Quando o vento entre as arvores solfeja,
Dizendo adeus às borboletas que se vão,
Como lírica música que a arvore boceja
Quando as pétalas são jogadas no chão.
Borboletas são as luzes bruxuleantes
Das amareladas e moribundas folhas,
Não mais flores com odores inebriantes
E multicoloridas arvores em desfolhas.
Borboletas murmuram ao rio melancólico,
Quando as estrelas se protegem do sol
Acenando e montadas no vento eólico
Executando linda sinfonia em si bemol.
As borboletas são como folhas caídas,
São as lágrimas da vida de rara beleza
Nos jardins de belas flores amarelecidas
Ciclo harmonioso do mundo da natureza
Quando o vento entre as arvores solfeja,
Dizendo adeus às borboletas que se vão,
Como lírica música que a arvore boceja
Quando as pétalas são jogadas no chão.
Borboletas são as luzes bruxuleantes
Das amareladas e moribundas folhas,
Não mais flores com odores inebriantes
E multicoloridas arvores em desfolhas.
Borboletas murmuram ao rio melancólico,
Quando as estrelas se protegem do sol
Acenando e montadas no vento eólico
Executando linda sinfonia em si bemol.
As borboletas são como folhas caídas,
São as lágrimas da vida de rara beleza
Nos jardins de belas flores amarelecidas
Ciclo harmonioso do mundo da natureza