amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Archive for 7 de Dezembro, 2008

Fui Ajudá-lo Chorar

Posted by vidapura2 em Dezembro 7, 2008

Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?

 

Você é daqueles que se fecham em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe alguém à sua volta que precisa de ajuda?

 

Ou você é daquelas almas que já consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminuí-las, ou pelo menos não deixando que alguém sofra na solidão?

 

Há uma certa passagem que pode ilustrar isso; passagem vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competição era: “a criança que mais se preocupa com os outros”.

 

O vencedor foi um menino cujo vizinho – um senhor de mais de oitenta anos – acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.

 

Quando voltou para sua casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.

 

Nada – disse o menino – ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter doído muito. Eu fui apenas ajudá-lo chorar.

 

A pureza do coração das crianças é sempre fonte de ensinamentos profundos.

 

Geralmente costumamos dizer que não estamos aptos a ajudar alguém, por não sermos capazes, ou porque sabemos tão pouco para consolar.

 

Para muitos, esta é uma posição de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o egoísmo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de nós mesmos, e que os outros são menos importantes.

 

Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.

 

Não nos preocupemos se não conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se não podemos conceber uma saída miraculosa para uma dificuldade que alguém atravesse.

 

Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer “estou aqui com você”, são atitudes muito importantes.

 

Muitas vezes, o que as pessoas precisam é de alguém para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solidão para longe, e não permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.

 

Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as lições de moral, é o nosso abraço apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de alguém.

 

Não precisamos ter todas as respostas e soluções dos problemas do mundo em nossas mãos, para conseguir ajudar.

 

Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que tem, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros.

 

……………

 

Você sabia que não precisamos dizer “meus pêsames” às pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?

 

O dicionário nos diz que a palavra “pêsame”, significa pesar pelo falecimento ou infortúnio de alguém, e assim sendo torna-se um termo muito pesado, já que aprendemos a compreender a morte, não como um desastre, um infortúnio, e sim uma passagem, uma mudança na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.

 

Não nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abraço fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa é como uma brisa suave consolando os corações que passam por este momento.

Momento Espírita

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Esforço Individual

Posted by vidapura2 em Dezembro 7, 2008

Você já pensou no valor do esforço individual?

 

Uma demonstração desse valor foi realizada numa noite escura, sem estrelas, durante um comício patriótico no Coliseu de Los Ângeles.

 

Havia cerca de cem mil pessoas reunidas no local, quando o presidente avisou que todas as luzes seriam apagadas.

 

Disse que, embora ficassem na mais completa escuridão, não havia motivo para receio.

 

Quando as luzes se apagaram e as trevas tomaram conta do ambiente, ele riscou um fósforo e perguntou à multidão: “quem estiver vendo esta pequenina luz queira exclamar: sim!”

 

Um vozerio ensurdecedor partiu da assistência. Todos percebiam aquela minúscula chama.

 

O silêncio se fez novamente e o homem falou: “assim também fulgura um ato de bondade num mundo de maldade.”

 

E insistindo em suas idéias, lançou um desafio: “vejamos agora o que acontece se cada um de nós acender um palito de fósforo.”

 

Num instante, quase cem mil minúsculas chamas banharam de luz a imensa arena, fruto da colaboração de cem mil indivíduos, cada um fazendo a parte que lhe tocava.

 

Essa foi a maneira singela que um homem utilizou para despertar nos indivíduos o valor do esforço pessoal.

 

Geralmente, na busca de soluções para os problemas, imaginamos que somente grandes feitos poderão ter um resultado eficiente.

 

Quando olhamos uma imensa montanha, por exemplo, concluímos que muito trabalho foi preciso para que ela tomasse as dimensões que possui, mas nos esquecemos de que ela é formada de pequenos grãos de areia.

 

Olhando o mundo sob esse ponto de vista, e fazendo a parte que nos cabe, em pouco tempo teríamos um mundo melhor.

 

Mas se pensarmos que somos incapazes de mudar o mundo, o mundo permanecerá como está por muito tempo.

 

Todos temos valores íntimos a explorar. Todos temos condições de contribuir com uma parcela para a melhoria do mundo em que vivemos.

 

Como pudemos perceber, um palito de fósforo aceso, é capaz de derrotar as trevas.

 

Pode ser uma pequena chama, mas a sua claridade é percebida à grande distância.

 

Jesus falou das possibilidades individuais de cada um com a recomendação: “brilhe a vossa luz.”

 

Assim, quando a situação se apresentar nublada em derredor, podemos acender a nossa pequena chama e romper com a escuridão.

 

Não importa a situação em que estamos colocados, sempre poderemos fazer algo de bom em benefício de todos.

 

Cada indivíduo é uma engrenagem inteligente agindo no contexto da máquina social.

 

E a máquina somente funcionará em harmonia e atingirá seus objetivos se todas as peças cumprirem a parte que lhes cabe.

Momento Espírita

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QUESTÃO DE EVOLUÇÃO

Posted by vidapura2 em Dezembro 7, 2008

      Para que roupas? O topless faz sucesso nas praias e… Por que não nas casa e nas ruas… Sapatos? A moda dita marcas e “come” salários, enquanto o conforto (ninguém questiona) esta no descalço.

      Comida? Massas e carnes engordam o “x” da questão estaria na plantação. Verduras e folhas nos quintais nos terrenos baldios. O estilo saudável e desnutrido (tão invejado) seria o top de linha dos humanos… Quantas farturas e “naturas” a serem exploradas, no entanto é mais fácil pagar o dobrado por um pedaço de pano ou um inútil calçado.

      Enquanto a gente de rua e o “pobre coitado”, que sem ter um teto, um emprego é amaldiçoado. E o “senhor tem tudo” nem imagina que em questão de sobrevivência e evolução esta ficando de lado.

   Maria Inês Simões

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Riqueza das rosas

Posted by vidapura2 em Dezembro 7, 2008

Viver no jardim de sonhos,
colorindo o espaço,
transformando os espinhos de seu ninho
em um mundo de alegrias
 que reencantarão a sensibilidade ,
ao perfumar a verdadeira felicidade,
que toca a magia,
orvalhando palavras de amor,
ouvidas no intimo de um coração,
que jura pulsar,
 eternamente amando,
ao sonhar com os versos, inversos,
ditos e escritos na  vida,
com a saudade da mesma história
que no tempo renasce
sem dizer adeus.

Schyrlei Pinheiro

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A origem do Natal

Posted by vidapura2 em Dezembro 7, 2008

A celebração do Natal antecede o cristianismo em cerca de 2000 anos.
Tudo começou com um antigo festival mesopotâmico que simbolizava a passagem de um ano para outro, o Zagmuk.

Para os mesopotâmios, o Ano Novo representava uma grande crise. Devido à chegada do inverno, eles acreditavam que os monstros do caos enfureciam-se e Marduk, seu principal deus, precisava derrotá-los para preservar a continuidade da vida na Terra.
O festival de Ano Novo, que durava 12 dias, era realizado para ajudar Marduk em sua batalha.

A tradição dizia que o rei devia morrer no fim do ano para, ao lado de Marduk, ajudá-lo em sua luta. Para poupar o rei, um criminoso era vestido com suas roupas e tratado com todos os privilégios do monarca, sendo morto e levando todos os pecados do povo consigo.
Assim, a ordem era reestabelecida. Um ritual semelhante era realizado pelos persas e babilônios. Chamado de Sacae, a versão também contava com escravos tomando lugar de seus mestres.

A Mesopotâmia inspirou a cultura de muitos povos, como os gregos, que englobaram as raízes do festival, celebrando a luta de Zeus contra o titã Cronos. Mais tarde, através da Grécia, o costume alcançou os romanos, sendo absorvido pelo festival chamado Saturnalia (em homenagem a Saturno).

A festa começava no dia 17 de dezembro e ia até o 1º de janeiro, comemorando o solstício do inverno. De acordo com seus cálculos, o dia 25 era a data em que o Sol se encontrava mais fraco, porém pronto para recomeçar a crescer e trazer vida às coisas da Terra.
Durante a data, que acabou conhecida como o Dia do Nascimento do Sol Invicto, as escolas eram fechadas e ninguém trabalhava, eram realizadas festas nas ruas, grandes jantares eram oferecidos aos amigos e árvores verdes – ornamentadas com galhos de loureiros e iluminadas por muitas velas – enfeitavam as salas para espantar os maus espíritos da escuridão. Os mesmos objetos eram usados para presentear uns aos outros.

Apenas após a cristianização do Império Romano, o 25 de dezembro passou a ser a celebração do nascimento de Cristo. Conta a Bíblia que um anjo, ao visitar Maria, disse que ela daria a luz ao filho de Deus e que seu nome seria Jesus. Quando Maria estava prestes a ter o bebê, o casal viajou de Nazaré, onde viviam, para Belém a fim de realizar um alistamento solicitado pelo imperador, chegando na cidade na noite de Natal.

 Como não encontraram nenhum lugar com vagas para passar a noite, eles tiveram de ficar no estábulo de uma estalagem. E ali mesmo, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado com panos e deitado em uma manjedoura (objeto usado para alimentar os animais).
Pastores que estavam com seus rebanhos próximo ao local foram avisados por um anjo e visitaram o bebê. Três reis magos que viajavam há dias seguindo a estrela guia igualmente encontraram o lugar e ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso, voltando depois para seus reinos e espalhando a notícia de que havia nascido o fiho de Deus.
A maior parte dos historiadores afirma que o primeiro Natal como conhecemos hoje foi celebrado no ano 336 d.C..

A troca de presentes passou a simbolizar as ofertas feitas pelos três reis magos ao menino Jesus, assim como outros rituais também foram adaptados.

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Soneto da Mulher Total

Posted by vidapura2 em Dezembro 7, 2008

Sou mulher e tanto, não cante

Teu masculino coração com mais verdade.

Sou mulher enquanto amiga e quando amante,

Na minha sempre diversa multiplicidade.

 

Não sou apenas mulher e nem mulher apenas.

Não sou simplesmente mulher e nem mulher simplesmente.

 Não me atormentes com estas cantilenas.

Ser mulher é o bastante, não pede algo que complemente.

 

No cio, sou como um bicho do mato impaciente.

De um amor sem virtude e sem fantasia.

Com desejo forte e permanente.

 

Desejo impudico que não inspira poesia.

Não tem pureza   das musas de antigamente.

É feroz, é voraz , é indecente!

Tereza da Praia

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É tempo de Natal 2008

Posted by vidapura2 em Dezembro 7, 2008

O espírito do Natal

Deixa eu ver se o espírito do Natal
já está na sua casa.
Não, não quero
ver a árvore iluminada na sala,
nem quero saber quanto você já
gastou em presentes.
Quero sim,
sentir no ambiente a mensagem viva do
aniversariante desse Dezembro mágico:
toda a família está unida?
O perdão já eliminou aquelas desavenças
que ocorrem no calor das nossas vidas?

Não quero ver a sua despensa cheia,
quero saber se você conseguiu doar
alguma coisa do que lhe sobra,
para quem tem tão pouco,
as vezes nada.

Não exiba os presentes que você já comprou,
mesmo com sacrifício,
quero ver ai dentro de você a preocupação
com aqueles que esperam tão pouco,
uma visita, um telefonema, uma carta,
um e-mail…

Quero ver o espírito do Natal entre pais que
descobrem tempo para os filhos,
em amigos que se reencontram e podem parar
para conversar,
no respeito do celular desligado no teatro,
na gentileza de quem oferece o banco
para o mais idoso,
na paciência com os doentes,
na mão que apóia o deficiente visual na
travessia das ruas,
no ombro amigo que se oferece para
quem anda meio triste,
perdido.

Quero ver o espírito de Natal invadindo as ruas, respeitando os animais,
a natureza que implora por cuidados tão simples,
como não jogar o papel no chão,
nem o lixo nos rios.
Não quero ver o Natal nas vitrines enfeitadas,
no convite ao consumo,
mas no enfeite que a bondade faz no
rosto das pessoas generosas.

Por fim, mostre-me que o espírito do Natal entrou definitivamente na sua vida,
através do abraço fraterno, da oração sentida,
do prazer de andar sem drogas e sem bebidas,
do riso franco,
do desejo sincero de ser feliz e de tão feliz,
não resistir ao desejo de fazer outras pessoas,
também felizes.

Deixe o Natal invadir a sua alma,
entre os perfumes da cozinha que vai se
encher de comidas deliciosas,
no cheiro da roupa nova que todos vão exibir,
abrace-se à sua família e façam alguns
minutos de silêncio,
que será como uma oração do coração,
que vai subir aos céus,
e retornar com um presente eterno,
duradouro:
o suave perfume de Jesus, perfume de paz,
amor,
harmonia e a eterna esperança de que um dia,
todos os dias serão como os dias de natal.

Feliz Natal para você e para os seus!

Paulo Roberto Gaefke

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Ilusão?

Posted by vidapura2 em Dezembro 7, 2008

Qual aquarela colorida,

lúdicas imagens

sempre revividas…

lembranças persistem

em fantasiar pensamentos.

Sonhos que ainda insistem

em nutrir sentimentos,

refazendo magias de quimeras

iludindo este nublado tempo,

ocupando o vazio,

abrindo passagens,

aquecendo a alma,

agitando o silêncio,

invadindo o corpo frio,

qual brisa mansa de primavera.

Eternas miragens…

Anna Peralva

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Fome de prazer

Posted by vidapura2 em Dezembro 7, 2008

Somos de um corpo sol,
energia de um sonho,
água que aquece,
cores de tamanho
dos ovários, vários.

Guardo em ti um sabor,
gosto do teu gosto estrela,
cadente que voa,
sou o animal que te rouba
sentimentos e tempo.

Imponente o desejo
que vem da carne nua,
tomo-te a força,
dá-me prazer com a boca
até engula minha gula de ti.

Volto ciclos de alma,
quero recompensa,
uma noite no teu destino,
depois, só depois
um amor para dois.

 Caio Lucas

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Boas intenções

Posted by vidapura2 em Dezembro 7, 2008

                  Na nossa vida diária é possível que algumas pessoas
                  gostem e outras não gostem de nós.
                  É fácil ser amigável com uma pessoa que é amigável
                  com a gente. Mas ser amigável e ajudar alguém que
                  está sempre se opondo e nos criticando é algo grandioso.
                  Aqueles com uma cultura construtiva sempre terão
                  boas intenções e bons pensamentos em relação aos outros.
                  Esses sentimentos são intrínsecos, independem
                  da natureza das outras pessoas e das circunstâncias,
                  sejam elas favoráveis ou desfavoráveis.
          

            Surendran

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REFLEXÕES DE UMA VIDA

Posted by vidapura2 em Dezembro 7, 2008

Vaguei observando a vida de soslaio

Foram tantas emoções

Risos espalhados ao vento

Lágrimas que lavaram o rosto meu.

Os amores chegaram…

E cada um levou um pedaço de mim

Meu coração sentiu de maneira inteira

Enamorou-se de alguns corações

Esqueceu de outros

Mas sentiu como ninguém.

Enquanto isso o tempo lapidou meu rosto

Colocando nele alguns vincos

Marcas latentes que levarei sempre comigo.

E assim construí minha estrada

Enveredando por tantos caminhos

Até encontrar a direção dos meus objetivos.

Foram tantos sonhos sonhados

Realidades que se ascenderam

Deixando meu ser em festa.

E o vento brincou nos meus cabelos

Fazendo-me tantas caricias

Depois veio a chuva e lavou minh´alma

Sossegou o tanto que carregava comigo.

O sol aqueceu meus dias

Brilhou intensamente e mostrou que tudo vale a pena

Enquanto o mundo me mostrava suas arapucas

E eu caia por vezes.

Enfim… Cheguei até aqui!

Não sei quanto passos ainda tenho

Mas sei que vou em frente

Sorvendo cada faísca de vida

Sentindo tudo que devo sentir.

Morrerei por vezes

Viverei por outras.

Não sei quantos dias mais

Ah! mas isso não importava

O que me basta é estar aqui

E poder tirar dos momentos

Toda alegria.

Marcos Sergio T. Lopes

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DELICIAS DO AMOR

Posted by vidapura2 em Dezembro 7, 2008

Após as delicias de uma noite de amor…
Aquele despertar preguiçoso…
Aquele reiniciar de carinhos…
Aquela brisa soprando suavemente…
Amor que vivemos com emoção,
embalando o coração…
Um beijo ao deitar,
outro ao despertar…
Sempre é gostoso amar,
de carinhos se fartar…
Sentindo o corpo aquecer,
somente em te ver…

Marcial Salaverry

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MEU CORPO

Posted by vidapura2 em Dezembro 7, 2008

      Meu corpo arde ao sol
      pensamentos queimam meus desejos
       …se branzeiam
      para disfarçar a palidez da saudade…

Cássia  Vicente

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ESTRANHO SER

Posted by vidapura2 em Dezembro 7, 2008

          Morador de mim
          este estranho ser
          Esperando preconiza
          O amanhecer em outras paisagens
          Sorrindo, caminho além dos oceanos
          conto historias, salmos e rezas
          
          Volta e meia
          o amor pertuba o sono
          descontente das estrelas
          e o luar emocionado
          Por tantos murmúrios
          tantos planos de mim
          Arma a provisória tenda da paixão:
          
          O meu olhar de neblina
          costurado na memória
          tece mais uma vez os sonhos
          
          E o coração transborda
           neste azul feito de saudade
          como o sol enamorado da chuva
          como o vento apaixonado pela noite

Mavi lamas

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CONCEPÇÃO DO EXISTIR

Posted by vidapura2 em Dezembro 7, 2008

      Viajamos numa nave que cruzou o infinito
      e aterrisamos nesse prado repleto de flores;
      acomodou-nos um planeta  soberano e bonito
      mas que abriga em seu bojo imensas dores.

      Existimos como parte de sua natureza,
      em bandos formamos colônias de egoísmo,
      atravessamos inseguros essa cruel correnteza,
      para colher na estação os frutos do excentrismo.

      Nada concebe nessa escolha a formação
      de colocarmos sempre amor em nossas suplicas;
       uma vã filosofia muda em nós a direção
      destruindo-nos a fortaleza em fases lúdicas.

      Falta de entendimento prolifera em  bocas frígidas
      imperando idéias de massacres;
       vivemos para ser cobaias vivas
      De um Deus que nos prende com seus lacres.

ROSE AROUCK

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