Arquivo para Março 2nd, 2008
Publicado por amizadepoesia em Março 2, 2008
Todos os dias, quando você acorda e abre os olhos pela manhã, você ganha o maior de todos os prêmios já oferecido ao ser humano, você novamente inicia um novo dia. Muitos não têm mais essa oportunidade.
Vamos viver esse dia que se inicia com toda intensidade e otimismo.
Vamos iniciá-lo sorrindo. Mire-se no espelho e dê um belo ” Boooommm Diaaaa” a pessoa mais importante desse universo, ´é você.Se você não se amar, não será capaz de amar ninguém. Se você não se ajudar, não poderá ajudar ninguém.
Uma pessoa com auto-estima baixa, em que poderá contribuir? Dois sacos vazios não param em pé.
Dê um forte abraço em você mesmo.
Você é único no universo. Repare! Você está vivo, venceu mais um dia! É isso que importa, iniciar mais um novo dia.
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Publicado por amizadepoesia em Março 2, 2008
Quando as coisas vão errada se o momento é de crise,
não pense que todos os esforços têm sido em vão, segue.
Talvez tudo tenha sido para melhor.
Sorria…
E experimente outra vez.
Pode ser que o seu aparente fracasso venha a ser a porta mágica que conduzirá para uma nova felicidade, que você jamais conheceu.
Você pode estar enfraquecido pela luta, mas não se considere vencido.
Isso não quer dizer derrota.
Não vale a pena gastar o seu precioso tempo em lágrimas e lamentos.
Levante-se.
E enfrente outra vez.
E, se você guardar em mente o objetivo de suas aspirações,
os seus sonhos se realizarão.
Tire proveito dos seus erros.
Colha experiência de suas dores.
E então, um dia você dirá:
Graças a Deus.
“Eu ousei experimentar outra vez e reencontrei a paz, o amor e a felicidade.”
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Publicado por amizadepoesia em Março 2, 2008
Una relación en que haya
actitudes de pérdida y ganancia
quién tenía control de la situación
acaba perdiendo la razón
Si por un error de un
igual el otro se dispone a cometer
para al mismo dolor el otro exponer
Ambos… solamente van a perder
Sintiendo el mismo dolor
o más todavía quién se vengó
que por orgullo un error cometió
sintió y causó dolor
Por abajo se niveló
además del dolor de una ofensa ofendió
en vez de un problema hacer desaparecer
otro, que irreversible puede ser, creó
En el pierde- gana, solamente se gana
si se trata la injuria sufrida con comprensión
tolerancia, transigencia y respeto
De esta forma se perpetua el amor.
Joe’A
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Publicado por amizadepoesia em Março 2, 2008
La vida es una rutina.
Un mundo bajo un cielo azul,
de aparente órbita estacionaria,
con saladas aguas en su mar.
Días, atardeceres y anocheceres,
que a diario se ajustan a un horario.
Meses que nunca cambian de nombre,
consecutivos van en el mismo orden.
Primaveras, veranos, otoños e inviernos,
estaciones rutinarias: florecen, calientan,
arrancan las hojas de frondosos árboles
y calan de frío a los cuerpos desvalidos.
Los amores vienen y también se van:
unos traen alegrías y otros, sufrimientos.
Lo que nace, a la corta o a la larga, muere
y todo lo que sube, siempre luego cae…
¿Quién podría atreverse a afirmar,
que la vida no es una rutina?
©SKORPIONA
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Publicado por amizadepoesia em Março 2, 2008
Meu amor, escrevo este poema para ti,
perdoa-me se sou pouco esclarecedor,
mas esta saudade que vai dentro de mim
só me deixa que use certo pundonor.
Nunca, mulher, minha flor de jasmim,
em momento algum, esqueci nosso amor
· (chegaste a pôr o vestido de carmesim?),
mas os imponderáveis da vida supor
Quiseram, que esse oceano nos afastaria,
ou que eu de ti, enfim, me esqueceria,
porque não nos víamos regularmente.
Ambos sabemos que nada é permanente,
só o amor da poesia clama teu nome,
Assim, como quem mitigasse à fome.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Março 2, 2008
Fecho os meus ouvidos à razão,
nada ouço, nada vejo, esqueço,
adormeço em teus braços, amanheço,
sentindo no ar, o olor da paixão.
As marcas que trago no peito:
cicatrizes de mágoas passadas,
algumas abertas, outras fechadas,
me fazem ser, assim, imperfeito.
Quem sabe, se um dia qualquer,
( Deus escreve certo por linhas tortas)
eu ouça os teus passos e abra a porta,
e sejamos enfim, homem e mulher.
Mas, se o céu, enovado, espreita,
pelas frinchas apertadas do galpão,
e se amar, ou não amar, é a questão,
podem as almas ficar satisfeitas?
Ah! será o amor , eternidade?
Ou será efêmero, transitório?
Tornar-se -hão as bodas em velório?
Quem pode saber qual é a verdade?
E nessas dúvidas que trago em mim,
espinhos na alma, das desilusões,
as perguntas parecem não ter fim.
e assolado sou, pelas tentações.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Março 2, 2008
Não apresse a agua do rio
O hidrogênio não se separará do oxigênio
Não apresse o vento da montanha
O destino não cantará por nós
Apenas um poema falará do nosso amor
Em tudo excedo por você
Seja na alegria das palavras
Seja nas lágrimas
Sinto-me na porta do delírio
Peito cheio de sentimentos
Não apresse as gotas da chuva
O dilúvio não cobriu Atlantis
Não apresse os passos dos lobos
A fome do desejo não vai acabar
Estenda o tapete do prazer no chão
Quando olho para você
Não existe mais ninguém no mundo
Tempo lento
Segundos param nos relógios
Um eclipse irá reinar
Não apresse o luar
O vinho vem ao copo
Não apresse a cidade
Amanhã o carnaval vai chegar
E todos os corações do mundo irão sorrir
Carlos Assis
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Publicado por amizadepoesia em Março 2, 2008
Na venturosa vida que eu levei, sem capricho
nem lei, mãos femininas foram aí meu nicho;
tudo me deram e fidelidade me prometeram
mas, os meus velhos fantasmas acometeram
E contra mim jogaram a fealdade, todo o lixo
de uma vida, atirado à minha cara qual bicho;
inveja, injúrias e rótulos, os homens teceram
porque nunca, mal quista sorte, entenderam
A minha doença irreversível que com esforço
combato todos os dias, com grand insistência
perseverança, e que, a mim próprio, endosso.
Hoje, já mais calmo e ciente de mim, procuro
sabedoria, lutando dia a dia com persistência
construindo, passo a passo o bem dito futuro.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Março 2, 2008
Trago outra dentro de mim,
que luta para se libertar,
desta tristeza sem fim
que insiste em me dominar.
Dentro de mim trago outra,
que quer viver este amor,
que não acha ser louca,
essa paixão que restou.
Ah, sou assim dividida,
o que aparento e o que sou:
Se me fez racional a vida,
sempre tanto contida,
o amor me despertou.
Mas se solto a outra,( medo!),
revelo-me por inteira,
desprendo-me dos meus segredos,
deixo de lado a guerreira.
Sou rosa, tenho espinhos.
- são a minha proteção -
se retomo esse caminho,
só me resta crer no carinho,
e no amparo da paixão.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Março 2, 2008
Dilui-se o tempo, derretem-se as horas.
lembranças carregadas de sofrimento…
O rosto sofrido nas grades da masmorra…
Na mente: a inquietação do momento.
Choram os sinos, repicam minha solidão!
Os ventos sopram, nos meus ouvidos, murmúrios…
Na minha memória as sombras d’uma paixão!
Na escuridão, o peso de meus augúrios.
Masmorras que assim me consomem o pranto;
grades entrelaçadas, neste meu coração.
Minhas lamúrias entoando o meu canto…
Nos cantos frios e húmidos de minha prisão.
Sou réu confesso, não lhes cause isto espanto:
Espero alforria, pra viver minha paixão.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Março 2, 2008
Imperioso se torna roubar a solidão
dos sótãos vazios, prenhes de tristeza,
lavar os olhos ímpios com dureza,
despirmo-nos de tudo sem perdão.
Meu direito primitivo à auto-flagelação,
resgatada de séculos de impureza,
devora-me a carne em podridão,
não sei com que falta ou certa destreza.
Ah, meu amor, terás tu tal alma,
que suporte minhas dores nefastas,
quando só, me rasgo e perco a calma?
Melhor seria certa e fria morte,
(que só a alcança algumas castas),
que suportar esta carne, frio norte.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Março 2, 2008
Ela mora na casa do amor. Lá tem árvores e jardins.
Quem me dera ir até lá e observar o que se passa.
As casas são de madeira. Os jardins rosas e jasmins.
Ela tem riquezas mas na alma. E eu não sei que faça
Sem sua presença aqui a meu lado. Serão benjamins
que a visitam pela calada da noite? Manhãs de caça.
Ela veste seda púrpura. Cavalos ao vento e mastins.
Raia o sol pela manhã colorida. Sua beleza perpassa.
Ela mora na rua do amor. E todos são jovens e belos.
É vê-los passearem-se por sobre a chuva de verão.
Visto minha melhor roupa. Ah, quem me dera tê-los!
Beijá-la na boca uma última vez. Usar de fragilidade.
Mas é lá, na rua do amor, que mora o meu coração.
Um dia irei ter com ela. Um dia acaba-se a saudade.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Março 2, 2008
Somente um amor entre sombras…
Como unica testemunha neste tapete,
as paredes desta casa
que tem visto e escutado
tantas vezes tudo que passa
quando o dia esta terminado,
quando vens a meu lado
mas,
uma noite mais…
tu te vas
e eu, nao quero que te vas
e tu, queres ficar,
e simplesmente calas.
Me faltam horas para amar-te
Me sobram ainda muitos desejos
de te ter nesta cama,
nesta casa
E chora (como eu), neste tapete
que nao pode exigir-te nada,
que nao pode oferecer-te nada..
além, que um amor
entre sombras.
Hada
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Publicado por amizadepoesia em Março 2, 2008
Excelsa senhora, de meus sonhos mais perversos,
garanto-lhe que isto é só poesia, subtil e primária,
porque mesmo sendo meus versos controversos,
são rudes como estas minhas mãos, mi signatária,
minha mais que tudo que uso pra meus excessos.
Se lhe dissesse, tirando o chapéu, que secundária
é sua epiderme, mentir-lhe-ia, e maus processos,
levantaria contra si, ó senhora, tão extraordinária.
Acaso contou a amada, serem passados cinco dias,
desde a última vez que nos vimos e falamos a dois?
Ó torpe, afasta-te de mi, que a saudade, extravias!
Senhora de meus e’cantos não me leve os prantos,
e nem desfaleça a poesia nestas horas, que depois
nada restará, senão o andar a soluçar pelos cantos.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Março 2, 2008
Canto sublime altas horas nunca contrafeito
deixa-me extasiado, ansiando o teu coração
para que também eu possa e de algum jeito
ir ao teu encontro do oceano sua imensidão.
Assim é o meu passarinho, de todos o eleito
quando se põe a cantar, para esquecer quão
longa tem sido a espera, meu amor-perfeito
e quão sofridos os dias ó minha doce paixão.
Jorge Humberto
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