amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Arquivo para Novembro 17th, 2007

Não Tem Jeito!…

Publicado por amizadepoesia em Novembro 17, 2007

Não tem jeito, está em nós. - E agora?
            Está em cada poro, em cada pedacinho.
            No céu, nas estrelas, na manhã de sol,
            Na chuva que cai triste… de mansinho…

            Não tem jeito, está em nós. Neste silêncio
            Angustiante… no vazio das nossas mãos…
            Nas invisíveis lágrimas que rolam por dentro.
            E como enxurrada, inunda-nos o coração!…

            Não tem jeito, está em nós. - E agora?
            Arrebenta o corpo… o peito e a alma…
            Está no rosto dos amigos… na noite…
            Nas andanças da vida, na tarde calma…

            E agora?… - E agora?… - E agora?…
            Estou indo ferida… morta por dentro…
            Deixando nossa história, nossa ilusão…
            Envolta em nuvens de um céu cinzento!

            Mas sabemos que não tem jeito, não tem!
            Jamais nos livraremos desta nefasta dor…
            Nunca mais seremos os mesmos, nunca!…
            Pois o que sentimos, é amor, amor… amor!
Marilena Trujillo
 

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Lidas

Publicado por amizadepoesia em Novembro 17, 2007

No machucado do peito
abrasado de querer
queima  cor  de não saber.
Pedes alento
_ não posso!_
se o intento
sucumbe ao nosso
em  corredeiras de amor.
Sem jeito vejo
_com efeito!_
tu e eu
solos no peito
nas lidas lidas na dor.

ElaneTomich

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la magia de leer

Publicado por amizadepoesia em Novembro 17, 2007

Que lindo es leer y dejarme sorprenderpor la magia de la razón y de la sensaciónpor ella a los palacios subí, los montes bajéa las casa me metí, con los amigos compartíy en las habilidades me aventajé, que ilusión!es leer y dejarse llevar por el gozo de aprenderEstoy escribiendo sobre mi vida nada que ver
      con esta fantasía, todo fué tan real que escalé
      desde lo extraño hasta lo sencillo y un estribillo
      al que le saco brillo para que rime y pueda ser
      un verso que me deje un desafío porque me fío
      de mi memoria hoy una victoria mental que avalé

      Que lindo es leeer y tener este hábito de trato
      con cada escritor meritorio que nos deja riqueza
      en la mente, en la imaginación, es un contrato
      felíz que el hombre hace a través del conocimiento
      y es el sentimiento dichoso y provechoso de belleza
      para crear teniendo la certeza del entendimiento

      Quién puede reducir el cuento de cada experiencia
      vivida a conciencia y poder feliz escribirla y asistir
      a la biblioteca de la vida,que nos sintamos contentos
      de todos los cuentos que se relataron con eficencia
       no hay engaño aunque le agreguemos algo y fluir
       dejarse ir por la capacidad de expresar y confluir

      Quiero escribir hasta que me diga la vida morir
      que cada día sea este arte una forma de hacer parte
      de un mundo feliz que se expresa con  delicadeza
      para sentir que la vida tiene un sentido de grandeza
      sin competir, solo reconocer que es para cada querer
      sagrado que queda en este adorable y creativo papel

      ©Victoria Lucía Aristizábal Betancourt©

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HOY…

Publicado por amizadepoesia em Novembro 17, 2007

Siento que me quiero como nunca antes:
      simplemente siento que hoy me quiero.
      Si ayer me quise o mañana me querré:
      simplemente siento que hoy me quiero.
      Siento que hoy me quiero tanto, tanto,
      que gustosa acepto el juego del yoyó:
      unas veces subo, en otras me desplomo.
      Es mi vida un constante sube y baja.
      Sin embargo, hoy he roto la escalera,
      justamente cuando estaba arriba.
      ¿Será por eso que hoy me quiero tanto?

      ©SKORPIONA

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FLOCO DE NEVE

Publicado por amizadepoesia em Novembro 17, 2007

Vinha preso ao ar, aquele verso…
Alvo do meu encanto… me embevecia…
Alvo de claridade, ele descia…
solto…
preso ao ar…
sereno e leve…

Vinha muito suave, aquele verso
diáfano, contente ao sol, que refletia…
Luz, que pequenina resplandecia…
ao sabor do vento…
livre e breve…

Vinha, como surfando, aquele verso!
Livre, preso ao dom de melodia…
dançava na minha alma, em estesia,
ave…
solto ao ar…
no azul imerso…

Era assim, tão leve aquele verso,
que, planando n’alma, aconteceu…
Como no ar boiando… floco de neve…
doce…
manso pousou e…
derreteu.

Eme Paiva

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Eu te Prometo…

Publicado por amizadepoesia em Novembro 17, 2007

Te prometo despertar-te quando o sonho fugir

              e do céu rente ao chao fluam legiões de

              vagalumes curiosos
  Te prometo despertar-te  quando o

   aguaceiro estoure

  e o telhado metralhe

  um enxame de diminutos diamantes.

  Te prometo uma rosa no final desta noite

  uma festa improvisada numa explosão de cores

  uma guirlanda amarela e  um casulo decidido

  a soltar sua mariposa,

  te prometo una estrela fugaz

  com sua verdadeira historia.

  Prometo despertar-te quando o concerto

  de  pinheiros

  seja um grande ressonar de trinos

  e a claridade se aproprie de suas formas.

  Te prometo despertar-te  para buscar a fortuna

  capaz de salvar a lua

  que ameaçava estatelar-se na montanha.

  Te prometo uma rosa…

  Te prometo uma estrela fugaz

  que do sol virá nos

  despertar eu te prometo.

Augusto Blanca

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Eu Sou Aquela…

Publicado por amizadepoesia em Novembro 17, 2007

        Eu sou aquela…
            Aquela que você tanto ama,
            Que lhe põe louco em chamas!
            Quem você deseja e chama…
            
            Eu sou aquela cuja voz lhe arrepia…
            Sua alegria, seu luxo, seu caso sério…
            Seu segredo guardado a sete chaves,
            Seu mais ardente e gostoso mistério…
            
            Sou a que nas madrugadas fala
            De amor, sonhos e vontades…
            A sua gata, a sua companheira…
            O vício que lhe traz felicidade…
            
            Eu sou aquela que canta na noite…
            Sua fera, sua menina apaixonada…
            Seu céu azul, sua vida, seu destino,
            Sou tanto… sou tudo e sou nada!…
            Mary Trujillo

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u e os jardins de Morfeu

Publicado por amizadepoesia em Novembro 17, 2007

tem coisas que não entendo
não entendo nada
não entendo coisa alguma
o que passa
passa
tem coisas que não entendo
não entendo nada
o que passa
passa

dentro da carne
feito um tumor
cresceu um deserto imenso
as aguas secaram
as flores murcharam
tem pessoas que não sonham
com medo dos pesadelos
esquecem de dividir o prazer do amor
para se contentar com a solidão

não faça da lembrança
uma roda de porquinhos da india
que ficam tontos e caem da mesa
culpar o destino é covardia
tudo o que se faz
se escreve no livro da eternidade
nossa história esta conectada a outra vida
o dna se repete infinitamente
nossos corações que batem juntos

tem coisas que não entendo
não entendo nada
não entendo coisa alguma
o que passa
passa
tem coisas que não entendo
não entendo nada
não entendo coisa alguma
o que passa
passa

carlos assis

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ENTRE AS FLORES TE AMEI…

Publicado por amizadepoesia em Novembro 17, 2007

Caminho entre os jardins,

      Deparo-me com as flores que me lembram você,

      As margaridas com seu toque simples como você,

      As rosas com seu perfume, a tulipa com sua elegância,

      A orquídea com sua beleza rara…

      Faço disto meu acalento.

      Entre as flores deito-me e em sonhos

      recordo-me de nossos instantes mágicos.

      

      Entre as flores, na areia da praia,

      em todos os cantos que exale o aroma do amor.

      Teu corpo aveludado como os copos de leite,

      Teus lábios macios como palmas,

      Teus olhos cheios de brilho e encanto como os gira-sóis,

      Ah quanta lembrança, quanto amor…

      Quanto de nós entre as flores.

      

      Que agora me trazem a recordação de nossos momentos,

      Que se fazem perpétuos em minha alma,

      Teu beijo, teu carinho sem pudor,

      onde só nós dois, distantes do mundo,

      amávamos loucamente.

      Entregando-nos, um ao outro, neste turbilhão de emoções.

      

      Agora, a tua procura ficam as flores e minha recordação de ti,

      de teu rosto doce, das palavras e juras de amor que me dissestes,

      (e hoje lança-me por vezes o desprezo).

      Ai vem a lembrança que as rosas tem espinhos e estes machucam,

      Mas, mesmo assim, continuo a te amar loucamente,

      Pois, em teus aranhões feitos pelos espinhos, entrego o meu beijo.

      E de ti, esperançoso, fico aguardando o mesmo.

      Poderá talvez demorar muito, mas eu te espero meu amor!

      Espero que voltes a ser para mim meu jardim do amor,

      minha flor rara, meu perfume mágico,

      enquanto isto, entre as flores sinto-te…

      

      Paulo Nunes Junior

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EL MUNDO NUESTRO

Publicado por amizadepoesia em Novembro 17, 2007

Tener respeto por los otros, es tenerlo por si,
      Ser humilde, honesto acatando palabra
      Será siempre un principio nunca el fin,
      Pues esa es la base sana que la tierra labra.

      Seremos coherentes de verdad en puño,
      Al buen senso no huiremos imprudentes,
      Es una forma de mostrarnos nuestro cuño
      Y a los demás no parecernos indiferentes.

      Una mentira dicha muchas veces torna vil raíz,
      Pero el Hombre no nació para la mentira,
      Apenas y tan sólo para en el mundo ser feliz.

      Que así sea, hoy, mañana y durante!
      Como no hay nunca llegada sin partida,
      Que ella aporte serena en escena edificante.

      Jorge Humberto

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Como vencer-te?

Publicado por amizadepoesia em Novembro 17, 2007

Tu passas entre os continentes,

tua marca é feita nas faces,

em traços profundos;

em alguns, tanto que chegam

a assustar quem te vê.

A tua forma sempre a mesma:

vem e derrota tua vítima,

 deixando um lastro de dor e tristeza…

Encara cada um de nós,

em nosso íntimo

 e diz o quanto preocupas com teu vizinho;

 com tuas roupas, ou com o supérfluo…

 Aqui estou a vencer-te

e dizer-te: tu és incapaz.

Tua força vem das trevas, do egoísmo,

 onde ninguém aprendeu a repartir;

tua maior aliada: a inconseqüência,

 que faz com que vítimas sejam colocadas

 a teu dispor, em dúzias,

sem pensamentos e sem planejamento.

Tu penetras em qualquer nação:

basta encontrar teu beco,

teu deserto, a ponte esquecida;

a calçada imunda, a viela escura…

Tua companhia: os roedores,

insetos, a sujeira, o mau cheiro…

Quem te usa: os falsos profetas.

 Os governantes sem ética

 fazem de ti bandeira;

 mas logo adiante te sustentam,

pois sem ti deixam de ter

instrumento de engano

de corações ingênuos…

Mas existem teus opositores:

poucos, mas persistentes,

a levar as tuas vítimas

o consolo e a dignidade,

o alimento, a palavra, a orientação…

 Os instrumentos estão disponíveis

para erradicar-te:

nos campos, na água,

na persistência, na escolha correta

dos governantes,

na caridade, na fraternidade…

A fonte maior de tudo: no amor !

Afinal, serás tu, FOME, 

um dia, enfim, vencida?

Continuo a fazer minha parte,

na esperança de que outros

façam o mesmo,

para que um dia  sejas

erradicada!

 

Paulo Nunes Junior

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Alguém Sabe se Existiu?

Publicado por amizadepoesia em Novembro 17, 2007

Num plano que se estampa,
          como um portal que se abriu
          um grande olho revê,
          num tempo que já partiu,
          uma singela estrada
          que leva à beira de um rio…

          Um rio de largas margens,
          num lugar de águas serenas
          de temperaturas amenas
          onde medram às centenas
          floradas de cores mil!

          Se aninha em galhos e ramas
          a passarada gentil
          e, após a cantilena,
          sai em grande revoada,
          por sobre o leito do rio…

          Por entre esta ramagem,
          o grande olho entreviu,
          aquele ser tão amado,
          por quem fora apaixonado
          e esse amor refletiu
          em seu coração agora…
          Mas, esse amor, onde mora?
          É real? Ele existiu?
          Então, entrevê a casa
          e sabe que foi ali,
          que esse amor aconteceu
          …A casa branca… miragem…
          e se pergunta: onde viu?
          Onde mora esta saudade
          de um tempo que não viveu,
          num lugar que nunca viu?

          Fica a pergunta no ar:
          Entrando por esse caminho
          nesse portal que se abriu,
          há alguém que possa explicar,
          onde fica aquela casa ?
          E, o ser amado, alguém viu?
          Em que tempo?
          Em que lugar?
          Alguém sabe se existiu?

Eme Paiva

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OLHOS DE CRISTAL

Publicado por amizadepoesia em Novembro 17, 2007

São teus olhos de cristal
o imã que me seduz
de uma forma cabal
enredado em tua luz

Quisera seres real
quem me dera, ai Jesus
São teus olhos de cristal
o imã que me seduz

Só me resta, afinal,
carregar a minha cruz
- teu amor no meu bornal-
e ao fim quem me conduz
São teus olhos de cristal

Jorge Linhaça

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