amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Archive for 8 de Abril, 2008

Ar de Noturno

Posted by amizadepoesia em Abril 8, 2008

Tenho muito medo
das folhas mortas,
medo dos prados
cheios de orvalho.
eu vou dormir;
se não me despertas,
deixarei a teu lado meu coração frio.

O que é isso que soa
bem longe ?
Amor. O vento nas vidraças,
amor meu !

Pus em ti colares
com gemas de aurora.
Por que me abandonas
neste caminho ?
Se vais muito longe,
meu pássaro chora
e a verde vinha
não dará seu vinho.

O que é isso que soa
bem longe ?
Amor. O vento nas vidraças,
amor meu !

Nunca saberás,
esfinge de neve,
o muito que eu
haveria de te querer
essas madrugadas
quando chove
e no ramo seco
se desfaz o ninho.

O que é isso que soa
bem longe ?
Amor. O vento nas vidraças,
amor meu ! 

Federico Garcia Lorca

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Nossos fantasmas

Posted by amizadepoesia em Abril 8, 2008

O amigo é bem mais feliz do que eu!
Se tens somente os cinco que escreveu,
Arrepiantes seres que nos rondam,
És um homem de sorte, podes crer!
Os meus fantasmas vou aqui descrever,
E falo baixo que agora ressonam…

Uma espetaculosa que faz dano,
Diz ter origem no mundo cigano,
Gosto das suas roupas, é verdade…
Mas vive a me causar tanto embaraço,
Confesso que não sei mais o que faço,
Porque estou velha para ingenuidade.

E tem os seus colegas de trajeto,
Que dessa bela estão sempre por perto,
Fazem escarcéu e bebem por demais!
Mas dançam como nunca vi no mundo!
Mesmo quando meu sono é profundo,
Eu sonho e sei que estou pedindo mais.

Depois me chega o clero em oração…
Tem padre, bispo e até um sacristão,
Penso que vêm tentar me convencer,
A confessar os meus erros mundanos,
Mas são pequenos e não causam danos,
Portanto essa alegria não vão ter!

Tem mais um bando de desconhecidos…
O caldo entorna quando os dois maridos,
Entram sem cerimônia ao mesmo tempo.
É uma algazarra que dá gosto olhar!
Nhô Ruim e Nhô Pior ficam a trocar,
Acusações que sempre marcam tento.
 
Tem também o fantasma de uma  velha,
De vez em quando de mim se emparelha,
Tenta me convencer que estou morrendo…
Ás vezes chego até a acreditar,
Que os epitáfios já nem sei contar,
Pois convencida acabo os escrevendo…
 
Eu quase me esquecia… (Que obtusa!)
De um tal fantasma que me faz de musa,
E escreve odes tão lindas sem parar!
Me chama de princesa e diz que quer,
Que além de  musa eu seja sua mulher…
O diabo é precisar de o sustentar!

Por isso sigo assim brincando e rindo,
Nem sempre poetando, mas sentindo,
O louco amor que  tenho pela vida!
E quando posso escrevo poesia,
Para não ver direito a estripulia,
Desses fantasmas dos quais sou querida.
 
Quando vario escrevo picadinho,
Um tal verso esquisito, miudinho,
Tem valia só para cirandar.
Eu desconfio que é de algum anão,
Fantasma que me dá essa inspiração,
Pois mal começo já vejo acabar.

E quando raramente eu fico só,
Confesso: – Dos fantasmas sinto dó!
Faço sonetos que é para contar,
A história que não sei se é verdade,
Porque há muito fugi da realidade,
Já que ela me fazia arrepiar!

E não adianta alguém me dar conselho,
Já tenho a toda hora, do espelho.
Mas sou rebelde, não quero escutar.
Talvez em outra vida eu tome jeito,
Mas nesta já assumi o doce defeito:
– Ser súdita fiel do verbo amar!

Tere Penhabe

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Perdão… Meu amor…

Posted by amizadepoesia em Abril 8, 2008

Perdão, meu amor, perdão minha vida!
Magoei-te tanto, mas foi sem querer!
Perdi o limite… A paz… A calma…
Errei sem notar… Sem perceber!
 
Perdão, meu doce amor…  Querido meu,
Foi um anjo revoltado que passou…
Fez estripulias… Fez-nos sofrer tanto,
Depois sorridente bateu asas e voou!
 
Perdão, meu amor… Perdão eu peço.
Bota um sorriso nesse rosto amado.
Abre os braços para o nosso abraço,
Com um beijo doce e cheio de pecado.
 
Não fomos nós os culpados. Foi o amor
Enorme que gritou e se desesperou…
Agora tudo acabou… A paz retornou…
Foi embora o anjo mal que nos arreliou!
 
Perdão, querido meu… Perdão meu amado!
Se eu te feri profundamente ou maltratei…
Quem ama sempre releva, sempre perdoa,
Não te esquecas… Que sempre te amei…
 
Perdão, meu adorado… Perdão, perdão!
Mostra-me outra vez teu riso lindo!
Deixa fluir toda a emoção, todo o arrepio…
Um beijo apenas, e tudo estará esquecido!
Mary Trujillo

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Anjo Louco Das Letras…

Posted by amizadepoesia em Abril 8, 2008

Poeta, anjo louco das letras,
            Escritor de palavras cruzadas…
            De sentimentos não correspondidos,
            Indecifráveis, picantes e proibidos…
            Vai poeta rabiscando seu verso,
            Derrama com sua mágica pena,
            A constelação, o arco Íris…
            É fácil colorir, recriar essa cena.
            Voar, fugir da crueldade da vida,
            Que cutuca sua ferida em dor atroz.
            Destila a beleza rara que não existe,
            Onde a esperança enferma, mal resiste…
            Completa seu verso com um final feliz,
            Diga que não há mais ódio, nem fome,
            Que a guerra acabou, a paz chegou,
            Curtindo a dor da mentira. até a raiz …
            Ah… poeta fingidor, bobo, insano…
            Palhaço talentoso, fazendo a platéia sorrir.
            Esperando sob a mesa, míseras migalhas
            Do afeto inventado, sonhado, perfeito…
            Falando do amor que nunca teve,
            Nem tem mais jeito. Pintando o céu
            Mais azul, o mar calmo e sereno…
            Minta, minta sempre, corajosamente!
            Esconda nas entranhas toda decepção
            Que a pequenez humana lhe causou … 
            Há de chegar o dia de cantar e sorrir…
            Viver será um noturno, uma canção…
            Sua voz um grito de êxtase e alegria,
            Ainda que no peito esteja parando,
            Quase morrendo… o idiota coração!
                 Mari Trujillo

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NUNCA SABERÁ

Posted by amizadepoesia em Abril 8, 2008

Você não sabe de nada
  nem saberá o que
  resultou da tua ausência,
  noites em claro, fantasmas,
  me perdi em meu mundo de demência.

  Você não sabe de nada
  e nem saberá sobre o
  sofrimento que me envolveu,
  das veredas por onde caminhei,
  da tristeza que se apossou de mim,
  das feridas que só eu cuidei
  que só eu conheci e ai, aquela
  tortura que só eu experimentei.

  Você não sabe de nada
  e nem saberá o quanto foi
  que implorei, a tua presença,
  que falta fez, o desespero que
  embalou meu coração e
  como aqui te desejei…

  Você não sabe de nada
  e nem saberá sobre a
  importância de tua presença
  em todos os momentos,
  e que a fúria do teu  desamor
  não permitiu ver
  o nosso desmoronamento.

  Não saberá do vago aroma
  de magnólia, a fragrância
  deliciosa de mulher que você deixou…
  que saudade…que distância…

  Não! Você nada sabe
  e não saberá que entre
  lágrimas eu te chamei…
  e nunca saberá que extenuado
  adormeci escondido no obscuro
  da existência abraçado ao teu amado vulto.

Wilson de Oliveira Carvalho

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ASSIM ME DOO A TI

Posted by amizadepoesia em Abril 8, 2008

Amor tão sereno, quanto pretendido,
      vivência fluente que me traz aqui vivo
      não foras tu e nada mais compensaria
      assim este sentimento de pura alegria

      Nada neste mundo, qualquer sentido
      traria a meu ser amado, sequer olvido
      um momento, chegado que foi aí o dia
      em que para deleite meu te conhecia

      E nada mais foi como antes ou depois
      tanto me deste que julguei aqui sonhar
      como seria bom caminharmos os dois

      Muitas são as crenças que carregamos
      nosso bem-querer de querer partilhar
      o que não sendo em vão bem cuidamos

      Jorge Humberto

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UM AMOR QUE NÃO NASCEU

Posted by amizadepoesia em Abril 8, 2008

Não adianta agora chegarem mil versos,
que falem do amor em silêncio.
Este amor nunca sobrevive,
 pois como uma plantinha frágil,
o amor precisa de nutrição diária,
regas frescas e o carinho dos raios do sol
suavizando as arestas do cotidiano,
refrescando as folhas do amor_amizade,
fortalecendo o caule da relação afetiva,
que suga da raiz o seu sustento,
para que cresça forte e saudável.
Um silencioso amor assim desejado,
só pode vir da alucinação dos sentidos.
De um platônico querer,
que ao mesmo tempo receia diluir-se no amor,
em toda a sua plenitude de realização.
Ou então foi unilateral todo o sentimento,
toda a expressão das emoções iniciais,
ainda que por meios virtuais.
Num vaso de barro, moldado com afeto,
plantei carinhosamente a sementinha amorosa.
Num momento de desentendimento,
em monólogos não obtiveram respostas,
o silêncio se fez pesado, regado com a indiferença.
Ainda assim cuidei da semente, por mais um tempo.
Surgiu um brotinho, mas de tão frágil coitadinho,
murchou em poucos dias.
Esperei que tu viesses, dia após dia..
Uma palavra, um gesto apenas,
sinalizaria algo, porém…
Os dias se passaram,
passeastes sozinho ao sol forte,
depois com o guarda-chuva, corrias da mau tempo
desviando-se das poças d`água..
Aliás acho que nem menino você foi;
tens medo de pisar descalço nas poças d`água,
embora convides todos a fazerem isso…
Belas palavras, significativos versos
que não aplicas a ti mesmo, para seres
um pouco mais feliz, um pouco mais contente.
Me perguntei o que tanto receias,
para agir deste modo…
mudar tanto em tão pouco tempo…
Mas compreendi que às vezes
a nossa carência afetiva se torna tão funda,
que se busca qualquer vaso, até xaxim serve…
e se coloca alguma providencial semente
e se espera que cresça e vingue formosa,
para que possamos nos deleitar com as flores,
comer seus saborosos frutos,
deliciar-se com o seu aroma,
e depois recostar na rede,
fechando os olhos e sonhar
que estamos juntos…
Juntos???
É uma piada, um blefe,
um desconcerto!
Sinto muito, mas agora é tarde demais!
Não há retorno de algo que nunca existiu.
Um amor abortado logo de início,
que nem teve tempo de ser gestado
com carinho e cuidados,
com abraços reais e doces beijos..
Não meu amigo poeta,
continua com a tua poesia, quanto a mim..
A plantinha já murcha, larguei o vaso boiando
nas águas do rio de lágrimas em que quase me afoguei.
Mas Deus sempre foi bom comigo,
e logo me colocou ao abrigo!
Com o coração em paz e recuperado,
olho para a linha do horizonte
e vislumbro novos matizes do amanhecer.
Outros sabores mais inebriantes, 
 um perfumado aroma de sândalo,
a me envolver docemente, vagarosamente.
As flores do campo alegres e alvissareiras
saudaram hoje a minha caminhada.
Agora não mais carrego o cesto de tristeza,
muito menos o entrelaçado de mágoas,
por ter me sentido mais uma vez rejeitada.
Você que tanto me acolheu,
em momentos de poço sem fundo,
nem deverias ter tentado,
abrir as portas do meu mundo.
Passaste igual um cometa em desvario,
e nem sequer me abrigaste do frio,
depois de tantos verões e primaveras
traçando planos, sonhando quimeras.
Olho e nem vejo mais o quanto te desejei…
Olho em meu entorno.
Nem sombra de um sentimento que penso,
foi apenas por mim alimentado.
Saibas meu amigo, que a hora de chegar perto,
já foi há tanto tempo, que o bendito esquecimento,
me abraçou com toda força,
fazendo com que eu esquecesse definitivamente o teu endereço!
Então, de um amor abortado, nada mais se pode esperar!
Que o nosso ventre esteja pronto para uma nova semente,
que traga sobretudo muita Amor, Alegria e Felicidade.

Guida Linhares

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Chat…

Posted by amizadepoesia em Abril 8, 2008

Te sinto
       do outro lado
      da tela
      do meu computador
       como algo
       que sem ver
      é presente
       em silencio
       esperando
       minhas palavras
      escritas
      que te tirem
       de tua
      melancolia

       te escrevo
       ola!
       e pressagio
       um entrecortado
      respirar,
       meditas,
       pensas
       em como será
       aquele
       que desde
       alguns dias
       se introduz
       nem sua csa
       em silencio
       dando
       palavras
      de alento
       a teu maltratado
       coração.

       Um coraçãozinho
       se introduz
      em minha tela
      é tua resposta
       a tanta
       desesperança
       querendo-me
      mostrar
       quão bela
      é a noite
       quando do outro
       lado me pressentes
       e entre ambos
       se produz
       essa mimíca
       de palavras
       escritas
       que são
       transformadas
       em imagens
       belas
       por nossos
      corações

       As vezes
       fica um longo
       silêncio
      e pensamos
       como será
       tão somente
      un momentoum momento
       se nossas
      vidas
      e encontrassem
       e soubessem
       dar-se
       como agora
       nesta
      tela
       sem palavras
       os mais belos
       sentimentos.

       Tu lês
       do outro lado
      e esperas
       que ao marcar
       de tua tela
       te mostre
       meu pensar
       sorries
       se logo calas
       sabendo-se
      ditosa
       por que alguém
       que sómente
       sabe seu nick
       se mostra
       e se dá
      com seu
      pensamentos
      e sonhas
       como será
       se um dia
       nossas
        vidas
      decidem
       que se têm
      que encontrar

      como será o momento que tivermos que nos encontrar…?

     
             tandytogonzalo       

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HARPEJOS DA ALMA

Posted by amizadepoesia em Abril 8, 2008

A harpa toca suave,
      suave como o amor,
      amor que me invade
      “Quo vadis?” ó minha dor.

      A dor já se evade,
      no jardim renasce a flor,
      a harpa toca suave
      suave, como o amor

      Afastam-se os entraves
      brilha o sol, com vigor.
      Nessas notas tão graves,
      soa a paz, pois, o amor,
      a harpa toca suave.

  Jorge Linhaça

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Cometas no firmamento

Posted by amizadepoesia em Abril 8, 2008

Um amor que nasceu para ser estrela
veio, marcou e passou…um cometa se tornou
tanto sofrimento causou,
quando sua cauda pelo céu riscou

Como uma cauda de gases, esse amor se dissipou
pelos poros evaporou causando tanta dor
exalando com vapores de sangue do coração
saindo em punção, abrindo feridas que nunca cicatrizarão

Ela como cometa passou,
atropelando meu amor
me deixando as dores das saudades
apagando as luzes da ilusão com decepção

Aborto da mais bela concepção
um amor perfeito natimorto
como o sonho da bela flor
que morre ainda em botão

Na constelação da imaginação
as flores das lembranças nos espinhos da desilusão
empaladas até o mais profundo da alma
nos estertores dos desamores

No cometa confundido com estrela
se foi sonhos, fantasias e esperanças
que embaçaram com lágrimas ferventes da paixão
meu sonhador e míope coração

Que suplica aos céus um cometa
que se torne estrela do seu firmamento
que pisque para sempre no seu sentimento
que pulse, que brilhe no seu infinito…

Joe’A

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Esperança de Ser Feliz

Posted by amizadepoesia em Abril 8, 2008

Juíza de mim mesma condeno-me a viver

      sem defesa aos teus olhos não por ter pecado
      mas, por te amar com tanta paixão.

      Apoderei-me ilegalmente do teu coração,
      e ousei retirar, deste, todos os direitos
      que qualquer outro teria de pulsar em liberdade!

      Por amor, eu o acorrentei ao meu
      tornando-o objeto de meu desejo
      exigindo retribuição!

      Mesmo sem ferir a tua carne, sem arrependimento
      confesso  que, deliberadamente,
      enveneno teus pensamentos a cada instante que sorrio!

      Entre afagos, eu advogo em causa própria,
      ciente de tudo que faço, com muito prazer
      desejando ao teu lado ser feliz!

      Não confesso, pedindo para ser perdoada
      quero ser eternamente condenada
      pela esperança de, também, ver-te feliz
      a te amar e ser feliz!

  Schyrlei Pinheiro

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Até Amanhã

Posted by amizadepoesia em Abril 8, 2008

Sei agora como nasceu a alegria,

como nasce o vento entre barcos de papel,

como nasce a água ou o amor

quando a juventude não é uma lágrima.

 

É primeiro só um rumor de espuma

à roda do corpo que desperta,

sílaba espessa, beijo acumulado,

amanhecer de pássaros no sangue.

 

É subitamente um grito,

um grito apertado nos dentes,

galope de cavalos num horizonte

onde o mar é diurno e sem palavras.

 

Falei de tudo quanto amei.

De coisas que te dou

para que tu as ames comigo:

a juventude , o vento e as areias.

 
Eugénio de Andrade

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SENHORA DOS VENTOS

Posted by amizadepoesia em Abril 8, 2008

Das ondas do mar, ora encapeladas,
      sob a força dos ventos, inclementes,
      Emerge a nau…resiste, açoitada,
      No seu bojo os marujos, valentes.

      Já são tantas tempestades vividas,
      tantas lutas, por eles, enfrentadas,
      Cada vitória serviu de divisa,
      patente recebida, junto ao nada.

      – Ó senhora dos ventos furiosos,
      abrandai vossa ira sobre nós.
      Tu , que, nas águas do mar revoltoso,

      Calmas o vento com tua voz.
      Serena as ondas, ó ser majestoso,
      Livra-nos desta batalha atroz.

Jorge Linhaça

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CRISTAL, REALIDADE DE UM SONHO…

Posted by amizadepoesia em Abril 8, 2008

S?o tantos os sonhos que sonhei!…
Tantos ideais, tantas metas,
uma realidade, muitas vezes, cruel…
Desprovida de qualquer proteç?o,
Guerreando sem armadura,
Enfrentei a selvageria do mundo!…
Caminhei sobre o gelo do medo,
Sobre o fogo da lutas desiguais,
Fiz da minha vida, de raz?es
por escolha, uma constante busca!
Tudo fiz pela felicidade!…
Por ter uma alegria permanente…
Tudo fiz para conservar a juventude,
n?o contava com as marcas que o tempo
nos deixa, sem piedade, na face…
Guerreira, até mesmo, superei a dor,
o dissabor dos enganos sem prop?sito.
E, em momento algum, pensei em desistir,
 nem mesmo diante das feridas,
doloridas, abertas pelas traiç?es…
Consciente, tudo fiz por amor!…
Hoje, parando para repensar,
ap?s o balanço, dessa caminhada
resta, apenas, uma certeza:
Começaria tudo de novo!…
Refaria cada passo…
Pois o que sobrou fui eu
e sou o que sou, por ter acumulado
as vivências que me foram impostas,
n?o fosse, assim, n?o seria eu!
E eu respeito a formaç?o que me fez,
amante da poesia, que me vem da alma,
do amor e do ser humano,
insubstitu?veis na minha concepç?o de vida…
Ser coraç?o, emoç?o!…
Gente que é gente!…
Um cristal transparente,
definido
por sua pr?pria essência…

Carmen Cristal

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Amiga querida

Posted by amizadepoesia em Abril 8, 2008

Gosto de voce de graça
            gosto de sua companhia
            gosto de sua inteligência e humor picante
            gosto de sua presença e sorriso

            Gosto dessa nossa amizade
            despretensiosa, graciosa
            muito bom gostar de voce
            um gostar de bem querer

            De me preocupar com seu humor
            de desejar sempre seu bem estar
            de saber de suas ansiedades
            de ouvir seus queixumes

            De me preocupar com suas preocupações
            de participar dos seus problemas
            Também gosto de lhe ver bonita
            charmosa e bem vestida

            Gostoso massagear seu ego
            e de enfeitar sua vaidade
            sinto orgulho por ser seu amigo
            Porque simplesmente gosto de voce

            Joe’A

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