amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Archive for 2 de Abril, 2009

Ensaios Para o Amor

Posted by vidapura2 em Abril 2, 2009

Ela era uma velhinha que morava sozinha, em uma grande casa. Não tinha amigos porque, ao longo dos anos, ela os vira morrer, um a um.

 

Seu coração era um poço de saudade e de perdas. Por isso, ela decidira que nunca mais se ligaria afetivamente a ninguém.

 

E, para se lembrar que um dia tivera amigos, passara a chamar as coisas pelos nomes dos amigos que haviam morrido.

 

Sua cama se chamava Belinha. Era grande, sólida e confortável. Mesmo depois que ela se fosse, Belinha continuaria a existir.

 

A poltrona confortável da sala de visitas se chamava Frida. Haveria de durar muitos anos mais.

 

A casa se chamava glória. Tinha sido construída há mais de cem anos, mas não aparentava mais que vinte. Era feita de madeira muito forte, vigorosa.

 

E o carro, grande, espaçoso se chamava Beto. “Haveria de servir”, pensava a velhinha, “para alguém, depois de sua morte”.

 

E assim vivia a velhinha solitária.

 

Certo dia, quando estava lavando a lama de Beto, um cachorrinho chegou no portão. O portão não tinha nome, porque ela achava que ele logo teria que ser substituído. Suas dobradiças estavam enferrujadas e a madeira apodrecida.

 

O animalzinho parecia estar com fome e ela tirou um pedaço de presunto da geladeira e o deu ao cão, mandando-o embora.

 

Porém, no dia seguinte, ele voltou. E no outro e no outro. Todos os dias, ele vinha, abanava o rabo e ela o alimentava, mandando-o embora.

 

Ela dizia que Belinha não comportava um adulto e um cachorro, que Frida não gostava que cães sentassem nela e glória não tolerava pêlo de cachorro.

 

E Beto? Bom, esse fazia os cachorros passarem mal.

 

Um ano depois, o animal estava grande, bonito. E tudo continuava do mesmo jeito. Até que um dia ele não apareceu.

 

Ela ficou sentada na escada, esperando. No dia seguinte, também. Nada.

 

Resolveu telefonar para o canil da cidade e perguntar se eles tinham visto um cachorro marrom. Descobriu que eles tinham dezenas de cachorros marrons.

 

Quando perguntaram se ele estava usando coleira com o nome, ela se deu conta que nunca dera um nome para ele.

 

Sentou-se e ficou pensando no cachorro marrom que não tinha coleira com um nome. Onde quer que estivesse, ninguém saberia que ele tinha de vir todos os dias até seu portão para que ela lhe desse de comer.

 

Tomou uma decisão. Dirigiu Beto até o canil e falou para o encarregado que queria procurar o seu cachorro.

 

Quando ele lhe perguntou o nome do cachorro, ela se lembrou dos nomes de todos os amigos queridos aos quais havia sobrevivido.

 

Viu seus rostos sorridentes, lembrou-se de seus nomes e pensou em como fora abençoada por ter conhecido esses amigos.

 

“Sou uma velha sortuda”, pensou.

 

“O nome do meu cachorro é Sortudo”, disse.

 

E gritou, ao ver os cães no grande quintal: “aqui, Sortudo”!

 

Ao som da sua voz, o cachorro marrom veio correndo. Daquele dia em diante, Sortudo morou com a velhinha.

 

Beto parece que gostou de transportar o cachorro. Frida não se incomodou que ele sentasse nela. Glória não ligou para os pelos do cachorro.

 

E todas as noites Belinha faz questão de se esticar bem para que nela possam se acomodar um cachorro marrom Sortudo…e a velhinha que lhe deu o nome.

 

…………………………..

 

Não temamos nos afeiçoar às pessoas. Ninguém consegue viver sem amor, sem amigos, sem ninguém.

 

Não nos enclausuremos em solidão, nem percamos a oportunidade extraordinária de amar.

 

Amemos a quem nos rodeia. Também à natureza e os animais, recordando que tudo é obra do excelente pai que nos criou.
 Momento Espírita

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A Carne é Fraca

Posted by vidapura2 em Abril 2, 2009

Quando alguém procura uma desculpa para justificar suas fraquezas, é comum ouvimos a afirmativa de que a carne é fraca.

 

A culpa, portanto, é da carne, ou seja do corpo físico.

 

Esse é um assunto que merece mais profundas reflexões.

 

O alemão Hahnemann, criador da medicina homeopática, fez a seguinte afirmativa: “o corpo não dá cólera àquele que não na tem, do mesmo modo que não dá os outros vícios. Todas as virtudes e todos os vícios são inerentes ao espírito. A não ser assim, onde estariam o mérito e a responsabilidade?”

 

Sábia consideração essa, pois encerra grandes verdades.

 

Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de cólera.

 

Quando a boca de um guloso enche-se de saliva diante de um prato apetitoso, não é a comida que excita o órgão do paladar, pois sequer está em contato com ele.

 

É o espírito, cuja sensibilidade é despertada, que atua sobre aquele órgão através do pensamento.

 

Se uma pessoa sensível facilmente verte lágrimas, não é a abundância das lágrimas que dá a sensibilidade ao espírito, mas precisamente a sensibilidade deste que provoca a secreção abundante das lágrimas.

 

Assim, um homem é músico não porque seu corpo seja propenso à musicalidade, mas porque seu espírito é musicista.

 

Como podemos perceber, a ação do espírito sobre o corpo físico é tão evidente que uma violenta comoção moral pode provocar desordens orgânicas.

 

Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a diarréia, etc.

 

Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabeça, taquicardia, e até mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.

 

Quanto às disposições para a preguiça, a sensualidade, a violência, a corrupção, igualmente não podem ser lançadas à conta da carne, pois são tendências radicadas no espírito imortal.

 

Se assim fosse, seria fácil, pois não teríamos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equívocos cometidos.

 

Toda responsabilidade moral dos atos da vida fica sempre por conta do espírito imortal, e não poderia ser diferente.

 

Assim, quanto mais esclarecido for o espírito, menos desculpável se tornam as suas faltas, uma vez que com a inteligência e o senso moral nascem as noções do bem o do mal, do justo e do injusto.

 

………………

 

Todos nós, sem exceção, possuímos na intimidade a centelha divina, a força capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emoções nobres que o Criador depositou em nós.

 

Fazendo pequenos esforços conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do espírito sobre o corpo. E só então entenderemos porque Jesus afirmou: “vós sois deuses, podereis fazer o que eu faço, e muito mais.”
Momento Espírita

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MULHER E LIBERDADE

Posted by vidapura2 em Abril 2, 2009

Mulher…
solte suas amarras
e mais te amarás…
A liberdade é uma questão
de estado de espírito,
livre de preconceitos,
livre de conceitos ultrapassados,
livre para amar e ser amada…
Olhe para a vida…
ela deve ser vivida em
quaquer fase
com alegria,
com um sorriso
com esperança e
paz…
Encontre a paz dentro
de você mesma,
o mundo te abrirá
os braços
e você sentirá o gosto
da liberdade…

Clara da Costa

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RAIOS DE SOL

Posted by vidapura2 em Abril 2, 2009

 Amanheço ao lado do sol
            e venho para lhe dar bom-dia
            emprestando dele,
            os raios mais bonitos
            que façam sentido
            para nós dois…
            
            Eu sou aquela folha de outono
            que vaga sozinha pelos caminhos
            que é açoitada pelo vento
            pisada pelos passarinhos
            e permanece sempre…
             à sua espera!
            
            Sou também a saudade
            rebelde… incauta
            que acredita no amanhã
            por inverossímel que pareça,
             e espera o sol voltar,
            achando que você virá…
            
            Eu sou você, sempre você
            dentro do meu pensamento!
            E você…
            quem será?!…

            
            Ciducha

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Perdido

Posted by vidapura2 em Abril 2, 2009

Hoje me perdi de ti,

      anda aqui, me acorda,.

      dá um salto na boca,

      passa e me beija louca.

      

      

      Ontem embriaguei a saudade!

      Mentira, nem um gole bebi,

      sonhei apenas estar sarado

      e a tua paixão, evaporado.

      

      

      Amanhã, lembra o que fui,

      bem vindo na cama, no corpo,

      como o amante deve ser,

      até que apagou o sol do prazer.

      

      

      Um dia vai embora do pensamento,

      ligue-me aflita, peça que volte,

      se nada acontece antes do querer,

      a vida despreza e nos faz morrer.
 Caio Lucas

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Não estou lhe vendo

Posted by vidapura2 em Abril 2, 2009

Desde cedo
aprendemos a apontar
e a repetir conceitos!
É doído o que vou dizer,
mas os pais têm muito a ver
com esse erro!

Mostram para as crianças
 o que é fácil aceitar
e o que nem se deve ter esperança
 de ser aceito,
colocando assim, mordaça e freio!

Daí porque vemos
tanto adulto
falando e sendo
o que não vai destoar
e ocultando o que sente!

Sigo meu curso
buscando o que não está latente,
mas sem medo de errar
ou começar novamente.

Sei lá,
mas acho que estamos aqui
para aprender a andar. 
É claro que vamos cair,       
mas aprenderemos a fazê-lo direito.

Os antigos costumam falar:
“Vivendo e aprendendo”.
Mostre sua forma de pensar!
O que traz no peito!

Uns podem lhe estranhar,
mas outros vão gostar
e será de você mesmo.

Portanto,
pare de representar,
enfrente caras,     
 bocas e dedos!

Você foi convocado a lutar,
mas por enquanto,
não estou lhe vendo!
rivkahcohen

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Sol

Posted by vidapura2 em Abril 2, 2009

  No braseiro do Sol,
      a fonte da energia
      que traz luz ao dia
      e faz a vida renascer.
      Dá sentido ao viver
      e aquece o coração,
      fazendo da paixão
      amor e prazer.

      E quando te encontro
      a poesia é a realidade,
      o segundo uma eternidade,
      parece não se findar.
      Se proseia com o olhar
      e com o toque de mão,
      pois, quando ficar a recordação
      haverá um horizonte a te buscar…

Ruben Alves Vieira

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EM PAZ CONNOSCO E A NATUREZA

Posted by vidapura2 em Abril 2, 2009

                  Como é bela a noite, no seu chegar
                  subtilmente, detrás das montanhas ou
                  dos rios, seduzindo o céu,
                  brilhando imensamente, pela força
                  das estrelas, pequenos pontos de luz,
                  que são toda uma vida,
                  que a nossos olhos, se deixam ver,
                  por entre a claridade, da cativa lua.

                  
                  E tudo são sombras, imagens esquivas,
                  que apenas se podem ver, quando
                  a lua, constrói espaços abertos e ilumina,
                  uma ou outra coisa, cá mais em baixo,
                  onde a Terra, de há muito, fez sua casa.
                  E, junto aos muros de pedra, num ritual,
                  que tem tanto de antigo como de místico,
                  passam gatos, numa indiferença felina. 

                  
                  Por esta altura, os sons ganham nova
                  disposição, tornando-se muito mais audíveis,
                  a nossos ouvidos, parecendo então ter
                  uma vida própria, que, durante o dia, passa
                  despercebida.
                  Alheio a tudo isto, lá vai o rio, no seu curso
                  natural, seguindo a vontade das águas,
                  no seu fluxo e refluxo, de pequenas ondas.

                  
                  Abraçando-te com carinho, todo eu cheio de
                  amor, por ti, à luz de candeeiros, olvidando,
                  por instantes, a lua, que alta vai, depois deste
                  momento mágico, que só a natureza, nos podia
                  oferecer, vemos alguns jardins e pedes-me,
                  que apanhe belas flores, assim recordando,
                  a sublime noite, que, juntos, vivemos, para que,
                  em lindas taças de cristal, as possas vir a deitar. 

                  
                  Dito isto, noite feita ainda. regressamos a casa!

                  Jorge Humberto

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TEMPESTADE

Posted by vidapura2 em Abril 2, 2009

Veio a tempestade e levou o que parecia ser verdade.

      Nada mais restou do amor que um dia nos fez viver,

      Felizes pensando em um novo amanhecer.

       Hoje as noites são longas sem você aqui comigo

      E com certeza a vida terá outro grande sentido.

      Amar tem que ser calmaria no peito e na alma.

      Onde existe intrigas nele tudo se acaba

      Egoísmo no amor não leva adiante

      Se o respeito feneceu nada mais será como antes.

      

      Tentar renovar a cada dia o perdido

      É como se amargar a vida para o nada acontecido.

      Melhor assim findar e pensar em um novo amor ter.

      Se a vida quiser me dar…. pois tenho capacidade para amar.

      Nanci Laurino

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Minha menina felina

Posted by vidapura2 em Abril 2, 2009

                                Coisinha formosa
                                Tão lindinha
                                tão dengosa
                                minha flor mimosa

                                Minha namoradinha,
                                minha gatinha
                                com jeitinho de menina
                                em corpinho de mulher

                                Me faz seu homem
                                no seu corpo em leito
                                me faz menino
                                em seu colo aconchegante

                                É assim a minha gatinha
                                ronrona em meu colo
                                toda enroscadinha
                                a cata de carinho e dengo

                                No meu peito entrelaçada
                                de gatinha dengosa a fogosa pantera
                                que me leva a loucura…
                                Doce menina felina… A minha

                                Joe’A

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Mi niña felina

Posted by vidapura2 em Abril 2, 2009

                                Cosita hermosa
                                Tan linda
                                tan traviesa
                                mi flor mimosa

                                Mi noviecita,
                                mi gatita
                                con modos de niña
                                en cuerpo de mujer

                                Hazme tu hombre
                                en tu cuerpo en lecho
                                hazme tu niño
                                en tu regazo acogedor

                                Es así mi gatita
                                ronrona en mi cuello
                                toda enrollada
                                a la caza de caricias

                                En mi pecho entrelazada
                                de gatita mimosa a fogosa pantera
                                que me lleva a la locura…
                                Dulce niña felina..La mía

                                Joe’A

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DESCULPAR

Posted by vidapura2 em Abril 2, 2009

“Jesus lhe disse: Não te digo até sete, mas até setenta vezes sete” 
(Mateus, 18:22.)
 
 Atende ao dever da desculpa infatigável diante de todas as vitimas do mal para que a vitória do bem não se faça tardia.
 Decerto que o mal contará com os empreiteiros que a Lei do Senhor julgará no momento oportuno, entretanto, em nossa feição de criaturas igualmente imperfeitas, suscetíveis de acolher-lhe a influência, vale perdoar sem condição e sem preço, para que o poder de semelhantes intérpretes da sombra se reduza até a integral extinção.
 Recorda que acima da crueldade encontramos, junto de nós a ignorância e o infortúnio que nos cabe socorrer cada dia.
 Quem poderá, com os olhos do corpo físico, medir a extensão da treva  sobre as mãos que se envolvem no espinheiral do crime?  Quem, na sombra terrestre, distinguirá toda a percentagem de dor e necessidade que produz o desespero e a revolta.
 Dispõe-te a desculpar hoje, infinitamente, para que amanhã sejas também desculpado.
 Observa o quadro em que respiras e reconhecerás que a natureza é pródiga de lições no capítulo da bondade.
 O sol releva, generoso, o monturo que o injuria, convertendo-o sem alarde em recurso fertilizante.
 O odor miasmático do pântano, para aquele que entende as angústias da gleba, não será mensagem de podridão, mas sim rogativa comovente, para que se lhe dê a benção do reajuste, de modo a transformar-se em terra produtiva.
 Tudo na vida roga entendimento e caridade para que a caridade e o entendimento nos orientem as horas.
 Não olvides que a própria noite na terra uma pausa de esquecimento para que aprendemos a ciência do recomeço, em cada alvorada nova.
 “Faze a outrem aquilo que desejas te seja feito”
 – advertiu-nos o Amigo Excelso.
 E somente na desculpa incessante de nossas faltas recíprocas, com o amparo do silêncio e com a força de humildade, é que atingiremos, em passo definitivo, o reino do eterno bem com a ausência de todo mal.
 Francisco Cândido Xavier

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ESCUTA, MEU IRMÃO

Posted by vidapura2 em Abril 2, 2009

Não é a tua palavra primorosa a força que te exaltará a inteligência e, sim, o objetivo para o qual se dirige.
Não é a dádiva que te confere o título de benfeitor, mas o modo pelo qual te manifestas, através dela.
Não é a fortuna material que te faz realmente rico e, sim, a aplicação dignificante das utilidades que reténs a beneficio de todos.
Não é a fama terrestre a claridade que te coroa o nome e sim a benção do Céu sobre a reta conduta que abraçaste em favor do bem coletivo.
Não é a lição verbal o poder com que educarás o companheiro de luta, nas tarefas de cada dia, mas o teu exemplo reiterado na edificação comum por intermédio da própria melhoria.
Não é a tua crença sectária, embora fervorosa, que te guiará à sublimação na vida espiritual, depois da morte do corpo e, sim, os teus atos de bondade santificante, que serão testemunhas permanentes de tua alma, onde estiveres.
Não é a fé sem obras que te iluminará a senda de progresso, mas as obras dignificadoras que conseguires concretizar, em ti mesmo e fora de ti, inspirado por tua fé.
Não é a cultura intelectual inoperante que te fará respeitável, e sim o espírito de serviço com que te devotares, em qualquer condição, à felicidade dos semelhantes.
Não é o êxito suscetível de sorrir-te na Terra, por alguns dias breves, a fonte de alegria real que procuras com os melhores anseios de coração, mas a paz de consciência, no dever bem cumprido, nas obrigações de cada dia.
Busquemos ser, antes de aparentar e fazer, antes de instruir.
A verdade espera nossa alma, em cada ângulo de caminho, dentro de nossa jornada para frente.
Assim, pois, construamos o nosso engrandecimento interior, porque, hoje ou amanhã, o Sol Divino projetará sobre

André Luiz

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PERMITA SENHOR

Posted by vidapura2 em Abril 2, 2009

Que eu aceite as minhas derrotas assim como fico feliz com as minhas vitórias sem acusar nada ou ninguém ao meu redor.
 
Que a cada dia eu possa agradecer pelo nascer do sol como pela noite que se vai.
 
Que eu possa perdoar a quem me fere sem mágoas, sem me sentir uma vítima por isso.
 
Que eu entenda que as dificuldades da vida fazem parte do meu crescimento como ser humano.
 
Que eu possa ser um ombro amigo a quem precise, sem me sentir especial por isso, e sem me revoltar quando esse mesmo ombro não é reconhecido.
 
Que eu seja humilde e perceba que à minha volta outros sofrem bem mais do que eu.
 
Que eu consiga sorrir mais, chorar menos e ser feliz com o que me destes.
 
Que eu consiga aprender que sou apenas mais um ser vivo nesse imenso universo só Seu, e respeite todas as outras formas de vida como sendo criação Sua.
 
Que eu tenha mais bondade, piedade, carinho, compreensão e amor para com meu irmão, e, principalmente, me ensine a não pensar somente em mim, deixando de ser egoísta até em minhas orações!
 
Obrigada, Senhor, pelo teu imenso Amor!!!
Mensagem Esparsa

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NÃO SE DEIXE DESESTIMULAR

Posted by vidapura2 em Abril 2, 2009

No seu aprendizado diário, na caminhada necessária para a evolução, você encontra empeços variados ao longo do caminho, que parecem destinados a lhe desanimar no longo percurso.

Muitas vezes você encontra os chamados “inimigos gratuitos”, os amigos faladores que o deixam em situações difíceis.

Outras vezes se depara com enfermidades físicas, com as deficiências de caráter de tanta gente, o que lhe provoca profunda tristeza, pois são companheiros que não movem uma palha em seu favor, embora ocupem seu tempo sempre que encontram a mínima dificuldade.

Você tem à sua volta a inflação que cresce e os ganhos materiais que parecem não acompanhá-la, o que lhe faz pensar que quanto mais trabalha menos ganha e gasta mais.

Você costuma ver desmoronar os mais acalentados sonhos domésticos, sem se sentir no direito de fugir.

Desmoronam os anseios do cônjuge atencioso e afetuoso; dos filhos estudiosos, responsáveis, respeitosos; da família companheira capaz de suprir você de energias nas horas apertadas para o seu coração.

Como se não bastasse, ainda surge a indiferença que o faz sentir-se solitário no mundo, sem qualquer apoio ou sustentação moral.

Contudo, seja qual for a luta que lhe caiba, seja qual for o testemunho que tenha de enfrentar, não se deixe desestimular, não se permita o abatimento.

Você não é vítima da vida.

Encontra-se unicamente em processo de reeducação, tendo oportunidade de acertar-se com a vida que um dia desrespeitou em vários de seus aspectos.

Você que conhece Jesus, ou que um dia ouviu sobre a lei de causa e efeito, deve raciocinar que o bem ou o mal semeado na vida, da vida será colhido, e o seu desconsolo ou o seu desalento em nada colaborará para a resolução dos seus problemas.

Você deverá, então, aprender a analisar melhor as situações pelas quais tenha que passar. Deverá aprender a perdoar, a compreender, a respeitar diferenças, a falar menos, a penetrar melhor as razões das coisas, a condenar menos, a ser mais indulgente.

O tempo implacável não pára. Assim, se você o aproveitar para aprender a crescer e ser feliz, ele o abençoará com expressiva claridade.

Caso o desperdice, recolhendo-se à maldição do desânimo ou à fuga, verdadeiramente terá lançado fora o mais expressivo tesouro que nos é oferecido pelo criador, para que nos façamos ricos e felizes: o tempo.

Não se perca nas teias do desestímulo. Confie sempre em Deus, que lhe dá sempre o melhor, dando-lhe chances de brilhar e ser feliz.

Pense nisso!

Os obstáculos que surgem no seu caminho, não são para impedir seus passos, são desafios para serem superados.

Cada vez que você consegue vencer uma dificuldade, sai dela mais fortalecido e mais confiante.

Assim, não se deixe, jamais, desestimular em circunstância alguma, pois Deus confia no seu poder de vencer os impedimentos e vencer-se a si mesmo.
Momento Espírita

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