amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

RESGATAR UM POUCO DA EUROPA

Posted by vidapura2 em Fevereiro 16, 2009

                  Em meu divagar, por essa Europa,
                  dizer, que fome passei, mas que
                  também vi monumentos grandiosos,
                  nascidos das mãos, de seus Mestres.

                  Lindos rios, com barcos, de recreio,
                  levando os turistas, enquanto eu,
                  em sítio ameno, procurava o silêncio,
                  eram singeleza, para os meus olhos.

                  Justo serei, que, nem todos os povos,
                  se cingiam ao preconceito, tão pouco,
                  à xenofobia, dirigindo-se a mim, com
                  respeito, dando-me comida, dinheiro.

                  Meu encanto maior, era perder-me, a
                  meio de jardins, belas esculturas, que
                  faziam, de qualquer cidade, com seus
                  repuxos de água, líricas obras de arte.

                  Sentir o sol no corpo, assemelhava-se
                  a um grande bem-estar, vendo ruas
                  cheias de gente, e, usufruindo rotinas,
                  respeitosamente, doando meu sorriso.

                  A nenhum negava cumprimento, fosse
                  qual fosse, a língua, do país em causa.
                  E assim foi que algumas amizades criei,
                  naturalmente, decifrando hieróglifos.

                  E subindo montes, visitando planícies
                  e castelos, belos cavalos, povoavam
                  verde espaço, e, já eu, escutando rios
                  através da rude selva, buscava-os.

                  De tudo,  vi um pouco, desde cidades
                  a florestas; conhecendo pessoas, que,
                  em ambos os sítios, nada me negaram,
                  como beber leite, acabado de colher.

                  Incapaz entanto, de estar muito tempo,
                  num único país, de correr estradas, era
                  minha vida, e, logo, mochila nas costas,
                  à boleia, fazia caminho, de novas terras.

                  Jorge Humberto

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