Arquivo para Fevereiro 28th, 2008
Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 28, 2008
A sensação de estar solto no ar…
Numa asa delta a flutuar…
Sentir-se como os pássaros,
em plena liberdade,
desfrutando a felicidade
de dividir com eles o espaço,
recebendo de Deus um terno abraço…
O velho sonho de Ícaro realizar,
solto no espaço, podendo tudo observar,
e, melhor ainda, fotografar…
Coisa de gente louca…
Mas louca por viver…
Viver a vida intensamente,
voando, simplesmente…
Marcial Salaverry
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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 28, 2008
Às vezes eu me busco e não me encontro,
Meu rosto é só um quadro…sem moldura;
Se olho no espelho, eu me confronto
Com teu olha repleto de ternura.
E nessa tão sublime entorpecência
De um êxtase feliz que me embriaga,
O amor passa a fluir, sem resistência,
No sonho mais feliz que o afaga.
Às vezes eu me sinto tão sozinho,
Buscando um vôo sutil de passarinho
No céu… e o meu vôo… sem direção
Me faz sobrevoar o teu carinho,
Mas quando vou pousar, só tenho um ninho:
O abismo do meu próprio coração
Luiz Poeta
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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 28, 2008
Tive vontade de voar…
e voei muito alto,
elevei minha figura ao vento…
conversei com os pássaros,
recostei-me numa suave
nuvem de algodão…
passei perto de um avião,
desde uma janela
alguém saudou…
eu com asas de anjo
ou pássaro, os céus percorri,
visitei cidades, mares e rios
desde o alto o mundo foi meu
a gente pequenina parecia
mas ninguem percebia…
será que apenas eu elevei
meu pensamento e…
foi minha imaginação?..
Rosenna
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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 28, 2008
Solte a imaginação
Pode viajar, voar
Ir a qualquer lugar
Ao seu lado estarei
A sua mão segurar
Para nada de mal lhe atacar
Talvez seus olhos não verei
Mas seus sentimentos ver-me-ão
E lhe indicarão onde estarão
O sentido e o alimento para sua criação
Viaje tranqüila serei sua armadura
Tentarei sua temperatura amenizar
E tudo que desejar
Encontrar colher poder pegar
Sentir, viver, sonhar
Extravasar, apertar e livre usar
E dessa viagem poder voltar
Plena, feliz para outras realizar
Lúcio Reis
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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 28, 2008
Como gostaria de me tornar um ser alado
Asas enfeitadas com o brilho das estrelas
Pintadas com o verde claro do mar…
E com você alçar vôo ao limites do cosmo,
Sem amarras, pensamentos livres, coração leve…
Fazer ecoar meu contido canto,
Receber a energia do amor maior,
Sem culpas, sem pecados…
Colher os arpejos angelicais,
E com a maestria de sua energia
Bailar lépida e infinitamente…
Com suas mãos fortes e amorosas conduzindo-me,
E seus braços seguros enlaçando meu corpo suavemente,
Levando-me ao cume do amor…
E nesse compasso tecido com tramas de energias supremas
Lavar minha alma de menina perdida,
Resgatando a felicidade de dias plenos e felizes,
Gravando-os no espaço,
Tornando-s eternos…
Nara Pamplona
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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 28, 2008
Vou fazer uma grande viagem
Talvez minha maior aventura
Vou voar nesta imensidão espacial
Livre, sem qualquer armadura,
Vou me lançar verdadeira
Para colher do Universo
Alimento pro meus versos…
Vou ver o dia nascendo
e o sol se escondendo…
Vou ver a chuva caindo
no orvalho, nos mares, no fundo de mim
lavando pecados, limpando enfim…
Voando vou por vales mais lindos
vales de um verde esmeralda,
cruzando o céu mais azul,
deixando minha vida encantada…
Sentindo o vento suave em meu rosto
Massageado meu corpo…
A Chuva com gotas cristalinas
ajuda a apagar meu excessivo fogo…
Vou ver a noite dormindo
Sonhando com o seu amanhã…
A doce lua surgindo
cruzando o horizonte
mostrando caminhos…
Para transpor as barreiras
que separam os amantes…
Vou passear entre as estrelas
roubando um pouco do seu brilho,
E bem longe, na terra dos felizes
Meu amor, lindo, livre, ligeiro,
Espera-me todo faceiro,
Para o amor eternizar…
Penhah Castro
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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 28, 2008
És tu, sereia encantada,
o sonho de amor que me abduz.
És encanto, em cantos e acalantos;
és a sensualidade à luz do luar.
És o devaneio de noites passadas;
és no presente o peso da cruz.
És a gota salgada do meu pranto,
és a distância entre mim e o mar.
És meus sonhos e desvarios,
a insanidade que me condena.
És miragem guardada nas retinas,
és como arco-íris que não se pode tocar.
Por ti, sereia, naufraguei meus navios,
fu chamado louco, à boca pequena.
toquei minha flauta nas marinas,
na esperança vã de te encontrar.
Sereia encantada, onde estás?
Em que rochedos te escondeste?
Nas locas ou grutas distantes…
teu canto suave não mais a cantar.
Quem me dera ser eu ainda capaz,
de entender os sinais, percebesse,
o lugar correto, aquele instante,
de poder teu corpo, no meu, tomar.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 28, 2008
Eu bebo em sua boca
O gosto de tudo
Eu mato em seu corpo
A sede que eu tenho
Nesse beijo eu tomo
De todos os vinhos
Mistura perfeita
Dos nossos carinhos
O ar que eu respiro
No céu se mistura
Da boca ofegante
Que a minha procura
Eu bebo nas fontes
De tantas delícias
Me perco em seus montes
Jardins e carícias
Quando eu provo do seu beijo
Eu me perco no sabor
Da pureza dessas fontes
Da beleza desse amor
Nesse campo farto e fértil
Eu desfruto do melhor
Tudo é puro na beleza desse amor
Na árvore plena
Nosso amor conhece
O gosto da fruta
Que a vida oferece
Nós somos a festa
E a dose atrevida
Brindemos agora
O amor e a vida
Quando eu provo do seu beijo
Me confundo no sabor
Da pureza dessas fontes
Da beleza desse amor
Nesse campo farto e fértil
Eu desfruto do melhor
Da pureza dessas fontes
Na beleza desse amor
Quando eu provo do seu beijo
Eu me perco no sabor
Da pureza dessas fontes
Na beleza desse amor
Nesse campo farto e fértil
Eu desfruto do melhor
Na pureza dessas fontes
Na beleza desse amor
Quando eu provo do seu beijo
Me confundo no sabor
Da pureza dessas fontes
Na beleza desse amor
Nesse campo farto e fértil
Eu desfruto do melhor
Tudo é puro na beleza
Na beleza desse amor
Roberto Carlos
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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 28, 2008
Que amor é este nosso?
Que amor e este, me diz?
Sorrimos… choramos tanto…
Raiva, ciúme e desejo até a raiz…
Solidão, saudade, tanta coisa igual,
Tantas diferenças… paz… desavença…
Beijos e brigas, calmaria e vendaval…
Que amor é este, louco e sem crença?
Roupas jogadas, carinhos promessas..
Amor quase ódio, um ódio cheio de amor…
Horas de brigas, seu gemido arrastado…
Um grito no silêncio, êxtase… torpor…
Que amor insólito é este me diz ?
Que me deixa falando sozinha…
Que culpa e elogia, mata, cura…
Me faz bandida, súdita e rainha?!…
Que amor cruel é o nosso?
Que caminho obscuro nos aguarda?
Somos não sendo, sendo somos nada…
Vai então… desembainha sua espada….
Mas antes… deixa aqui sua marca …
Seu odor, sua carícia, aquela que envenena…
Que atiça… embriaga, enlouquece e apazigua,
Sutil e potente arma que me prostra e condena…
Mary Trujillo
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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 28, 2008
Por onde andas?
Em que lugar te escondes?
Por que mostrar a todos
em letras, minhas poesias
Se as mostrei tão secretamente a tí?
Por que buscar emoções
diferentes em desconhecidos
se teu coração já me deu tanto…
e teu coração é que importa!
Por que deixá-la sem rumo
se és destinatário dela
mesmo quando finjo que não…
da primeira até a última!?
Olho fixo no imponderável
querendo ser verdadeira…
mas, sinto-me nua!
Caminho tardes de chuva
meu peito, teu apoio…
meu braço, teu amparo…
Teu abandono…
minha esperança!
E numa busca incontrolável
sempre te amando
o teu amor continuo buscando!!
Por onde andas?
Ciducha
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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 28, 2008
Nestas areias da praia tempo,
o mar apagou as minhas pegadas,
que lá haviam ficado marcadas,
qual uma trilha de meus sentimentos.
Minhas pegadas, assim apagadas,
qual fossem nuvens dispersas no vento,
levaram, junto com elas, momentos…
Cruzes fincadas à beira da estrada!
Dos meus rastros, n’areia moldados
restaram fragmentos de digitais,
nos grãos d’areia, pois, eternizados
Que a maré da saudade nos traz
como sussurros d’um tênue passado
que a memória não esquece jamais
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 28, 2008
É tanto sofrimento por estar aqui
por essa situação, distante de ti
Condenado por não mais aceitar viver assim
isto precisa acabar, chegar a um fim
Será que é pecado amar?
Um teste para minha decisão?
Por um novo recomeçar
junto a quem amo de paixão?
Me submeto a qualquer provação
não ficar sujeito a nenhuma condição
dar um fim a esta tortura
um balsamo para meu coração
Meu Deus, me ajuda,
me concede perdão
me permita qualquer redenção
não exija mais da minha alma
Que somente quer viver
se entregar a essa paixão
Cultivar esse amor
que floresce no meu coração
Joe’A
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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 28, 2008
Na noite escura
vejo as estrelas brilhando
e sinto saudades…
Saudades de um tempo
que passou,
tempo feliz, alegre,
sem nostalgias,sem dores
tempo cheio de amores,
dias enoslarados
cheios de cores.
Hoje, volto no tempo
percebo certas mudanças,
certas nuances brancas,
paginas amareladas,
encardidas, cheias de vinco.
São fragmentos do ontem
perdidos no tempo,
que escorregam pelo chão,
apertando meu coração.
O regresso, a volta
ainda que tardia
se faz necessária,
não enrrolo, arregaço
as mangas, desato os nós,
estou pronta…
livre do desembaraço
da teia que prendi ao coração.
Me sinto livre…
Posso voar, alcançar
as estrelas e dançar.
Me sinto leve, contente,
sinto vontade de cantar.
A alegria voltou com o sol,
deixou a escuridão
sepultada em meio as traças
que teimavam em habitar
em mim, em meu corpo ,
em minha vida.
Hoje sou nuven, voo
lépida e faceira,
não olho mais para tras.
Sorrio aos pássaros,
dou boa noite a lua,
voltei, demarco meu espaço
vim para ficar, e não mais
sofrer , nem chorar.
Sou a aurora que surge
iluminando o horizonte,
estou inteira, sem sequelas
minha vida é uma grande
aquarela,a tingir meus dias
e noites com a cor da
serenidade e da felicidade.
Arneyde T. Marcheschi
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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 28, 2008
Quis ver a noite, antes de deitar-me
pois se podia ve-la, logo recordava
queria ver seu rosto antes de dormir
mas era impossivel, nao estavas ali.
Quiça somente habites em meus silencios
talvez somente existas, em meus doces sonhos
sonhos de um passado, sonhos de um ontem.
¡Dios quanto daria,por volverte aver!
Deus, quanto daria para voltar a te ver!
Para roçar seus labios, sentir sua pele,
para sentir de novo suas mãos em meu ser.
Mas era impossivel que voce a mim voltasse
pois somente existia, aqui em minha cabeça
era somente parte, de um sonho distante
amor como o seu, não passou por mim
nunca conheci um amor sincero,
nunca vi esse amor, por isso sonho
não sei como és, para te amar de verdade
tao somente conheci, pessoas meio feras
por isso renuncio sem piedade ao amor
o amor de sonho, é sempre melhor
nao deixa vestigios, nao marca a pele
nao busca forma de arruinar seu ser
tão somente é um fragmento da imaginação
um pouco de tempo, que lhe roubo em
ocupar seu dia, meu melhor tempo!
quisera dizer em poucas palavras
fragmentos de vida, que hoje ja estao distantes
mas nao se pode em um só instante
dizer o que vivi, o que vivi antes.
agora tudo é paz, e minha vida glória
e aquilo, ficou no passado
Quisera dizer-te, mas o esqueci
por isso é ontem, por isso é passado.
cris
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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 28, 2008
Solamente tu, haces que mi corazóm palpite …
Haces que mi vida , tenga sentido …
Solamente de ti, me podría acordar…
Solamente tu podrías …y
me haces despertar el amor …
apasionadamente
Me haces ver nuevamente
que la vida existe
Fuiste tú ,solamente tú…
que me hiciste sentir
que un beso tiene sentido
que un abrazo tiene calor ..
Mucho ardor
Fuiste tu …solamente tú que
mis sueños desveló
y los realizo
con tu amor…
solamente
con cariño sembraste,
y cultivaste
en mi ser,
y en mi corazón
únicamente
solamente…Tú
(c) Joe’A
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