amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Archive for 23 de Maio, 2008

O AMOR COMANDA A VIDA

Posted by amizadepoesia em Maio 23, 2008

   Amor régio, este que nos conduz
      lauto caminho, tão prenhe de luz
      de palavra sentida sua expressão
      lembra bem o bater dum coração

      Coração de quem, aqui me induz
      a olhar sempre, um sol que reluz
      os líricos dias, na serena emoção
      que, me traz presente, comoção

      de ter-te comigo, pra toda a vida
      Oh, meu amor e que será de nós
      se, a paixão, um dia, por vencida

      entregar-nos, o seu bem-querer
      obrigando-nos, a caminhar a sós
      deixando a desdita. prevalecer?

      Jorge Humberto

Posted in poesia | Leave a Comment »

O despertar ao seu lado

Posted by amizadepoesia em Maio 23, 2008

Voce amanhece para mim
com seu sorriso raiando o brilho do meu dia
expirando os perfumes do meu jardim
jardins dos sentimentos por voce
Com sua luz descortinando tanta beleza
que inveja até a propria Natureza
Nos seus olhos
a beleza do universo se revela
em constelacoes de carinhos
nos silencios acolhedores da Paz
a paz que seu amor me traz
no aconchego que de amor enche meu peito
no rocar de sua pele que arrepia minha sensibilidade
Tua imagem acariciando meus os olhos ao acordar
Meu sol a despontar o despertar ao seu lado

Joe’A

Posted in poesia | Leave a Comment »

O Direito… de verdade

Posted by amizadepoesia em Maio 23, 2008

 Cuidado com a verdade,
                ela costuma  muito custar
                somos instruídos pela hipocrisia
                com educada civilidade

                A franqueza é personalidade rara…
                a individualidade maquiada
                de autenticidade é que é cultivada,
                de solidariedade..nada

                Assim é hoje a face de nossa sociedade
                fraca, sem união, sem representatividade
                sem o menor senso de afinidade
                sem a menor força de coletividade

                Sem verdade não há unidade
                Quem empunha a verdade, é sacrificado
                como leproso marginalizado, execrado
                O Direito passa a ser arma do errado

                Na justiça, não importam os indicios
                nem a verdade, muito menos fatos
                o que vale é a elegante mentira togada
                Dos interesses, os escusos acôrdos

                Travestidos de seriedade nas legais sentenças
                Insvestidas da Lei, da cega justiça
                Nas sociedades  de leviandades sedimentadas
                de pomposas incredulidades..ao sabor das fatalidades

                Joe’A
                 

Posted in poesia | Leave a Comment »

O GESTO COM QUEM O PRATICA

Posted by amizadepoesia em Maio 23, 2008

Todo o gesto tem a sua repercussão, que bem pode ser positiva quanto negativa:
      dependendo aqui, de que tamanho é o gesto e se ele é cumprido, pela pessoa que o formulou.

      Quem dá, não diz que dá. Quem faz, não diz que faz. Pois, que todo o gesto, tem
      de ser espontâneo e livre, de interesses extra pessoais.

      Se te prometem augúrios, de firme convicção, aguarda calado a espera, do dia anunciado,
      é que não te assiste reivindicar, o que então te disseram ofertar.

      Nada exigirás pois, mas também não tomes como certo, o que te prometeram:
      pois que o humano é falho e contraditório, prometendo o que nem sempre consegue
      alcançar.

      Não peças meças a quem te disse: eis, será teu, por meu desejo!
      Não tens esse direito. então cala e observa, o desenrolar dos acontecimentos.

      O gesto sempre estará com quem o pratica ou olvida, por razões a ti alheias, que toda
      a grandiosidade está com quem sabe esperar, sem exigir nada em troca: és maior que isso.

      Diz-se que promessas são para serem cumpridas, mas se de um lado está quem quer dar,
      do outro resta esperar, o melífluo da palavra dada.

      Que sabes tu, das dificuldades, porque o outro possa estar a passar? Nada.
      Então, aguarda, com sabedoria e tranquilidade.

      E se o gesto, ficar por isso mesmo, fica pois a atenção e o agrado da outra pessoa, para contigo.
      A nada mais é obrigada, e tu vais agradecer, o intuito primário, ainda que sem o objecto desejado, em tuas mãos.

      Ao agires assim não cumpres omissão, tão só não interferes com o outro, que, o que a ti
      prometeu, não cumpriu. É dele e não tua, a exigência.

      Sê sempre nobre, nas tuas acções, nunca exigindo, do outro, o que te possa ter prometido,
      que, assim, a razão, será contigo.

      E tua é a liberdade!

      Jorge Humberto

Posted in poesia | Leave a Comment »

O PRANTO DAS ROSAS

Posted by amizadepoesia em Maio 23, 2008

Se pranteiam as rosas, feridas,
      pranteia a mão que a acolheu,
      perfurada por chagas vivas,
      onde o espinho cruel  a fendeu.

      Choram as rosas, rubras lágrimas…
      Sangra a mão, em purpúreas gotas…

      No vermelho da rosa chorosa,
      no carmim da mão ensangüentada
      marcas da vil perfídia vitoriosa.
      Jazem a rosa e a mão atormentadas.

      Cala-se, respeitoso, o pobre jardim,
      onde o perfume ainda se espalha…
      Silenciam os pássaros, por verem assim,
      o amor revestido de mortalha. 

Jorge Linhaça

Posted in poesia | Leave a Comment »

O Silêncio das Palavras

Posted by amizadepoesia em Maio 23, 2008

Quantas palavras no peito sufocadas,
nunca ditas, esperam, guardadas…
Sentimentos puros, verdadeiros,
instalados no silêncio da alma!

Palavras esculpidas por imenso carinho,
ficam embargadas, por lágrimas doridas,
salgadas, esquecidas num cantinho qualquer
do pensamento… Quanto sofrimento!

Quantas palavras emudecem na garganta,
por uma ausência, desnecessária, constante.
Palavras, adormecidas… Camufladas…
Revestidas de esperanças enexistentes. 
 
Palavras de sensibilidade e de amor,
destas que não se consegue deletar.
Somente quem ama, sabe o seu real valor.
Precisa saber amar, para o verbo conjugar.

Alguém que, hoje, se faz ausente,
já foi o protagonista desta história.
Já não sente a paixão alucinante de antes,
nem as batidas frenéticas do meu coração.

Mas, na lembrança do seu penetrante olhar
guardo a suavidade dos sublimes momentos…
As palavras adocicadas pelo seu doce poetar…
A magia que transformava tudo em encantos.

Gostaria de poder usar essas palavras,
sei que com certeza iria entendê-las!
São compreensíveis, diretas, sem curvas,
uma ponte a espera do transeunte certo.

Só precisaria o verbo soltar e, assim,
trocaria palavras por encantamento.
Alimentar-me-ia com a chama desse encanto,
daria um novo sentido ao meu pensamento.

Sabe o que falta? Falta a chama ardente do olhar…
Falta este silêncio, incessante, interromper…
Falta reavivar o desejo de continuar a sonhar…
E de corpo e alma se entregar ao prazer de viver.

Avany Morais

Posted in poesia | Leave a Comment »

O tempo todo

Posted by amizadepoesia em Maio 23, 2008

                  O tempo todo…
                  Quando seu olhos fitam m meus olhos
                  sinto uma arrepio na minha alma
                  Você é a metade que me faz completo
                  Tudo que eu sou e tenho, eu vou dar a você

                  Todo o tempo…
                  Coloque meu coração em suas mãos
                  Não tem nada que eu não vá fazer
                  Para ter a chance de viver dentro do seu coração
                  E entender a mulher gostosa que você é

                  O tempo todo…
                  Para dar a você tudo o que eu posso
                  Todo dia e toda noite
                  Amar você para todo o meu sempre

                  Todo tempo…
                  Só quero ser o caminho para onde você anda
                  Quando as paredes tombarem
                  Ser a pedra que você encosta
                  Quando você não achar o chão
                  Quero ser o seu amor e seu homem

                  O tempo todo…
                  quero ouvir seus segredos
                  E seus sonhos mais selvagens e profanos
                  Enxugar sua lagrima… beijá-la eternamente
                  Deixá-la nua e amá-la por toda minha vida

José Eduardo C. Trefiglio

Posted in poesia | Leave a Comment »

Olhe para o alto …

Posted by amizadepoesia em Maio 23, 2008

Olhe para o alto …
Olhe para o alto e veja a sua montanha
A montanha que está aí, dentro de você!
São imensos os desafios, os medos, a descrença,
os conflitos, as dúvidas, as inseguranças.
Mas você tem dentro de si forças poderosas
que precisam ser despertadas!
Olhe para o Alto e ouse ser aquilo que você deseja ser.
Olhe para o alto e ouse ter grandes esperanças,
acreditando poder transformar sonhos em realidade.
Olhe para o alto e ouse fazer de cada desafio
um motivo para reforçar em si o espírito de luta,
garra e determinação de vencer.
Por isso, esforce-se o mais que puder!
E quando chegar ao topo e olhar para baixo,
sentirá a satisfação de ter a montanha a seus pés,
  e o prazer supremo da conquista.

      Vera Casanova

Posted in poesia | Leave a Comment »

ORAÇÃO

Posted by amizadepoesia em Maio 23, 2008

“às pessoas que pensam que unhas negras brilham

sobre a ponta dos dedos pétalas cintilam muito mais.” 

 

Tu brincas de deus e o diabo

nos dias que não são santos

para que servem as auréolas e os chifres?

o por quê de um nome pronunciado em vão

o inconsciente é motivo e incômodo

entre a bestialidade e beatitude

cada qual tece os próprios feitos

do alto do monte sinto o ar de indignação

tenho muitas folhas para dar vida…

cada ramo têm seus filhos

cada céu têm estrelas desenhadas

em cada cascata há circulação de gotas

a fala é prego fincado no Verbo

todo louva-deus é guerreiro

tenho flores para regar quando sou chuva

e tu? que passas o tempo assando bolos

te esqueces da função do termostato…?

tu não te lembras da própria identidade

és mais irmão de Deus ao contorcer o diabo!?!

 (um preparado vai tostando a volta)

sinto o perfume do pó dos cravos

enquanto asas encardidas secam ao sol

(relembro: não há tempo a perder)

viro mais uma folha junto ao vento…

no dorso de montanhas num campo lilás

 

Rosangela_Aliberti

Posted in poesia | Leave a Comment »

OUTONAL

Posted by amizadepoesia em Maio 23, 2008

O outono com seu frio matinal e as dantes verdejantes relvas,
      Agora caindo, respeitando a natureza,
      Leva-me aos mais doces pensamentos madrigais,
      Enchendo de saudades meu pensar,
      quando longe de ti estou.

      Ah! meu amor, que a distância teima em nos corroer,
      Mas que o amor forte é por nós a proteger,
      Nas tardes insanas em que meu coração aflito.
      Sem você por perto, amor, tanto faz sofrer…
      Escuta, ouve, meu grito:
      Não deixemos a desesperança tomar a frente, de sonhos lindos de amor permanente!

      Na noite a Lua linda nos convida a namorar
      E a brisa suave, batendo nos rostos dos amantes, me faz te ti lembrar e é por isso que espero por ti, que tanto venero.

      Não precisamos correr….o futuro não temos que temer…
      O tempo é nosso, façamos dele aliado
      E viveremos juntos, bem casados.
      Nanci Laurino

Posted in poesia | Leave a Comment »

PARA SEMPRE

Posted by amizadepoesia em Maio 23, 2008

Teu olhar distante sofre-me por dentro
      e supor não supôs em algum momento
      que também sofrias o frio do abandono
      quando é de mim mesmo, que escondo

      a minha vida assombrada, e sem alento
      e que, me fez dormir, até, ao vil relento
      Porém vieste e, eu, senti-me meu dono
      outra vez e em versos mil te compondo

      glorifiquei-te, e, ao amor sempre nosso
      cantei loas e odes tendo a tua presença
      a meu lado dizendo-me que bem posso

      Ir muito mais além, um futuro construir
      para a nossa família, tamanha, a crença
      que eu jamais irei, meu amor, denegrir

      Jorge Humberto

Posted in poesia | Leave a Comment »

Quando nos dissemos adeus!

Posted by amizadepoesia em Maio 23, 2008

Nossos corações por breves
instantes emudeceram…
nossas pernas paralizaram
o dia se transformou em noite
quando nos dissemos adeus…

Nossas almas se separaram
entristecidas, mas conformadas…
foram momentos  cruciais
dificeis demais,insuperaveis.

Quando nos despedimos
os anjos choraram
a nossa tristeza,
a nossa amargura
diante o inevitavél.

Lamentaram a separação
de dois corações
que era e sempre serão
unos no amor, na vida.

Os pássaros que antes
cantavam alegremente
emudeceram diante de nossa dôr,
as flores se fecharam
compactuando o triste momento.

Quando nos dissemos adeus
a terra  fria que o recebia
olhou-me compadecida.

Do céu desceu uma tempestade
eram lágrimas que já anteviam
a grande saudade que
sempre sentiria de você.

A vida ficou dividida
entre a terra e o infinito
onde voce habita
e espera por mim…

Hoje após doze anos dessa
dolorosa separação,
em meio a tanto sofrimento,
tanta saudade e solidão,
porque é o dia do meu
aniversário e você naõ está
comigo, para comemorarmos.
Meu coração continua um  lindo
jardim florido
para abrigar e perfumar o seu.

E nele continua  gravado
com a tinta indelével do amor,
quatro palavrinhas:
Eu continuo lhe amando!

Nossos corações por breves
instantes emudeceram…
nossas pernas paralizaram
o dia se transformou em noite
quando nos dissemos adeus…

Nossas almas se separaram
entristecidas, mas conformadas…
foram momentos  cruciais
dificeis demais,insuperaveis.

Quando nos despedimos
os anjos choraram
a nossa tristeza,
a nossa amargura
diante o inevitavél.

Lamentaram a separação
de dois corações
que era e sempre serão
unos no amor, na vida.

Os pássaros que antes
cantavam alegremente
emudeceram diante de nossa dôr,
as flores se fecharam
compactuando o triste momento.

Quando nos dissemos adeus
a terra  fria que o recebia
olhou-me compadecida.

Do céu desceu uma tempestade
eram lágrimas que já anteviam
a grande saudade que
sempre sentiria de você.

A vida ficou dividida
entre a terra e o infinito
onde voce habita
e espera por mim…

Hoje após doze anos dessa
dolorosa separação,
em meio a tanto sofrimento,
tanta saudade e solidão,
porque é o dia do meu
aniversário e você naõ está
comigo, para comemorarmos.
Meu coração continua um  lindo
jardim florido
para abrigar e perfumar o seu.

E nele continua  gravado
com a tinta indelével do amor,
quatro palavrinhas:
Eu continuo lhe amando!
Arneyde T. Marcheschi

Posted in poesia | Leave a Comment »

Que país é esse..é o país que amo

Posted by amizadepoesia em Maio 23, 2008

  É o páis onde nasci
      o país que amo
      um país de encantos
      um país de paz esperanças e sonhos
      um país de braço acolhedor
      imenso em coração e tamanho
       fala una, franca e sinceramente
      rico…belo, o melhor de todo o mundo
      Sua fortuna é seu Ser, sua alma. seu povo
      suas religiões,  seus partidos
      seus times,suas livres escolhas,  livre arbitrio
      é meu país , em forma de coração
       alma, no passado, no presente e em qualquer futuro
      liberdade, felicidade, criatividade
      ordeiro…docemente humilde
      sem dirtorcidos referenciais
      Esse o país que amo, é o meu país
      de promessas, de esperanças

      Joe’A

Posted in poesia | Leave a Comment »

Que Pena / Não desista

Posted by amizadepoesia em Maio 23, 2008

Que pena…
                                Apostei tanto em voce
                                Fiz de tudo para te ter
                                Quis voce como meu bem querer
                                Não desista…
                                Sou dengosa, manhosa,
                                e até mimada mas,
                                estou por te apaixonada
                                Que pena…
                                Acreditei em voce
                                Pareceu sempre corresponder
                                Fez meu sonho crescer
                                Não desista…
                                Acredite no que sinto por ti
                                Amo você agora sim
                                No começo foi gangorra, trampolim
                                Que pena…
                                Me apaixonei por voce
                                Fizemos amor com tanta ternura
                                tanta entrega, tanto ardor
                                mas voce não me deu seu amor
                                Não desista…
                                Também me apaixonei
                                Nossos momentos de amor, adorei
                                e para sempre recordarei
                                Que pena…
                                Tanto amor no peito para lhe dar
                                tanto carinho no coração para te agradar
                                Voce me iludiu, somente soube me enganar
                                Não desista…
                                Me ajude a me encontrar
                                Foi você que mim ensinou a amar
                                E quero todo este amor te dar
                                Que pena…
                                Eu somente desejava te amar
                                meu coração com amor te dar
                                com respeito e carinho te tratar
                                Não desista …
                                Tanto amor assim não vou desprezar
                                Quero que continue a me amar
                                E a este amor vou me dedicar
                                Que pena…
                                Voce não soube me considerar
                                Alimentou meu amor
                                Quando nao era comigo que desejava ficar
                                Não desista…
                                Feito jogo, com o amor brinquei
                                Mas foi por teus jogos de amor
                                que me apaixonei
                                Que pena…
                                Me deixou, sem rumo, sem chão
                                comprimido pela minha solitária paixão
                                sofrendo de corpo e alma
                                sangrando meu coração
                                Não desista…
                                Dê mais uma chance a esta paixão
                                não abandone meu coração
                                não deixe nós dois na escuridão
                                Que pena…
                                Na dor sentir voce ser decepção
                                uma mercadora de ilusão
                                Que não teve pena do meu coração…
                                Não desista…
                                Dê o lance mais alto do leilão
                                Desta vez não é ilusão
                                arremate de uma vez meu coração
                                Que pena…
                                Não desista de mim…não
Joe’A
Iza Mota

Posted in poesia | Leave a Comment »

RESPEITO ÀS INDIVIDUALIDADES

Posted by amizadepoesia em Maio 23, 2008

Não devemos tomar nada por certo
                  acomodando-nos, às circunstâncias
                  e longe não está, quem se faz perto
                  se é do amor encurtando distâncias

                  Um amor, assim, é para toda a vida
                  saibamos conduzi-lo, e nas manhãs
                  circunspectas, reflectir se é guarida
                  que tomamos: palavras sobre divãs

                  Todo o sexo, é impuro, se se impõe
                  à sua parceira, o distinto sem amor
                  como aquela ode, que contrapõem
                  paixão, desconfiando seu real valor

                  Meu vocabulário extenso imparcial
                  minha poesia, e, todos os meus eus
                  fazem de mim, vez, um ser desigual
                  nada me apraz, como os olhos teus

                  É que amar é tirar dos pormenores
                  toda a realidade, que, nos alimenta
                  coração, e alma, tornando, maiores
                  alicerces, e a raiz que, nos sustenta

                  Jorge Humberto

Posted in poesia | Leave a Comment »