiçoeira eduque cada um destes

não nos preocupar com o futuro deles

com a escolha do governante que poderá oferecer-lhes algo melhor

seria este o caminho fechar os  olhos?

Mas se mais a frente um deles transformado em animal sem destino

a mim ou aos meus vier a  ferir, teria eu enquanto pude

feito algo ou simplesmente fiz uso da omissão e critica.

Nesta data dia das crianças

desejo que cada adulto possa fazer um minuto de reflexão

e pense que poderá ao tomar uma atitude em prol destes seres

evitar  que se transformem em filhos do descaso…

O nosso descaso!

 

 

Paulo Nunes Junior

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Além do Horizonte

Publicado por amizadepoesia em Outubro 13, 2007

Além do horizonte deve ter
                    Algum lugar bonito pra viver em paz
                    Onde eu possa encontrar a natureza
                    Alegria e felicidade com certeza
                    Lá nesse lugar o amanhecer é lindo
                    Com flores festejando mais um dia que vem vindo
                    Onde a gente pode se deitar no campo
                    Se amar na relva escutando o canto dos pássaros

                    Aproveitar a tarde sem pensar na vida
                    Andar despreocupado sem saber a hora de voltar
                    Bronzear o corpo todo sem censura
                    A liberdade de uma vida sem frescura

                    Por que você vem comigo tudo isso existe lá
                    No horizonte esperando por nós dois
                    Por que você vem comigo tudo isso tem valor
                    Pois só vale o paraíso com amor

                    Além do horizonte existe um lugar
                    Bonito e tranqüilo
                    Pra gente se amar

                    Por que você vem comigo tudo isso existe lá
                    No horizonte esperando por nós dois
                    Por que você vem comigo tudo isso tem valor
                    Pois só vale o paraíso com amor

                    Além do horizonte existe um lugar
                    Bonito e tranqüilo
                    Pra gente se amar

Roberto Carlos

Nara Leão

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Eu queria ser apenas / Quero Conversar com você …AMOR!

Publicado por amizadepoesia em Outubro 13, 2007

Eu queria apenas
                    Ser tão somente uma brisa suave
                    Para refrescar teu corpo
                    Molhado de suor
                    Como se tivesse sido banhado
                    Pelas águas do amor

                    Para o meu amor
                    você é muito mais que uma brisa…
                    Você é um transatlântico
                    que me toma inteira na sua nau
                    onde embarco confiante
                    para ao seu lado sempre estar….

                    Eu queria apenas…
                    Ser como uma brisa refrescante
                    Que tocaria teus cabelos desalinhados
                    Beijaria suavemente teus lábios
                    E em teu corpo nú faria muitas carícias
                    Com extremo cuidado e carinho
                    Que você tanto deseja

                    Para mim amor você é um vento forte
                    que me leva e me enleva
                    para seu carinho tão sensual
                    que me envolve por igual
                    que deste sonho nunca mais quero acordar…
                    Quero a alegria destes olhos confiantes
                    que revelam uma felicidade atuante,
                    onde confiante vou me entregar….

                    Eu queria apenas…
                    Ser como um vento macio
                    Que pudesse sussurrar
                    Bem baixinho em teus ouvidos
                    Palavras te  falando
                    Do meu amor e da minha paixão
                    E ao mesmo tempo sugaria teus gemidos
                    Com minha boca sedenta de amor

                    E, eu habito nos seus sonhos repletos de esperança
                    Revestida da luz das estrelas,
                    Ativando a minha paixão
                    Mesclando alegria com desejos
                    de me espraiar na sua felicidade
                    De deixar minha emoção rolar
                    sem qualquer preocupação….

                    Eu queria apenas..
                    Ser então neste momento
                    Uma brisa bem calma
                    Para te envolver em meus braços
                    Te enlaçar em meu corpo
                    Até você se sentir relaxada
                    Plenamente amada e saciada
                    Por todo amor que dou para você
                    Só para você…

                    E, então me entrego ao seu carinho!
                    Deixo-me sucumbir ao seu querer!
                    Deixando-o habitar meus sonhos!
                    Risco do dicionário a tristeza
                    para dar valor a toda beleza
                    que encerra um relacionamento
                    que é tudo o que sonhei
                    E, em você encontrei…

                 
                    Penhah & Jose Eduardo

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NA PENUMBRA BUSCO VOCÊ

Publicado por amizadepoesia em Outubro 13, 2007

Na penumbra dos meus pensamentos
Busco você, transpondo a saudade,
as tristezas, os medos, a insegurança…
Buscando ao menos amizade,
deste sentimento construído sobre bases sólidas,
em carinho verdadeiro,
em amor incondicional,
em compreensão total…

Onde está você meu amor
com todo o seu ardor?
Com todo o seu humor?
Com toda a sua paixão?
Com todo o seu tesão?

Onde está sua alma
que me chama sem parar?
Vem correndo, vem chegando
que eu estou alegremente esperando,
o aconchego do meu coração…

Penhah Castro

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