amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Arquivos para Novembro 3rd, 2007

Perde e ganha

Publicado por amizadepoesia em Novembro 3, 2007

Uma relação em que haja
atirudes de perde e ganha
quem tinha controle da situação
acaba perdendo a razão

Se por um erro de um
igual o outro se dispõe a cometer
para a mesma dor o outro expor
Ambos… somente tem a perder

Sentindo a mesma dor
ou mais ainda quem se vingou
que por orgulho um erro cometeu
sentiu e causou dor

Por baixo se nivelou
alem da dor de uma ofensa ofendeu
em vez de um problema contornar
um  outro, que irreversível pode ser, criou

No perde ganha, somente se ganha
se tratar a desfeita sofrida com compreensão
tolerância, transigência e respeito
Desta forma e que se perpetua o amor.

Joe’A
 

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NO MENTIR AL MENTIROSO

Publicado por amizadepoesia em Novembro 3, 2007

La vida es mas fácil de lo que se nos presenta
      Si la complicamos luego decimos disparates
      Ser para ella lo que para nosotros representa
      No temiendo nunca mostrar nuestros apartes

      La sinceridad la verdad es lo que nos asienta
      Cuando temamos llevar adelante nuestras partes
      Que son nuestro carácter y nuestra flor de menta
      Paraíso terreno que tomamos de nuestras artes

      No debemos mentir nunca al odioso mentiroso
      Aunque el quiera destruír nuestro trabajo
      Vil acto lúgubre de personaje pecaminoso

      Que camina solitario en esta vida de si tan recta
      Dejándolo a solas con su odio servido a retazos
      Sin que sea capaz de una actitud correcta

      Jorge Humberto

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NÃO CUSTA TENTAR

Publicado por amizadepoesia em Novembro 3, 2007

Queria ser poeta por um dia, para escrever
      Toda a beleza reinante neste nosso mundo
      Queria aqui dizer nunca mais nem descrer
      Do honroso homem de si e por si tão fecundo

      Queria pintar um arco-íris e poder precaver
      Todas as doenças, que de um modo infecundo
      Traz tanta tristeza às pessoas de bem querer
      Se fosse poeta era isto que eu queria no fundo

      E também que as malditas guerras acabassem
      Plantando a paz como num imenso jardim
      E que humildemente sem excepção tratassem

      De se cuidar como irmãos, de um só coração
      Onde todo o principio tivesse o seu fim
      Numa eterna e perpétua palavra de gratidão

      Jorge Humberto

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Lágrima Solta

Publicado por amizadepoesia em Novembro 3, 2007

Hoje a lágrima rola solta.

Saudade doída, coração apertado

Quanto tempo sem sua companhia

Se ao menos tivesse notícias suas

Pudesse eu saber como estás

Se és feliz na nova morada…

Quem inventou a vida, trouxe a morte

Morte muda, surda, cega.

Indiferente às nossas dores!

Deixa apenas saudades

Essa dor calada.

Esse imenso vazio do não saber.

 

Nanci Laurino

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EN LA INOCENCIA MÍA VA

Publicado por amizadepoesia em Novembro 3, 2007

En mi va inocencia aún creo en el hombre
      En toda la  decencia suya y explícita verdad
      lo que no creo es en las religiones que lo consumen
      y que a su palabra fundamentalista e implícita

      los ciegue de tal manera que no vean mas alejado
      De lo que a su propia libertad les incumbe
      No  contradiciéndome, bien se que están a quien
      De todo el hombre que su vida sin recelos discute

      No nos debemos prender por nada aleatorio
      Reinantes de este mundo sólo la paz tiene significado
      De lo contrario no pasa de un inmenso crematorio

      Que nos retira el buen juzgamiento inherente a todos
      Pues que acaben de llorar su triste fadário
      y sonriendo a la vida se comporten con buenos modos

      Jorge Humberto

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BASTARNOS

Publicado por amizadepoesia em Novembro 3, 2007

En toda la  vivencia aparente mía
      donde máscaras no tenían opuestos
      Viví algo parecido con otra gente
      Que también tuvo sus desgustos

      Mucho aprecié aquí mi sanidad
      me opuse a ser como los demás
      y fue así que mantuve integridad
      Entre tristes palacios y tañidos juglares

      Con el pasar del tiempo mis ideales
      Firme como raíz lista a recoger
      Entre montes austeros y vendavales

      Me quité por fin la máscara prepotente
      Que me cegaba lo que era de ver
      Sin alaridos me mantuve de pie inherente

      Jorge Humberto

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AMOR

Publicado por amizadepoesia em Novembro 3, 2007

Sentimento estranho
      Ama-se apenas
      Nada exige
      Pede-se
      Oferece-se
      Doa-se
      Reciprocidade
      Felicidade
      Unilateral
      Vive-se
      Ama-se, simplesmente
      Ama-se simplesmente
      Desejo
      Amizade
      Amorzade
      Que seja eterno
      Enquanto é terno

      Marcial Salaverry
    

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AMOR

Publicado por amizadepoesia em Novembro 3, 2007

Dançar,
            sentir teu corpo
            no meu…
            corpos sedentos
            de paixão!
            Fico sem
            palavras,
            para dizer o
            quanto é intenso
            o meu amor
            e minha paixão
            por você,
            quando meus
            lábios tocam os
            teus…
            Nesse embalo,
            suave do amor e
            da melodia,
             me sinto mulher…
            tua mulher!

      Clara da Costa

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A NOSSOS FILHOS O AMOR ETERNO

Publicado por amizadepoesia em Novembro 3, 2007

Quero-me feliz a teu lado, sem sombra de pecado
      Na parede estampado o teu retrato belo e cordato
      Saberei escolher o melhor matiz, qual me faça feliz
      Pintando de mil cores a nossa casa, nada devassa

      Quero contigo ter muitos filhos, seguindo os trilhos
      Dos progenitores e que não lhes cheguem as dores
      Nem as más querenças, de rudes e vis desavenças
      Pois que nos guiaremos pela verdade e sã humildade

      E assim, vê-los enfim crescer, sem nada a temer
      Porque a nossa mais ínfima reacção virá do coração
      Que não terá nada a furtar, a quem queira nos amar

      E quando eles forem crescidinhos, cheios de carinhos
      Zelarão então pela nossa vida, sempre tão bem vivida
      Pois que soubemos no fim ser pais, sem indevidos ais

      Jorge Humberto

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POR UMA CABEÇA

Publicado por amizadepoesia em Novembro 3, 2007

 Por uma teimosa cabeça,

      cheia de orgulho tenaz,

      desmancham-se os sonhos,

      pois este homem julga,

      de amar não ser capaz.

      E  vive em nuvens brancas,

      afogado na suposta liberdade,

      que o mantém na superfície,

      não aprofundando emoções,

      fechando o amor com trancas.

      Por uma cabeça,

      entreguei meu coração,

      meus sonhos, minha alegria.

      Homem, podes ir, me esqueças!

      Creio na magia do amor.

      Que em mim,

      ele jamais feneça.

Guida Linhares

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ALMAS NÔMADES

Publicado por amizadepoesia em Novembro 3, 2007

Morte, supremo mistério da existência
      a pontuar toda a trajetória humana.
      C heia de enigmas a serem desvendados,
      chega de repente e extingue a chama.

      Surpresos os que ficam, entre lágrimas
      a chorar a amarga perda. Hora tão ingrata,
      em que se avalia que o tempo é curto,
      e amar em vida, a atitude mais sensata.

      Quem sabe somos apenas almas nômades,
      em curtas trajetórias pelo tempo e espaço,
      em busca de resgate e evolução espiritual.

      Nunca se sabe quando virá a hora fatal,
      em que Deus nos chamará ao seu regaço.
      Cumprida a missão, o barco virá do Hades *.

 Guida Linhares

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Esto es amor/Isto é amor

Publicado por amizadepoesia em Novembro 3, 2007

La mente se resiste a olvidar las cosas hermosas,
                  se aferra a ellas y olvida todo lo doloroso,
                  mágicamente anonadada por la belleza.

                  A mente resiste a esquecer as coisas formosas,

                  se apega a elas e esquece tudo que é doloroso.

                  mágicamente reduzida a nada pela beleza.

                  No recuerdo discursos contra mis débiles brazos,
                  guardando la exacta dimensión de tu cintura;
                  recuerdo la suave, exacta, lúcida transparencia de tus manos,
                  tus palabras en un papel que encuentro por allí,
                  la sensación de dulzura en las mañanas.

                  Não recordo discursos contra meus débeis braços,

                  guardando a exata dimensão de tua cintura;

                  recordo a suave, exta, lúcida transparencia de tuas mãos

                  tuas palavras exatqas num papel que encontro por ali,

                  a sensação da doçura nas manhãs.

                  Lo prosaico se vuelve bello
                  cuando el amor lo toca con sus alas de Fénix,
                  ceniza de mi cigarro que es el humo
                  después de hacer el amor,
                  o el humo compartido,
                  quitado suavemente de la boca sin decir nada,
                  íntimamente conociendo que lo del uno es del otro
                  cuando dos se pertenecen.

                  O prosaico se torna belo

                  quando o amor o toca com suas asas de Fenix,

                  cinza do meu cigarro que foi do fumo

                  depois de fazer amor

                  o fumo compartilhado,

                  tragado suavemente da boca sem dizer nada

                  intimamente se conhecendo um ao outro

                  quando dois se pertencem.

                  No te entiendo y quisiera odiarte
                  y quisiera no sentir como ahora
                  el calor de las lágrimas en mis ojos
                  por tanto rato ganado al vacío,
                  al hastío de los días intrascendentes,
                  vueltos inmortales en el eco de tu risa
                  y te amo monstruo apocalíptico de la biblia de mis días

                  Não entendo e quisera odiar-te

                  e quisera não sentir como agora

                  o calor das lágrimas dos meus olhos

                  por tantos momentos ganhos do vazio

                  até o fastio dos dias sublimados

                  voltas imortais no eco do teu sorriso

                  e te amo, monstro apocalítico da bíblia dos meus dias

                  y te lloro con ganas de odiar
                  todo lo que alguna vez me hizo sentir
                  flor rara en un paraíso recobrado
                  donde toda felicidad era posible
                  y me dueles en el cuerpo sensible y seco de caricias,
                  abandonado ya meses al sonido de besos
                  y palabras susurradas o risas a la hora del baño.

                  e te choro com ansias de odiar

                  tudo que alguma vez me fez sentir

                  flor rara num paraíso recuperado

                  onde toda felicidade é possível

                  e me doe no corpo sensivel e seco de carícias

                  abandonado faz meses dos sons de beijos

                  e palavras sussuradas ou sorrisos na hora do banho.

                  Te añoro con furia de cacto en el desierto
                  y se que no vendrás
                  que nunca vendrás
                  y que si venís seré débil como no debería
                  y me resisto a crecerme en roca,
                  en Tarpeya,
                  en espartana mujer arrojando su amor lisiado para que no viva

                  Te desejo com a fúria do cacto no deserto

                  e sei que não virás

                  nunca virás

                  e se vier serei débil como não deveria

                  e resisto a crescer na rocha,

                  en Tarpeya,

                  na espartana mulher lançando seu amor aleijado para que não viva.

                  y te escondo y te cuido en la oscuridad
                  y entre las letras negras de mis escritos
                  volcados como río de lava entre débiles rayas azules de cuaderno
                  que me recuerdan que la línea es recta
                  pero que el mundo es curvo
                  como la pendiente de mis caderas.

                  e te escondo e te cuido na obscuridade

                  e entre as letras negras dos meus escritos

                  expelidos como rios de lavas entre débeis raias azuis do caderno

                  que me recordam que a linha é reta

                  mas que o mundo é curvo

                  como as linas de minhas ancas.

                  Te amo y te lo grito estés donde estés,
                  sordo como estás
                  a la única palabra que puede sacarte del infierno
                  que estás labrando como ciego destructor
                  de tu íntima y reprimida ternura que yo conozco
                  y de cuyo conocimiento
                  ya nunca podrás escapar.

                  Te amo e te grito esteja onde estiver

                  surdo com estás

                  a única palavra que possas sacar do inferno

                  que estás lavrando como um cego deletério

                  de tua intima e reprimida ternura que já conheço

                  e de cujo conhecimento

                  já não poderás escapar.

                  Y sé que mi sed solo se sacia con tu agua
                  y que nadie podrá darme de beber
                  ni amor, ni sexo, ni rama florida
                  sin que yo le odie por querer parecérsete
                  y no quiero saber nada de otras voces
                  aunque me duela querer ternura
                  y conversación larga y entendida entre dos
                  porque sólo vos tenés el cifrado secreto
                  de la clave de mis palabras

                  E sei que minha sede somente sacia com tua agua

                  e que ninguem poderá dar-me de beber

                  nem amor, nem sexo, nem uma rama de flor

                  sem que eu te odie por querer parecer

                  e não quero saber nada de outras vozes

                  ainda que me doa querer ternura

                  e uma conversa longa e compreensiva entre dois

                  porque somente tu tens o segredo

                  da chave de minhas palavras

                  y sólo vos pareces tener
                  el sol, la luna, el universo de mis alegrías
                  y por eso quisiera odíarte como no lo logro,
                  como sé que no lo haré
                  porque me hechizaste con tu mochila de hierbas
                  y nostalgias y chispa encendida
                  y largos silencios
                  y me tenés presa de tus manos mercuriales
                  y yo me desato en Venus con tormentas de hojarasca
                  y ramas largas y mojadas como el agua de las cañadas
                  y el ozono de la tierra que siente venir la lluvia
                  y sabe que ya no hay nubes,
                  ni evaporización,

                  e somente voce parece ter

                  o sol, a lua, o universo de minhas alegrias

                  por isso quisera odiar-te como nao logro

                  como sei que nao o farei

                  porque me enfeitiçaste com sua mochila de ervas

                  e nostalgias e centalhas acesas

                  e longos silencios

                  e me tens prêsa de tuas mãos mercuriais

                  e ja não me desato em Venus como tormentas de folhas rasgadas

                  e ramas longas e molhadas como a agua das camadas

                  de ozonio da terra que senti vir a chuva

                  e sabe que já não há mais nuvens

                  nem evaporação

                  ni ríos,
                  que el mundo se secó
                  y que no volverá jamás a llover,
                  ni habrá ya nieve o frío o paraíso
                  donde pájaro alguno pueda romper
                  el silencio del llanto.

                  nem rios

                  que o mundo secou

                  e que não voltará jamais a chover,

                  não haverá mais neve ou frio ou paraíso

                  onde passáro algum possa romper

                  o silencio do pranto.

                  Gioconda Belli

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VIRTUALIDADE

Publicado por amizadepoesia em Novembro 3, 2007

Somos humanos, em busca da felicidade.
                  E quando abrimos a janela do mundo,
                  podemos ser falsos ou verdadeiros,
                  dentro de um sentir bem profundo.

                  Em nosso universo interior,
                  habitam alguns seres angélicos,
                  outros que procuram expressão,
                  e até mesmo monstros famélicos.

                  Mas somos o que somos,
                  e quando falsos nos mostramos,
                  somos uma caricatura disforme,
                  de tudo aquilo que buscamos.

                  Prescindir-se do uso das máscaras,
                  ser autêntico, tem um lado bom.
                  Não se precisa de artimanhas,
                  ou estórias para consolidar o tom.

                  Polida pelo tempo fugaz e passageiro,
                  a verdade tem seu brilho especial,
                  deixa um rastro de estrelas cadentes,
                  a realizar o desejo, seja real ou virtual.

 Guida Linhares

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