Arquivo para Janeiro 17th, 2008
Publicado por amizadepoesia em Janeiro 17, 2008
Quando precisares de mim, chama pelo meu nome,
Que eu virei de seguida, para te confortar e ouvir-te.
Me dirás de tuas razões, antes que o medo te tome,
Prometo amparar-te e nunca por nunca, desiludir-te.
Escutar-te-ei e não deixarei que nada nos incomode,
Apenas rogo e no silêncio secreto irei então pedir-te,
Que aquele teu sonho, tão rebelde, não se conforme
Com o juízo dos homens, quando tentam diminuir-te.
Seremos uma, a mesma pessoa, o poeta sem algoz,
E tu a minha Musa encantada, que a todos só cativa
E faz com que este mundo pareça tudo menos atroz.
Muitas alegrias viveremos juntos, neste amor só tão
Nosso, és aquela que, querendo ou não, me motiva
A ser quem sou, bom homem, de um único coração.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 17, 2008
Cuando tu construyes en tu corazón
un cuento de hadas
como un castillo encantado
y de repente ves que todo se derrumba
qué desconsuelo y decepción nos dá
los temblores son como los sismos de la desilusión
parece que la vida desaparece
y empieza a fluir el amor perdido de tu pecho
tantos recuerdos de lo construído
deseos y esperanzas insistiendo que no se pueden diluir
tanta dolor, vacío del que no queremos salir
tanta pasión, tanto amor perdido fluye
y en la mente pesadillas ,que no aceptan que esa verdad existe
y las torturas de esa realidad
como nos enredamos en engaños ,y lo permitimos ..
a costa de los benefícios que fueron solo momentos
sueños y realidades de instantes
imaginados en los momentos de pasión
Tontos y vanos enganos
Atracción , situaciones que fueron confundidos con pasión
Eludido por momentos , por interes o solamente admiración
Por falsos oros o vidros que cristales parecian
apariencias de brillantes diamantes
pero en esencia sin sustancia
Soamente cuentos fantasiosos contados al corazón
en los pasos y contrapasos de la ilusión..
Volviendo a una realidad …esa “sensación de desilusión”
Joe’A
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 17, 2008
Ontem sonhei que sonhava
e em meu sonho voce me amava
quando despertei sonhei que me falava
e sonhei que ja nao sonhava
Estranho sonho!!! sonhar que me amava
quando na realidade ja nao era nada
mas quando sonhei, sonhei que nao ia
sonhei que era um sonho
e sonhava esperançoso
de que algum dia, nao em sonhos
regressarias do nada
sonhei por fim que despertava
e quando olhei para o céu
eu vi que ali me esperavas
e o amor por fim triunfava
sonhei…por fim despertei
somente hoje por fim desperto
mas… voce segue sendo
o mais lindo dos meus sonhos
Marlen
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 17, 2008
Hay una extraña nostalgia, cuando, contigo
No estoy; desaprendí a estar a sólas conmigo,
Mi cuerpo no rige, a extraños impulsos,
Que yo me siento el peor, de todos los intrusos.
Y eres el sustento mío, que me deja tranquilo,
Las cuerdas de algún exuberante, sutil violín
Que aquí tocase, mil tonos, a otros escusos;
Sonándonos indefinidamente a sonidos profusos.
Viniste para quedar y serás la dócil mujer mía;
Todo el orgullo del mundo, está conmigo, por ti,
Diciéndome que tu no eres aquí una cualquiera.
Si son apenas versos, estas mis palabras,
He de decirlas hasta el resto de mis días, distinto fin;
Que pueden ser todo en la vida, menos esclavas.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 17, 2008
Voce é meu sonho real
te conheci, e nos temos apenas no virtual
mas um sentimento que brotou, floresceu
desabrochou em flor sensual
de puro amor espiritual
sentimento gostoso, sem igual
e a cada dia que passa,
esse sentimento cresce, amadurece
na alma , que nao tem medidas
nem de tempo nem espaço
sonho real sedimentado
amadurecido para ser materializado
amor virtual?. nao!!!
amor conectado por um meio virtual
em principio..porque hoje..
ja dominou minha aura espiritual
que brilha, rescende
iluminada por voce
na mesma vibração
como um só coração
o nosso coração
Joe’A
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 17, 2008
Cruzei as fronteiras da insanidade
Buscando em teus braços amantes
Saciar os desejos da carne. Vaidade!…
Ebulição de sentires vigorantes…
Não menos intenso foi o querer, d’alma
Que aspirou satisfação. Enganos!
No que acreditava poder ter….
Pelos quais padece o coração!…
Não houve comunhão, propriedade,
Inerente a qualquer verdade…
O tempo dita as regras, se faz tarde!
Sonho que desintegrou na apatia!…
Em vestes púrpuras, vitima vadia,
A flor do amor jaz em pedra fria…
Carmen Cristal
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 17, 2008
Cavalguei um cometa no céu
cacei estrelas com rede de borboletas
seu brilho fugaz se extinguiu.
o silêncio se fez presente
gritando ao vento, minha solidão.
O som do piano e das harpas
imaginados no meu pensamento
trazem suaves melodias do passado.
Flautas se unem à sinfonia…
e uma estrela volta a brilhar!
Pisca ao longe, inatingível…
soberana no escuro do espaço.
estendo meu braço para afagá-la,
ilusão de ótica, entre minhas mãos.
Quem me dera sentir seu calor,
banhar-me na sanga de sua luz,
num último brilho de esperança.
Mas o tempo e o vento
- matreiros e cumpliciados-
afastam de mim a melodia doce…
Ao longe, a estrela explode
em chuva de rubras pétalas,
banhando-me nas flores,
silenciosas e frias, da solidão.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 17, 2008
Sentei-me numa nuvem, acendi uma estrela
Sorri. e os olhos da Lua pestanejaram
no rosto solitário da noite.
Escutei o silêncio do luar.
violinos e cítaras da alma entoaram
cânticos enfeitiçados de galáxias longínquas…
Ternuras entrelaçadas.sonhos suspensos
num tempo perdido sem memória.
Ainda vislumbro nos interstícios do vento
fragmentos sublimes da nossa história…
Sinfonia de versos coloridos que um dia declamaste
no palco de tantas quimeras imaginadas…
Sinto até a poesia perfumada de lírios e magnólias
que semeaste no jardim secreto dos meus pensamentos.
Os meus passos querem seguir os teus…mas em vão!
Apago a estrela da esperança.apago o sol da Lua.
Escorrem agora pétalas amargas de silêncio
nas pálpebras sombrias da madrugada.
Vagueio assim sem ti pelos horizontes azuis do Tempo
esperando que a Primavera dos teus versos
se aninhe de novo nas minhas mãos mansas de vento.
Fanny
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 17, 2008
Andar com fé
é saber que cada dia é um recomeço,
é ter certeza que os milagres acontecem
e que os sonhos podem se realizar.
Andar com fé
é saber que temos asas invisíveis,
é fazer pedidos a estrelas cadentes
e abrir as mãos para o céu.
Andar com fé é olhar sem temor
as portas do desconhecido,
ter a inocência dos olhos da criança,
a lealdade do cão,
a beleza da mão estendida
para dar e receber.
Andar com fé
é usar a força e a coragem
que habitam dentro de nós
quando tudo parece acabado.
Andar com fé
é saber que temos tudo a nosso favor,
é compartilhar as bênçãos multiplicadas,
é saber que sempre seremos surpreendidos
com presentes do Universo,
é a certeza de que o melhor sempre acontece
e que tudo aquilo que almejamos
está totalmente ao nosso alcance.
Basta só Andar com Fé
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 17, 2008
Pela vida a fora,
vivemos todo tipo de sentimento,
carregamos na alma
dores e alegrias de momentos passados,
mas de tudo,
quão dolorida é a separação
da carne de nossa carne!…
Filhos que vão, filhos para quem
chegou o momento
de irem ao encontro de seus destinos…
Ah! que dor malvada
e como nos sentimos perdidas
diante daquele olhar,
que tem o medo e a esperança
gravados com coragem!…
No momento,
apenas, abraçamos aquele pedaço de nós,
desejosas de que logo retornem
e, mesmo que a vontade é que fiquem,
deixamos ir…
O desespero nos dilacera o coração,
nos faz a alma agonizar…
Mas ficamos firmes como rochas,
precisamos ser coragem em dobro,
por nós e por eles…
Ser mãe é isso,
abrir mão da tranquilidade,
para ver seus amados
irem para o mundo, com determinação
e, assim, crescerem e voltarem vitoriosos…
Ficar em oração, cientes de serem esses
os desígnios de Deus…
Com a força da alma desejar:
- Vai filho, encontra teu caminho!…
Recompensa?
o beijo da chegada.
Carmen Ortiz Cristal
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 17, 2008
Na mais indecorosa subsistência, sem nome
Nem identidade, selectivas ruas desta cidade,
É que o pobre andrajoso vai matando a fome
Sem nem sequer saber mais, qual sua idade.
De alguém foram filhos, doutros seu cognome,
Mas a vida madrasta, que bem cedo os invade,
Não lhes deixou riquezas, tão pouco pronome,
Para todos nós, não passam de uma raridade.
É vê-los nas lixeiras, procurando o que comer,
Empurrando carrinhos, cheiinhos de papelão,
Para vender, a um facínora sedento.qualquer.
E é com as míseras moedas, no bolso puído,
Que eles vão comprar a deleitosa côdea de pão,
Sem se ouvir desta gente, um único gemido.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 17, 2008
Quando o coração está encantado
com as nuances que a vida empresta..
pouca coisa se precisa para ser feliz.
O bom dia alegre do maridão, ao nos acolher com o café quentinho, aromatizando a cozinha.
O filhão que se apronta para a faculdade,
com sua roupa branquíssima e nos dizendo…mãe já vou indo…
E nosso coração pedindo a Deus que o proteja e a nossa fala dizendo….boa aula, meu filho…
Ah…tem o perfume da rosa branca que desabrochou
no nosso jardim, logo cedo.
E por conta da novela “Amas Gêmeas”, nosso amado diz: eis a minha rosa luna.
E lá no fundo sabemos de antemão que somos a sua rosa luna, há tantos anos, que até achamos graça.
E vem a hora do almoço e da cozinha saem mil aromas, originados por várias mãos, que pilotam fogão e panelas, onde são adicionadas muitas pitadas de amor.
E depois, vem as obrigações de fora, cada um toma um rumo diferente, pra depois todo mundo se encontrar.
Então chega a noitinha e com ela o abraço da filha e o sorriso do neto abrindo os braçinhos
e correndo ao nosso encontro.
Ah…delicia, por ele abrimos mão do recreio da net, e depois que ele se vai, leva junto os últimos lampejos do nosso gás…pois ele é energia pura e requer atividade, brincadeira, colo….então encostamos no sofá, ao lado do maridão, assistimos um pouco de televisão, até que a persiana do olhar se feche, para abrir a janela dos sonhos.
E a net…bem há de chegar um momento em que as saudades batem forte, e então delicadamente tocamos a campainha na casa da amizade, entrando pela porta do coração.
O que precisopara ser feliz?
Só isso…e precisa mais???
Guida Linhares
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 17, 2008
Nosso enderêço perdido na eternidade,
dispersado no éter entre nuvens e névoas,
nos manteve afastados todo este tempo,
talvez quem sabe, por um capricho do destino.
Vivemos os amores e paixões isolados,
nossos caminhos ainda não se cruzaram,
nem um olhar, nem um simples esbarrão,
que fizesse o atraente contato, o imã sutil.
Continuamos vagando sózinhos em busca
de encontrar tantas respostas que inquietam
o fundo da nossa alma, sentindo-se incompleta
pela falta do amor que une corpo e alma num só.
Talvez quem sabe ainda não seja neste tempo,
que nos encontraremos, partilhando momentos
de risos cascateantes e sonhos compartilhados.
Talves nossas almas habitem moradas paralelas.
Guida Linhares
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 17, 2008
Oh lágrimas que sulcais o meu rosto!
Sois a ilusão que morreu e regressa.
Vosso sulco fende a pele da alma
mostrando o Amor eterno.
Oh lágrimas que sulcais o meu rosto!
Lava a minha alma dos dissabores,
que eu não guarde dele o desgosto
que tenta se alojar em meus interiores.
Ah! Amor que cedo partiu de perto de mim.
Sois a ilusão que morreu e regressa.
Faze de meus dias e noites um jardim
do amor correspondido sem tanta pressa.
Entremeadas às palavras sem calma
as lágrimas surjem em límpida cascata.
Vosso sulco fende a pele da alma,
revelado o Amor que enfim se desata.
E este se aquecerá nos cumes,
aos primeiros raios do sol terno,
derretendo a neve dos queixumes,
mostrando o Amor eterno.
Guida Linhares
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 17, 2008
Fluem cristalinas de mundos distantes.
Descem leves de nevadas cumes.
Pendem de mágicos ocasos
como chuva de ouro.
Oh lágrimas que sulcais o meu rosto!
Sois a ilusão que morreu e regressa.
Vosso sulco fende a pele da alma
mostrando o Amor eterno.
J. Martín
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