amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Arquivos para Novembro 7th, 2007

Declaração de Amor

Publicado por amizadepoesia em Novembro 7, 2007

Perguntaste-me: o porquê
Da sua inexplicável desilusão…
Porque tanto sofre o seu coração!
É fácil te responder, quero te dizer,
A resposta está no cerne
Da tua consciência…

Ouça esta minha confissão,
Peço que voltes para mim
Não posso viver assim!
Sofre, também, o meu coração!

Quando para mim voltares,
Minha vida vai ser diferente,
O meu coração sente
O desejo de te amar.

Não escondamos a verdade,
Vivemos sob o impacto da emoção,
Vivemos embevecidos na ilusão,
É essa a nosssa realidade!

Esse poema fala da nossa dor,
Recebe-o com humildade e carinho,
Peço para que voltes, aqui é o seu ninho,
Isso é uma declaração de amor!

Tarcísio Ribeiro Costa

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*Ciclos do amar*

Publicado por amizadepoesia em Novembro 7, 2007

No horizonte, sempre a se confundir
o ceu e a agua do mar, estao a se amar
agua e ceu…fluido e ar….
a se unir…agua por natureza…submissa…

aos toques , as formas.. que o ceu quiser lhe dar
se encontram no horizonte…como tambem no ar…
a agua  paixao em vapor se transformar
se evaporar para o ceu encontrar

e se deitar em macias nuvens..se entregar
as brisas, ao calor.. as formas que o ceu lhe
desejar…se submete..quando o ceu a quer amar
ela se derrete ao seu toque…ao seu azul abraçar

céu experiente, envolvente…orgasmo em molecular vibrar..
intensamente, alucinante…a faz condensar…
em chuvas de prazer…cai exausta, em solos a fecundar…
em ciclos do amor, eternamente amar

Joe’A

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ARCO-ÍRIS

Publicado por amizadepoesia em Novembro 7, 2007

Basta  a chuva caia sobre o piso quente
      O calor se altera pelas cercanias
      A umidade é troca e dom do mormaço!

      Toda rebeldia, solta ao ambiente:
      As luzes dos raios precedem os sons,
      Remansando aos poucos em outra estival
      De novo entre nuvens: os raios do sol
      Estampam agora suspenso no espaço
         Arco-Íris imenso… cromo festival!!

      Eme Paiva

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AMOR BANDIDO

Publicado por amizadepoesia em Novembro 7, 2007

Como se fosse um rastro de fogo,

       toma-me as entranhas,

        lança-me a qualquer canto e lugar 

      e me faz escravo de seus prazeres incontroláveis…

      Com seu jeito sutil, às vezes,

       noutras jeito de séria,

       lança-me ao mistério, atrás de seus olhos místicos…

      Neste que, às vezes, são olhos meigos e pequenos,

       noutras olhos de  onça  pronta ao ataque…

      Este seu fogo, mesmo que me ferindo,

       eleva-me acima de meus próprios conceitos

       e entrego-me de vez a seus caprichos,

       em mais horas incontroláveis de prazer,

       regadas a champanhe, frutas vermelhas,

       velas mágicas com aroma de jasmins… 

      Promessas e juras eternas,

       lábios sedentos, unindo gosto de mel e pitanga;

       a pele a roçar como se fosse única,

       a língua a percorrer seu corpo,

       que se contorce a pedir mais…

      Como dois amantes únicos,

       vivenciamos mais momentos…

       Vamos ao encontro das águas

      e como duas crianças lavamos um ao outro

      e, entre beijos e espumas,

      damos início, mais uma vez,

       ao encontro de nosso néctar,

      marcando mais um dia deste amor bandido,

       forte o suficiente para nos fazer repetir

      esta doce loucura por inúmeras vezes,

       como se fosse sempre a primeira…

       Te amo!

      

      Paulo Nunes Junior

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Amo… ni se cuanto

Publicado por amizadepoesia em Novembro 7, 2007

Te amo más allá de todos los imposibles
      más allá de todo lo que es posible
      más allá de lo que se pueda imaginar
      más que todas las medidas.
      Más que la velocidad de la luz
      más allá que cualquier tiempo
      más allá de lo que se pueda pensar del infinito
      más allá, mucho más de lo que la imaginación pueda soportar.
      Más que el sueño de los sueños
      de lo que se pueda devanear, fantasear
      más allá de la frontera de los sentimientos
      mucho después de donde llegan los sentidos
      Nada puede medir mi amor
      no cabe en cualquier espacio, ni en el sideral
      cuando siento, cuando declaro y digo:
      Yo te amo, te amo tanto… que ni se cuanto!

      Joe’A

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A NUESTROS HIJOS EL AMOR ETERNO

Publicado por amizadepoesia em Novembro 7, 2007

Me quiero feliz a tu lado, sin sombra de pecado
       En la pared estampado el  retrato tuyo bello y cordato
       Sabré escoger el mejor matíz, cual me haga felíz
       Pintando de mil colores a nuestra casa, nada devastadora.

       Quiero contigo tener muchos hijos, siguiendo los trilhos
       De los progenitores y que no les lleguen los dolores
       Ni las más querencias, de rudas y vis desaveniencias
       Pues que nos guiaremos por la verdad y esa humildad.

       Y así, verlos al fin crecer, sin nada a temer
       Porque a nuestra mas ínfima reaccción virá del corazón
       Que no tendrá nada a hurtar, a quien quiera  amarnos.

       Y cuando ellos fueron crecidos, llenos de cariños
       celarán entonces por la vida nuestra, siempre tan bien vivida
       Pues que sabemos en el final ser padres, sin indebidos ais.

      Jorge Humberto

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Adeus.

Publicado por amizadepoesia em Novembro 7, 2007

 Que possa meu adeus ser uma breve despedida
                                Que fiquem presentes as lembranças
                                Dos frutos que cultivei em minha vida
                                Que fiquem gravadas, jamais esquecidas…
                                Todas as palavras sentidas de minhas poesias…

                                PATRICIA ANDREA

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Adeus.

Publicado por amizadepoesia em Novembro 7, 2007

Adeus outra vez, amor meu finado, amém.
                                Deixei-te há doze anos naquela tumba fria
                                Desde então vou sobrevivendo de fé-poesia.
                                Nos piques de saudade desato lembranças
                                Que atei com fitas cor-de-rosa… esperança
                                E cheiros macerados com malva perfumada
                                Que exalam o amor incensado aqui, e além!

                                VILMA DUARTE

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Adeus.

Publicado por amizadepoesia em Novembro 7, 2007

  Como dizer adeus quando se ama?
                                Como aceitar a ausência definitiva?
                                Como conviver com a falta constante?
                                Como?… Deverei calar-me para sempre?

                                Adeus… Palavra triste, sem nexo…
                                Despedida sem abraço… Espaço vazio…
                                Adeus… Quanta saudade, meu Deus!

                                AVANY MORAIS

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Adeus.

Publicado por amizadepoesia em Novembro 7, 2007

 Hoje deixo versos vazios em folhas secas,mortas
                                O sol de inverno atravessou meu dia
                                onde estive a escutar o silêncio.
                                Onde estarei?
                                Realmente não mais sei.
                                Nem pra onde irei …
                                Adeus.

                                MARIA THEREZA NEVES

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Adeus.

Publicado por amizadepoesia em Novembro 7, 2007

     “Ad semper eternum omnis spirituns”
                                ADeu’S e Atodo’S alguns Ateus!
                                Adeus para quem ou para que?
                                ‘It’s impossible’? Há duas versões.
                                Meu verso ou nossas ações.
                                São pensamentos ou ilusões?
                                A Deus para outros, pretensões!

                                CELITO MEDEIROS

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Adeus.

Publicado por amizadepoesia em Novembro 7, 2007

  Um até logo, um eu ligo, um adeus
                                uma saudade, uma lembrança
                                uma companhia.
                                Companhia sentimento
                                puro alento numa vida vazia.
                                Adeus que dói, acalma
                                mistura de amor e poesia.

                                MARINEIDE MIRANDA

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Bom dia

Publicado por amizadepoesia em Novembro 7, 2007

sem papel…tinta… argumento…
invento
alfabeto… hirundíno
e um poema ao vento

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helenarmond

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