amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Arquivo para Maio 17th, 2008

CONVITE Á VIDA…

Publicado por amizadepoesia em Maio 17, 2008

Gente querida vamos viver nossa vida

      Viver nossos sonhos contidos

      no coração escondidos…

      Acrescentando esperança,
      neste mundo lindo onde há tanta bonança…
      Vamos sorrir para o irmão
      passando para ele alegria…

      Vamos dizer eu te amo

      a quem o nosso coração mandar…
      Nada de se conter

      naquilo mais lindo que você quer fazer…
      Dê-se  dignidade e respeito.
      Muna-se de esperança…
      Faça uma grande celebração
      porque HOJE é uma nova opção…
      Hoje você pode mudar a sua vida…
      Pode cantar o seu amor…
      Pode clamar o seu desejo…
      Pode declarar a sua paixão…

      Tudo vai ecoar no Universo
      e, para você voltar na mesma dimensão…

Penhah Castro

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AH! O AMANHECER

Publicado por amizadepoesia em Maio 17, 2008

A cada amanhecer quero renascer…
Pensar que sou um novo ser
com todas as chances de bem viver….
Quero acordar liberto de todos os problemas…
Quero meu intelecto aberto para soluções…
Quero que a cada manhã possa exercer minhas opções
quanto á minha saúde
minha felicidade
e, muita jovialidade…
Que minha alma sinta-se jovem e feliz…
Quero ao abrir meus olhos,
a cada amanhecer
sentir-me engalanada para VIVER
mais um lindo dia que está para nascer….

Penhah Castro

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Ah… Quem dera!…

Publicado por amizadepoesia em Maio 17, 2008

Ter-te ao alcance das mãos

                                Para sempre e por toda hora

                                Para beijar-te sem pressa

                                E sem mais demora….

                                Navegar nesse mar insinuante

                                De ondas esfuziantes,

                                Refugiar-me nesse peito quente ,

                                Liso, macio… flamejante …

                                Ah quem dera!

                                Atirar-me de vez nos braços

                                De quem tanto espera….

                                Guardando por dentro uma ansiedade

                                Um grito de liberdade…

                                Ah…quem dera!

                                Caminhar pela estrada, mão na mão,

                                Olho no olho, meu cabelo dourado

                                Batendo, passeando em teu rosto…

                                E a felicidade do a sós, tempo parado…

                                Ah… quem dera!

                                Minuto de desmaio, doce agonia,

                                Sol no corpo,  brisa batendo, abraços ,

                                Carícias… sorrisos… desejos,

                                Tudo misturado ao sabor de beijos

                                Ah… quem derá!…

                                Vinho em nossas taças,

                                Apertados colados, perdidos…

                                Rodamos de vez… completamente,

                                Tudo agora é possível… é permitido…

                                Estou aqui… tenho-te perto…

                                Juízo?… Ah…já era!…

                                MarY Trujillo

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REFLEXÃO

Publicado por amizadepoesia em Maio 17, 2008

Vamos confiar na Natureza como as flores e os animais….
Eles respeitam as suas  leis…
Não a destroem como os homens estão fazendo…

Nunca nada lhes falta…
E sua beleza nos enche de admiração…
Sejamos símbolos da alegria e do prazer…
Sejamos confiantes do nosso saber
sem nos importar com o que outros vão dizer…
Tenhamos confiança no nosso conhecimento…
Com paciência, dê sempre o melhor de você…
Alimente o seu pensamento ele é muito poderoso…
Seja um imã de felicidade e, atrairá somente felicidade….

Penhah Castro

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Beijo de Amor

Publicado por amizadepoesia em Maio 17, 2008

 Para sentir o cheiro do amor
                  e o gosto do verso que lhe escrevi
                  Primeiro sinta a entrega
                  da boca que o verseja
                  e no cerrar meus dos lábios
                  ouça o que digo em silêncio
                  entre uma virgula e uma reticência
                  Após toma para você a essência
                  Num instante depois,
                  Feche os olhos,
                  Imagine…
                  Estou lhe roubando com um beijo
                  de amor.

José Eduardo C. Trefiglio

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Aos meus amigos…

Publicado por amizadepoesia em Maio 17, 2008

Momento doce de plena paz…
Vez por outra o latido de um cão,
Uma buzina, uma voz ao longe…
Aqui, vou curtindo aquele ar
Maravilhoso de estar de bem com a vida,
Afinal, o que há de melhor e mais bonito
Do que sentir um amor infinito
Pelas pessoas… Sorrir com vontade
E chorar de emoção?
Lágrimas de dor, tristes momentos,
Tudo isso também é vida…
Lembrar do passado, da infância,
Do primeiro amigo e de tantos
que conquistaram meu coração.
Hoje, agora… Meu momento de paz,
O pensamento vai viajando,
Quantos amigos que já não vejo,
Quanta saudade!
Quantos amigos novos chegaram
Trazendo bagagens fantásticas!
Com eles estou dividindo uma época
De dor e guerra,
Mas também da retomada
Da fé, do amor e da busca de Deus…
Um momento de paz, de amor, hora de dar
Vazão à docilidade e agradecer ao Pai
A felicidade de compartilhar meu tempo,
Meu espaço, uma época tão linda com vocês,
Meus amigos, e agradecer cada sorriso que vocês
Me permitiram, cada lágrima de emoção…
Agradecer por vocês existirem
E dizer que cada um de vocês para mim…
É de verdade um irmão!

Marilena Trujillo

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AINDA TEMOS UMA CHANCE!…

Publicado por amizadepoesia em Maio 17, 2008

Enquanto…

      Adultos entre si não se entendem,

      Disputam-se em espaços, promovem guerras,

      Buscam através da violência resolver suas questões…

      Enquanto…

      Há jovens que se entregam às drogas,

      à escuridão do prazer sem conseqüências…

      Enquanto…

      Assistimos famílias sendo destruídas,

      Lares despedaçados pela traição,

      pela falta de união…

      Enquanto…

      Vimos amigos traindo-nos de forma mesquinha…

      Em nossos olhos bater o desânimo

      frente a tudo isto que somos obrigados a conviver…

      Enquanto…

      O nosso planeta é atacado pelos poluentes das grandes nações,

      Nossas matas são devastadas,

      Crianças com fome e sem estudo…

      Enquanto…

       nos bate esta descrença neste estado de todas as coisas!…

      

      Vem mais uma vez a criança!…

      Simbologia máxima da pureza,

      e nos passa uma grande lição de vida,

      Ela, e seu fiel amigo, juntos a orar…

      

      Quem sabe se não é por nós mesmos adultos!?…

      Que por fezes fugimos de nossa fé.

      (Fé, base para vencermos e acreditarmos)…

      Que o mundo haverá de ter uma nova chance!

      Que devemos lutar pelo amor!

      Aproximarmos de nosso semelhante!

      Que frente às nossas vidas a palavra entendimento…

      Perdão, reconhecimento, respeito!

      Que devemos edificar um mundo melhor para nossas crianças!

      

      Esta imagem lembra-me de minha infância…

      A primeira oração…(ensinamento de mãe)

      Ah! Gesto soberano  desta criança!…

      Ó gesto a ser pensado…

      Quanto temos que mudar por eles?!…

      Por nossos pequenos!…

      Que, mais uma vez, nos trazem esta lição de amor,

      de fé e de esperança,

      Um horizonte sem tanta intriga,

      Sem tantas desigualdades sociais, sem guerras,

       Voltados todos a Deus…

      Exercendo o seu maior ensinamento, O Amor!…

      

      Neste instante…

       Que tomado pela emoção as lágrimas presentes à face,

      Quero agradecer a todas vocês, crianças do Planeta!…

      Com esta imagem…

      Fizeram-me acreditar novamente…

      Que a terra ainda tem uma chance!

      Daí o porquê…

      Dizem os sábios!…

      Os melhores professores…

      são as Crianças!…

      

      Paulo Nunes Junior

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AGRADEÇO

Publicado por amizadepoesia em Maio 17, 2008

agradeço ao vento
por carinhosamente me abraçar
agradeço à lágrima
por me permitir desabafar
agradeço ao mar
resoluta, pensativa e audaciosa
pela água, pelo sal e sua maresia
que docemente me acaricia
agradeço ao chão
que me é dado pisar
agradeço muito também
por poder te amar
quem dera
ao nascer das palavras desta poesia
pudesse agradecer
por poder pra ti passar
toda a grandeza
verdadeira
forte
da minha magia

Aurea Abensur

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Amor e Felicidade

Publicado por amizadepoesia em Maio 17, 2008

 Infeliz de quem passa pelo mundo,
      Procurando no amor felicidade:
      A mais linda ilusão dura um segundo;
      E dura, a partir daí, tristeza e saudade.

      Repleto é o amor no íntimo mais profundo.
      Onde esconde a linda jóia da verdade;
      E só depois de vazia, mostra o fundo.
      Só depois, embriaga-se a felicidade.

      Eis aqui mais um enamorado descontente,
      Escutando a palavra confidente
      Que o coração murmura, e a voz não diz.

      Percebo afinal meu pecado:
      Quanto me falta para ser amado.
      Quanto me falta para ser feliz.

      J. G. de Araujo Jorge

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Amizade é igual fogueira

Publicado por amizadepoesia em Maio 17, 2008

Amizade é igual fogueira:

      Com lentidão se propaga

      Na alma… se verdadeira…

      Se é falsa… logo se apaga.

      Sá de Freitas

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Amigo

Publicado por amizadepoesia em Maio 17, 2008

Amigo é sonho bonito,

      Cultivo do coração,

      Para todos é bendito,

      Porque afasta a solidão!

      Tere

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Amigo é tudo!

Publicado por amizadepoesia em Maio 17, 2008

  Feliz daquele

      que pode com um amigo

      desabafar

      e no seu ombro amigo

      de alegrias e tristezas chorar!

      Ciducha

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AMIGO É COISA PRA SE GUARDAR

Publicado por amizadepoesia em Maio 17, 2008

De ti amigo

       espero o sorriso

      a alegria no olhar

      o ombro mais amigo

      e confiança em amar

      Sapeka

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POETA PENITENTE

Publicado por amizadepoesia em Maio 17, 2008

No alto, o Sol brilhante, abrasador,
              Espalhando a luz, intenso calor,
              Na terra, as pessoas derramam suor,
              Molhadas, famintas, sedentas de Amor.
              
              O solo rachado, seco, imagem de dor,
              O pobre, coitado, penitente roga ao Senhor,
              Por se achar o culpado, assume o pecado,
              Olhando o céu, chora, ora, sofre calado.
              
              Enterrado vivo, se o que há pode-se chamar vida,
              No desolado sertão, terra cruel, esquecida
              Por quem quer que seja, até pela Igreja,
              Não perde a esperança a alma sertaneja.
              
              Aqui, o Sol majestoso, os seus raios fogosos
              Também queimam a pele, tão dolorosos,
              Não tanto quanto a daqueles que ficam esquecidos,
              Num mundo distante, pela Sociedade proscritos.
              
              Não estou lá, estou cá por puro privilégio,
              Nascido abastado, por conta de algum sortilégio,
              Não de riquezas materiais nem com título de nobreza,
              Apenas de paz e proteção da mãe natureza.
              
              O pão e o vinho, o carinho, me fartam à mesa,
              Mulher amada, adorável, chamo de Alteza,
              Conforto de um lar, abrigo de amigos valentes
              Que me ouvem, me entendem, sempre presentes.
              
              Ainda assim, ó que pecado, às vezes me abalo,
              Sou tomado pela fraqueza da tristeza, do enfado,
              A gota de chuva, o vento gelado, o calor
              São alvos do meu azedume e do meu mau humor.
              
              O Livro Sagrado sobre a mesa fechado,
              Nem Provérbios nem Salmos, sou muito ocupado,
              O Mundo mudado, condenado às profecias,
              Ignoro o exemplo do sertanejo, sou refém das fantasias.
              
              O tempo veloz, enquanto minha voz não sai,
              Vira páginas, dita regras, a vida se vai,
              De repente me vejo diante do espelho, sinto arrepio,
              A faca no peito, a existência por apenas um fio.
              
              Vem a noite, nuvens negras marcam presença,
              Encobrem o brilho da Lua, não pedem licença,
              Fico desapontado, com ciúme desajeitado,
              Reclamo, faço pouco, fico estranho e desolado.
              
              Na manhã seguinte, acordado, volto à realidade,
              Faço uma pausa, uma prece, retomo a felicidade,
              Caio em mim, entrego minha alma à expiação,
              Aos pés do Criador, ajoelhado, deposito meu coração.
              
              Tudo que ora falo, quase sem nexo, em profusão,
              Procede do espírito sedento de reparação,
              Um pouco confuso, registro em versos o ocorrido,
              Sou consciente, me sinto feliz desde que nascido.

           Alceu Sebastião Costa

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Senhora da Saúde

Publicado por amizadepoesia em Maio 17, 2008

 Senhora que a saúde traz
        Rogamos por Seu carinho
        pedimos a Sua paz
        em todo nosso caminho

        Senhora cura minh’alma
        cura também meu coração
        minha vida por Deus acalma
        Atenua minha solidão

        Nossa lida é doente
        Seu amor nos cura agora
        te rogamos freqüentemente
        abençoa-nos Senhora

        Agradecemos seu amor
        sua bondade infinda
        queremos seu generoso calor
        ajuda-nos ainda

        PAZ

Maria Rita Bomfim

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