Arquivo para Outubro 19th, 2007
Publicado por amizadepoesia em Outubro 19, 2007
Mi amado Señor…
Quisiera… En esta noche…
Estar en tus brazos…
Olvidar de la vida sus azotes…
Soñarte… En luna transfigurado…
Yo, tu dueña… Tú, mi Señor…
De nuestro pequeño mundo encantado…
Mi señor amado…
Te quiero mío… Para siempre…
Si amar así…está errado
Y a los ojos del mundo… Somos detestados…
Que muramos entonces… ¡En pecado!
Mary Trujillo
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Publicado por amizadepoesia em Outubro 19, 2007
Meu senhor amado…
Quisera eu… Nesta noite…
Estar em teus braços…
Esquecer da vida todo açoite…
Sonhar-te… De lua transfigurado…
Eu senhora… Tu… Senhor…
Do nosso pequeno mundo encantado…
Meu senhor amado…
Quero-te meu… Para todo o sempre…
Se amar assim é errado…
E aos olhos do mundo… Seremos execrados…
Que morramos então… Em pecado!
Mary Trujillo
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Publicado por amizadepoesia em Outubro 19, 2007
Ah!Porque chora a pobre criança?
Fruto do amor inconseqüente
Sem carinho e esperança
É nesta vida só e carente.
Foi daquele amor a semente
Que hoje ficou na lembrança.
Ah!Porque chora a pobre criança?
Fruto do amor inconseqüente…
Acabou ali a temperança
Do futuro, ela é o presente.
Ficou no passado a festança
Perdeu-se o olhar inocente.
Ah!Porque chora a pobre criança?
Luís Carlos Mordegane
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Publicado por amizadepoesia em Outubro 19, 2007
Para a minha amada
Aqui fica secundada
A vontade
De com ela viver
Na actualidade
Existência de meu querer.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Outubro 19, 2007
Se na face estampas o sorriso,
plastificado por anos de treino;
Diz-me lá : Almejas qual reino?
Para onde irás depois do juízo?
S’escondes no peito o teu paraíso,
ou se és conselheiro do demo,
Em falar a verdade não temo,
pois ser sincero é o que é preciso.
A espada tem dois gumes afiados
e se o fio te cega, há o perigo,
de ficar o homem desarmado
Posto no relento e sem abrigo
pois quando tudo é já revelado
é que se conhecem os amigos.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Outubro 19, 2007
Entre fantasmas vivos não calo
-quem dera os poder ressuscitar!-
desprender a paz desse gargalo,
dançarmos juntos à luz do luar.
E se a paz se esvai ora pelo ralo
-combalida de tanto se enlutar;
de bater em ferro frio o malho-
certamente inda há de retornar.
Voai versos, fecundai o dia,
revelai as almas de cada ser,
desmascarai a hipocrisia
Afastai a ânsia do vil poder,
- ensinai a todos a partilha -
não deixeis a esperança morrer.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Outubro 19, 2007
A conta bate.
Aqui se faz, aqui se paga.É o ciclo perfeito.Ninguém escapa de ser punido.O mesmo acontece quando se faz o bem.O universo faz retornar a benção em forma de graças para aquele que não prejudica e faz o bem para os outros.Ninguém escapa de ser recompensado.
O ciclo está se fechando e o apocalipse não acontecerá lá fora e sim dentro de nós.As trombetas só serão ouvidas por aqueles que estiverem preparados, porém muitos serão chamados, mas só alguns serão escolhidos.
O tempo está se esgotando falta muito pouco para o final de um ciclo e o inicio de outro.Aqui somos todos estrangeiros e as guerras do apocalipse na verdade são travadas em outra dimensão, a terra é um grande campo de batalha.É a luta do bem contra o mal.
Eu nunca tinha prestado atenção aos sinais, mas eles sempre estivem no meu caminho o tempo todo, eu só não percebi porque até então estava guiando minha vida no piloto automático.Hoje me lembro de muitos fatos, alguns atualmente incontestáveis.
Eu caminhava pela praia de mãos dadas com uma antiga namorada.De repente uma senhora de cabelos longos e negros me abordou.Tinha vários colares, usava um vestido de uma cor dourada intensa.Ela não falava português, sua língua era o espanhol.Pediu licença e para que eu não me assustasse:
- Desculpe, mas eu preciso te dizer uma coisa moço.Eu vi um brilho no meio da sua testa, e sem duvida você é um dos nossos.Agora você não vai me entender, só daqui muito tempo, vai achar que eu sou uma mulher louca.Mas mesmo assim vou falar…
Essa minha antiga namorada não gostou nada daquilo e começou a me puxar com força para nos afastarmos dela.Mas nossas mãos se soltaram:
- Deixe-me ouvir o que essa moça tem pra me dizer.
- Você não vê que ela é uma louca? Vamos embora agora!
- Não!
- Então Tchau fica aí!
Então ficamos sozinhos eu e aquela enigmática mulher.Ela pegou na minha mão:
- Você tem uma linha do destino longa, tem a estrela de Davi na palma das mãos, sua linha da sabedoria mostra que sua alma é muito antiga.Porém a sua linha do coração mostra que você só encontrará o seu amor eterno quase no final dos tempos.E será você que a encontrará num país distante.Vocês não se reconheceram no primeiro encontro.O filho de vocês será um guerreiro do lado do bem.
Uma rachada de vento soprou forte neste instante.Os cabelos da mulher ficaram agitados e revelaram uma tatuagem do símbolo do Ying e Yang em sua nuca.Seu olhar por uns instantes passaram a fitar o infinito.Mas logo voltaram-se para dentro dos meus olhos:
- Uma última coisa…quando você se lembrar desse fato saiba que a hora está chegando e que deve estar preparado…
Ela soltou das minhas mãos e foi caminhando na direção do vento e logo desapareceu, eu ainda fiquei no mesmo lugar alguns minutos. Quando encontrei a antiga namorada em casa, furiosa, logo me esqueci dessa história.Ela tinha se apagado completamente da minha memória.
Mas agora acabo de me lembrar dela.
Andre Luis Aquino
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Publicado por amizadepoesia em Outubro 19, 2007
Uma poeira multicor dorme no jardim acinzentado
A janela aberta se faz cega à embriaguez do verão?
Terra reservada para o cultivo de oliveiras, figos, dálias
Pela manhã o encontro dos contornos dos morangos arrepia
Raspões do bom senso na pele… agitam os lábios
A suavidade da tonalidade dos pêssegos sobre os pêlos
O pé de bergamotas repleto de tangerinas se arrasta no chão
Retorcendo-se em linhas concretas a exaltar as emoções
Um poema sorri carregado de figuras e metáforas
Nada se pode prever de dois olhares aparentemente esquivos
O romantismo nos dias sem sol forma o alaranjado
A voz de um anjo nunca é insensível às fadas
Sendo que se pode esperar de tudo um pouco nas estações…
Rosangela Aliberti
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Publicado por amizadepoesia em Outubro 19, 2007
Mas como é doce a inocência
No olhar atarantado d’uma criança.
Ah! Se tivesse o homem consciência
Não teria sobre si a cobrança…
Perdeu a criança no homem a fiança.
E dos seus pais sente a ausência…
Mas como é doce a inocência
No olhar atarantado d’uma criança!
Crêem nos governantes e têm confiança.
Bom seria se eles na força da influência,
Não as deixassem só na lembrança.
Só resta pedir ao Pai clemência.
Mas como é doce a inocência…
Luis Carlos Mordegane
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Publicado por amizadepoesia em Outubro 19, 2007
Esperei e nada.
Você não compareceu
na hora marcada.
Fiquei na rua.
Cadê a lua?
Também fez firula.
Liguei pro seu celular.
Deixei recado.
Só vinha mensagem:
Fora de área.
Desligado.
Pressentia:
Você faltaria.
Tentei disfarçar
Fiquei naquele bar.
Ouvi Yesterday
The sounds of silence
Chorei!
Tomei um vinho rose
para tingir de alegria
a negra nostalgia.
Onde anda você?
Voltei para casa
final da madrugada.
Abracei o travesseiro.
Falei baixinho com ele:
-Vamos ver quem
dorme primeiro?
Rosa Pena
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Publicado por amizadepoesia em Outubro 19, 2007
” Escrever é deixar
alma e coração expostos…
Como numa vitrine
e sermos amados ou
odiados… Através
das nossas letras… “
Mary Trujillo
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Publicado por amizadepoesia em Outubro 19, 2007
Você me sopra de carinho, bafejo com seus beijos, vôo com o ar do seu pulmão esquerdo vizinho do coração, bendito seja seu gás que me faz subir cada vez mais.
Teimosamente te procuro lá no alto em que me pôs.
Não te acho jamais e só me lembro depois que estás embrenhado em meus sinais vitais.
Ou fui eu quem te soprei? A única coisa que sei é que somos nós as eternas bolas da vez.
rosa pena
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Publicado por amizadepoesia em Outubro 19, 2007
¿Quanta maldad puede existir en una mujer
Que no suporta el amor entre dos seres?
Seguro que ella misma así lo quiere
Por no tener quién de ella cuide.
Intenta por todos los medios escabrosos separar
Quién se ama mucho mas que a la propia vida.
No es y nunca será persona de confianza,
Porque a ella misma, maldita, e indebida.
Te amo, Nan, como nunca amé en la vida,
Por tí seré tu marido, amante y compañero,
Qún que eso no guste a quién desdeña.
Cabe a nosotros apartar tan vil y funesto animal,
Que todo hace, quién sabe, si por dinero,
Seamos en fin uno solo, como qualquier pareja.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Outubro 19, 2007
Amor es entrega y dádiva sin pudor
Alimento del alma mas abandonada
Correspondencia que debe entreponer
A quien por ella anhela ser amada
No aflijais vosotros si ella se contrapone
A que las cosas corran como de la nada
Con certeza que todo aquí será amor
Si por ella no dejais ser ofertada
La facilidad con que se nos interpone
Las palabras cuando dichas al acaso
Pues eso es cosa que no se impone
Ama sin cualquier constreñimiento
De todo que la vida te diere haz caso
Doravante ese será el alimento tuyo
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Outubro 19, 2007
Amor, te digo esta palavra mil vezes repetida
Ao acaso sem pensa-la, como um soluço
Amor, te digo esta palabra que se faz vazia
A força de nomea-la, nao sei o que significa.
Amor, porque hei de pronuncia-la sintindo esta agonía
Se nao me diz nada nada, a digo por rotina.
Amor, que enfebrecida magia ardendo em tuas pupilas
Me arranca essa palavra, se já nao sei dize-la
Amor, porque hei de pronuncia-la sintindo esta agonía
Se nao me diz nada nada,
a digo por rotina.
Amor…
Luis Eduardo Aute
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