amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Arquivos para Novembro 18th, 2007

Prisioneiro do Amor

Publicado por amizadepoesia em Novembro 18, 2007

Um olhar, minha vida
      Para sempre eterno guia
      Versos e disfarces
      Uma poema e suas partes
      Assim, feito eu e você.

      Bossa nova toda hora
      Ta na rua, ou na escola
      Sou eu, visto em você

      Uma maneira assim…
      De chorar e então sorrir
      Pois desperto do meu sonho
      Acordo vou de encontro
      Para lhe fazer feliz

      Amor, ato sincero
      Faz deste sentimento algo belo
      Tornando-o marcante
      Vez por outra, tão sincero.

dos Santos

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Meu Coração.

Publicado por amizadepoesia em Novembro 18, 2007

Meu coração não promete pegadas no chão
Não esconde os dragões do passado
Não mente desta feita
Deixa as palavras escolherem o caminho

Meu coração quica na agua
Tão distante do mar
Tão longe do céu de novembro
Não tem nada de bom

Meu coração sonha
Vive num peito de aço
Vadio como um cachorro
E cheio de vaidade

Meu coração é um papel velho
Canta canções enamoradas
Longe das estradas e das bebidas
Mas um vinho faz bem

Meu coração se sente como uma moeda
De um cara e coroa
Que foi esquecida na grama
Depois de um briga de futebol

Meu coração tem o nome
De um garoto que procura
O rumo do infinito
E deixa a barba crescer

Meu coração tem gosto de pó
Bate gostoso
Nunca tem razão
Vai se embora e se perde

Meu coração…

Carlos Assis

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Ensaio 4

Publicado por amizadepoesia em Novembro 18, 2007

O poema faz-se
  A si mesmo
  Sem depender
  De nos
  Eleva-se
  Da profundidade
  Do ser
  Para ser
  De um salto
  Salta a cena
  Ao palco
  A página
  É
   Coisa única
                     Em si
  O poema
                É
  
  ABittar

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El Amor…Más allá de la comprensión

Publicado por amizadepoesia em Novembro 18, 2007

El amor es una energía tan inmensa
que huye a nuestra comprensión,
que está más allá de nuestra imaginación;
no hay como tener idéa de su concepción.

Dos personas distintas en la misma sinergía,
la empatía, la simpatía, la pasión
una atracción con toques de magia
que inhebria. Se pierde hasta la razón.

No es solamente la química de la preservación,
pero el amor que se genera en el corazón,
más que una unión.
Florece como el sol en verano.

El amor, mucho más allá de la razón,
que releva hasta el instinto de preservación
el amor que es entrega, el amor de acción,
un amor más allá de cualquier composición.

¿De donde viene esta energía como brebaje?
es tán divina tal sensación
que no hay término de comparación.
El amor brilla más que cualquier constelación.

En nuestra vana filosofía y comprensión
Solamente en una energía mayor
tendría explicación… en el manantial de todo Principio
Dios… del aquí al allá de la imaginación.

Joe’A

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EU e TU…

Publicado por amizadepoesia em Novembro 18, 2007

 Eu e tu…

      românticos passarinhos,

      vestimos as nossas penas,

      com as cores mais amenas,

      revestidas de carinhos.

      Nas tardes mais serenas,

      pousados nos azevinhos,

      observamos nossos ninhos,

      nos galhos das açucenas.

  Guida Linhares

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PENAS…

Publicado por amizadepoesia em Novembro 18, 2007

Tu e eu, dois passarinhos

      zelando pelos seus ninhos

      sem podermos juntar penas…

      Penas tuas, penas minhas

      penas grandes e pequenas

      dores, alegrias e  mágoas

      vão-se afogando sozinhas

      cada uma em suas águas…
 Carmo Vasconcelos

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Do Poema ao Amor

Publicado por amizadepoesia em Novembro 18, 2007

Amor,

      Dama tão pura

      Suave, insegura, feliz e imatura

      Que prende, não solta

      Possui e desposa

      

      Que fala de sentimentos

      Férteis, tão tenros

      Com prosas e juras

      Entre promessas, sinceras e curtas

      

      De um novo tempo

      Com beijos, carícias e desejos

      Intensos e constantes

      Alegres e marcantes

      

      Para uma esperança que não se cala

      Vem e fala a alma

      Preenchendo a tinta

      Momentos de uma vida.

dos Santos

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A VERDADE DE MINHA POESIA

Publicado por amizadepoesia em Novembro 18, 2007

Fantasma errante calcorreando terras,
      Sem destino marcado nem palavra sã,
      Vão mundo subindo, descendo serras,
      Sem nem sequer encontrar o amanhã.

      Sozinho, procurando meu são abrigo,
      Sem ter ninguém co quem conversar,
      Fico pensando se este não é castigo,
      Para quem a verdade a tenta nortear.

      Minha palavra directa sem castração,
      A muitos, sei-o bem, causa indignação,
      Mas antes isso que ser poeta omisso.

      Ostracismos e outras purgas dilectas,
      Querem-me fazer crer serem correctas,
      E eu mostro-lhes que não sou indeciso.

      Jorge Humberto

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Esta Velha Angústia

Publicado por amizadepoesia em Novembro 18, 2007

Esta velha angústia,
    Esta angústia que trago há séculos em mim,
    Transbordou da vasilha,
    Em lágrimas, em grandes imaginações,
    Em sonhos em estilo de pesadelo sem terror,
    Em grandes emoções súbitas sem sentido nenhum.
    Transbordou.
    Mal sei como conduzir-me na vida
    Com este mal-estar a fazer-me pregas na alma!
    Se ao menos endoidecesse deveras!
    Mas não: é este estar entre,
    Este quase,
    Este poder ser que…,
    Isto.
    Um internado num manicômio é, ao menos, alguém,
    Eu sou um internado num manicômio sem manicômio.
    Estou doido a frio,
    Estou lúcido e louco,
    Estou alheio a tudo e igual a todos:
    Estou dormindo desperto com sonhos que são loucura
    Porque não são sonhos.
    Estou assim…
    Pobre velha casa da minha infância perdida!
    Quem te diria que eu me desacolhesse tanto!
    Que é do teu menino? Está maluco.
    Que é de quem dormia sossegado sob o teu teto provinciano?
    Está maluco.
    Quem de quem fui? Está maluco. Hoje é quem eu sou.
    Se ao menos eu tivesse uma religião qualquer!
    Por exemplo, por aquele manipanso
    Que havia em casa, lá nessa, trazido de África.
    Era feiíssimo, era grotesco,
    Mas havia nele a divindade de tudo em que se crê.
    Se eu pudesse crer num manipanso qualquer -
    Júpiter, Jeová, a Humanidade -
    Qualquer serviria,
    Pois o que é tudo senão o que pensamos de tudo?
    Estala, coração de vidro pintado! 
 
Fernando Pessoa

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O ULTIMO ROMANTICO

Publicado por amizadepoesia em Novembro 18, 2007

O último,
      sei quem sou o último romantico
      sou aquele que quando
      da uma flor
      sem nada dizer
      sebe ver e compreende
      pela expressão de tua face
      e o tremor que existe
      em tua mao, se me amas….
      o último,
      oúltimo romántico
      de un mundo que até
      se emociona aover
      julgar duas pombas
      beijando-se na praça
      não lhes importando as pessoas
      que lhes pode machucar
      ao andar com tanta pressa
      porque se é a rosa uma rosa
      e o é desde o sempre
      eu devo mudar
      porque se o mar e o céu
      o sol e o vento
      nao mudam jamais……
      porque se o amor é o amor

      e o é desde o sempre
      eu devo mudar…
      porque se já sou tantas
      coisas que vamos mudando
      não muda o amor….

      o último
      eo último romantico
      de um mundo que até
      se emociona ao ver
      dos seres que se amam
      beijando-se na praça

      não importando-lhes as pessoas
      comofazemos agora
      como fazemos nós hoje
      armó com amor

Nicola di Bari

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PÉROLAS

Publicado por amizadepoesia em Novembro 18, 2007

Pérolas,
                  que cintilam nas noites,
                  frente ao universo
                  de uma tela luminosa,
                  que a todos conduz
                  numa suave sintonia.

Guida Linhares

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PÉROLAS

Publicado por amizadepoesia em Novembro 18, 2007

Vocês,são como gotas d´água
                  suspensas na madrugada.
                  Suas palavras e imagens
                  como pérolas encadeadas…

Henrique Ramalho

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