amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Archive for 12 de Setembro, 2009

A Gratidão

Posted by vidapura2 em Setembro 12, 2009

O homem, por detrás do balcão olhava a rua de forma distraída. Uma garotinha se aproximou da loja e amassou o narizinho contra o vidro da vitrina.

 

Os olhos da cor do céu brilharam quando viu determinado objeto.

 

Entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesas azuis. “é para minha irmã. Pode fazer um pacote bem bonito?”

 

O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou: “quanto dinheiro você tem?”

 

Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão e feliz, disse: “isto dá, não dá?”

 

Eram apenas algumas moedas, que ela exibia orgulhosa.

 

– Sabe, eu quero dar este colar azul para a minha irmã mais velha. Desde que morreu nossa mãe, ela cuida da gente e não tem tempo para ela. É aniversário dela e tenho certeza que ela ficará feliz com o colar que é da cor dos seus olhos.”

 

O homem foi para o interior da loja, colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.

 

– Tome, leve com cuidado.

 

Ela saiu feliz, saltitando pela rua abaixo.

 

Ainda não acabara o dia quando uma linda jovem de longos cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis, adentrou a loja.

 

Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e indagou:

 

– Este colar foi comprado aqui?

 

– Sim, senhora.

 

– E quanto custou?

 

– Ah, falou o dono da loja, o preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o freguês.

 

A moça continuou: “mas minha irmã tinha somente algumas moedas. O colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagá-lo!”

 

O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e devolveu à jovem.

 

– Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar – disse ele.

 

– Ela deu tudo o que tinha.

 

O silêncio encheu a pequena loja, e duas lágrimas rolaram pelas faces jovens, enquanto suas mãos tomavam o embrulho e ela retornava ao lar, emocionada.

 

………………………

 

Verdadeira doação é dar-se por inteiro, sem restrições. Gratidão de quem ama não coloca limites para os gestos de ternura.

 

E a gratidão é sempre a manifestação dos espíritos que têm riqueza de emoções e altruísmo.

 

Sê sempre grato, mas não espere pelo reconhecimento de ninguém.

 

Gratidão, como amor, é também dever que não apenas aquece quem recebe, como reconforta quem oferece.
 Momento Espírita

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O PESCADO E O AMOR

Posted by vidapura2 em Setembro 12, 2009

Apreciando o mar, na espera do pescado
Vi-me pensando em você. Seria pecado?
A vara inerte, o mar a chacoalhar e eu a olhar
Meus pensamentos, procurando saber, onde você deveria estar

De repente, a vara flexiona, pescado fisgado!
Levantar-me para retirá-lo? E você em meus pensamentos?
A vara flexiona e balança com mais intensidade
Deliciosamente, fico olhando sem tirá-la da mente

A vara flexiona ainda mais, nem ligo
Era o meu amor quem queria ter fisgado!
Mas, veio-me a sensação de perda e me ligo
Ela aqui não está! Solução, retirar o pescado

Retiro a vara do seu suporte, movimento-a para recolhê-la
Movimentos bruscos, esquentando o rolamento
Sensação boa sentindo, mas não era o pescado do momento
Um saco mal utilizado veio-me às mãos. Ah! Vontade de morrer!

Deixei de sonhar com meu amor à distância
Sabendo que ela fazia o mesmo, assim eu acreditava…
Jogo novamente ao mar a isca, agora na esperança de um pescado pegar
Saco plástico jogado à distância, furioso, acabando com o que sonhava

Sento-me novamente, pensando em você e a aguardar o pescado
Vara flexionada e meus pensamentos em você pairavam
Reclinei a cadeira, fechei os olhos e pus-me a sonhar com você ao meu lado
Que se dane o pescado imediato! Quero-lhe para sempre ao meu lado!

Sonhei, sonhei! Pensei, pensei! E o pescado nada…
Creio que fiz a melhor escolha, pois a vi o tempo todo
Com essa escolha alimentei o meu amor que é grande e danado
Amanhã, pensarei no pescado que estará ali o tempo todo a ser procurado!
Amém
Marcos Toledo

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MULHER///DEUSA

Posted by vidapura2 em Setembro 12, 2009

Vestida em raios de luar
Sentimentos que seguras ao vento
Protegida por ti mesma, em ondas de carinho
Olhas o mar espalhando carinho
Em cada grão de areia.
Tuas veias são rios de poesia
Habitas na terra mas o teu mundo
É o sol…

És coroada de pérolas
Teu corpo é um manto de estrelas
Cheirando a pétalas de carinho.

MULHER,
teu sonho é o amor
tuas mãos a felicidade
 és o amor que procuras
és um sorriso de candura

HOMEM/AMANTE

Teu cheiro a seduz
Teu corpo a penetra na noite dos segredos
És tesão, és desejo
Não a toques, ela é de fino cristal
Ela quer sempre mais
Ela quer AMOR
ELA QUER PAIXÃO…

Amália LOPES

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A esperança

Posted by vidapura2 em Setembro 12, 2009

            “A esperança adquire-se.

            Chega-se à esperança através da verdade,
            pagando o preço de repetidos esforços
            e de uma longa paciência.

            Para encontrar a esperança é necessário
            ir além do desespero.

            Quando chegamos ao fim da noite,
            encontramos a aurora.”

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Como uma milonga

Posted by vidapura2 em Setembro 12, 2009

Eu estava tão desprevenida…
      Tão distraída… Aquele dia…
      Ele chegou do nada… Lindo!
      Sua voz era pura melodia…
      
      Chamou-me com jeito pagão,
      Com mil carícias no olhar…
      Era eu pura emoção, emoção!
      Desejo de aquele homem beijar…
      
      Estava tão inocente, desavisada,
      Uma menina carente, desamparada,
      Seu charme invadiu a minha alma…
      Tomamos champanhe e mais nada.
      
      A noite acabou, chegou a madrugada,
      Pensava nele… E me arrepiava…
      Quanta magia de mim se apossava!
      Só queria ele… Ser por ele acariciada…
      
      Novo amor em minha porta batia,
      Visceral… Arrebatador… Forte!…
      Para que pensar no futuro?…
      Estava lançada a minha sorte…
      
      Não pude segurar… Foi bailando
      Meu coração como uma milonga,
      Tantos afagos, sussurros, beijos…
      A paixão explodiu sem delongas…
      
      E foi tanto querer, tanta entrega…
      Tanta fome, tanta sede e desejo…
      Envolvendo, arrastando nós dois…
      Que a noite corada se vestiu de pejo…
      Mary Trujillo

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LIBERDADE É DIGNIDADE

Posted by vidapura2 em Setembro 12, 2009

Nasci para ser nos outros o melhor de
cada um e trazer as ovelhas
tresmalhadas para junto de suas irmãs,
sem redil nem reprimenda, que não
um chamado de atenção,
dizendo-lhes que a liberdade não se
consuma assim, mas de entre os outros
dar a mostrar suas opiniões e só depois,
se se der o caso de se sentirem presas
a um destino que não o seu partirem,
nunca fugindo sem dizer
ao que vão e porquê, pois esse é seu cenho.

Devemos assumir sempre as nossas ideias
e ideais, sejam elas políticas ou científicas,
ou nenhum dos casos, nunca escondendo nem
tão pouco de nós, quanto mais dos outros,
o que somos, pensamos e idealizamos para
nossas vidas presentes e futuras.

Quem se esconde é o avarento, julgando-se
mais que os demais, sorrindo para o espelho
oblíquo, onde não entra luz nenhuma.,
autêntico serviçal na sua arrogância pueril.

Quem não conquista sua liberdade ante
o arrostar convencional, luta e sai
de nome soletrado em cada boca,
não conquista nada, que se preze ou valha –

Frustrado vai na vida, olvidado da prata.

Jorge Humberto

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MINHA MÃE MINHA VIDA

Posted by vidapura2 em Setembro 12, 2009

Deixa-me abraçar-me a ti mãe
      como quando eu me escondia
      esperando a saída do trabalho,
      num salto encher-te de beijos.

      E embora não fosse novidade,
      sempre um pulo a cada susto..
      E depois felizes peito no peito,
      sentíamos o bater do coração.

      Não dum mas dois, mãe e filho,
      que eram inseparáveis e muita,
      muita era a beleza que os unia,
      num respeito de sorriso largo.

      E embora cansada do trabalho
      e a roupa lavando na água fria,
      soletravas para mim de somar
      as contas, ensinando-me a ler.

      Quando acabavam as aulas e a
      a noite se aproximava a passos
      lassos lá fora chovia a cântaros
      à luz do candeeiro jantávamos.

      Com o pai por fora trabalhando
      sem luz e depois de arrumada a
      cozinha deitávamo-nos os dois,
      contando as coisas do dia-a-dia.

      Até que adormecíamos no calor
      um do outro, e, em sobressalto,
      meus ouvidos colava a teu peito
      para ouvir o teu coração bater.

      Jorge Humberto

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POETA OU PALHAÇO

Posted by vidapura2 em Setembro 12, 2009

Poeta tem um pouco de palhaço
      mesmo quando chora sorri ante a
      responsabilidade maior, que tem para
      com os seus leitores e os ensinamentos
      que lhe irá proporcionar.

      Diria que é um confronto bem aceite,
      pois poeta quando escreve deixa de ser
      seu, o que vinga nos outros. E ainda que lhe
      doa alma, coração, não foge
      nunca aos sentimentos nem à elucidação. 

      Mas nada disso importa, poeta que é poeta
      de verdade é maior do que o Homem e por
      ser este seu desígnio,
      aceita-o com alma de palhaço.

      Jorge Humberto

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¿POR QUÉ?

Posted by vidapura2 em Setembro 12, 2009

Amor, ¿por qué ocultas tu dulce rostro
en el denso matorral de las sombras?
¿por qué caminos transitan tus labios
que no aciertan la ruta de mi boca?
¿por qué el fecundo tren de tus latidos
nunca se detiene a regar mis rosas?

Mis venas son llanuras calcinadas
que no conocen la huella de tus pasos,
serpientes que se arrastran por el suelo
y no encuentran las manzanas de tu árbol.

Amor, ¿por qué tus olas desembocan
siempre en otras playas y no vierten
su espuma en la latitud de mis rocas,
en la espesa soledad de mis sienes?
¿por qué no llenas mi copa de fuego
y apagas la tristeza de mis nieves?

Quiero sentir la loca primavera
de tus piernas trepando a mis cumbres
solitarias y el barro moldeable
de tus pechos fermentando en la lumbre
de mis manos redondas de alfarero
y llenarte de horizontes sin nubes.

Amor, ¿por qué se tarda tanto tiempo
en traspasar las fronteras del cielo?

Fernando Luis Pérez Poza

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SI SUAVEMENTE

Posted by vidapura2 em Setembro 12, 2009

Si suavemente recorriera tu litoral,
si suavemente sintieras mis dedos sobre tu piel,
mis finos labios, mi boca,
si sintieras mis manos como palomas blancas
allí donde tu polvorín más hondo estalla,
si galopara en la densidad marina de tus olas,
escucharías
un rumor de sedas,
de ecos repetidos,
de sol sin llama,
como fuego que no quema,
como hoguera que no arde
pero alumbra,
como lluvia con rumor
a catarata que desborda el cielo
pero no ahoga,
oirías, como te digo,
la sirena de mi puerto en la mañana
gritando muda con su aliento
de gaviota enamorada
que te quiero.

Si yo sintiera en mis maderas el agua
de tus mares, la espuma de tus versos,
la fuerza de tus olas
jaleando los costados de mi barco
en mitad de los océanos,
treparía a las velas de tu esencia
y dejaría mar adentro,
a la deriva,
el amargo volcán de mis silencios.

Si en mis ojos redoblaran las campanas
delirantes de tus rojas amapolas,
y el faro de la vida me orientara
como resto de un naufragio hacia tus costas,
poblaría de planetas tu universo
y de latidos mi negra caracola.

Fernando Luis Pérez Poza

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MIRA EL CIELO, COMPAÑERA

Posted by vidapura2 em Setembro 12, 2009

Mira el cielo, compañera,
esa selva azul e inmensa
donde duerme el horizonte
y se desesperan los sueños.
¿No escuchas el batir de los remos
o las hélices del alma de los muertos
abriendo surcos en las aguas de la nada?
Con las cadenas del ancla mal engrasadas,
ponen rumbo a ninguna parte,
se derraman por los adoquines sordos del vacío,
se deslizan por la cresta del silencio
como oleadas de sombras que cortan el aire
y arrojan sus trozos
al inmenso basurero del absurdo.

¿No oyes sus fanáticas risas de cadáver,
el crujido lento de sus huesos de cieno?
Silban, gruñen, suspiran hondamente
y en cada uno de los sonidos que emiten
se advierte un olor a bodega rancia,
a vientre de barco deshauciado,
a estómago vacío de serpiente.

Ya no corre por sus venas
el vapor trepidante de la sangre,
la sonrisa alada de la vida
tañendo la campana ronca del mañana.

Atrás se quedó el tiempo, atrás,
oscurecido por el polvo del recuerdo,
en la mirada turbia del pasado,
en el gris cendal de aquella tumba profunda
que abrió sin remedio
el abismo descarnado de la tierra.

Mira el cielo, compañera,
porque todavía sigue ahí, azul, colgado,
quién sabe de qué infinito
o desmedido campanario,
quién sabe a qué puerto
o dársena del universo amarrado,
quién sabe para qué o por quién inventado.
Mira el cielo, compañera
y vive con toda la intensidad que puedas
la fértil realidad de la existencia.

Fernando Luis Pérez Poza

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HAY VOCES EN EL VIENTO QUE HABLAN

Posted by vidapura2 em Setembro 12, 2009

Hay voces en el viento que hablan,
gritos mudos que revientan en el aire
y llenan de túneles el corazón.
Son hilos de luz
que se hunden hasta el hueso,
ráfagas de campanas sordas
que retumban en la médula,
brasas tristes que salen
de la humedad de los recuerdos
y se instalan como setas
en el interior del tuétano.

Yo no sé qué quieren,
por qué prefieren la amargura del invierno
al dulce vendaval de primavera
que también late en mi cerebro,
por qué ocultan su rostro
bajo el musgo de la piedra
y entierran el sol en el abismo
más profundo de la pena,
si a su lado crecen las estrellas
como racimos fértiles
en las cepas desnudas de la seda.

Hay farmacias dormidas en el alma
que no admiten recetas de alegría,
boticas infectadas de tristeza
que contaminan las venas y los huesos
y pueblan la garganta de palomas tuertas.
Son fórmulas magistrales
que inventó el diablo
para vaciar las negras cataratas del abismo
en la corriente desbordada de mis versos.
Son cepos amargos,
sótanos anegados de negrura
que estallan en la boca
como obuses de sombras
en mitad de la noche.

Yo no sé cómo llegan,
cómo hunden sus raíces
en mi corazón solitario
y revuelven la salitre
fermentada del abecedario.
Yo no sé a qué han venido
ni por qué se quedan atrapados
en el azufre del calendario,
pero pienso, compañera,
que solo tus manos y tus largos abrazos
podrían hacer que se mudaran barrio.

Fernando Luis Pérez Poza

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MEU DEUS!.

Posted by vidapura2 em Setembro 12, 2009

As tempestades vieram,
      ciclones e furacões,
      arrastando consigo
      a alegria, a felicidade,
      a bonança
      que compunham
      meus dias!…
      Perdi o rumo…
      Perdi a paz…
      Em torno,
      tanta era a destruição,
      que a tristeza,
      a depressão,
      foram n’alma
      se instalando,
      sem pedir licença,
      vergando meu corpo,
      estraçalhando
      meu coração!…
      Mas antes de estar
      totalmente vencida,
      por amor aos meus,
      de joelhos,
      braços estendidos,
       olhei para o céu e clamei,
      implorei por socorro:
      – Meu Deus!… Meu Deus!…
      Senhor!… Pai…
      Não me deixes sucumbir,
      me faça forte no sofrimento,
      capaz de levantar
      e, novamente,
      com Teu amparo,
      voltar a voar!…
      E voei…
      Com a graça recebida,
      renovada na fé,
      no amor por amor!…
      Pelos que a meu lado
      ficaram a me amparar,
      sem cobranças,
      amigos,
      meus pais, já tão velhinhos,
      não mereciam me ver
      daquela maneira,
      meus irmãos,
       meus filhos
      que, em momento algum,
      arredaram pé de mim…
      Todos, “Anjos”
      enviados por Deus,
      esse Pai tão amoroso
      que jamais me abandonou!…
      Hoje eu sei!…
      Sem meu Deus,
      sem meus “Anjos”,
       eu não teria conseguido,
      pois em meio à destruição,
      vulnerável, só,
      eu não teria tido forças
      para reverter o caos…
      Por isso hoje,
      feliz, sorrindo para a vida,
       humildemente
      e com a mesma força,
      com que implorei socorro,
      agradeço
      aos que me deram asas para voar,
      a Deus que permitiu
      que essas asas, mais fortes que antes,
       me erguessem do chão
      para sobre o desamor
      sorrir para o mundo
      e de dor só no poetar…
      Testemunhando,
      para quem precisar
      como eu um dia precisei,
       de que a vida
      se faz por muitos amores,
      de amigos verdadeiros,
      de pais,
      de filhos,
      do amor de Deus,
      do qual jamais devemos
      duvidar,
      não por “um” apenas
      que machucou…
      Deus!…
      Meu Deus!…
      Para sempre
      viverei a emoção,
      com a certeza de que
      felicidade
      é viver
      na Tua glória,
      tendo como referência
      o Teu amor!…
      Esperança consciente
      na Fé em Maria,
      Mãe Maior,
      na confiança cega
      em Jesus Cristo…
      Sempre e sempre
      indo em frente…

Carmen Cristal

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MULHER

Posted by vidapura2 em Setembro 12, 2009

Mulher de corpo valente na paz
            que sabe o que quer a todas as horas.
            Tens a coragem de mil guerreiras.
            porém nunca demonstra o que faz.
            
            É grande mártir de corpo presente
            Suporta as sevícias do seu amado
            Porém ela tem sempre em mente
            que ele deve ser é adorado.

            Mulher em corpo de alma inteira
            És a mãe és a amante és a mulher
            És sempre a alegre companheira
            e nunca reconhecem teu querer.

            Mulher corajosa e bem valente
            Cuidado com o dia que te dão
            Pois no outro dia te tiram a semente.
            
            Tu és a vida és a sublimação
            Não tens que conquistar os direitos
            És o ser supremo, de qualquer nação.

Victor Jerónimo

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MULHER

Posted by vidapura2 em Setembro 12, 2009

Como homenagear com um dia
            A quem nos dá cada segundo
            De uma vida dedicada,

            Gerados em seu ventre,
            De alimento, carne e sangue;
            A nossa vida zelar,
            Com amor e abnegação;

            Lágrimas que irá chorar,
            Seja de felicidade ou tristeza;
            A cada conquista ou queda,
            Que venhamos a ter…

            Ali, como uma rocha,
            Estará forte e segura!…
            Um sorriso de confiança,
            A nos empurrar à frente;
            Para o futuro conquistarmos,

            Como se pouco fosse;
            Galgou as portas do mundo,
            Foi buscar também o pão
            Em uma luta desigual…
            Discriminada!…
            (denominada inferior)
            A cargos destacados…

            Nos palácios, ruas e vielas,
            Estará sempre presente,
            Na sua condição real,
            Seja esposa, mãe ou mulher,
            Será sempre especial

            “(…) Tu és vida e criação,
            Não tens que conquistar direitos,
            És o ser supremo, de qualquer nação”.

            Devemos, então, nos curvar
            E, enfim, reconhecer!…
            Que não será um dia apenas,
            Que lhe devemos oferecer…

            A cada dia amor lhe ofertar…
            Respeito, dignidade é seu direito!…
            Sem ela o que seríamos?

            Sem ti, mulher!
            Nem mesmo existiríamos.

Carmen Cristal

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