amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Arquivos para Novembro 26th, 2007

FONTE

Publicado por amizadepoesia em Novembro 26, 2007

Percorri estradas
cruzei tantas pontes…
Encontrei a luz sonhada,
seu olhar era a fonte!

Anna Peralva

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CARTA AO CORAÇÃO

Publicado por amizadepoesia em Novembro 26, 2007

Eu jamais te  condenarei,
      te criticarei,
      ou terei vergonha de tuas palavras.
      Sei que és uma criança querida de Deus, e Ele te guarda no meio de uma luz radiante e amorosa.
      Confio em ti, meu coração.
      Estou do teu lado, sempre pedirei bênçãos em minhas orações, sempre pedirei
      para que tu encontres a ajuda e apoio de que necessitas.
      Confio no teu amor, meu coração.
      Confio que irás dividir amor com quem merece ou necessita.

      Que meu caminho seja o teu caminho, e que caminhemos juntos em direção à  Deus.
      E te peço: Confia em mim.
      Saiba que te amo, e que procuro dar-te a liberdade necessária para que  continues batendo com alegria em meu peito.
      Farei tudo que estiver ao meu alcance para que jamais te sintas incomodado  com a minha presença à tua volta.

Paulo Coelho

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CANÇÃO DE GAROA

Publicado por amizadepoesia em Novembro 26, 2007

Em cima do meu telhado
            Pirulin luli lulin
            Um anjo todo molhado,
            Soluça no seu flautim.

            O relógio vai bater:
            As molas rangem sem fim
            O retrato na parede
            fica olhando para mim.

            E chove sem saber por quê…
            E tudo foi sempre assim!
            Parece que vou sofrer
            Pirulin lulin  lulin…

            Mario Quintana   
          

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Cai o sol

Publicado por amizadepoesia em Novembro 26, 2007

Cai o sol
  Cai à noite
  Sobe a estrela
  E a lua nua
  Empoleiram-se
  As galinhas
  Atravessam
  O galinheiro
  As baratas
  Volto para casa
  Lua canoa
  Navega no céu
  Reflete do mar
  O mar que meus pés
  Vem molhar
  Dá-me a sensação
  Que se quisesse
  Poderia com ele
  Levar-me
  Para o alto mar
  Mas, me deixa.
  Só na praia
  Perdido
  Em recordações
  De um tempo
  Que não volta mais
  ABittar

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Golaço!!!

Publicado por amizadepoesia em Novembro 26, 2007

Venha cá.
      Levanta deste sofá.
      Já!
      Venha dividir o meu banho.
      Não barganho!
      Brincamos de médico ou boneca?
      Tira logo esta cueca!
      Samba- canção só no cd.
      Larga o controle da TV,
      ele vive muito bem sem você!
      Pare de mudar de canal,
      seja mais carnal, sensual.

      Vamos em frente!
      Adentre.
      Quer a dança do ventre?
      Esqueça a partida do Mengo
      vem ser meu dengo.
      Eu sou Vasco
      sem esforço lhe tasco.
      Deixa sua rede sacudir.
      Esqueça os gols da rodada
      venha logo me acudir,
      que hoje eu estou danada.
      Larga a cerveja,
      coma doce
      do bombom sou a cereja.

      Droga de domingo,
      minha cartela vazia
      eu louca prá gritar Bingo!
      Não sou zona morta.
      Faz chover na minha horta.
      Venha para os meus braços…
      Marca agora seu golaço!

Rosa Pena

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Amor o desamor

Publicado por amizadepoesia em Novembro 26, 2007

Uno no sabe como ni cuando
      acontece el amor o el desamor
      viene de una manera que solamente se nota
      cuando llegó o acabó

      Uno viene con felicidad, otro con dolor
      la felicidad de quien recibe o
      el dolor de quien se despide
      uno que cariño dá, otro que nada recibe

      El amor viene como un capullo abriendose
      el desamor viene como una flor marchitandose
      El amor tiene un jandín perfumado
      el desamor tiene olor a desencanto

      Como podemos después de tanto amar, desamar
      como podemos enamorarnos
      y después ni cenizas sobrar
      instantes que a veces no queremos ni recordar.

      o el dolor lacinante de quien es desamado
      sin saber quien se equivocó, quien fué el culpable
      o las súplicas no atendidas, humillandose
      con las lágrimas de añoranza en el pecho quemando

      La Alegría en el pecho de quien ama
      sintiendo cuerpo y alma acariciados
      Una cosita que vino de la nada y creció tanto
      sin sentir, fué plantado, cultivada y floreció

      Cuantas veces puede pasar que seamos
      amados o desamados, nunca lo sabremos
      Un buen camino para ser siempre amado es el cariño
      Con atención y respeto… o para siempre, como queremos.
      Joe’A

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Amo em seu olhar

Publicado por amizadepoesia em Novembro 26, 2007

Amo em seu olhar essas pupilas tão sérias
                   nostálgicas,sedutoras de tudo que fitam
                   espalham lampejos de luz e encantam
                   que entram em minh’alma e ali ficam…
                   pupilas pensativas sempre a espelhar
                   paisagens misteriosas no olhar,
                   há nelas a tênue sombra da saudade
                   dos tempos e amores bem vividos,
                   lembranças singelas a  se guardar
                   como tesouros muito bem escondidos,
                   amo em seu olhar essa côr tão linda
                   marcada como um presente da natureza
                   côr de um céu azul,quase turquesa…!*

                                                      N.Marilda

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AMAR E SER AMADO

Publicado por amizadepoesia em Novembro 26, 2007

Amar e ter amor, é uma grande doação,
      E anda a compasso, do gentio coração.
      Nada há que possa ser dado como certo,
      Que todos sabemos que futuro é incerto.

      E quando se ama e o amor é verdadeiro,
      Certeza será então tê-lo por companheiro.
      A cada dia uma novidade para se partilhar,
      Que ambos os amantes quererão escutar.

      O futuro constrói-se hoje, como demanda,
      Pois é certo e sabido que o dia comanda,
      O que fazer no agora e a vida se agiganta.

      E tudo é feito de pequeninas coisas então,
      É pois aí que entra o famigerado coração,
      Bem entendido ele sorri, mais ainda canta.

      Jorge Humberto

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O Menino da Sua Mãe

Publicado por amizadepoesia em Novembro 26, 2007

No plaino abandonado
Que a morna brisa aquece,
De balas traspassado
– Duas, de lado a lado –,
Jaz morto, e arrefece.

Raia-lhe a farda o sangue.
De braços estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os céus perdidos.

Tão jovem! que jovem era!
(Agora que idade tem?)
Filho único, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
“O menino da sua mãe”.

Caiu-lhe da algibeira
A cigarreira breve.
Dera-lhe a mãe. Está inteira
E boa a cigarreira.
Ele é que já não serve.

De outra algibeira, alada
Ponta a roçar o solo,
A brancura embainhada
De um lenço…
Deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.

Lá longe, em casa, há a prece;
“Que volte cedo, e bem!”
(Malhas que o Império tece!)
Jaz morto, e apodrece,
O menino da sua mãe.

Fernando Pessoa   

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No Voy Apagar

Publicado por amizadepoesia em Novembro 26, 2007

Deixo acesa a luz.
                                Ela não sacia minha sede
                                do toque dos seus lábios
                                nem do seu perfume
                                fator maior dos meus queixumes.

                                Apenas me faz menos carente
                                do seu corpo ausente.

                                As sombras que ela produz
                                faz com que eu invente
                                você presente.
                                 

                                Rosa Pena

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AS FRANGAS ESTÃO SOLTAS

Publicado por amizadepoesia em Novembro 26, 2007

Em terra em que manda galinha

            galo não tem voz ativa

            Vira fera qualquer franguinha

            caminhando em comitiva

            E na dança do galinheiro

            é um chute e uma risada

            galo velho no terreiro

            só aquele que não diz nada

            E na dança das penosas

            vai o povo aplaudindo

            as galináceas formosas

            e ao seu show assitindo.

            Mas as galinhas tem destino

            sejam brancas ou amarelas

            depois de tantos desatinos

            acabam mesmo é na panela.
          
Jorge Linhaça

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NÓIS SI CUMPRÉTA

Publicado por amizadepoesia em Novembro 26, 2007

Vosmicê tá ca razão,
      nóis si cumpréta qui só
      goiabada i requejão,
      xamêgu bãum cum forró,
      mistura di arrôiz cum fêjão
      i cárdu di mocotó.

      Num sei pruquê nóis si afasta,
      si nóis si ama di fé,
      nóis nunca diz qui abasta
      quantu mais bêja máis qué,
      é amô qui num si gasta,
      nóis briga, ele finca o pé.

      Vem pra cá, ô meu beinzim,
      qui é pra nóis fazê as páiz,
      sem lunjura, beim pertim,
      é u mió qui nóis dois fáiz.
      Qui sodádi dus bêjim!
      Nóis juntu é baum dimais!

Lêda Mello

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OCÊ COMPLETA EU

Publicado por amizadepoesia em Novembro 26, 2007

 Si eu ti gosta e tu me gosta
      num sei pruquê tanta mazela
      nóis si gosta qui si inrosca
      semo qui nem cinema e pipoca
      mai vivemo amassanu a panela

      Vem aqui, minha frôzinha
      deixemu di tanta disavença
      parecemu dois galo na rinha
      mais eu sô teu e tu é minha
      acertemos as diferença.

      No fundo nois se compreta
      veja só que  louca ironia
      nois juntinho é uma festa
      separado nenhum presta
      sofremo di noite e de dia

      Intão chega aqui bem pertim
      que a lonjura só nos faiz már
      abre us braço, num faiz ansim,
      eu cuido d’ocê, cê cuida di mim
      é só nois dexà us ôtro pra lá.
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 Jorge Linhaça

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