Arquivos para Março 18th, 2008
Publicado por amizadepoesia em Março 18, 2008
A vida é breve
Um sopro fugaz, um momento
Algo que se deve respirar feliz
Antes que deságue o sofrimento
É eternidade
Se um sonho acalento
E se estás bem junto de mim
Eu sou como o dono do vento
Procuro a paz
Com a ternura de quem quer carinhos
Eu quero ver o sorriso dos homens
Pavimentando de amor os caminhos
Vem ficar comigo
Mesmo que todos levantem barreiras
Vamos falar a linguagem do mundo
E adormecer sob qualquer bandeira .
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Publicado por amizadepoesia em Março 18, 2008
Quando os ventos do mau agoiro se deliciam
a fazer-nos sofrer, com traumas dilacerantes
perturbações à ordem estabelecida indiciam
pois que não conhecem a força dos amantes
Porque quanto mais os executores repetiam
as suas tortuosas insidias, quais executantes
mais os dois crentes amantes aí repercutiam
seu aprofundado amor, em terra de gigantes
E dia a dia percebemos que nada nos derrota
e nem nos desvia de nosso caminho altaneiro
pois sempre soubemos, deixar aberta a porta
Para conversar e delinear problemas havidos
somos ambos, como aquele belo, feliz luzeiro
que nos faz achar caminho, quando perdidos.
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Março 18, 2008
Não conto as horas pelo tempo que passa,
conto pelas minhas conquistas,
pelos meus ideais alcançados…
O tempo é um eterno inimigo,
ele passa levando tudo…
atropela os nossos sonhos
fazendo baldeação com o vento
que é mais apressado que o tempo
que varre até os nossos pensamentos.
Acho que vou fazer uma aliança
com o tempo…
ele diminui os seus passos,
deixa o relógio caminhar devagarzinho
e eu vou seguindo a teia do destino..
soprando sozinha tudo
que for impedindo o meu caminho..
Tempo… tempo… tempo…
se acalme e acalme o vento
eu quero aproveitar os meus momentos
e viver um pouco mais…
Quero estar aqui quando a paz for decretada,
quando o homem se conscientizar do que faz,
quando a criança puder correr, sorrir
e brincar sem medo de ser impedida
por uma bala perdida, e não tiver que estender a mão
para pedir um pedaço de pão.
faffi/Silvia Giovatto
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Publicado por amizadepoesia em Março 18, 2008
Amado meu, amo as palavras, tu bem sabes…
Quer sejam prosa , verso, recado ou canção
São elas o doce bálsamo em que cabes
Mas não calam meus anseios de coração
Leve o vento divagações em que me afundo
Remoinhos etéreos nos quais me anestesio
Que me roçam quando os espalhas pelo mundo
Calor fugaz que deixa em mim rasto de frio
Do teu olhar no meu é verso que preciso
Da tua mão profana a prosear sem siso
Ternas carícias plo meu corpo a vaguear
Tua boca na minha em trovas de beijar
Comporá odes, partituras e delírios
Pena a prumo ardendo rubra como círios
Carmo Vasconcelos
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Publicado por amizadepoesia em Março 18, 2008
Amar-te assim, é sonhar-te em idílios,
é acordar num lindo jardim perfumado,
é sorrir imaginado-t’ ao meu lado,
é tatuar o teu nome em cada cílio.
Amar-te assim, é viver apaixonado,
buscar em meus versos fazer o concílio,
tornar realidade estes meus delírios,
nestes poemas toscamente rabiscados.
Amar-te assim…é querer-te, ò senhora,
ouvir-t’a voz… ecoando qual sinfonia,
de passarinhos, ao romper a doce aurora…
É sonhar-te nas noites, buscar-te nos dias,
é sentir a inveja na fauna e na flora,
eclipsadas pela tua companhia.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Março 18, 2008
Tua doce maçã m’ ofereceste,
qual Eva moderna no paraíso,
encantado fui pelo teu sorriso,
em folhas de parreira m’aqueceste.
Nos teus olhos me perdi, qual Narciso.
Tua maçã, degustei, inconteste;
Sorvi-te o néctar que enfim me deste,
como um pecador incircunciso.
Nas águas tão tépidas desta paixão,
banhei-me em doce calda d’alegria,
leite e mel vertidos em efusão.
Maçã do amor, feitio de coração,
quem me dera desfrutar ess’iguaria,
pelas eras e tempos como um refrão.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Março 18, 2008
Hoje a dor tem nome!
Ela chama-se Saudade.
Dói fundo no peito.
A ausência vem premiada com ela.
Dói, machuca, invade, maltrata.
Coração pede aconchego, sossego.
Mesmo não querendo
essa dor chega e faz morada.
Saudade vai embora,
me deixa em paz agora!
Vida…. traga meu amor sem demora!
Nanci Laurino
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Publicado por amizadepoesia em Março 18, 2008
Escuta amor meu apelo
sussurrante ao seu ouvido.
Nas horas em que sigo seus sonhos,
O quanto quero e faço deles meus apelos.
Escuta amor, agora que longe estás…
Sou eu a falar aqui ao seu pensamento.
Saiba que a voz longe segue,
inerte a tudo que impede,
o que agora queremos realizar.
Escuta amor,
O quanto o Universo conspira
E em suaves brisas acarinham nossos rostos
Como a dizer que a esperança
Sempre prevalecerá!
Nanci Laurino
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Publicado por amizadepoesia em Março 18, 2008
Um desejo doce seu
de mim se apodera
Ganhar um beijo teu
ah, quem me dera!
Deitada na relva
estou a sonhar
com a madresselva
deste lindo lugar.
E os passarinhos
alegres em farra
voltam aos seus ninhos
com muita algazarra.
Desejo ser princesa
não fugitiva
Do teu abraço apertado
serei cativa
Do beijo molhado
quero a recidiva.
Em teus olhos
vejo a ternura
despida
Toda a candura
envolvida
A emoção desperta
Na gostosura
consentida.
De teu corpo forte
guardo o perfume
De viril consorte
pleno de lume
De sul a norte
Jamais passas
incólume.
Neste doce desejo
que enfim rolou
Não sinto nenhum pejo
pois com fome estou
Do teu sutil manejo
que me conquistou.
Guida Linhares
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Publicado por amizadepoesia em Março 18, 2008
Desmancha, meu Senhor,
essa raiva que não chegou branda,
no final da tarde.
Ficou difícil continuar,
mas a certeza
que me serão fornecidos os instrumentos,
por Quem me cuida.
Envia-me a correta pá,
para que eu recôlha todo sinal de ira
que possa se instalar.
Como meu companheiro, acompanha-me,
torna a deixar comigo,
a paz…..
Amém!
Analuz Sangiorgi
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Publicado por amizadepoesia em Março 18, 2008
Poderá partisse a lua
Poderá o mar fazer-se gelo
Poderão rugir as montanhas
e ficar negro o firmamento
Poderão soprar furacões
e chover dias inteiros
Poderá o sol ficar negro
e partisse o céu ao meio
e poderão crucificar-me
com cravos os pés e mãos
mas nunca impedirão
que diga a meu amor!!!
te amo !!!
robert1
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Publicado por amizadepoesia em Março 18, 2008
Uno nunca sabe lo que va a pasar.
Son tantas las esquinas y hoy, además de reales, también virtuales
Cuantas decepciones, cuantas tristezas, …alegrías
Tantos disabores… o tantos amores… tantas sorpresas
Y la vida anda en sus pasos, en sus ondas,
que nos llevan al diós dará… es necesario navegar…
Rumbo a lo desconocido… lo sabemos, pero…
siempre creemos en nuestros planes,
que raramente acontecen… si pienso… temo.
Tantas cosas temo perder, tantas cosas temo cambiar
y me cojo, no tanto a lo material, y sí a lo sentimental,
a lo que puede escurrir de las manos de mi corazón.
Literalmente me agarro a tí
Es tan grande el miedo que tengo de perderte
No puedo aceptar, ni concebir
Mis pasos para siempre serán contigo.
Joe’A
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Publicado por amizadepoesia em Março 18, 2008
A mim se passa o mesmo que a voce
me sinto tôlo, o mesmo que voce
passo a noite chorando, a noite esperando
o mesmo que voce…
A mim se passa o mesmo que a voce
ninguem me espera, o mesmo que a voce
porque segue negando o amor
que estou buscando, o mesmo que voce?
Quando chego em minha casa
e abro a porta me espera o silencio
silencio de beijos, silencio de tudo
me sinto tão só, o mesmo que voce…
A mim se passa o mesmo que a voce
me sinto tão só, o mesmo que voce
passo a noite chorando, a noite esperando
o mesmo que voce…
Quando chego em minha casa
e abro a porta me espera o silencio
silencio de beijos, silencio de tudo
me sinto tão só, o mesmo que voce…
A.D.
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Publicado por amizadepoesia em Março 18, 2008
Dorme a noite em tuas mãos.
Preguiçosa, esquecida, silenciosa.
Impregnada de dor e saudade.
Percorre teu corpo a brisa amorosa,
Das noites insones… Do amor
Louco, posto em versos reais.
Brincando com estrelas luzentes,
Lençóis declamando madrigais…
Dorme tua boca sedenta de beijos,
Tua pele eriçada querendo carinho,
Na perturbadora e longa espera…
Do teu sonhado e quente ninho.
Tua cabeça gira… Gira sem rumo
Certo, buscando uma explicação.
Vai se debatendo em perguntas…
Não há lógica no amor e na paixão!
Apenas noites que dormem em
Infernos vãos, sem qualquer razão.
Quem ama está feliz entre espinhos,
De joelhos, e em eterna adoração!
Mary Trujillo
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Publicado por amizadepoesia em Março 18, 2008
O corpo dela está nu
As costas despidas
Parecem desprotegidas
Prontas para receber a prova da língua
Sem nada que lhe atenue a intensidade
De sua carne com sabor cru
Suas curvas expostas
Exibem as nuances da pele
Fazem uma promessa louca
Enchendo de água a boca
Pelo desejo que a mele
A nuca quer ser mordida
E os cabelos puxados com força
O arrepio percorre a tua espinha
É pelas costas que será domada
Andre Luis Aquino
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