Arquivos para Maio 6th, 2008
Publicado por amizadepoesia em Maio 6, 2008
Tão Imenso, tão intenso!
Ao longe céu une-se a ele,
Numa profundidade,
sons, cores, brisas.
Mar que tanto amo!!!
É você quem me distancia
do meu amor…
Mas, também é você quem
me inspira,
Enche de esperanças
meu coração.
Que cada onda leve
e ao meu amor revele
Essa minha doce ternura,
Meu Homem Poema,
Paixão em mim!
Nanci Laurino
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Publicado por amizadepoesia em Maio 6, 2008
Não é só político que é safado não!
Já fui em enterro onde cada um disputava
o defunto para mostrar quem era
o mais íntimo do finado…
Marquei bobeira…
Ora… – Sobrou pra mim meu irmão!
Já vi a Dona coisinha fofocar da fulaninha,
Depois as duas meterem o pau na vizinha…
Já vi, em corrente de oração, tirarem meu
Nome para anunciar a dor em primeira mão!
Já vi o rei momo, o rei do gado e o rei bobão!
Falando em poesia, sempre tem uma confusão,
É uma zueira, uma gritaria, pega ladrão!
Eu vi… Eu vi… Juro que vi… O homem da paz
Passar mil vezes no meu monitor…
Outra vez tiraram meu nome,
Faça-me o favor!!!
Falam em nome da amizade,
Da sinceridade, com rima ou não,
E tome fofoca,
Meu nome sai até no Estadão!
Eu vi… Juro que vi!…
Mas quer saber minha opinião?
Não tenho medo de nada,
Não devo nada pra ninguém
Nem vivo do mensalão!
Levo a vida numa boa, rindo até
de má notícia,
Morro de rir e não entro em depressão!
Segura essa que vou buscar outra
Meu irmão!
Mary Trujillo
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Publicado por amizadepoesia em Maio 6, 2008
Fecha os olhos, assim de mansinho,
vem aqui, isso, mais pertinho,
não tenhas medo…nós dois vendados,
nada de olhares, só o toque…
o cheiro, o gosto…a audição…
A expectativa do próximo passo…
mãos e bocas que deslizam corpos,
sopros suaves pelo corpo suado de amor.
O som dos gemidos abafados…
o aroma do desejo atiçado…
o sabor dos corpos em erupção.
Vem, devagar…não tenhas pressa,
temos todo o tempo do mundo.
Somos exploradores cegos de amor
a desvendar , em braile , a geografia
de nossos corpos sedentos de paixão.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Maio 6, 2008
Porque tantos sacrifícios meu amor
àquela, que apenas algoz desdenha
e, do ressentimento, acentua favor
que lhe deves sufocando tua senha
Ah, minha querida, vide sem temor
o que o falso amigo, bem empenha
querendo despoletar em ti o rancor
desvirtuando, quem te acompanha
Ser filho, não desejado, é tormenta
pela vida fora; enraíza junto à porta
do nosso bem querer, e aí alimenta
sua pérfida natureza e a sua altivez
Então, meu amor, isso não importa
mas quem tu és, honra e, sensatez
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Maio 6, 2008
Por onde anda a Felicidade
que condicionamos a tantas pretensões
a prêmios, a amores, a sentimentos ou a ocupações
será que fomos realmente felizes com alguns ganhos,
Alguns deles realizados em diversas situações.
Será que não ficamos apenas eufóricos ou alegres
nestes por breves momentos
Será que com isso ficamos de fato felizes?
A Felicidade pode está dentro de você
por ser um estado de espírito
a harmonia entre o Ter e o Ser
Nos extratos sedimentados do Saber
Na busca interior pelo auto-conhecer
Na descoberta dos seus talentos
No conhecimento dos seus limites
Sem viver nos limites, sem conflitos
Sabiamente com seu viver
Conhecer e respeitar o perceber
Do ouvir, do tocar, do cheirar , do paladar ou do ver
Sem julgamentos emitir, nem opiniões como verdades proferir
Se aceitar, e na paz interior viver
Nos jardins da alegria cultivar
Nos perfumes da convivência harmonizar
Que a Flor da Felicidade desabrochará
Joe’A
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Publicado por amizadepoesia em Maio 6, 2008
Afastado o amargo da morte
Que tudo dissipa, varre, invade…
Se fez luz em meu viver!
Confiantes na fé que tudo pode,
Entregamos nossos problemas
nas mãos do Pai Maior!
Ele nos indica o melhor caminho.
E quando a desesperança
Em seu peito quiser alojar
Não dê morada!
Pois que sem suas forças
Ela não é nada!!
Nanci Laurino
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Publicado por amizadepoesia em Maio 6, 2008
Se escrevo não tenho pudor nem calo
o mal que grassa no mundo, aqui e ali
E eis que, não cinjo único tema, e falo
de tudo que a meu ver, devo-o a mim
Porque, me preocupo, vergo e entalo
a cruel palavra refastelada co dó de si
E tudo isso, faz-me parecer um cavalo
que, tresloucado, sossegasse, por fim
Porém esta é uma luta sem omissões
que, bem sei, a poucos traz interesse
acostumadas pessoas, sem ambições
Mas não podemos virar a cara e dizer
tudo está bem, eis, que, me pertence
a vida, aos outros, não meu, seu viver
Jorge Humberto
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Publicado por amizadepoesia em Maio 6, 2008
Noite linda, convidativa. Leva-me inteira,
Para aquelas paragens, hum… aquelas….
Voando para seus braços, seu louco querer.
Deixa-me viver tudo, as mais loucas quimeras…
Quero beber, me embriagar na taça do amor,
Sorvendo tudo, devagarinho, até a última gota…
Num paraíso de ilusão, molhada de paixão,
E que o dia chegue e me encontre em sua boca.
Leva-me aos seus braços como ré… cativa,
Prisioneira, condenada, malabarista, artista…
Como algema, cofre, chave, segredo, cadeado…
Deitada na relva orvalhada, na noite, na pista…
Faz-me dele como pele, veia, coração…
Seu violão, sua fada, seu sorriso e sangue…
Bruxinha, bailarina bailando em seu corpo
Que a vida se faça e o desejo se estanque!
Mari Trujillo
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Publicado por amizadepoesia em Maio 6, 2008
Que amor é esse
que me tomou de assalto
que já não sei direito o que faço
que me tirou do compasso
que amor é esse
que me enlouquece
descompensou minha pressão
revolucionou meu coração
que amor é esse
que parece
que me acalma,
me embala a alma
que amor é esse
que me tira a razão
tem a mente tomada pela paixão
tem o coração que é só emoção
que amor é esse
que esta virando minha vida
de cabeça para baixo
e sinto que é esse meu caminho
Minha única opção
pois minha vida sem ela
não tem razão…encontro..? perdição..?
É o amor de minha vida…mais que paixão
Joe ‘A
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Publicado por amizadepoesia em Maio 6, 2008
Estou sempre a procura
De um amigo virtual.
Não importa
De onde ele é e nem para onde irá.
Para mim pouco importa
Se é alto ou baixo.
Gordo ou magro.
Feio ou bonito.
Se mora na capital ou no interior
Se sabe o escrever corretamente
Se precisa de óculos
Para poder digitar.
Meu amigo virtual,
Pode ser assim como eu,
Que nada entende de computadors
Mas que saiba enviar um e-mail
Com palavras de amizade e carinho
E com muito amor no coração.
Não sei se estou sendo exigente
Mas quero que meu amigo virtual
Também responda aos meus e-mails
Compartilhando comigo
Alegrias e tristezas…
Meu amigo virtual
Tem que ser gente como eu
Tem que ser real
E ter um grande coração…
Meu amigo não pode
Ter vergonha de dizer
“Amigo preciso de você”
Só assim terei a certeza
Que esse meu amigo virtual
Tem um coração e é real.
Catarina
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Publicado por amizadepoesia em Maio 6, 2008
Nesta confusão, taparam a boca do trema !
Porque inventaram ,eis a grande questão!
Os acentos de vôo também no tira-teima
E os poetas do mundo nesta desolação !
O hífen incorpora ao alfabeto as letras k, w e y
Só falta misturar os hieróglifos nesta história,
Perdidos ficaremos no espaço ,night and day
Em rodas quadradas,cegas da pré-história .
Oito paises que hablam português discutiram ,
Bateram o martelo e PT saudações …
O povão que nada sabia, nada mais falariam …
Não há dia marcado,decreto entrar em vigor.
Aproveitem agora mesmo com indigestão ,
Escrevam de montão seu horror e dissabor !
Maria Thereza Neves
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Publicado por amizadepoesia em Maio 6, 2008
Na noite ouço a suave melodia,
me deixo levar em idílios mil,
assola-me o peito a nostalgia,
mescla-se à mais pura alegria,
tingindo meus sonhos de azul anil.
Em meus devaneios vejo-te chegar,
vestida de noite, trajando estrelas,
tão bela como o azul do mar,
teus olhos em luz a me convidar,
pra tua boca, macia, vermelha.
Na partitura desta sinfonia,
escrita no pentagrama dos corpos,
passo minha noite em fantasia,
sonhando-te até romper o dia,
e, só assim, tua ausência suporto.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Maio 6, 2008
Contigo na chuva
gotas de amor
a mão e a luva
o jardim e a flor.
corpo molhado
o riso aberto
doce pecado
o meu predileto.
Samba minh’alma
de pura alegria
teu riso espalma
a tua magia.
Em nosso chorinho
seca-se o pranto
bem devagarinho
renasce o encanto.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Maio 6, 2008
Adentra o rio, nosso cais,
a levar-nos rio adentro,
vai fluindo o sentimento,
trazendo-nos a paz.
O céu, doirado, tingido,
nas cores do sol poente,
impulsiona nossas mentes
para o amor consentido.
Inebriados de emoção,
coração no peito a bater,
a fazer do cais da paixão,
a razão do nosso viver.
Ao som do sax, moroso
nós dois, alí, abraçados,
para sempre eternizados,
nesse amor silencioso.
Vem estrelas a luzir,
salpicando o firmanento,
augúrios de um bom tempo
para nosso amor eclodir.
Inebriados de emoção,
coração no peito a bater,
a fazer do cais da paixão,
a razão do nosso viver.
Jorge Linhaça
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Publicado por amizadepoesia em Maio 6, 2008
As ondas do mar erguem-se encapeladas,
assustam de imediato ao navegante,
mas o temor não dura mais que um instante,
tantas já foram as marés desafiadas.
Rebentam na praia, as ondas elevadas,
os surfistas comemoram ondas gigantes,
o desafio, a adrenalina constante,
a prancha e o homem, o tudo ou o nada.
As ondas da vida são assim semelhantes,
erguem-se fortes ao seguirmos a estrada,
são as ondas de tudo o que vivemos antes,
São a ressaca de nossas ações passadas,
sobre elas podemos surfar triunfantes,
ou naufragar os sonhos da nossa jornada.
Jorge Linhaça
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