amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Archive for 22 de Abril, 2008

COMO EU TE AMO!

Posted by amizadepoesia em Abril 22, 2008

Queria viver em seus braços
sentir a vida através dos seus olhos
e crer na eternidade de um amor assim…

Te amo tanto
que sinto que o sangue que me corre as veias
pulsa tão somente por você…

Meu pensamento se perde entre tantas imagens
que ele cria e recria a cada momento
e todas são feitas do seu sorriso
do seu olhar, da sua imagem…

Nada, nada mesmo, é mais importante que pensar em você
sonhar você…

Te amo como quem precisa do ar para respirar a cada segundo
e sinto que meu corpo é apenas um templo feito para te guardar…

Não sei imaginar minha vida sem sua presença
ainda que não esteja ao meu lado…

Vivo, não mais os meus momentos, mas os seus
pois não há um só momento que eu não imagine o que esteja fazendo ou pensando
e é assim que me sinto viva, inteira, plena…

Não me envergonho em ser assim
um ser completamente dependente de você…

Preciso deste amor como à noite precisa da escuridão
e o dia da luz, para se manifestarem…

Te amo e como te amo!

Não importa o que você faça
eu continuarei amando você
porque meu coração não saberia pulsar
se eu lhe negasse este amor…

E porque eu te amo
eu posso respirar amor
sentir amor
ser o próprio amor…

Este amor que guardo aqui
para te entregar
se um dia
você vier a me notar…

Célia Jardim

Posted in poesia | Leave a Comment »

Como lhe dizer!

Posted by amizadepoesia em Abril 22, 2008

 Como fazer para lhe dizer que é em minha vida
            o mais importante…a mais querida
            como lhe dizer que somos como o mar e o céu
            estamos proximos mas nunca unidos!

            Como enganar esse coração que suplica
            que seu amor chegue a meu lado, que se fixe
            meus olhos em seus olhos… com este amor tao desejado;
            como fazer voar o tempo para chegar a seu lado.

            Como falar do meu amor.. que vive desesperado  por esta separação
            que nos mantem extenuados,
            como lhe dizer do meu amor mesmo sem ver voce
            que te amo tao intensamente..como nunca deixei de amar?

            Es como o ar perfumado que chega
            e se vai inexoravelmento do meu lado
            deixa acariciar voce em meus sonhos
            somente assim serei seu senhor…
            voce…meu amor desesperado!

          

HAYDEE G       

Posted in poesia | Leave a Comment »

Os Míopes

Posted by amizadepoesia em Abril 22, 2008

Enquanto seus olhos explodem
os meus se retroalimentam
inversamente
doando-me todo para ti
espelho do espelho meu
e se águas escorrerem
esticados e inchados
de dor e de amor
contida e contido
vamos deixar passar
fingir esquecer
como se tudo fosse em vão
e se me atravessarem
me perco nos reflexos
e refrato o que não é você.

Enquanto seu rosto estoura
não sei onde colocar minhas mãos
no rosto do espelho
e os estilhaços de verdades
inversamente
te fazem mais, mas você não pode
eu não posso embaçar
as duas realidades pequenas… lindas!
quem deveria correr primeiro?
sem saber que chegam e saem ao mesmo tempo
e que aquilo nunca perecerá
se despedem.

Enquanto seus lábios se falam
comprimo os meus sem respostas
inquisidor de mim, perdão, des-culpo
doce sua razão e toda essa paixão
nos meus ouvidos
escondo nossa contradição
inversamente
ouço mudo o que falo de ti
no instante que diz
existe medo mais bonito que eu?

Ramon Alcântara

Posted in poesia | Leave a Comment »

O MELHOR DO MUNDO SÃO AS CRIANÇAS

Posted by amizadepoesia em Abril 22, 2008

Não fazer nada. Só observar o silêncio.
                  Desligar-me completamente
                  do quotidiano.
                  Do que me diz e perdiz.

                  Sair por aí sem rumo marcado
                  guardar as horas no bolso e esquecer-me
                  das minhas tarefas e responsabilidades.

                  Subir a umas escadas quaisquer e tocar
                  o céu, só por imaginar.

                  E lá do cimo de tudo o que alcanço
                  por um instante impar
                  ver-te passar solene e formosa a caminho de casa:
                  mais nenhuma mulher me interessa ou desperta
                  do meu sono acordado.

                  E onde a orla do rio tocar meus pés
                  deixar aí os meus pensamentos
                  como borboleta insinuando-se na água.

                  E escutar o som dos pinheiros em verde ouro
                  balançando ao leve sabor da brisa.
                  Sentar-me e deixar-me adormecer, mas
                  só por fora, onde a fotografia não possa criar incesto.

                  Sentir o vermelho do sol entrando pelas
                  minhas pálpebras fechadas e imaginar que não sou aqui
                  mais que uma parte integrante da Natureza
                  que incomoda a sincronia das coisas autênticas.

                  Abro os olhos. Não gosto do que vejo.
                  Gente apressada passando por mim sem me fazer reparo
                  um tanto de delicadeza.

                  Mas não tudo é brutal e a esperança morreu.
                  Não se pode ir de encontro ao concreto do cimento.

                  Sento-me num banco de jardim
                  para ver as crianças brincar e a inocência tomar conta de mim.

                  Jorge Humberto

Posted in poesia | Leave a Comment »

Até o para sempre

Posted by amizadepoesia em Abril 22, 2008

Um tempo para semear
Um tempo para cultivar
Um tempo para colher
Para tudo a Natureza tem seu tempo

Para cada tipo de planta
Tem um tempo,
tem epoca marcada
Tem um tempo cronologico

Também um tempo metereologico
Tudo com e a seu tempo
Previsivel, impassivel
Pacientemente obediente

Quem dera que acontecesse
o mesmo com a gente
com tudo a seu tempo.
Mas só o temos fisicamente

O nascer, o crecer o morrer
tem seu tempo
O amar o inocular, o gestar
tambem tem seu tempo

Mas o se afeiçoar, o gostar o amar
se perdem no tempo
O espirito nao se submete ao tempo
As coisas correm conforme o momento

Que duram desde segundos
até o tempo nao medido, o infinito
Que dá uma sensação de imortalidade
Que realmente passa deste fim para a eternidade.

Como o amor que vem dos aquéns
passa pelos presentes
até os aléns do além, desde o ontem até o hoje,
segue pelo amanha até o para sempre

Joe’A
 

Posted in poesia | Leave a Comment »

Ânsia.

Posted by amizadepoesia em Abril 22, 2008

Ansiedade!
Usura por tempo.
Fome de momentos
Que sempre fogem,
Das minhas mãos.
Ansiedade…
Estar sem ter vindo.
Nem ao menos ido.
Sofrer sem ter sentido,
Ainda;
O peso da sensação.
An-si-e-da-de.
Essa expectativa,
Do que seria,
Sem ter sido.
Por enquanto…
Um a um e, portanto.
Sendo,
A dor do momento.
Aquele grito!
Excluso na repercussão.
Ansiedade.
Vivendo-te,
Vivo vivendo,
Insano argumento…
Gerson F. Filho.

Posted in poesia | Leave a Comment »

Amo te amar

Posted by amizadepoesia em Abril 22, 2008

Amo tanto te amar
            desde minha mente
            até nossos instantes
            no todo, docemente

            Seu olhar carinhoso a me olhar
            seus labios macios a me beijar
            seus braços envolventes a me abraçar
            seu corpo amante a me saciar

            E de tantos momentos que juntos passamos
            momentos de todas as cores,
            dos tristes ao felizes que compartilhamos
            e sempre de peito ou ombro aberto nos aconchegamos

            Amo amar voceSeu jeito de falar ou de andar
            de dengosa ao te abraçar
            de melosa ao te acariciar
            de me enroscar ao te amar

            Ao dormir, do teu ressonar
            de seu sono velar
            de ao deitar te abraçar
            de me acordar e do meu lado estar

            por mim, por voce , por nós
            nada juramos, ou prometemos
            simplesmente nos amamos determinadamente

            Joe’A

Posted in poesia | Leave a Comment »

Contigo à distancia

Posted by amizadepoesia em Abril 22, 2008

Não existe um momento do dia
Em que possa separar-me de ti
O mundo parece distinto
Quando não estás junto a mim

Não existe bela canção
Em que não apareça
Nem a quero escuta-la
senão escutar a voce

É porque te converti 
Em parte de minha alma
Ja nada me consola
Senão estar junto a voce também

Mais além dos seus lábios
Do sol e das estrelas
contigo a distancia
Amada minha, estou

Em parte de minha alma
Já nada me consola
Se não estou com voce também

Mais além dos seus lábios
Do sol e das estrelas
contigo a distancia
Amada minha, estou

Luis Miguel

Posted in poesia | Leave a Comment »

Sonhar com você!

Posted by amizadepoesia em Abril 22, 2008

Mais que sonho, a realidade existente.

                    Meu amor mais perfeito!

                    Aqui instala a loucura do não poder te tocar…

                    E os dias passam judiando desse coração que ama

                    Sem meus sonhos realizar!

                    Lá vem a esperança, nela me agarro…

                    E meu coração se acalma em pensar você comigo

                    Um dia teremos sonho realizado,

                    Pois é o que mais desejamos.

                    Nossos corpos unir, nossas almas acalentar

                    Meu amor é seu, tendo seu amor todo meu.

                     

                    Nanci Laurino

Posted in poesia | Leave a Comment »

E HOJE EU VI O MAR

Posted by amizadepoesia em Abril 22, 2008

            Tão Imenso, tão intenso!
            Ao longe céu une-se a ele,
            Numa profundidade,
            sons, cores, brisas.
            Mar que tanto amo!!!
            É você quem me distancia
            do meu amor…
            Mas, também é você quem
            me inspira,
            Enche de esperanças
            meu coração.
            Que cada onda leve
            e ao meu amor revele
            Essa minha doce ternura,
            Meu Homem Poema,
            Paixão em mim!

            Nanci Laurino

Posted in poesia | Leave a Comment »

AO MEU AMOR

Posted by amizadepoesia em Abril 22, 2008

   Minha Paixão, meu Homem Amado,

                  Que a vida nos una cada vez mais.

                  Em nome do nosso forte amor,

                  Sinto você como se um dia

                  Já tivesse sido meu.

                  Tão meu amor!!! Tão doce amor!!!

                  E como é bom poder falar à você

                  Dos temores que por vezes,

                  Meu coração sente…

                  E em nome do nosso amor,

                  Você deixa-me segura,

                  Nada separa o que os céus já uniu.

                  Amor sublime, doce amor,

                  Suas palavras são acalentos…

                  Seus poemas de amor,

                  Bálsamos para minh’alma.

                  Te amo igual, te amo mais…

                  Dia passa e sem você não tem sentido.

                  És parte de mim,

                  Sou parte de Você,

                  O amor nos faz assim!!

                   

                  Nanci Laurino

Posted in poesia | Leave a Comment »

NAMORANDO NA CHUVA

Posted by amizadepoesia em Abril 22, 2008

Olha pela tua janela,além,
Vê a chuva que cai tão insistente,
conta as gotas e conta também,
as lágrimas, que correm, indolentes.

Vê o casal a amar-se aquém,
tão próximo da janela, silente,
sem se importar s’existe alguém,
a olhar o seu namoro dolente.

Cai a chuva, em gotas espraiadas,
sobre os corpos desses dois amantes.
Quem me dera, ao lado de minh’amada,

sentir as gotas da chuva pulsante,
e em meus braços, trazê-la abrigada,
num banho d’amor, a todo instante.
Jorge Linhaça

Posted in poesia | Leave a Comment »

Termos.

Posted by amizadepoesia em Abril 22, 2008

Eu sou um desvio.
O caminho errado,
Este ponto vazio;
O amor não amado.
 
Eu sou essa incerteza.
A beira de um litígio,
O frasco de tristeza;
O olhar do cão vadio.
 
O embrulhar da noite.
A mão do contradito,
No açoite um derivante;
O esborrifo do grito.
 
De mim, só ausência…
De ti, apenas o fato.
Para nós a clemência,
O engodo um desacato.
 
Gerson F. Filho.

Posted in poesia | Leave a Comment »

NA TUA AUSÊNCIA

Posted by amizadepoesia em Abril 22, 2008

Que triste e amarga esta solidão
sem te ter junto a mim, na noite
que me revela, e trás ao coração
dura pena revelando o vil açoite

Quanta falta, sentir tua emoção
não há nada aqui que me afoite
pois sei que és comigo e a razão
de meu viver, dando-me, acoite

Ah, mas se aqui, a saudade vem
a tristeza me invade, a ausência
tua, logo me alegro pois alguém

sei ser para ti, e, eis, eu sou feliz
a teu lado a mais doce inocência
como o traço correcto de um giz

Jorge Humberto

Posted in poesia | Leave a Comment »

História de um Palhaço

Posted by amizadepoesia em Abril 22, 2008

Quando um sorriso pousa em faces rosas,
      Dessas crianças vivas, buliçosas,
      Por cambalhota que um palhaço deu…
      Ninguém percebe o mundo gira em volta…
      É paga a um coração que sem revolta,
      Aceitou as linhas que a sina escreveu.

      Porque detrás do riso de um palhaço,
      Sempre se esconde um grande pedaço,
      Da frustração que a vida lhe ofertou.
      Jamais alguém consegue fazer rir,
      Se não tiver um pranto a digerir,
      Do sonho lindo que alguém lhe roubou.

      Certo dia perguntei para um palhaço,
      Qual razão destinava àquele traço,
      No seu destino que era ser doutor.
      Ele me disse: – Queres escutar?
      – Senta-te e espera que vou lhe contar,
      A minha história sem nenhum louvor.

      Nesse momento seu riso morreu,
      Homem de fé tornou-se mero ateu,
      Nos bastidores do seu coração…
      Eu poderia até jurar que vi,
      Pranto que não correu mas eu senti.
      Porém pode ter sido só impressão…

      De cabeça baixa, ele foi murmurando…

      “Eu tenho uma alegria nesta vida,
      Que não me deixa vê-la combalida,
      E ninguém sabe quanto eu dou valor.
      Eu muito me realizo no que faço,
      E tenho orgulho de ser um palhaço,
      Nesse trabalho eu ponho muito amor.

      Já fiz de quase tudo nesse mundo…
      Mas ao cair no poço fui bem fundo,
      E até pensei não mais me refazer.
      Como o navio naufraga em alto mar,
      E vê rato por rato mergulhar,
      Eu vi perto de mim acontecer.

      Amigo que era como meu irmão,
      Que eu precisava tanto aquela mão…
      Vi Pilatos tomar o seu lugar.
      No começo busquei muito a razão,
      Porque se rebelava o coração,
      Mas no fim foi preciso acreditar.

      Minha casa repleta de banquetes,
      Sempre cheia, velhos, moços e pivetes,
      De repente ficou triste e vazia…
      Na rua ninguém me cumprimentava,
      E nos lugares por onde eu passava,
      Todo mundo ao me ver, se constrangia.

      Sem aquele ruído de encher taça,
      A churrasqueira com carne e fumaça,
      Amigos e parentes debandaram.
      Ninguém gosta de estar com perdedor,
      Muito menos saber sua grande dor,
      Apenas os credores me ficaram…

      Eu tinha duas grandes opções,
      Para cada uma delas, mil razões,
      Precisei pensar um pouco e escolher…
      Na primeira o horizonte me acenava,
      O mundo é grande e a sorte me esperava.
      Minha segunda escolha era morrer…

      Como creio mais na vida que na morte,
      Tem um único Dono a minha sorte,
      Naquela madrugada eu fui embora…
      Ninguém sequer pensou me procurar,
      Não deixei nenhuma conta a pagar,
      Razão pela qual a saudade aflora…

      Muitos caminhos no mundo eu trilhei,
      Colhi de tudo nas voltas que dei,
      Mas algum traço, fiz errado eu creio…
      Porque num dia triste de verão,
      Eu vi sangrar tão fundo o coração…
      Partindo sem recurso bem ao meio.

      Vou te poupar, mulher, desse pedaço…
      Foi simplesmente adeus sem um abraço,
      Porém já está no céu quem me deixou…
      E novamente tive as opções…
      Que debruçaram sobre as ilusões:
      – Chorar ou rir foi só o que me sobrou.

      Confesso que chorei, não me envergonho,
      Tem vez que o mundo fica tão medonho!
      Graças a Deus alguém me levantou…
      O ser de luz do qual fui responsável,
      Por sua vida no mundo, tão louvável!
      Depois vi que a procela se acalmou…

      E por amar a vida tanto assim,
      Fiz a promessa de mim para mim:
      – Que quando fazer rir, eu não puder,
      Em tempo algum jamais faça chorar!
      E se para cumprir, eu precisar,
      Palhaço, com orgulho, eu iria ser!”

      Tere Penhabe

Posted in poesia | Leave a Comment »