Arquivos para Novembro 30th, 2007
Publicado por amizadepoesia em Novembro 30, 2007
Os homens estão esquecendo do amor !
Amor ao próximo, aos animais, à natureza !
Tenho medo desta falta de amor,
que está aumentando à cada dia
a solidão, o egoísmo, o desamor…
Tenho medo da maldade, violência…
causadas pela falta de respeito e amor,
crescendo a vaidade , falta de humildade!
Tenho medo dos desonestos, corrúptos…
que fazem discursos bonitos
e iludem, enganam, trapaceiam…
Tenho medo da falta de Deus na vida do homem !
Tânia Sueli Oliveira
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 30, 2007
Se nós viemos à vida para lutar
Por causas humanas e justas
Não devemos esmorecer
Estendo minhas mãos aos céus
E me entrego à luta para vencer!
Dói-me a dor dos meus semelhantes
Que sofrem sem nada poder fazer
Lágrimas dos meus olhos escorrem
Ao saber que inocentes e até mesmo crianças
Do outro lado do mundo fenecem
Sem que as autoridades
Desejem saber os porquês!
Até quando Pai nossos olhos nossas almas
Nossas mentes suportarão a tristeza que não vemos
Mas sabemos ser real e nos arrasam a alma e o coração…!
Oh como é imensa a maldade de homens poderosos
Que imperam e têm o mundo em suas mãos
Sem se importarem ao ver corpos sem vida
Tombados ao chão!
O que mais tais víboras desejam
Se elas mesmas violentam o universo
Para defender a insignificância de suas terras
E do ouro que lhes chega às mãos…!
Iracema Zanetti
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 30, 2007
La vida es una incógnita.
Trato de llevarla, y no desistir,
de ser fuerte y perseverar.
Y te caés y te volvés a parar.
Y vuelta a empezar…
Al final jamás sabrás
si lo que hiciste
o dejaste de hacer
estuvo bien o mal…
Si arrasó con tus sueños
o un agujero te dejó
no te da explicación.
Ya fue, ya pasó.
Y como en una calesita
levantarte, caer,
y volver a empezar.
¿Sabrá que hay momentos
qué me llego a cansar?
Y el miedo se instala
nublándome el alma
Me pongo a pensar:
¿habrá noche y alba?
Vivi
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 30, 2007
Minha boca está seca,
Meus olhos embaçados pelas lágrimas da procura,
Minha voz rouca de gritar por voce.
Onde estás?
Apareça, abraça-me,
Abra seu coração,
Me deixa entrar.
Cibele de Cassia Monteiro
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 30, 2007
Devo ter medo de não ter coragem para:
enfrentar os desafios da vida,
andar de cabeça erguida,
olhar as desgraças dos meus
irmãos e não tomar atitudes para ajudá-los…
Devo ter medo de não ter amor por mim mesma
e por meus irmãos…
Devo ter medo de esquecer que sou responsável
por tudo que me acontece,
e não ter medo de mudar muito do que ainda vai me acontecer!
Devo ter medo de não aprender a amar como devo amar,
a vida,meus irmãos, a natureza e a Deus sobre todas as coisas!
Medo pouco é saudável, medo muito é doença perigosa.
Acima de tudo está a minha fé em Deus e com ela a certeza
de que nada tenho a temer.
Neuzita
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 30, 2007
Meu maior medo,
que me afligia a alma,
era o medo de magoar,
medo de errar…
Quando isso acontecia,
uma culpa insana se apoderava de mim…
Um dia descobri que isso não era medo,
era orgulho…
E foi assumindo meus erros,
aceitando-os,
que algo em mim fluiu.
E uma alegria quase infantil
tomou conta da minha alma.
Libertei-me do orgulho…
Descobri que a possibilidade de errar,
não me tira a chance de ser feliz.
Assumi-me ainda aprendiz…
A cada erro, uma lição…
E se eu errar de novo,
nada ainda é definitivo,
posso corrigir-me.
Tenho agora a humildade
de aceitar-me.
E, viver sem medo, aceitando meus erros,
é viver nas pequenas coisas
instantes a mais de felicidade!
Fátima Moreira
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 30, 2007
Paulo, tens razão em temer
O medo também me acomete
Agora, que não mais tenho
A alma criança e ingênua
Eu vejo e receio
Como tu…
Tenho medos!
Eu contemplo a dor estampada
Nos olhos de tanta gente!
Eu lamento a desesperança
Que paira embaralhada
No medo de cada rosto inocente
No silêncio…
Eu tremo!
Eu vejo tanta coisa errada
Na vida, seguindo impune
Que às vezes me sinto enganada
Lutando uma luta inglória
Com medo do medo iminente
Em resposta…
Eu amo!
Pois a cada dia, eu insisto
E enfrento essa vida arriscada
Encontrando conforto somente
No amor que ainda invisto
Porque Ele também me ampara
Como tu…
Eu creio!
Flori Jane
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 30, 2007
Da vontade,
Da coragem,
Da alegria,
Da dor,
Da verdade,
Do amor?
O medo nada mais é do que esconder dentro da alma a sua propria essência, o que se tem de mais puro e verdadeiro.Ponha pra fora, seja voce, a criação mais perfeita deste grande universo.Tudo é perfeito aos olhos de Deus, Ele é o autor da sua vida, mas só voce pode realmente manter essa criação tão divina.Medo?Não?Vontade , Coragem e Fé, amigas inseparáveis para sua própria felicidade.
Cibele de Cassia Monteiro
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 30, 2007
Sonha a fada em repouso,
sonha cores de arco-íris,
voar leve e solta pelos ares
senhora plena dos seus sentires.
Repousa a fada no cogumelo
a paz a acolhe nos braços,
o sol no horizonte, amarelo,
a tarde quente, o mormaço.
Sonha, fada, repousa a mente,
o corpo descansa da labuta,
o sol, ora, já se faz poente,
desfruta dos sonhos, desfruta.
Entre as estrelas, teu brilho,
a viajar alto no firmamento,
há de te iluminar o caminho,
viajante nas ondas do vento.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 30, 2007
Sabe o que é amar
no corpo da mulher amada
saboreando as delicias do corpo
com a emoção do amor da sua alma
uma conspiração, uma trama
que foge a razão
inexplicavelmente, fora da compreensão
acima da imaginação
no resplendor do paraíso
a imortalidade, a perpetuação
momentos alem de qualquer tempo
excedendo todas dimensões
onde a emoção envolve o firmamento
sensações na imensidão das constelações
num universo somente nosso
onde pulsam todas as estrelas
preenchendo plenamente os vazios
incorporando todo espaço cósmico
anos luz fora da realidade
onde somente existe uma verdade
Nosso amor,nosso amar,
no espectro de todas vibrações
alem de todas dimensões
onde não se conta o tempo
onde o espaço se ilumina
O universo gravita, graciosamente
Nas nossas maviosas vibrações
Iluminando , perpetuando o Amor
Sob a benção do Criador
Joe’A
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 30, 2007
Recebo a linda rosa,
alegrando o coração.
Vejo que é formosa,
símbolo da perfeição.
Teu carinho se espelha
num presente perfeito.
Em muito se assemelha
ao querer que espreito.
Em sonhos de ocasião,
abro a porta devagar,
cedo espaço à ilusão.
Logo começo a divagar.
A rosa que tu me deste,
amorosamente perfumada,
até pode ser um teste,
p`ra me ver apaixonada.
Guida Linhares
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 30, 2007
As rosas que recebi
eram, simplesmente, amor
Em suas pétalas desenhei
os sonhos que você mandou
A estrada que caminhastes,
longa, distância que nos aparta;
Ficou tão curta …e por ela, quando chegastes,
reconhecí a alegria, reconhecí o amor
Pensei que jamais sentisse
tamanha emoção, em forma de flor
Recebí, trêmula de emoção, e,
revigoradas com as lágrimas de minha alegria
refloreceram e permaneceram com todo o frescor,
como se acabessem de ser colhidas..
Lindas…viçosas…como o renascer de um grande amor
Maria Luiza Bonini
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 30, 2007
As rosas que eu te ofertei
não eram apenas flor…
Eram sonhos que sonhei
sonhando com teu amor
Tantas léguas caminhei
mas tu não deste valor
As rosas que eu te ofertei,
não eram apenas flor…
O que pensaste não sei,
talvez sentisses temor,
meu coração t’entreguei;
mas murcharam no andor:
As rosas que eu te ofertei.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 30, 2007
O amor é como um caracol
arrastando-se sobre uma flor
com seus olhos esticados ao sol
Um frio na alma, que gera calor
Caminhando lento e constante
sem a pressa de logo chegar
é rocha esculpida, bastante,
pelo açoite das ondas do mar
Ganha forma em mil cinzeladas:
-primeiro tira a camada mais grossa-
e ao decorrer dessa empreitada,
paciente, as formas são expostas.
Mas se a obra é abandonada,
por impaciência do escultor,
finda-se o amor, não resta nada,
senão saudade, angústia e dor.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Novembro 30, 2007
Os beijos que não te dei
são suplícios de saudade
são desejos e vontades
dos lábios que não terei
Os beijos que não te dei
são súplicas ao tempo
são desejos e alento
do amor que esperei
Os beijos que não trocamos,
-secura no céu da boca-
são uma saudade louca
do amor que esperamos
-ansiedades e planos-
que, à alma, não me poupa
Jorge Linhaça
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