amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Arquivo para Janeiro 11th, 2008

NÃO ESQUECEREI…

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 11, 2008

Das tuas mãos conheci o carinho

        no reacender de um novo tempo.

        Do teu olhar em chama ardente,

        jorrou lume de sentimentos.

        

        Meu coração era canto cigano

        e o acolheste no porto-peito.

        Intensos e plenos foram os anos

        onde fiz morada em teu leito.

        

        Meu corpo no teu, foi magia!

        Minha’alma sedenta à peregrinar,

        por fim, despediu-se da invernia.

        

        Esquecer-te amor, jamais poderia!

        Seria eu, sono sem o acordar,

        pois o sonho perderia a alquimia!

Anna Peralva

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Não se esqueça de mim

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 11, 2008

Onde voce estiver,

        nao se esqueça de mim

        Quando voce sonhar,

        nao se esqueça de mim

        Quando voce fantasiar,

        nao se esqueça de mim

        Quando voce passear,

        nao se esqueça de mim

        Quando voce trabalhar,

        nao se esqueça de mim

        Quando saudade sentir,

        não esqueça de mim

        Quando voce triste ficar,

        não se esqueça de mim

        Quando voce chorar,

        não se esqueça de mim

        Em qualquer instante,

        não se esqueça de mim,

        porque em todos meus momentos

        não me esqueço de ti…

        te amo…

        Joe’A

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INSPIRAÇÃO?…

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 11, 2008

Hoje, depois da merenda
sem halo de inspiração
dei-me de pena na mão
querendo fazer um poema

Medito…
Fazer um poema a quê?
Se tudo já foi dito…
As estrelas, o luar
as ondas, o céu, o mar
tudo já
magistralmente descrito!

Ao amor - o velho mito?…
Será que nele acredito…
Aos velhos e às crianças
que nos estendem a mão?…
Para esses não há poema
que valha um naco de pão!

Fazer um poema a quê?
À terra onde nasci?…
Se o que me dói é o Mundo
lonjuras que inda não vi!

Hoje
meu vazio só sente o nada!

Insisto!
Fazer um poema a quê?
À beleza, à fealdade,
à velhice, à mocidade,
à dor que tomba chorada?…
Essas
puídas de tão descritas
moídas de tão cantadas
já se dão por interditas!

Hoje não! Não há poema!
Nem sequer ao abandono
a que me votam as musas…

Solto lágrimas reclusas
cerro os dentes, bato a porta
só pra me dar a certeza
de que ainda não estou morta!

***
Carminho

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REVISITANDO-TE

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 11, 2008

Faltaria aqui muito, para te descrever
                  Com rectidão, sincronia, indisfarçável
                  Leveza, que é todo este teu lindo ser,
                  Que a ninguém priva de incontestável

                  Soberania, que, conquistado merecer,
                  Fez para com os outros ser decifrável
                  Douta companhia, que gostaria de ter
                  Só o mais bonito, augusto e estimável

                  Como peça rara de porcelana emana,
                  De ti, qual riqueza, desta nossa Terra,
                  E o melhor a levar por toda a semana

                  E não há maldade em ti, puro absinto,
                  Choras um soldado caído pela guerra,
                  Como se dele fosse teu, o último grito.

                  Jorge Humberto

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Saudades sem queixa!

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 11, 2008

As lembranças andam
      me rodeando
      me recordando cada lindo
      momento, evento
      importante que aconteceu
      numa certa hora de ternura…
      Hoje, ficou bem longe,
      perdida no passado,mas que
      pelos anos,não foram
      destruídos
      nem esquecidos.
      Estou andando e fotografando o arquivo
      da minha memória,
      passeando,trazendo de
      volta a nossa estória.
      As vezes, surpreendo
      você no espaço, suave
      como a brisa leve do mar.
      Me surpreendo navegando
      sem bússola,
      sem direção
      sem orientação…
      vago,buscando você,
      por lugares onde sempre
      passamos,
      lugares onde trocamos
      juras de amor,
      você me beijando
      sorrateiramente…
      eu me esquivando pelas
      esquinas…sentia medo
      de alguém nos
      surpreender…
      Bobagem!
      Fizemos amor em tantos
      lugares malucos
      se alguém nos viu
      ficou foi com inveja
      da nossa paixão…
      Paixão não é estrela
      mas cintila nos olhos
      dos apaixonados.
      Arneyde T. Marcheschi

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Tu és…

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 11, 2008

Tu és a força que domina o coração dos justos,

      Tu és fonte límpida de cura,

      Tu és o remédio dos humilhados,

      Tu és o acalento dos esquecidos,

      Tu és a visão dos cegos,

      Tu és maior que os oceanos,

      Tu és mais forte que os terremotos,

      Tu és o vencedor de todas as guerras,

      Tu és a chave da alegria,

      Tu és mais quente que o astro rei sol,

      Tu és o companheiro dos justos,

      Tu és o caminho dos sábios,

      Tu és canto dos pássaros mais raros,

      Tu és mais… entre os jardins a flor mais bela,

      Tu és o pai da vida,

      Tu és a compreensão para a morte,

      Tu és a pena que os poetas usam na escrita,

      Tu és irmão da caridade,

      Tu és o gêmeo do perdão,

      Tu és meu sangue, a ti aceitei, na esperança que um dia o mundo seja belo sem a violência e a dor…

      

      Tu és o Amor!!!

      

      

      PAULO NUNES JUNIOR

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Seu sim

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 11, 2008

E no momento que voce me disse sim
                  eu não coube em mim
                  com voce a meu lado , a lhe sentir
                  nao mais anseios, não mais receios
                  de não mais a ter para mim,
                  Saudades recompensadas
                  de um tempo que parecia sem fim
                  e agora, com voce a me abraçar, aqui
                  que gostosa felicidade
                  que massageia meu coração
                  pois os beijos do passado
                  são os beijos de hoje desejados
                  o prazer que me deu no ontem
                  são os desejos do hoje
                  tão calidamente ofertados por voce
                  e os desejos, os querer, o prazer
                   a paixão de hoje
                  é o amor do agora
                   é o amor do amanhã

                  o amor do eternamente você

                  Joe’A

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Para sempre…

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 11, 2008

A eternidade é o dia de hoje,
a hora de realizar, seja o que for, é agora,
não dá para prever o futuro, que pode nem chegar, por isso, viva livre de amarras,
esqueça qualquer tipo de preconceito,
viva o presente como presente mesmo,
que chega a cada manhã, com seu nome escrito, com laço de fita e papel bonito.

E já que o tempo é curto para tantos sonhos;
se for amar, ame intensamente,
se for se divertir, ria até chorar,
se for trabalhar, aplique-se até realizar,
se for para ser pai, seja o melhor companheiro,
e se for para ser mãe, seja doce e protetora,
se for para ser amigo, seja irmão,
se for para ajudar, estenda a mão,
e se for para ser feliz, insista mais um pouco,
felicidade sempre vale a pena…

E já que a vida e breve, se é para deixar marcas, seja uma marca das melhores, quase invisível, e de tanto amor pela vida e pelas pessoas, seja você uma pessoa especial,  seja INESQUECÍVEL!
Paulo Roberto Gaefke

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“A vida é um aprendizado…

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 11, 2008

A vida é um aprendizado…
      Cair e levantar…
      É recomeçar a viver…
      Descobrir novos caminhos…
      Aprender coisas que não nos demos conta
      na primeira lição”
      Mary Trujillo

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VOCÊ NÃO CHEGOU

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 11, 2008

Deitado em minha cama te espero,
      meu corpo suado, molhado , desesperado
      por ti ansiava…
      e você não chegava…

      Levantei-me , andei sem parar,
      buscando minha ansiedade acalmar.
      Que nada , você não chegava,
      e meu desespero não parava de aumentar.

      Tentei lhe ligar
       lhe chamar, telefonar…..
      confesso que cheguei mesmo a gritar …
      de súbito comecei a chorar…
      e você não chegava ……

      Em minha mente um filme passava,
      e eu em todas cenas com você estava,
      em todos os momentos te acompanhava,
      mas ….você não chegava.

      Muito pelo contrário…..me descartava,
      e nem me ligava.
      Confuso, indefinido e indeciso,
      me mostrava submisso…
      e sobre sua imagem ..
      de novo implorava,
      e você seguia somente sua viagem…
      não voltava.

      E eu ……ficava só…
      na garganta um nó,
      porque você não chegou
      …e nunca mais voltou.
      ALTAIR MAGNO

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A noite

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 11, 2008

A noite
  Já virou madrugada
  Sei que há essa hora
  Você não está acordada
  Mesmo assim
  Ao acordar
  O meu e-mail
  Você encontrará
  Dizendo
  Que passei
  A madrugada
  Pensando em você
  Escrevendo
  Pra você
  E você
  É bem capaz
  De nem ler
  Deletar
  Sem nem ao menos abrir
  Sem nem ao menos
  Saber quem mandou
  Perderei meu tempo
  Ficando acordado
  Pensando
  No que lhe dizer
  Pra lhe convencer
  O quanto amo você
  ABittar

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RODEIO DO CORAÇÃO

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 11, 2008

Sou cow-boy! Neste rodeio
      quero domar teu coração
      agüentando teus corcoveios
      e às vezes beijando o chão.

      Ouço as vaias e os aplausos
      da galera, nas tentativas.
      Prá contar, eu tenho mil causos
      viajando co’a comitiva

      Eu vou de cidade em cidade,
      onde estiveres inscrita.
      encilhado pela vontade

      o sol brilhando nas vistas,
      pois um cow-boy de verdade,
      não desiste de sua conquista.

Jorge Linhaça

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DOCE MELODIA

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 11, 2008

És, tu, a minha melodia suave,
em notas de amor escrita,
no universo és minha nave,
rumo à estrela onde habitas.

Teu sorriso de pérolas nacaradas
inebria minh’alma, de mel.
Teus olhos, jóias lapidadas,
me fazem sentir em pleno céu.

Sonho-te nas madrugadas
embalado numa sinfonia
de notas suaves, tocadas
em liras de amor, com maestria.

Teus cabelos, raios iluminados:
- em doirados fios de sedução -
emolduram teu rosto delicado,
aumentando em mim a paixão.

Teus lábios macios, delicados,
me chamam para um longo beijo,
anseio por estar ao teu lado
e saciarmos os nosso desejos.

Jorge Linhaça

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Meus Meninos

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 11, 2008

Henrique

  Ninguém falava em  arma
  muito menos em calibre.
  Dançávamos coladinho
 bebíamos  cuba-libre.
*

Edu

O fusca incrementado
Rod Star ligado.
Pneu alargado,
era todo rebaixado.
*

Augusto

Ouvíamos  rock,
 a moda era paquerar.
Dar tábua era o choque,
nem se  falava em ” ficar”.
*

 Eu  adolescente,
o primeiro beijo
um selinho somente
De tão proibido,
jamais será esquecido.
*

Tuninho

Meninos de  jaquetas,
 ferozes na  cor preta,
faziam  mil piruetas
não paravam em sinal
esnobavam na  lambreta.
Virou meu ponto final.
*

Rosa Pena

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DIAMANTES NÃO SE MOLDAM

Publicado por amizadepoesia em Janeiro 11, 2008

 Diamantes não se moldam, lapidam-se, limpam-se suas arestas, dá-se polimento, mantendo-se as suas características mais preciosas.

      Os verdadeiros diamantes não são formatados ao bel prazer do  mestre joalheiro, pelo contrário; é a maestria deste que faz com que perceba a forma final da pedra com a qual trabalha.

      De um diamante, retiram-se os excessos, respeitando o núcleo da gema preciosa que se tem nas mãos. A forma já é pré-existente, é apenas estimulada a surgir em sua plena beleza.

      Ao contrário de um vaso de barro, os diamantes não admitem ser moldados ao bel prazer do artista, afinando ou engrossando as suas paredes, acinturando ou dilatando o seu bojo.

      O diamante já existe por si, não é fruto da manipulação de uma matéria prima disforme.

      A argila, nas mãos de um brilhante oleiro, ganha formas magistrais; nas mãos de um artista, ganha cores e desenhos intrigantes, quando o barro é cozido, vitrificado, envernizado, etc, criam-se verdadeiras obras de arte de imensa beleza ou singeleza funcional.

      O valor do vaso é fruto da perícia do artista, de sua habilidade em tornar a matéria prima bruta em um objeto de valor agregado.

      Os diamantes, ao contrário,  já tem seu valor por si mesmos, independem das mãos do artista para que tal valor exista. O que o artista faz é simplesmente extrair do diamante o melhor  de si, tornando-o mais brilhante, polindo suas arestas, lapidando-o e incrustando-o em jóias delicadamente trabalhadas para receber a pedra preciosa.

      Se, da argila, faz-se ao mesmo tempo vasos de fina porcelana ou rústicos e funcionais tijolos ou blocos, ou ainda, apenas se abandona num canto a matéria prima, até que se encontre utilidade para ela; dos diamantes não saem senão diamantes. Ninguém deixa um diamante descansando num canto,… antes se valoriza a pedra bruta que se tem nas mãos, trabalha-se sobre ela até extrair o máximo que sua beleza pode oferecer.

      Vasos, por maior que seja seu valor e beleza, quebram-se, descascam-se, lascam-se, perdem a cor e o brilho…diamantes jamais se partem. Diamantes são eternos!

      Podem ter seu brilho embotado pela poeira do tempo, as jóias onde estão incrustados podem partir-se, mas o diamante sobrevive, sua essência persiste.

      Os seres humanos, em sua magnífica diversidade, são blocos de argila ou diamantes brutos. Reconhecer o que se tem nas mãos é tarefa que só pode ser plenamente desempenhada  por quem tenha em si a capacidade de ver  com olhos atentos.

      Quando nos falta a sensibilidade e a perícia para perceber a diferença entre um e outro, muitas vezes procuramos pegar um diamante e tentar moldá-lo às nossas exigências. Ora, como um diamante não se molda dessa maneira, com essa facilidade, acabamos por confundí-lo com um pedaço de argila impuro, e o descartamos como algo de pouco valor.

      Pessoas manipuladoras, via de regra, preferem trabalhar com argila, `a qual, com algum esforço, tornam úteis aos seus objetivos mais imediatos, moldando-a à seu bel prazer.

      Já o mestre joalheiros, acostumados a compreender que a beleza vem de dentro para fora, precisando apenas ser desvendada, não tem pressa em seu labor, e não se importam se o diamante trabalhado, ficará ou não em suas mãos, o seu propósito, do mestre, é fazer brilhar a jóia, sua satisfação é a de realizar um trabalho bem feito, sabe que o fruto de sua dedicação não repousa nas vantagens imediatas que seu trabalho possa oferecer, e sim no brilho próprio da gema que passou por suas mãos.

      Diamantes ou argila, oleiros ou mestres joalheiros, opções de papéis que podemos exercer em nossas vidas.

      Quando assumimos o nosso papel, e deixamos de lado as opiniões, nem sempre isentas de interesse, de outras pessoas, passamos a caminhar pelo nosso próprio caminho, com o coração leve e sereno, livre dos falsos sorrisos e do peso de abrir mão de nossa felicidade para agregar os aplausos do mundo ou parte dele.

      Nem sempre é fácil a caminhada, mormente diante de opções que nos façam escolher entre fazer parte dos vasos expostos em uma galeria, reproduzindo o que todos fazem, ser mais um entre outros tantos, recebendo o aplauso comedido dos iguais, ou preservar conosco os diamantes que a vida nos oferece, vez por outra, em sua forma bruta e que desistimos de lapidar, às primeiras dificuldades, ou por que não nos sentimos capazes de tal tarefa, ou por que não percebemos seu valor, ou ainda por que nos importamos demais com as aparências e com que os outros possam achar de nossa insistência.

      Oleiros há muitos, não é preciso muito para se fazer tijolos, um pouco mais para se esculpir o barro. Mestres joalheiros são mais raros, mais especializados, assim como os diamantes são mais raros do que a argila.

      Deus não põe diamantes nas mãos de oleiros para que sejam lapidados, se um diamante te cair nas mãos, saibas que tens a capacidade de lapidá-lo.

      Não trate diamantes como argila! Saiba ver o seu brilho escondido; aprenda com ele, e por certo, ao mesmo tempo que lapidas a pedra, tua própria alma sofrerá as transformações necessárias para o teu próprio crescimento.

      Mas, se desprezas o diamante, e a riqueza da experiência, preferindo ser barro ou oleiro, pode ser que , nunca mais, tenhas um diamante em tuas mãos.

      Já, a argila…

Jorge Linhaça

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