amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Archive for 18 de Fevereiro, 2007

Nesta melodia um pouco de ti

Posted by amizadepoesia em Fevereiro 18, 2007

Ouvindo esta melodia 
e a lua como compania,
recordo  nosso amor como foi um dia.
Recordo o passado quando em teus braços
ouvia de ti quanto teu amor era meu.
Que eu era vida tua e tu a minha !
Nesta nostalgia sinto ainda um pouco de ti..
Recordo o que fomos um dia….
o mundo era nosso, repleto de felicidade.
Recordo nas horas do passado
um pouco de nós
Recordo um pouco teu amor 
Recordo de ti !
Recordo o que fui para tua vida um dia.
Nesta nostalgia …
trago nas horas de hoje um pouco ti.

Ana Maria Brasiliense

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ESTRELINHAS DE PAPEL

Posted by amizadepoesia em Fevereiro 18, 2007

Toda noite via no céu

uma estrelinha a piscar

e pensava comigo então

estrelinha, vou te buscar.

Numa certa noite eu vi

um foguete ir para o céu

na mesma hora pensei

em fazer uma estrelinha de papel.

Desenhei e depois cortei

todo meu cuidado tomei

uma estrelinha pro céu eu ia mandar

e não podia deixar essa chance estragar.

Foi pura emoção

pulava o meu coração

se eu mandasse uma estrela de papel

ganharia uma estrela do céu.

Mas foi quando aconteceu

o que eu menos esperava

quanto mais estrelinha eu mandava

em dobro ela voltava

e nada de estrelinha do céu

só mesmo de papel!

Giulia Lodi

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Luís de Camões

Posted by amizadepoesia em Fevereiro 18, 2007

Quem diz que Amor é falso ou enganoso

Quem diz que Amor é falso ou enganoso,
Ligeiro, ingrato, vão desconhecido,
Sem falta lhe terá bem merecido
Que lhe seja cruel ou rigoroso.
Amor é brando, é doce, e é piedoso.
Quem o contrário diz não seja crido;
Seja por cego e apaixonado tido,
E aos homens, e inda aos Deuses, odioso.

Se males faz Amor em mim se vêem;
Em mim mostrando todo o seu rigor,
Ao mundo quis mostrar quanto podia.

Mas todas suas iras são de Amor;
Todos os seus males são um bem,
Que eu por todo outro bem não trocaria.
Luís de Camões

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BOM DIA

Posted by amizadepoesia em Fevereiro 18, 2007

Daqui a alguns anos

você estará mais arrependido

 pelas coisas que não fez

do que pelas que fez..

Então solte as amarras.

Afaste-se do porto seguro.

 Agarre o vento em suas velas.

Explore.

Sonhe.

Descubra

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Senhora De Mim

Posted by amizadepoesia em Fevereiro 18, 2007

Neste momento… 
Surge em mim
O belo,
O novo,
A vida…
Repleta de cores…
Luzes…
Sons maviosos…
Então descubro,
Que o melhor de mim
Aflorou…
Em forma de poesia,
E me fez
Senhora de Mim…
Sem qualquer pretensão,
Sem arrogância,
Apenas consciente…
Do que sou,
De quem sou…
Mulher,
Fêmea…
Amada,
Amante…
Enfim…
Regente harmoniosa,
Empunhando a batuta
Da ária da minha vida!
Feiticeira,
Que seja!
O nome pouco importa…
Importa que eu seja,
Aquela quem decide,
Receber o teu amor,
E entregar-te o meu…
Amor sem fim…
Eterno…
Infinito…
Uno…
Nosso!
Senhor e Senhora
Dessa história
Sem fim!

Akasha De Lioncourt

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O Tempo não pode apagar a Poesia do Amor

Posted by amizadepoesia em Fevereiro 18, 2007

Não quero perder a poesia,
justificado pelo tempo…
Ela pode mudar rimas e versos…
Mas tem o seu lugar…
A poesia do tanto querer,
do gostar…
De apenas se confirmar um amor…
Ele fica mais maduro com o tempo…
Nasce pleno a cada manhã…
Com reflexos dourados de carinho…
Porque esse tempo permite que se conheça melhor o outro…
Aprimora os sentimentos…
Aguça os toques…
Conhece a geografia do corpo…
Percorre estradas, montes…
Mas, se enfeita sempre de maneira diferente…
Olhos sorrindo…
Não quero deixar de falar baixinho…
Palavras entendidas…
Incompreensíveis…
Sentidas…
Expressões de amor…
De gritar o prazer…
De assim ser: sua!
Uma linha pode ser poética,
porque se teve a intenção …
Ela advém do sentimento…
Do momento…
Do coração…
Não se pode perder a poesia do amor...

Porque o próprio amor é um lindo poema…
Versos da aceitação…
Versos dos toques,
Versos ilimitados do tempo…
De duas vidas se faz uma única…
Vida plena…
Vida de lutas,
Na poesia do tempo…
Num bailar do poema escrito pelo coração:

O AMOR!

(Jane Lagares)

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Balada d’Amada Ausente…

Posted by amizadepoesia em Fevereiro 18, 2007

Fugiu-me o tempo assim por entre os dedos

E por herança contemplou-me a solidão…

Contemplo a Vida que se escoa lentamente

E ecoa em mim velho clarim de uma paixão!

 

Roço estes lábios com a ponta de meus dedos

(Re)acendo (re)lembranças e segredos…

(Re)mexendo no braseiro da emoção…

 

Beijo a face singular da amada ausente

Me perguntando – num perguntar silente:

Aonde andará aquela que me queria tanto

Que num toque de magia – toque de encanto

Desfazia com fervor todos meus medos

Fazia em riso meu nublado pranto?

 

Olho o vazio com olhos-de-querer…

 

Quisera tê-la – sim! – como antigamente…

Cingir-lhe o corpo (tão divinal prazer!)

Beijar-lhe a boca (tão macia quanto ardente!)

 

Mas… quê! Tudo não passa de febril delírio!

Tudo não passa de um (re)sonhar em vão…

 Folhas de outono… Cinzas de um idílio…

 Quiméricas lembranças… Nostálgica ilusão!

J.J. Oliveira  Gonçalves

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Dívida de Amor

Posted by amizadepoesia em Fevereiro 18, 2007

Todos nós guardamos a dívida geral de amor

uns para com os outros,

mas esse amor e esse débito se subdividem,

através de inúmeras manifestações.

A cada ser, a cada coisa, paisagem, circunstância e situação,

devemos algo de amor em expressão diferente.

A criatura que desconhece semelhante impositivo

não encontrou ainda a verdadeira noção

de equilíbrio espiritual.

Valiosas oportunidades iluminativas são relegadas,

pelas almas invigilantes, à obscuridade e à perturbação.

Que prodigioso éden seria a Terra se cada homem

concedesse ao próximo o que lhe deve por justiça!

O homem comum, todavia,

gravitando em torno do próprio “eu”,

em clima de egoísmo feroz,

cerra os olhos às necessidades dos outros.

Esquece-se de que respira no oxigênio do mundo,

que se alimenta do mundo e dele recebe o material imprescindível ao aperfeiçoamento e à redenção.

A qualquer exigência do campo externo,

agasta-se e irrita-se, acreditando-se o credor de todos.

Muitos sabem receber, raros sabem dar.

Por que esquivar-se alguém aos petitórios

do fragmento de terra que nos acolhe o espírito?

Por que negar respeito ao que comanda,

ou atenção ao que necessita?

Resgata os títulos de amor

que te prendem a todos os seres e coisas do caminho.

 Quanto maior a compreensão de um homem,

mais alto é o débito dele para com a Humanidade;

quanto mais sábio, mais rico para satisfazer aos impositivos de cooperação no progresso universal.

Não te iludas…

Deves sempre alguma coisa ao companheiro de luta,

tanto quanto à estrada que pisas despreocupadamente.

E quando resgatares as tuas obrigações, caminharás na Terra recebendo o amor e a recompensa de todos.

Emmanuel / Francisco Cândido Xavier

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