amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Arquivo para Janeiro 3rd, 2008

VENHA…

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008

Venha

      Rápido

      Sem pensar

      Sem avisar

      Invadindo

      Meu mundo

      Meu pensamento

      Minha alma

      Meu corpo

      

      Tomando-me

      Amando-me

      Dominando-me

      

      Sem perguntas

      Sem porquês

      Sem dilemas

      

      Só vivendo

      O momento

      O agora

      O amor

      A paixão

      E o prazer.

Sandra Mamede

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SI DIOS EXISTIESE

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008

Si, Dios, existiese, no dejaria suceder
            Lo que se pasa en Africa y en otros países
            Con criaturas escuálidas sin tener que comer,
            En cuanto otras, se pasean, bien felices.

            Claro que Dios só lo es pretexto para hacerse lo Que al Hombre apetece, sin directrices
            O conceptos porque la Biblia viene-a decirle
            Que la guerra es justa, madre de todas las raíces.

            Evidentemente, que la ceguera del Hombre,
            Es la culpable de todo, lo que mal va por aquí
            Mas culpables, las iglecias, que todo pueden.

            Y que es esto de oraciones, sino paganismo,
            Todo tiene un principio, sólo no se ve el fin,
            Y que es todo este desventurado servilismo.

            Jorge Humberto

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SEJAMOS PRUDENTES

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008

Há que criar boas bases, sustentação,
                  Pra não se cair na mais doce tentação
                  E sermos firmes e rectos ante a oferta
                  Que mil sonhos ávidos a nós desperta

                  E temos de ser fortes e dizermos não,
                  Ao que o passante, nos põe, em mão,
                  Como aqui uma qualquer descoberta,
                  Deixando-nos, sempre, a porta aberta

                  Este não é um mundo inocente, dúctil,
                  Onde possamos caminhar, friamente,
                  Mundo entregue ao que for mais subtil

                  Breves sejam, ante que é consagrado,
                  Pois ele é traiçoeiro e muito prudente,
                  Não se importando com o desgraçado.

                  Jorge Humberto

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Suba Alto

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008

Não lhe fira a calúnia.
Viva de modo que ninguém possa acreditar no caluniador.

*

Não se atrase, em face da perturbação.
Siga seu caminho, atendendo aos objetivos superiores
da vida, porque os perturbadores são inumeráveis.

*
Não lhe doa a acusação indébita.
Você pode realizar muitos planos valiosos,
em contraposição aos acusadores gratuítos.

*
Não se incomode pela desconfiança descabida.
Em qualquer lugar, você pode empregar a boa consciência
no serviço honesto.

*
Não desanime, em razão da crítica.
Se a censura é serviço cabível a qualquer um,
a realização elevada é obra de poucos.

*
Não se aborreça em virtude de pareceres desfavoráveis.
Se você permanecer consagrado ao bem,
a aprovação da própria consciência prepondera
acima de qualquer opinião por mais respeitável.

André Luiz / Francisco Cândido Xavier

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POR LA CALLE DEL AMOR A CAMINAR

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008

Por la calle del amor a caminar,
      Dos corazones contagiantes a soñar,
      Con el mas profundo sentimiento que existe,
      es el amor sublime que no tienne límites.
      Entrelazados en intensa profusión,
      Ellos consiguen mostarnos  con rectitud.
      Que lo importante también, es nunca desistir
      Pues, todo vence y el Amor irá a fluir!!!

      Fernandinha

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PARA UMA BOA EDUCAÇÃO

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008

Para que uma boa educação possa haver,
                  Antes os nossos filhos, devemos proteger,
                  Contra os encantos das drogas, do vinho,
                  Para que eles não percorram, vil caminho.

                  Em casa quer nas escolas, mui há a fazer,
                  Começando por ensiná-los, a se precaver,
                  Daquele sorrateiro e insidioso mau vizinho
                  Caminhando bem vestido sempre sozinho.

                  E devemos ensiná-los, que a droga é suja,
                  Que contém matéria adulterada e viciosa,
                  Contendo barbitúricos, que rendem a cuja.

                  E para combater tudo isto, há que se falar
                  Abertamente, co as crianças, a venenosa
                  Só espera um desvio, para poder lá entrar.

                  Jorge Humberto

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Nunca é tarde para uma lágrima

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008

Não quero estragar o clima da noite
Enquanto fogos festivos explodem
E casais se abraçam em felicidade incontida
Remendo uma palavra na outra
Cantando um poema amordaçado

Não importa o que aconteça
Nem a espera do dia do amanhã
Isto nunca aborrece a vontade da caneta
Vivendo na loucura das letras
Separando sonhos de tempestades

O céu se ilumina
Brilhos multicoloridos
Fantasmas dão pequenos sustos
Por imposição dos sentidos
Fecham os olhos de vidro dos espantalhos

A cortina valsa no vento
Como se possuisse um coração de criança
Não existe nada mais revelador
Na vida de um homem
Que seu amor por uma mulher!

Carlos Assis

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MIGALHAS TAMBÉM SÃO PÃO?…

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008

Queques, bolos e bolachas

pão de ló, milho, carcaças

esfanicados em migalhas

dão-se aos pombos no Rossio

 

Eles gostam, mas eu não! .

 

Corações, mimos, afectos

beijos e abraços dilectos

esfanicados em migalhas

doam-se aos tolos sem brio

 

Eles gostam, mas eu não! .

 

Queques, bolos e bolachas

Corações, mimos, afectos

pão de ló, milho, carcaças

beijos e abraços dilectos

 

Esfanicados em migalhas?…

A mim… Não sabem a pão!

Carmo Vasconcelos

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MAS QUE VANAS PALABRAS

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008

 Mis palabras nudas lleva-as lo viento,
      Llevan sonrisas y también un lamento
      Por no ser leídas con mucha atención,
      Por todos los que ciñen en su corazón

      La apetencia, en aprender con aliento,
      Lo que les voy a decir de veras sediento
      De pasar, la palabra útil, sin coacción,
      Llevando de mi toda la contemplación.

      Quien lea y relea mi poesía cuidará
      De  cultivar en la tierra, mas bien fértil,
      A si y a los otros de prisa aprenderá

      A tratar, como fertilizante flor nacida,
      Y todo lo que era cosa ruda e infértil,
      Será por vosotros, lectores, ahora inducida.

      Jorge Humberto

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Lágrimas são cobertor

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008

Quando penso em você
Nuvens fecham o céu
A lua se esconde
E na televisão passam filmes policiais

Ponho uma música
Deito no tapete para relaxar
Escrevo um pouco
Depois raptado adormeço

Erro após erro
Palavra após palavra
Noite após noite
Dor após dor

Mergulho no mundo do silêncio
Das sombras sem esperança
Adormeço escondendo a face
Fruto arrancado da árvore

Lágrimas são cobertor
Nada mais preciso dizer
Sonhos não envelhecem
Cavalgam planaltos e desertos

Na perfeição ou mesmo imperfeito
Limpo ou completamente sujo
O favo de mel
É sempre doce

Carlos Assis

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Flor do Prazer

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008

Olhos semicerrados…molhados
      labios viçosos desabrochados
      na respiração o cheiro de desejo
      pele macia..vibrante ..caliente…

      seios arfantes…coração palpitante
      no corpo mais que desejado
      ao toque…estremece…a face enrubesce
      os seio enrijesse….a entrega acontece….

      em um abraço a paixão incendeia
      beijo de intimidade…volupia
      de corpos a desnudar as necessidades do amar
      mãos que passeiam , por curvas…ondulaçoes e vales
      caricias em macia intimidade umidecida
      onde converge a força invasiva
      da divina realização…união..
      preliminares de corpos que se afagam

      maos que investem ..alisam sonhos
      afetos em  forma de labios…
      prazeres em cheiros, visoes..sussuros..contatos
      e sabores…nectar….mel que  borbulha…colhidos…

      mel embriagante….cheiro enebriante…
      tesão alucinante….prazeres em toques…
      em sorver o mel…secreçoes dissolvidas
      a uniao conquistada…invadida..permitida..

      corpos arfantes…ondulantes..
      sentimentos..sensações estremecentes..
      ritimadas e crescentes
      no corpo, nas partes…em dança estonteante

      calor candente… estufa de magia..
      semente a  germinar…
      broto do extase  desabrochando a flor do prazer..
      nectar do amor a regar

      Joe’A

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ESTE ESTAR SIN TI

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008

Este estar solitario, este estar sin ti,
      Dejame tan absorto como nunca vi
      En ninguno; y, si mi poesía fluye, 
      Es porque, a si misma, ella se concluye.

      Y considera tan naturalmente de si para si,
      Que yo, soy un mero espectro, aquí.
      Espectador atento de todo lo que influí,
      Y en letras y conspicuidad, se diluye. 

      Si porque aquí la riqueza ya tendió,
      Por tu iniciativa, ocupar, en manos,
      Estes versos, que, se comprometió,

      Serán Suyos, jamás míos. Disconforme,
      Insano compadecer, lleno de nos,
      Así, pues entonces, que se conforme.

      Jorge Humberto

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Achados e Perdidos

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008

Dentro de mim
Tem algo podre
Algo fedido
Meio morto
Não vivo

Dentro de mim
Tem algo inominado
Algo sem substância
Inexplicável
E impossível

Dentro de mim
Tem algo vazio
Algo não reciclável
Não reclamado
Virtual

Dentro de mim
Tem algo do reino da alucinação
Algo sem convicção
Com rosto de interrogação
Uma premonição

Dentro de mim
Tem algo divino
Algo de outro mundo
Metafísico
Metafórico

Carlos Assis

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JARDINEIRO DE ILUSÕES

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008

No jardim dos mais belos sonhos,

      ele buscou plantar lindas rosas,

      cuidando com todo desvelo e carinho,

      para florescerem na primavera do amor.

      Cresciam vigorosas coroando os canteiros

      da glória infinita que a natureza dispõe,

      para amenizar o peso do cotidiano,

      daqueles que as buscam na contemplação.

      Houveram momentos de enlevado deleite.

      Os dedos acariciavam as pétalas acetinadas,

       e o doce perfume inebriava as entranhas.

      Desabrochavam-se os corações apaixonados.

      Porém, numa quente tarde de outono,

      escurecido o céu com pesadas nuvens,

      a chuva veio com força descomunal,

      despedaçando as rosas sem piedade.

      Em desespero, o jardineiro de ilusões

      correu por entre as flores sem acreditar,

      que todo o seu trabalho fora destruído,

      pela própria natureza, em sua fúria.

      Encharcado pela chuva e pelas lágrimas,

      quedou-se cansado no meio das flores.

      Recolheu uma rosa e a aproximou de si,

      percebendo nela, uma lágrima rubra.

      Neste momento de profunda emoção,

      relembrou a sua trajetória amorosa.

      Quantas vezes chorou escondido,

      tal qual a rosa, por sentir-se perdido.

      A chuva que inundou a sua alma,

      no princípio trouxe tristes lágrimas,

      mas depois as vibrantes cores do arco-íris,

      inundaram sua vida de novas esperanças.

      Assim é a vida, somos nós e a natureza.

      Surpreendentes, inquietos e passionais,

      atuando em ciclos que se alternam,

      tendo como alvo a sonhada harmonia.

Guida Linhares

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A INVEJA E A INTRIGA

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008

Vivem a inveja e a intriga
      de falar e de  invenções
      Há quem a ambas bendiga
      e que a sua senda siga
      por gostar de adulações.

      Há quem se sinta no céu
      ao saber de ” primeira mão”
      palavras cobertas de fel
      a fazer  de alguém novo réu
      e  causando a separação.

      Há quem insista em persista
      em mentir e em ocultar
      mostrando a capa da revista
      mas escondendo das vistas
      aonde se quer chegar.

      São, a intriga e a inveja,
      dois imãs  de grande atração
      criam os fatos e as pejas
      fazem muitos andar às cegas
      sob a luz da adulação.

      Que alicerça a sua vida
      sobre tais pilares, entretanto,
      tal como fere , será ferida,
      e ainda que hoje seja querida
      se afogará no próprio pranto.

Jorge Linhaça

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