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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 29, 2008
Não guarde mágoas, guarde lembranças;
Não chore lembranças, recorde alegrias;
Não viva do passado, aproveite o presente;
Não fuja do agora, prepare o amanhã;
Você pode, e deve, escolher o roteiro de sua vida;
Apague o que já passou e não retorna mais;
Refaça o seu acervo de lembranças:
As más, relegue ao esquecimento;
Às boas, dê ainda mais brilho;
Faça a dieta da alegria:
Um sorriso à cada manhã;
Um agradecimento ao final do dia.
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Publicado por amizadepoesia em Fevereiro 8, 2008
Não invoque meus poderes soberanos… depois não os poderá controlar… nem
a eles, nem aos efeitos que provocam sobre nós!
Deixe-os descansar na concha em que dormem desde épocas remotas…
Vamos brindar aos tempos antigos em que nossas almas desnudas passeavam por
entre as flores do paraíso… e os corações revoltos ansiavam asas para
ganharem eternidades…
Momentos em que o mais ligeiro e efémero afago epidérmico era um vulcão de
primavera florida, transpondo almas e corações para o apex do universo…;
numa transmutação que já não se sabia onde começava ou acabava, exactamente
porque não tinha princípio nem fim…
Também não tinha morada, era mudança em andamento perpétuo, órbita estelar
em movimento, beijos caídos do espaço e recolhidos nas taças quentes dos
seios sequiosos…
Voos sem pássaros ou borboletas dentro, apenas harmonia ou música sem pauta
ou instrumento, melodia ou som flutuante sem apoio material, beijo sem
lábios ondulantes caído nas mãos seduzidas duma amante amada para sempre
abraçada ao seu amor…
Sem braços, sem corpo, só alma… chuva na ausência de tempestade sobre o
sensível orvalho brotante em gotas de gineceu… à espera do fecundo néctar
vindo do sidério, puro e filtrado pelas nuvens caprichosas de todos os céus,
para descansar finalmente naquelas pétalas abertas, quase receosas mas
abertas, altar iluminado à espera do amor…
Aproveita o silêncio da campina e faz dele o sino desta noite, bebamos o
maná que brota de nós e trocamos de forma só nossa e profunda, transforma
toda a canção em emblema de amor… E voa… Voemos como prosélitos que
somos, por entre as nuvens de flocos brancos ou cinzentos, qualquer côr
serve à limpidez dos sentimentos que nos enlevam e transportam por esse
espaço etéreo…
Não fales, deixa selar de beijos esses lábios cansados da vida de mágoas,
guardá-los num recôndito espaço do meu coração grande e forte, ali ficarão
para sempre como recordação de toda a ternura da vida, até que a vida dure..
E enquanto formos capazes de voar, haverá juventude nestes corações ágeis e
turbulentos, criadores e aventureiros, navios nos desertos dos ares ou
gigantes contra todas as agruras que se lhes deparem….
Navegadores somos para sempre, objectivos temos e os buscamos com ardor,
havemos de descobrir todas as terras por descobrir, e os céus também, e os
espaços… e o que para além deles porventura ficar…
Somos os argonautas da amanhã porque já de ontem viemos e construímos um
ninho de amor donde nasceram estes pássaros viandantes capazes de
descortinar futuros inesperados e de lançar olhares de fogo sobre as
madrugadas receosas de amanhecer para os corações apaixonados…
Viajaremos à vela ou apenas impulsionados pelo vento do amor… chegaremos
ao nosso Shangri-la e aí repousaremos e meditaremos para continuar a viagem
eterna a que nos propusemos a bem da humanidade que acreditou em nós!…
Lá em baixo, aquela aldeiazinha é cada vez mais pequena, liliputiana, quase
tão ridícula como as disputas dos homens, e aqui vamos nós, supernos e
viajantes, nautas de hoje e de sempre, espargindo pelo universo o que somos
e o que queremos…
A missão é grande mas ao nosso alcance, precisa de força, de muita força,
daquela que só as sinergias do amor podem recolher para distribuir por todos
quantos dela precisam para nos acompanharem nesta navegação de rumo certo e
decidido!
Deram-se as mãos, entrelaçaram-se os corações, a humanidade ficou mais
forte! Que poderá recear? Está mais do que nunca pronta para enfrentar o
futuro. Este é o desconhecido e o desconhecido é o amanhã. Para lá chegar é
indispensável ter aprendido o ontem e dissecado o hoje… Temos a certeza,
porque não estamos sós, de que lá chegaremos….
O nosso objectivo, qualquer forma que revista do ponto de vista formal, só
pode ter um nome, pois foi prosseguido e consolidado por nós. Esse nome só
pode ser VITÓRIA!
joaquim evónio
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 27, 2008
Senhor, Olhai pelo meu amigo!
Que as pedras sejam removidas do
seu caminho,
Que tenha forças para carregar
seus fardos,
Que encontre coragem
para resistir ao mal,
Que possa ver o amor em todos os seres,
Que seja abraçado pela lealdade,
Que encontre conforto e saúde
se estiver doente,
Que seja próspero e saiba partilhar,
Que tenha paz cobrindo seu espírito,
Que sua mente obtenha os conhecimentos,
Que use sabedoria para aplicá-los,
Que saiba distinguir o Bem do mal,
Que tenha Fé
para manter-se forte na dor.
Senhor,
Olhai pelo meu amigo!
Protegei cada passo que ele der,
Que a cada novo dia
ele aceite o novo,
Que saiba alegremente
comunicar novidade.
Que Vos sinta em todos os momentos
E que tenha o Vosso colo
por toda a Eternidade.
A.D.
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 20, 2008
Atravessas rudes provas…
Acalma-te e abençoa.
Alguma ofensa à vista?
Esquece e abençoa.
Amigos desertaram…
Segue à frente e abençoa.
Sofres dificuldades?
Age, serve e abençoa.
Alguém te menospreza…
Silencia e abençoa.
Deus te guarda e abençoa.
Por nada te revoltes…
Emmanuel
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 16, 2008
Todos os anos há um momento me que olhamos nossos armários com um olhar
crítico.
Olhamos aquelas roupas que não usamos há tanto tempo.
Aquelas que tiramos do cabide e de vez me quando vestimos, olhamos no
Espelho, confirmamos mais uma vez que não gostamos e guardamos de volta no
armário. Aquele sapato que machuca os pés, mas insistimos me mantê-lo
Guardado.
Há ainda aquele terno caro, mas que o paletó não cai bem, ou o vestido
“Espetacular” ganho de presente de alguém que amamos, mas que não combina
Conosco e nunca usamos.
Às vezes tiramos alguma coisa e damos para alguém, mas a maior parte fica
lá, guardada sabe-se lá porquê.
Um dia alguém me disse: tudo o que não lhe serve mais e você mantêm
Guardado, só lhe traz energias negativas.
Livre-se de tudo o que não usa e verá como lhe fará bem.
Acontece que nosso guarda-roupa não é o único lugar da vida onde guardamos
Coisas que não nos servem mais.
Você tem um guarda-roupa desses no interior da mente.
Dê uma olhada séria no que anda guardando lá.
Experimente esvaziar e fazer uma limpeza naquilo que não lhe serve mais.
Jogue for a idéias, crenças, maneiras de viver ou experiências que não lhe
Acrescentam nada e lhe roubam energia.
Faça uma limpeza nas amizades, aqueles amigos cujos interesses não têm
Mais nada a ver com os seus.
Aproveite e tire de seu “armário” aquelas pessoas negativas, tóxicas, sem
Entusiasmo, que tentam lhe arrastar para o fundo dos seus próprios poços
De tristezas, ressentimentos, mágoas e sofrimento.
A insegurança dessas pessoas faz com que busquem outras para lhes fazer
Companhia, e lá vai você junto com elas.
Junte-se a pessoas entusiasmadas que o apóiem me seus sonhos e projetos
Pessoais e profissionais.
Não espere um momento certo, ou mesmo o final do ano, para fazer essa
“Faxina interior”.
Comece agora e experimente aquele sentimento gostoso de liberdade.
Liberdade de não ter de guardar o que não lhe serve.
Liberdade de experimentar o desapego.
Liberdade de saber que mudou, mudou para melhor, e que só usa as coisas
Que verdadeiramente lhe servem e fazem bem.
Dr. Wilson Meiler
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 16, 2008
Agora parto rumo ao infinito em meu vôo solitário,
nesta busca incessante a procura do desconhecido
percorro caminhos longos que mais parecem vales de dor
caçando desesperadamente minha resposta.
Este coração agora busca o aconchego nas noites frias
perambulando nas madrugadas sombrias
como se busca-se enfim o encontro fatal, o ultimo,
como se esta fosse à resposta esperada pela alma.
Se das recordações vem as lagrimas que adentram em meu ser
distantes são os momentos de alegria em que o sorriso despontava
tão poucos que contados não dariam a palma da mão
Uma vida aprisionada a um amor sufocante
que tudo cobrava nada dava, mas por amor permanecia
dia após dia na esperança de que tudo finalmente mudaria.
Mudou hoje sou pássaro solto e liberto
quero encontrar-me com minha musa
com minha alma sei que ela esta em algum lugar
e nesta procura continuo com a esperança de enfim deixar de ver
a Palidez de minha própria vida e trazer para meu ser
o colorido do amor renovador!
Paulo Nunes Junior
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 15, 2008
Um velho sentava-se em sua cadeira de balanço dia após dia.
Ele prometeu não sair dali até ver Deus.
Em uma bela tarde de primavera, o velho balançando em sua cadeira, incansável em sua busca visual de Deus, viu uma garotinha brincando do outro lado da rua.
A bola da garotinha rolou para o seu quintal, e ela correu em sua direção.
Ao abaixar-se para pega-la, olhou para o velho e disse:
- Eu vejo o senhor todos os dias balançando-se em sua cadeira e olhando para o vazio.
O que está procurando?
- Ah, minha querida, é jovem demais para entender - respondeu o velho.
- Talvez - respondeu a garota.
-Mas a minha mãe sempre me disse que se eu tivesse algo em minha cabeça, deveria falar sobre isso, para compreender melhor. Ela sempre diz: “Srta. Lizzy, compartilhe os seus pensamentos.” Compartilhe, compartilhe, compartilhe, é o que sempre diz.
- Bem Srta. Lizzy, eu não acho que poderia ajudar-me - resmungou o velho.
_-Possivelmente não, senhor, mas talvez eu possa ajudar apenas ouvindo.
-Está bem, criança, eu estou procurando por Deus.
- Com o devido respeito, o senhor balança para a frente e para trás nessa cadeira dia após dia à procura de Deus?
-Perguntou a Srta. Lizzy, intrigada.
- Sim. Preciso acreditar antes da minha morte, que existe um Deus. Preciso de um sinal - respondeu o velho.
- Um sinal, senhor? Um sinal? disse a Srta. Lizzy, agora bastante confusa com as palavras do velho.
-Senhor, Deus dá-lhe um sinal quando o senhor respira, sente o cheiro de flores frescas, ouve os pássaros cantando e todos os bebês nascem. Ele dá-lhe um sinal
quando o senhor ri e chora, quando sente as lágrimas saindo de seus olhos. Isso é um sinal em seu coração para abraçar e amar. Deus dá-lhe um sinal no vento, no ar-íris e na mudança das estações. Todos os sinais
estão aí, mas o senhor não acredita neles. Deus está no senhor e em mim. Não existe procura, porque ele, ela ou seja lá o que for está aqui o tempo todo.
-Com uma das mãos em sua cintura e brandindo a outra no ar, a Srta. Lizzy continuou: - Minha mãe diz:
“Se você estiver procurando algo monumental, é porque fechou os olhos, pois ver Deus é ver as coisas simples, ver a vida em tudo.”
- Srta Lizzy, é muito perspicaz em sua compreensão de Deus, mas o que fala ainda não é o bastante.
Lizzy caminhou até o velho, colocou as suas mãos infantis sobre o coração dele e falou suavemente em seu ouvido:
- Senhor, isso vem daqui, não de lá. - E apontou para o céu. - Encontre-o primeiro em seu coração, em seu próprio exemplo. Então verá os sinais.
- Quando atravessava novamente a rua para ir embora, ela virou-se para o velho e sorriu.
Então, ao inclinar-se para sentir o cheiro das flores,gritou: - Minha mãe sempre diz:
“Se você estiver procurando algo monumental, é porque fechou os olhos”.
( Extraido do site Minutos com Deus)
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 9, 2008
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as suas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Fernando Pessoa
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 5, 2008
Desejo a você um excelente Natal, e
um Ano Novo cheio de realizações!
Mais um ano chega ao fim.
É tempo de fazer um balanço de tudo o que aconteceu.
É tempo de transformarmos:
a.. os momentos bons em novas energias, entusiasmo e principalmente esperança de todo que os nossos sonhos vão se realizar!
b.. os momentos maus em um lembretes para não cometermos novamente os mesmos erros no ano que vem.
c.. os momentos difíceis serem peças fundamentais de que tudo na vida passa e que esses momentos no futuro nos ajude a terem momentos felizes.
É tempo de agradecermos a Deus por todos os momentos felizes que tivemos!
Feliz Natal!!!
Feliz 2008!!!
DEUS ABENÇÕE TODOS VOCÊS!!!
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 4, 2008
Uma mulher acordou uma manhã após a quimioterapia, olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça.
- Bom, acho que vou trançar meus cabelos hoje.
Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça.
- Hummm, acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje.
Assim ela fez e teve um dia magnífico.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça.
- Bem, hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo.
Assim ela fez e teve um dia divertido.No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça.
- Yeeesss!!!, hoje não tenho que pentear meu cabelo.
ATITUDE É TUDO!
Seja mais humano e agradável com as pessoas.
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Viva com simplicidade.
Ame generosamente.
Cuide-se intensamente.
Fale com gentileza.
E, principalmente, não reclame.
Preocupe-se em agradecer pelo que você é e por tudo o que tem!
E deixe o restante com Deus.
Tenha um excelente dia!!!!
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 4, 2008
Se non avessi piu’ te
si no te tuviera más a ti …
se não tivesse mais a ti
Se non avessi piu te
Si no te tuviese mas a ti
Se não tivesse mais a ti
meglio morire
mejor morirme
melhor morrer
perché questo silenzio
porque este silencio
porque este silencio
che nasce intorno a me
que nace alrededor mío
que nasce em torno de mim
se manchi tu, mi fai sentire
si tu me faltas ,me haras sentir
se tu me faltas, me faras sentir
solo come un fiume che va
solo como el rio que va
só comoo rio que vai
verso la fine.
hasta el final
até o final
Questo devi sapere
Esto debes saberlo
Isto deve sabe-lo
Da queste mie parole
de estas mis palabras
destas minhas palavras
puoi capire
puedes entender
podes entender
quanto ti amo
cuánto te amo
o quanto te amo
ti amo
te amo
te amo
per sempre
para siempre
para sempre
come nessuno al mondo
como ninguno al mundo
como ninguém no mundo
ho amato mai
he amado asi
há amado assim
Ed io lo so
y yo lo sé
e eu o sei
che non mi lascerai
que no me dejarás
que não me deixarás
no, non puoi
no ,no puedes
não, nao podes
Io posso darti lo sai
Yo puedo darte ,lo sabes
Eu posso dar-te, o sabes
solo l’amore
somente amor
posso amarti per sempre
posso amar-te para sempre
ma come il fiume che va
mas como o rio que vai
io troverei la fine
eu te encontrarei no final
se non avessi piú te
se não estivesses mais
se não estivesses
se não estivesses
Gianni Morandi,
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 3, 2008
Não lhe fira a calúnia.
Viva de modo que ninguém possa acreditar no caluniador.
*
Não se atrase, em face da perturbação.
Siga seu caminho, atendendo aos objetivos superiores
da vida, porque os perturbadores são inumeráveis.
*
Não lhe doa a acusação indébita.
Você pode realizar muitos planos valiosos,
em contraposição aos acusadores gratuítos.
*
Não se incomode pela desconfiança descabida.
Em qualquer lugar, você pode empregar a boa consciência
no serviço honesto.
*
Não desanime, em razão da crítica.
Se a censura é serviço cabível a qualquer um,
a realização elevada é obra de poucos.
*
Não se aborreça em virtude de pareceres desfavoráveis.
Se você permanecer consagrado ao bem,
a aprovação da própria consciência prepondera
acima de qualquer opinião por mais respeitável.
André Luiz / Francisco Cândido Xavier
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Publicado por amizadepoesia em Janeiro 1, 2008
Passaram-se horas
sem fugir dos obstáculos
Passaram-se velhos meses
tão conhecidos
para afugentar as névoas
Novos dias surgirão…
para clarear as idéias
Entre o Céu e a Terra
um novo Tempo para semear
A Esperança da colheita
O abençoar dos frutos
Tempo da Renovação
no aprendizado diário
na troca de experiências
o espalhar de inesperadas sementes
através de atitudes mais equilibradas
ao se cruzar sabiamente os rios…
o acompanhamento do olhar nas margens
vai além das palavras rasas
Bons ventos
têm atitudes enérgicas e racionais:
Desejos de Saúde, Harmonia nos lares
Prosperidade,
Votos de Paz na Terra
da Conscientização fixando serenos ideais
A espera do ANO NOVO… gera uma época de
expectativas de Vida em Festa, nos corações.
Rosangela_Aliberti
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Publicado por amizadepoesia em Dezembro 31, 2007
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens? passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
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Publicado por amizadepoesia em Dezembro 31, 2007
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas;
Todas as buzinas;
Todos os reco-recos tocarem;
Atira-se;
E…..
— Ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança…
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA…
Mário Quintana.
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