amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Archive for 1 de Novembro, 2010

Perversidade e violência

Posted by vidapura2 em Novembro 1, 2010

A onda crescente de delinqüência que se espalha por toda a Terra assume proporções catastróficas, imprevisíveis, exigindo de todos os homens honestos e lúcidos acuradas reflexões.

Irrompendo, intempestivamente, faz-se avassaladora, em vigoroso testemunho de barbárie, qual se a loucura se abatesse sobre as mentes, em particular junto à inexperiente juventude, em proporções inimagináveis e aflitivas.

Sociólogos, educadores, psicólogos e religiosos preocupados com a expressiva quantidade de delinqüentes de toda sorte, especialmente os perversos e violentos, aprofundam pesquisas, improvisam soluções, métodos mal elaborados.

Precipitadamente oferecem sugestões que triunfam por um dia e sucumbem no imediato, tudo prosseguindo como antes, senão mais turbulento, mais inquietador.

Enquanto a delinqüência grassava entre os jovens das classes sociais menos aquinhoadas, era atribuída à falta de recursos financeiros e de educação.

Mas hoje, a mídia tem divulgado inúmeros casos de perversidade e violência praticados por jovens que pertencem a famílias abastadas, o que afasta a hipótese da falta de dinheiro ou de instrução.

Tudo isso nos leva a crer que a linhagem social e a tradição não são obstáculos à manifestação da delinqüência, uma vez que dentro dessas famílias os exemplos nem sempre são salutares.

Percebe-se no seio das famílias ditas tradicionais, a inversão de valores, a corrupção dos costumes, o desprezo às leis, a imposição dos caprichos pessoais em detrimento da justiça, e assim por diante.

Ainda na mesma linha de raciocínio, percebe-se pais que transferem a educação a terceiros, porque não têm tempo para dedicar à prole, uma vez que precisam dedicar as horas aos compromissos sociais.

Não se dão conta, esses pais, que pela vivência estabelecem diretrizes de comportamento aos filhos, de cujas ações não podem se queixar mais tarde.

Ademais, devemos considerar que a leviandade de mestres e educadores imaturos, não habilitados moralmente para os relevantes misteres de preparação das mentes e caracteres em formação, contribui, igualmente, com larga quota de responsabilidades no capítulo da delinqüência juvenil, da agressividade e da violência vigentes.

Devemos considerar ainda, que se quisermos eliminar o problema da perversidade e da violência da nossa sociedade, será preciso mais que medidas punitivas.

Será preciso reformular conceitos, repensar valores, reformar a intimidade, e adotar a Doutrina Cristã como diretriz segura para os nossos passos.

Ensinar à criança e ao jovem a valorização e o respeito pela vida, através do próprio exemplo.

E, por fim, apresentar Jesus aos nossos filhos. Apresentá-Lo como Modelo e Guia da Humanidade, como psicoterapeuta ideal que nos conduzirá a Deus, porque conhece o caminho.

* * *

O homem iluminado interiormente pela flama cristã da certeza quanto à sobrevivência do Espírito ao túmulo e da sua antecedência ao berço, sabendo-se herdeiro de si mesmo, modifica-se e muda o meio onde vive, transformando a comunidade que deixa de a ele se impor para dele receber a contribuição expressiva e retificadora.

Momento Espírita

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VOCÊ JÁ ME ESQUCEU

Posted by vidapura2 em Novembro 1, 2010

Saudade sinto no peito…

Neste peito tão sofrido!

Não sei mais o que faço…

…para viveres comigo!

Saudades sinto no peito…

…neste peito magoado.

Daquelas tardes encantadas…

…em que estavas ao meu lado.

Hoje faz muito tempo…

…do que já aconteceu!

Saudade não me deixou!

Mas você já me esqueceu.

Lembro-me dos seus carinhos…

Da sua tez branca!

E dos seus olhos azulados…

Não parecias humana!

E sim um anjo…

E eu estava ao seu lado.

Embora que o tempo passe

E eu esteja sozinho!

Jamais esquecerei…

…dos seus beijos

E também dos seus carinhos.

VivaldoTerres

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Mulher lusitana

Posted by vidapura2 em Novembro 1, 2010

Mulher lusitana
Tens algo diferente
Que nos encanta e nos seduz
Rapidamente

Teu olhar como sempre
Nos fascina…
Como poderei vêr-te
Outra vez…
Bela menina!

Teu corpo é de uma…
…beleza sem igual!
Como gostaria de viver
No teu belo Portugal

Terra de poetas, fadistas…
…e compositores!
E porque não dizer…
Terra de grandes amores!
Vivaldo Terres

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A sofridão do pássaro Fênix

Posted by vidapura2 em Novembro 1, 2010

É a minha verse
É a minha sina…
Ainda ontem ao ver–te na rua
Não estavas só…
Estavas com outro
Estavas feliz
Ferindo o meu coração
Pois não estavas só
Andavas com outro
E é na minha verse
Na minha sina
São meus prantos
É a minha arte
É a minha dor
Ao ver-te na rua…
Estavas feliz
Caminhavas a sorrir
E não estavas só
Andavas com outro…
Agora eu me consolo
Na minha arte
Na minha dor
No meu pranto
Na minha verse
Samuel C. Costa

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AUSÊNCIA…

Posted by vidapura2 em Novembro 1, 2010

Esta saudade entre nós se estende
feito o rio que corre para o mar
se perdendo em suas águas salgada…
Cristalina, eu vejo a tua imagem
navegar lentamente pelas águas,
indo sem pressa de chegar ao destino…
Uma visão que retrata a tristeza, talvez,
seja o reflexo da minha dor essa sua
expressão triste…
São nossas almas trasnformadas em
saudades…

Naidaterra

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Piedade Santa Sarah…Piedade!…

Posted by vidapura2 em Novembro 1, 2010

E a cigana elevou seus olhos de pranto
Aos céus, rogando a Santa Sarah piedade.
Não podia mais conter a dor da ausência.
Piedade Minha Santa Sarah… Piedade!…

Morro aos poucos nesse vazio assassino,
Minha alma desgovernou, o desejo é fogo!
Meus olhos são rios, chuvas, enxurradas
Pássaro preso e só, morrendo de desgosto

Piedade Santa Sarah, piedade do meu peito
Sangrando, dilacerado por miserável seta.
O orgulho nos destruiu, arremessou ao nada,
Só ele pode acalmar a minha vida inquieta…

Tenha dó de mim, pobre ser, pobre andarilha,
Dançando, sorrindo falsamente, junto à fogueira,
Girando alucinada, afugentando diabos, fantasmas…
Querendo seus beijos, sua gargalhada zombeteira.

Piedade Minha Santa, piedade para essa cigana,
Sua filha sofredora, rebelde, perdidamente apaixonada,
Que quer somente a felicidade vivida nos dias passados
Seu nômade, seu amor querido de volta e mais nada!

Piedade Minha Santa Sarah… Piedade!…
Para essa filha alucinada!…
Mary Trujillo

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Dançar… Flutuar!

Posted by vidapura2 em Novembro 1, 2010

Amparada por teus másculos braços…
Sinto-me rodopiar… como num carrocel.
Seguir o rítmo dos teus ondulosos passos
É flutuar… saborear doces favos de mel…

No mergulho alucinado de desejo e paixão…
Somos a mais eletrizante partitura de orfeu,
Corpos etéreos fazendo amor na canção…
Dançam e sorriem meus olhos e os teus.

Bocas tão pertinho… do beijo, a sensação…
Rostos coladinhos… perdidos na emoção.
No pega e larga, dissimulamos a inquietação…
Mas… por dentro… nos explode o coração!…

Teu corpo assim… ao meu grudadinho …
É tentação demais… para meu pouco juízo
Nossas pernas resvalam de mansinho…
Bailando assim… adentramos o paraíso.

Vejo estrelas cintilando em teu lindo olhar,
Teu hálito quente… meu rosto a acariciar…
Vamos, meu amor… esta noite eternizar…
Quero nos teus braços… girar e sonhar!

E depois… depois… Nunca mais acordar!
Mary Trujillo

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Parto…

Posted by vidapura2 em Novembro 1, 2010

Parto… alquebrada… lenta… e nua…
Sem passado… presente ou futuro.
Minha direção, minha bússola… é a lua
Clareando meu caminho vazio e escuro…
Parto desprovida de sonhos e histórias,
Rasgando versos… cartas e memórias…

Parto… para longe… desfeita em solidão,
Olhar vago… baço… perdido no espaço.
Como as frias pedras que calco ao chão.
Sem nada protestar… do rompido laço…
Vou absurdamente nua… desenganada,
Procurar quem sabe… outra encruzilhada.

Parto… mergulhada na dor que me atormenta.
É tão pouco de mim que posso levar…
Talvez… noites de frio… chuvas… tormentas
Que nem sei… se algo de bom irá sobrar.
Deixarei poesias, quiçá alguma lágrima ou sorriso.
Serei esquecida é certo… não se fala mais nisso!
Mary Trujillo

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Canção da paz

Posted by vidapura2 em Novembro 1, 2010

A paz é como música que nasce,
difícil de atingir a perfeição.
Às vezes, todos clamam que ela é fácil,
os mesmos que outras vezes dizem não.

Varre-se a nota sem ter serventia,
e morre a paz na falta de harmonia…

O som que é mais difícil solfejar,
são notas de amor e de perdão,
como se a vida fosse simplesmente,
o derramar das lavas de um vulcão.

Sempre sedentas, vão seguindo em frente,
lambendo, ansiosas, pelo chão,
de forma alucinada, impertinente,
toda esperança de compreensão.

E por milênios, tenta-se encontrar,
a nota dessa explêndida canção!
Que antes de algum gênio proclamar,
mistura-se ao ruído de um canhão.

E o mundo chora, cabisbaixo e mudo.
E chora a poesia, a inspiração…
A paz, mais uma vez, lamenta em vão.
Não mais a harpa, as almas tocam surdo.

Até um dia, quando Deus quiser…
Ou se cansar de ver tanta cegueira,
e tanto desamor e bandalheira,
nas lutas que se travam por poder.

Tere Penhabe

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Letargias & Medos

Posted by vidapura2 em Novembro 1, 2010

Cansada de enganos e erros profundos,
Infindos desertos… silêncios… escuridões…
Fechei-me, guardei-me num pequeno mundo,
Tentando curar meu coração das agressóes.

Já não ouço noturnos, nem gritos de euforia…
Tampouco o ruidoso som de festas e alegria.
Lágrimas insistentes… dedilham a minha lira…
Só a inerente solidão… faz-me companhia…

Não quero mais esperar… acreditar em nada.
Bastam-me as feridas causadas pela vida.
Minha canção maior é uma obra inacabada…
Uma partitura atirada ao léu… interrompida!

Fico aqui… escondida… tentando entender,
Tentando sorrir… tentando voltar a viver!
Olhando no espelho sem me reconhecer…
Vendo pela janela a chuva e o anoitecer…

Enfim… estou de mim mesma protegida.
Não mais serei pela dor massacrada…
Emoções em meu peito não terão guarida
Sou um nada… indo ao encontro do nada!

Afundando-me em letargias e medos!
Jamais me livrarei desse cruel segredo!
Mary Trujillo

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Nasci Cigana…

Posted by vidapura2 em Novembro 1, 2010

Sou cigana… cigana nasci…
Meu sangue é doce e quente,
Trago a dança sensual nas veias,
Sou orgia, ternura, paixão ardente…

O amor é meu farol, meu rumo,
Desatino, perdição, obstinação…
Trago um perfume que embriaga,
Arrelio teu coração na canção….

Sou desafio, sou gostoso mistério,
Sou geleira, fogueira, teu fino licor…
Danço e o mundo comigo gira, gira…
Rodopio… provoco calafrio… tremor…

Nasci cigana… teimosa… guerreira….
Trago o feitiço no olhar, nas entranhas,
Sou tua dona, tenho do amor a posse…
Sei da minha força e das tuas manhas…

Sou a magia que encanta, te envolve…
Sou furacão violento, êxtase, calmaria,
Protegida por Hiago… Igor e Vênus…
Loucura, audácia, paixão e valentia …

Não sou conquistada… conquisto…
Não sou cortejada, cortejo, barganho…
Meu olhar queima, minha boca assanha,
Quero… envolvo… eletrizo e ganho!…

Ah cigano… – Acabou o teu reinado!…
Tua vontade própria, tua dona sou eu!…
Meus braços, meu corpo, são o teu refugio,
Agora é tarde… -Teu amor é todo meu!…

Mary Trujillo

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Espera-me!

Posted by vidapura2 em Novembro 1, 2010

Por mim, eu estaria a teu lado agora,
Dando matizes lindos a nosso amor.
Tu no teu papel de mulher e senhora
E eu, afinal, teu homem e protetor.

Quero, sob o mesmo teto, no aconchego,
Que desfrutemos, “in loco”, do ombro amigo;
Da ansiedade atual convertida em sossego;
Da realização cabal de um sonho antigo…

Espera-me! Somos reféns da distância.
São provações que a sina nos reservou…
Quiçá possamos ter, ainda em abundância,
O que até hoje o fadário nos negou.

Vives diuturnamente em meu pensamento
Mas quero fazer-te viver em meus braços.
Espera-me! Que eu também já não aguento
Toda esta distância com seus embaraços.

Espera-me!… Que nosso amor prevaleça!
Coloca nossos fluidos em comunhão…
Como vou tirar-te de minha cabeça
Se, pelos Céus, não me sais do coração?!

Ógui Lourenço Mauri

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TRASNOCHE DE INSOMNIO

Posted by vidapura2 em Novembro 1, 2010

Qué misterio de atracción tiene tu boca

Imantados labios de miel que me provoca

El deseo sediento la vigilia por abstinencia

Revuelcos de insomnio y el sueño en resistencia

Es este amor trasnochador tan inquieto

Que suele hablar con la luna en secreto

Cuenta entre luminarias la pasión de sus latidos

Donde reinan ávidos tus besos adormecidos

Con él se iluminan luciérnagas repentinas

Los genios salen a cumplir con sus rutinas

La noche se vuelve mágica y contemplativa

Las horas pasan con tu imagen en retentiva

Atributo místico de tus ojos alumbran el sendero

Deambulando retenerlos en aparición genero

Romántica música con acordes de bolero motivada

Y tu sombra por mi cuerpo solícita en roce deslizada

Trasnoche de insomnio deliberado a tu lado

Por un hueco de la noche el horizonte azulado

Se destiñe entre luces doradas mientras amaneciendo

Pensando en ti el cansancio me va lentamente venciendo

María Cristina Garay Andrade

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MULHER, FONTE DE VIDA E AMOR

Posted by vidapura2 em Novembro 1, 2010

Uma imagem de mulher está presente, sempre,
mesmo que ela distante e até mesmo inexistente,
mas em idealização vívida, como se de fato vivesse.

Sem mulher a vida não anda, nem poderia funcionar,
sendo ela fonte de vida, início, meio e fim.
Tudo em uma mulher é lindo, principalmente o ato
de harmonizar a dualidade SANTA/MULHER
em um Corpo ardendo em desejo.

Mulher é predestinada ao lindo e é pena que o caminho muitas
vezes seja obstaculizado por quem não quer entender de mulher.
Como entender a mulher como bem maior? Tudo simples:
com atenção, ternura, compreensão, encontrando
a mais plena reciprocidade, e profundo respeito.
Sendo que, o respeito tem que ser entendido
em cada momento e espaço. Ou seja, no momento certo.

Tem momento que a mulher quer soltura
em sua mais despudorada vontade. Uma fêmea que
entende como respeito, o estímulo ao seu corpo,
fazendo tudo que ele goste pra gozar,
naquele gozo que vai da terra até ao céu.

O gozo da mulher é um ideal,
nobreza que traz paz, amor e evolução.

Evaldo da Veiga

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O QUE DIZ O OLHAR

Posted by vidapura2 em Novembro 1, 2010

O olhar diz, e como…
È preciso olhar com o tempo de ver.
Olhar, não é somente um mero ato,
é exercício de contemplação e amor.
Temos paz, sossego, amor, no ato de ver.
Olhe vendo de verdade
e o mundo apresenta belezas.
É o rio que anda, as borboletas que dançam,
e as flores que fazem amor…
Tudo ai bem gratuito, basta o ato de ver.
Glória meu Deus, tu que me deixa ver!
Em vendo, verdadeiramente, se toca com graça,
e o corpo da mulher amada explode em desejo.
Explosão que reuni energia: no ato de lançar,
recarrega-se, ânimo sempre novo…
Desejo Santo e obsceno, desejo amor.
Interações dos namorados no ato de ver.
Só se conhece, em essência, quem se olha,
cuidadosamente, e de imediato, estamos perante
a mais linda Rosa, um amor bem precioso.
Olhe com os olhos de vê, e dai o amor chega,
e com ele atração, alegria, beleza, suave calor.

Evaldo da Veiga

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