amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Archive for 30 de Maio, 2007

Espelho da Poesia

Posted by amizadepoesia em Maio 30, 2007

A poesia é brisa, que canta no vento,
É lágrima que cascateia no mar,
São letras que navegam no rio,
à favor, ou contra a correnteza,
É a luz das estrelas e do luar,
abrindo e fechando as cortinas do tempo.
É dor, amparo, solidão,
É riso, é o prazer, é a satisfação,
É metal, é pedra, é pau, é pó,
É sonho, é verdade, é fantasia.
É luz nas sombras da alma,
É vida pulsando, à cores,
brincando de pintar e polir
o valor do eterno amor

Schyrlei Pinheiro

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Nossa Senhora

Posted by amizadepoesia em Maio 30, 2007

Mãe da Poesia, que ilumina este pedacinho de céu amigo,.
Obrigada por nos brindar com a semente da sensibilidade
e de nos permitir navegar sobre águas da arte e da cultura,
sonhando com as cores regadas pelas lágrimas de alegrias

Gotas doces, que cascateiam por nossa face,.
abençoadas pela fonte de toda inspiração,
que leva os poetas, unidos, a desfilarem
seus sentimentos na passarela da vida

Cantando mais alto o amor,
plantamos, entre linhas, palavras
com emoção, colhidas de tuas mãos,
muito além da imaginação.

Schyrlei Pinheiro

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Soneto LXXI

Posted by amizadepoesia em Maio 30, 2007

No fim do mais horrível dos meus dias
depus minhas armas, derrotada
o pranto, aos meus olhos embaçava
eu me entreguei, vencida, à nostalgia.

O mar rugia, a maré tão revoltada
por certo compreendiam a minha dor
chegava ao fim a trilha desse amor
que a ele tanto me fiz devotada.

Mas o amor, ao ser não indeniza
apenas parte, como parte o vento
ficando apenas a suave brisa…

que amanheceu em outros dias meus
fez renascer suave, a harmonia
que o universo sempre prometeu…

Tere Penhabe

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Não quero

Posted by amizadepoesia em Maio 30, 2007

Histórias tristes
Para contar

Não quero
A mentira
Romântica
Das novelas

Quero a tragédia
Do cotidiano
Quero a verdade
Trágica da realidade

Quero
A marginalidade
Da periferia

Quero o “clichê”
Do dia à dia
Das favelas

Quero
A realidade
Brasileira

ABittar

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Perfume

Posted by amizadepoesia em Maio 30, 2007

Venha sentir meu perfume
Sentir todo meu calor
Meus desejos mais profundos
Minha alma agora transborda
de desejo e paixão, me perco
no teus olhos, no teu cheiro meu amor

Venha sentir meu perfume
Todo êxtase meu amor
A paixão já me consome
Enlouquece minha alma
Estou morrendo de amor

Venha sentir meu perfume
De morangos, de mel, de rosas
De tudo que me leva a crer
que quando estamos juntos
Nada pode nos conter…

Venha sentir meu perfume
De vinho e bem querer
Do véu que cobre meu corpo
Daquela àgua de côco
De tudo que podemos ter

Então venha, mas venha prá mim
Venha de alma lavada, com o corpo molhado
Banhando o corpo meu…
E quando tão loucos  já extasiados
Então sinta meu amor, o perfume meu !!!

Flor de Seda

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Horizonte do nosso amor

Posted by amizadepoesia em Maio 30, 2007

Na linha do horizonte a memória
dos nossos beijos e suaves afagos
lembranças vívidas de nossa história
que no peito alegre carrego e trago

A luz do sol sobre o rio Guaíba
deixando a água em tons furta cor
nuances de nossa paixão vivida
matizes de nosso ardente amor

O céu como tela de nossos beijos
a projetar memórias edulcoradas
num longa metragem de desejo

por ti minha prenda adorada
tão nítida tela que ali eu te vejo
nas pedras do rio, por mim abraçada,

Jorge Linhaça

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Homem de lata

Posted by amizadepoesia em Maio 30, 2007

Um homem de lata buscava
encontrar na vida um coração
muitos caminhos trilhava
em busca de sentir a emoção

O homem de lata o bem fazia
a quem pelo caminho encontrava
mas ainda assim não entendia
que o amor no peito já estava

Triste homem de lata, choroso,
espalhando o bem pelo caminho
sem perceber que era majestoso
sentia-se na estrada sozinho

Até que um dia lhe mostraram
o jardim vivo por detrás de si
duas lágrimas então rolaram
e o homem de lata hoje é feliz.

Jorge Linhaça

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RECUERDO. DE MI INFANCIA

Posted by amizadepoesia em Maio 30, 2007

Recuerdo, de mi infancia, que ya era adulto
Antes de ser criatura. Fascinado me veía,
Con el que el mundo me daba a ver – indulto
De la naturaleza que, presente, nada escondía.

Recuerdo aún, si la memoria no me traiciona,
Que me sentía el defensor del mas flaco –
No cabe aquí la demérita y astuta loa,
Cuando venían hasta mi víctimas de maltrato.

Muchas luchas traté para defender lo inerme,
Mas aquí la nada ni a ninguno debe,
Si la escogida se hizo con la propia epidermis.

Hoy sigo con las mismas convicciones,
Argonauta de la estratósfera, que nada teme,
Porque no entra en dobles contradicciones.

Jorge Humberto

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SOÑANDO AMOR

Posted by amizadepoesia em Maio 30, 2007

Soñar contigo es todo lo que me resta,
Con sabor a romãs y tangerinas,
y es por eso que el aqui atesta,
Expuesto que está en versos y rimas.

Mas si el sueño no tiene parecer aqui,
Porque le llamo yo de amor,
Si no te tengo junto a mi,
Con todo el sutil esplendor tuyo?

Y me huye el sueño y el querer,
en esta duda de gente requerida.
Entonces, me digan: vaya allá a saber,

Porque no puedo yo amar al fin,
Arrancar de los ojos a frida,
y ser la gente que pasa por mi.

Jorge Humberto

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HOMEM COMUM

Posted by amizadepoesia em Maio 30, 2007

Que cena bonita e idílica esta que meus
Olhos vêem. Correndo para os braços
Dos filhos pais chamam-lhes de seus,
E perdem-se entre carinhos e abraços.

Ah, não ser eu assim, e ter também alguém
A quem chamar de seu, depois de um dia
De trabalho. mas eu sou de ninguém –
Enquanto lá fora a noite prazenteira se ia.

Oh, fado meu, que me tiraste toda a alegria,
Miserável se fez o dia em que te conheci.
E o embaraço roubou-me o que se fazia,

Certo e desenvolto, quando do mais alto
De mim, para me perder no mundo parti,
Não me achando mais tomei-me de assalto.

Jorge Humberto

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MESMICE

Posted by amizadepoesia em Maio 30, 2007

O sol já pronuncia a noite e seus defeitos.
O barco, de peito dado ao rio, caminha.
E eu reitero aqui mesmo todos os conceitos
De um mar ao largo que se avizinha.

Dança frenética de aves daqui e de acolá,
Num frenesim de bicos e de açucenas.
E eu sou tudo aquilo que não há,
Fora eu o outro caminhando suas penas.

As sombras fazem negrume no mato.
Há gemidos agoirentos por todo o lado,
Servidos a frio no raso de um prato.

Meus olhos tentam acostumar-se à mesmice,
Num grito de guitarras de um triste fado.
Quem foi que aqui se contradisse?

Jorge Humberto

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Posted by amizadepoesia em Maio 30, 2007

O que é o viver
senão uma trajetória de escolhas.
A todo momento
podemos corrigir rotas.
De repente algo que nos acontece,
inesperado, inexplicável
nos leva a penetrar no
fundo do nosso ser
e sentir que nem sempre
estamos onde gostaríamos de estar
e nem sempre fazemos as
escolhas certas.

Viver por viver
também não traz a satisfação
de conscientemente
buscarmos aquilo que
realmente nos satisfaz,
nos causa prazer.

Refletir sobre a nossa vida,
buscar entender os anseios do
coração, ouvir os sentimentos
que anseiam por aflorar
e principalmente usar
o livre arbítrio como uma
bússola, para que sejamos
nós a traçar nosso destino,
e dar a vida um sentido,
um propósito.

Ainda que o acaso ou a sorte
se manifeste, ainda assim
temos que ter em mente,
a nossa maneira de ser,
a nossa singularidade e apenas
quando estamos em contato com o nosso
interior é que podemos realmente
nos conhecer melhor e
fazermos as escolhas certas.

Guida Linhares

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HOJE SOU O QUE SOU…

Posted by amizadepoesia em Maio 30, 2007

Que seria da primeira na terceira geração?
Esperada, ansiada, quase perdida… Afinal acolhida.
Tomando o lugar da Rainha, chegava da rosa o botão.
Sorriso em rostos cheios de esperança, nova vida…

Que seria da linda menina travessa, esperta, mimosa?
Vestes de rendas voltavam sujas de terra…
Mas nos cabelos flores… Desculpas carinhosas…
Ao desespero da Rainha-Mãe, caba a espera…

Que seria da jovem coroada, eternamente cercada,
Centro de atenções, mimos, convites, cheia de alegria!
Onde o mundo parecia rodar para agradá-la, protegida, amada…
Onde o dia era cheio de riso e a noite ressurgia em magia…

Que seria da mulher entrando de branco, sonhadora…
Seria feliz a tão acarinhada menina?
Seria reconhecida pelo amor depositado de maneira encantadora?
Ou pelo jogo das estrelas, algo mudaria sua sina…

As estrelas piscam seu jogo a repetir: “O que será, será…”
Não se espera, não se muda, algo somente acontece.
Por mais que a vida lhe sorria, não se sabe o que acontecerá…
Apenas creia e espere, a felicidade retorna a quem a merece…

Nany Schneider

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Ainda não estou preparado para perder-te

Posted by amizadepoesia em Maio 30, 2007

Ainda não estou preparado para peder-te
Não estou preparado para que me deixes só.
Ainda não estou preparado para crescer
e aceitar que é natural
para reconhecer que tudo
tem um principio e tem um final.
Ainda não estou preparado para não ter-te
e somente recordar-te.
Ainda não estou preparado para não poder ouvir-te
ou não poder falar-te,
não estou preparado para que não me abraces
e para não poder abraçar-te.
Ainda te necessito
e ainda não estou preparado para caminhar
pelo mundo perguntando-me…porque?
Não estou preparado hoje nem nunca estarei.
Te necessito.

Neruda

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Solamente tú

Posted by amizadepoesia em Maio 30, 2007

Solamente tu, haces que mi corazóm palpite …

Haces que mi vida , tenga sentido …

Solamente de ti, me podría acordar…

Solamente tu podrías …y

me haces despertar el amor …

apasionadamente
Me haces ver nuevamente

que la vida existe

Fuiste tú ,solamente tú…

que me hiciste sentir

que un beso tiene sentido

que un abrazo tiene calor ..

Mucho ardor

Fuiste tu …solamente tú que
mis sueños desveló
y los realizo
con tu amor…

solamente
con cariño sembraste,

y cultivaste
en mi ser,

y en mi corazón

únicamente

solamente…Tú

(c) Joe

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