Arquivos para Novembro 16th, 2007
Publicado por amizadepoesia em Novembro 16, 2007
Ela está em meus sonhos e não em meus braços.
Quem dera estar em seus braços, que é meu sonho!
Mas se tudo acontecer como suponho,
Logo, serão ao vivo nossos abraços.
Hoje, sou prisioneiro de seu fascínio,
Pois só escrevo meus poemas pensando nela.
Eu tenho em sua beleza minha aquarela,
Meu coração já está sob seu domínio.
Minhas rimas modulam como sua voz,
Que, em meus ouvidos, soa melodiosamente.
Mesmo sem contar com ela aqui presente,
Sinto-a comigo, num leito só pra nós.
Minha amada; tão presente e tão distante!
Que me traz mais ansiedade a cada dia,
Algo que põe lirismo em minha poesia,
Dando às suas linhas um sentido excitante.
Musa de meus versos, de meus devaneios;
Fonte inspiradora, de tantas magias…
Doido por seus encantos e fantasias,
Telepaticamente, beijo seus seios.
Lorenzo Yucatán
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 16, 2007
Vivimos sobretodo en un mundo controvertido
Donde reina el dinero y la riqueza de algunos,
De si parece el Hombre haber nacido perverso
Puesto que eso es bien visibleen el gesto de algunos
Petulantes, egoístas no se cohíben de el ser
Ni esconden de otros la maldad inherente,
Que a la verdad consideran por gracia a pervertir,
No importándoles con el grito suyo punzante
Reina la anarquía en las calles en las blancas casas
Con asesinos en serie tomando de asalto
La voluntad de las personas la verdad de las masas
Bosnia, Sudán, Darfur, es apenas una cuestión
De la falta de respeto, y van incólumnes de asalto,
Huyendo indecorosos, vis al anhelo del corazón
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 16, 2007
Amigo é a criatura que escuta todas as nossas coisas sem aquela cara que
parece estar dizendo: – E eu com isso?
Mario Quintana
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 16, 2007
Naveguei pela vida,
sofri muito…
Amei demais…
Hoje, não quero mais!
Vera Hernandez
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 16, 2007
Naveguei por rios afora,
busquei as fontes de amor.
Às margens estou agora,
sózinha, sem o teu calor.
Guida Linhares
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 16, 2007
Percorri estradas
cruzei tantas pontes…
Encontrei a luz sonhada,
seu olhar era a fonte!
Anna Peralva
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 16, 2007
infinito é o relubrilho ofusco
onde olhares se perdem
trazendo à tona eus amos
sim, a beleza é pura arte
sentir sentido sempre parte
elo de cada mente, coração
emoção estampada a cada afago
quantos os olhares vertidos
vestidos de necessites…
de paixões…
sim, teu nome é mulher
estrela que habita os céus
alimentando a vida com encanto
vestindo cada instante com o manto
rejuvenescedor de mãos sonhas
sim, teu nome é mulher
deusa terrena que tem no fundo
o poder de abrir sorrisos
e prostrar aos pés
uma legião de dependentes
dando luz às sementes
que serão os amanhãs
é como o infinito no próprio infinito
a cor sempre sóbria
o estandarte de cada história
a abrir portas fechadas
com o simples mover dos lábios
sim, teu nome é mulher
a mãe de todas as estrelas
o firmamento que ecoa no fundo
de cada canto desse mundo
deusa reconfortante de todas as horas
Jurandir Argôlo
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 16, 2007
Pela longa estrada
Da minha vida
Venho vindo
Distraído
Olhando para as nuvens
Levadas pelo vento
Pra lá e pra cá
Ao sabor do vento
Pra onde ele for
Elas irão
Um pássaro passa
Paro e passo
A olhar pra ele
Ele pousa num sobrado
Desvio o olhar
Pra praça
E a vejo vir
Acompanho a vindo
Nosso olhar se cruza
E nesse instante
Tudo se cala
Tudo é silêncio
O mundo pára
Sem falar
Falamos tudo
Com o olhar
Uma troca de energia
Nesse instante
Entre nos ocorre
O mundo começa
A se movimentar
Nada mudou
Mas tudo é diferente
Do que era
Há um instante atrás
Há um sorriso agora
Em nosso olhar
Há transformação
No nosso jeito de olhar
Esqueço o que ia fazer
E passo a acompanhar você
Passeando pela praça
Conversamos
Como velhos amigos
Damos risadas
De tudo e de nada
Tudo é belo
A nossa volta
Tudo é alegria
Quero congelar o dia
E você concorda
Mas, a tarde vem.
E com ela a noite vem
E temos que nos separar
Até quando
O amanhã está tão distante
E como será?
Como?
ABittar
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 16, 2007
Que sei eu
da vida, do dia, da noite.
e de mim
Que sei eu
do amanhã
do meu bairro
da minha cidade
do meu estado
do meu país
da terra
Que sei eu
de ser
ou não ser
do destino
que me aguarda
e se há ou não destino
Que sei eu
sobre o apocalipse
que já está acontecendo
e ninguém está vendo
que é real o mal
que está destruindo
o planeta
Que sei eu
a terra está aquecendo
a calota polar derretendo
as florestas virando desertos
os mares poluídos
estão sendo destruídos
os terremotos aumentam
os vulcões e furacões proliferam
incêndios e tsunamis acontecem
a terra padece
as guerras aumentam
pais matam filhos
filhos matam pais
e ninguém crê
que o apocalipse começou
Que sei eu
Ou o que posso fazer?
ABittar
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 16, 2007
Sei
Que não sei
De nada
Mas quero
Saber de tudo
Busco pergunto procuro
Não fico em cima do muro
Dando risada
Nem vendo
A vida passar
Acredito que posso
Fazer acontecer
Não desisto nunca
Não me deixo abater
Sigo lutando
Enquanto posso
Enquanto acredito
Que posso
E posso
Porque acredito
ABittar
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 16, 2007
Quando esse amor com toda essa imensa beleza,
Essa delicadeza do sentimento mais puro do ser,
Deixa-nos assim; extasiada e plena,
As almas se abraçam e nesse enlace sublime e perfeito,
Onde se perpetua a entrega, e enche de amor o peito,
É belo, mágico, sentimento que enternece.
Perdemos a noção do tempo e do espaço.
A bússola é a vontade de estar, de ser,
É vida que floresce a cada amanhecer ou anoitecer.
A plenitude não trás superioridade em ter,
Mas humildade por na alma nada de ruim haver.
Quem tem um amor assim,
Regue o jardim, arranque as ervas daninhas, mas,
Com delicadeza arrancando com as mãos os espinhos.
Não importa se feri-las, se vier a sangrar,
Estará preservando o seu maior tesouro;
A sua razão de viver, o direito de amar.
Fanete Costa
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 16, 2007
Fulgura pétalas de rosas sobre o corpo
que repousa nos finos tecidos dos lençóis,
aspirando o perfume nele deixado pelo
corpo do homem amado.
Voa em pensamentos agarrada nas lembranças
do que fora momentos antes.
Incensos perfumam o ambiente, ainda entorpecida
do amor sentido no peito e na carne, cobre
o corpo sentindo arrepios de frio e êxtase.
Procura, tateia por entre os lençóis seu
amado precisa dele para aquecer seu corpo
e desfrutar mais de seus carinhos.
Exausta, relaxa, fulgura pétalas de rosas
No corpo que dorme feliz por ter um amado.
Paulo Mello
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 16, 2007
Cuando te escucho,
amor mío,
me reconcilio con la vida
y siento que tus palabras
son las que hubiese querido pronunciar
pero pasadas por el tamiz de tu maestría.
Sé que al abrirnos uno al otro
detectamos nuestros contornos y profundidades.
¡Qué deleite es bucear los laberintos
que impregnados de ti llenan,
día a día,
mi corazón enamorado!
besos Florenzya
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 16, 2007
O que te faz pensar
que és importante
se num só jardim
podem ser encontradas tantas?
Por que te ativeste a tantos detalhes
se serás chamada de flor
exatamente como vieste?
Logo tu
que estás entre duas nuances,
não és rosa
e nem és amarela!
O que te dá esperança
que alguém te aponte e diga:
Quero aquela!
Não!
Não és nada diferente
É só uma ilusão
que colocaste em tua mente.
Aqui estás
e aqui ficarás.
Ninguém fará novamente o caminho
para te buscar.
Daqui alguns dias, flor boba
absolutamente triste verás
que ninguém se ferirá por ti
e tal como as outras,
morrerás…
rivkahcohen
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