amizade e poesia

Alguém que faz você rir…Alguém que faz você acreditar em coisas boas…Alguém que convence você …De que existe uma porta destrancada…Só esperando para que você abra. Esta é a Amizade Para Sempre.

Archive for 25 de Novembro, 2010

Magia encantadora

Posted by vidapura2 em Novembro 25, 2010

Vem minha querida, deixe nossos dias coloridos!…

Vem, exale o aroma das flores a todos os corações…

Espalhe tua mensagem de beleza e encanto…

Traz a alegria dos pássaros.

Dos pequenos que vão brincar nas pracinhas.

Vem doce e querida, encante os apaixonados!

Faz dos dias tristes; alegres…

Afinal, tu és única entre todas,

com tua delicadeza e encanto.

Os dias dominados por ti se tornam leves.

A terra deixa o seu marrom

e enaltece tuas pequenas multicoloridas…

Os pássaros trabalham como operários do amor

semeando em campos solitários tua magia.

Vem querida, a esta nação de gente boa, trabalhadora,

que mesmo sofrida acredita no amanhã.

Deixe teu charme, tua cor e teu aroma em todos os lugares.

Encante os corações tristonhos,

envolva a tristeza com tua beleza,

amenize a dor com o néctar da esperança,

saúde os anjos que nos protegem.

Faz-nos os teus jardineiros

em torno de semear a paz e o amor!

Vem, desponte agora como pequena…

Logo, já estas posta a florir e depois…

Deixe-nos uma árvore imensa…

Que linda és tu, magia encantadora!

Tu és a primavera!

Paulo Nunes Junior

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AMOR COMO O NOSSO NÃO HÁ

Posted by vidapura2 em Novembro 25, 2010

Amor, que te quero bem,
só por ti eu me consinto,
se não és tu não é ninguém,
não há amor como o que sinto.

Amor que sempre me enleva
ao mais alto de minha pessoa –
faz-me feliz como tudo que ceva,
bailando no grito que ressoa.

Tomar-te em meus braços digo,
sussurrando bem baixinho,
que o que quero é estar contigo,
para te poder dar meu carinho.

Roubar-te um beijo pertinaz,
em tuas mãos o hei-de deixar,
como tudo que é e tudo satisfaz,
como tudo o que nasceu para amar.

Oh, amor, porque foges de mim,
porque não consentes a madrugada,
de braços dados sou bem assim,
aquele que não busca a porta fechada.

Eu sou em ti e tu me pertences,
somos como um sonho que cativa,
em tua presença a mim me vences,
mi mais que tudo, ó jovem rapariga.

Deixemos nosso amor numa flor,
para que ele vingue solenemente,
quando soltares o teu esplendor,
solta-se-me o corpo divinamente.

Jorge Humberto

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POEMA EM LINHA

Posted by vidapura2 em Novembro 25, 2010

Urdo versos como quem tece
filigranas.

Levanto meu punho ao ar em
favor dos injustiçados.

Choro se vejo uma criança sofrer
na sua macia infância.

Rio-me de mim próprio nos espelhos
da vaidade.

Sou este e o outro e as demais
pessoas.

A liberdade é aquilo porque luto
em cada estrofe minha.

Colho dos amigos o fruto generoso
e altruísta.

Dou sem esperar nada em troca
basta-me um sorriso.

O passado ficou lá atrás e vivo o
presente como quem respira.

Não tenho saudades nem recordações
vivo no agora.

Amo as coisas até que doa e fique
gravado na memória.

Sou o verso do meu reverso que
conservo em silêncio.

As flores e os animais também são os
meus olhos limpos de impurezas.

Tenho de minha senhora amada
a genuidade de seu amor.

E assim vou na vida esperando o
meu voo.

Jorge Humberto

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O SOL VEIO-ME VISITAR

Posted by vidapura2 em Novembro 25, 2010

Um sol aconchegante, livre e abrangente,
recolhe-me em seus braços,
trazendo consigo carícias mil,
deixando-me relaxado de todo.

Vou até à janela e tenho o grato prazer
em absorver os raios do astro-rei,
que brilha intensamente nos azuis,
com as nuvens desenhando sonhos.

As andorinhas já se foram para outras
terras, ficaram os pardais, que
buscam migalhas, junto de meu
canário, cantando hossanas a este dia.

Embora o Outono já te tenha achegado,
ainda é o verão que perdura lá fora,
abrindo as pétalas das rosas, expondo
sua corola, que as abelhas procuram.

Borboletas rasam meus olhos encantados,
e a felicidade toma conta de mim,
numa utopia de miles de cores,
que enfeitiçam o meu prazeroso olhar.

Um pouco mais abaixo corre o rio vagaroso,
buscando a sua foz, juntando-se ao
mar andarilho, de meia maré,
construindo lindas praias para os apaixonados.

Jorge Humberto

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POETA, ESSE SER MAIOR QUE OS HOMENS

Posted by vidapura2 em Novembro 25, 2010

Ah, poeta, que sofres as dores, dos outros e de todos,
como se tuas e vês tanta desgraça no mundo, impuro e vil,
preenchem-te as noites de solidariedade, e de preocupação,
para com os que não têm voz nem justiça, na sua estrada.

És um ser solitário, que vai na vida a sonhar, sonhos de encantar,
pura ilusão de belos prados, jardins suspensos, um viver melhor
para todos; e choras a devastação das guerras irracionais e destras,
que tu, no teu amor, não compreendes, tanto o desatino aqui.

Comendador da paz, andas de mãos dadas com os mais pobres,
que nada têm para oferecer, na sua parca e incomensurável
miséria, mas sempre uma côdea de pão é servida à mesa despida,
onde te sentas com os mais desgraçados e perdidos, deste mundo.

Estás na Terra para cantar odes e revolucionar os velhos
valores, que se perderam, com o tempo e a pressa de chegar;
não, tu és maior, que o Homem, e mesmo cansado sorris,
se vês as pessoas felizes, tendo à tua volta os animais da criação.

Quem és tu poeta, que sempre uma dor carpes e que não
sossegas teu coração apertado, pela omissão dos homens e mulheres?
És aquele que leva a palavra verdade, para quem vive com a mentira,
nunca recriminando, apenas ensinando com seu aprendizado.

Eterno sonhador tentas reinventar um novo modo de vida,
onde a justeza prevaleça e faça ninho, nos olhos das pessoas
desgarradas, que mais não sabem o que fazer, de sua pouca sorte,
do que andar neste mundo a pedir carinho, à presença do poeta.

Sempre pronto a entregar-se aos outros, como um pai ou uma mãe,
proteges os filhos da rua, que não sabem o que é amar,
pois o destino os estigmatizou, e carregam a cruz de seu calvário,
habituados a dias sem sol, dando como quem não dá, altivos.

És poeta que se magoa, pela enfermidade, de alguém, que nem
sequer conheces, mas já viste muita dor, e ela, só precisa de um
ombro amigo e compreensivo e que o poeta lhe narre histórias de
encantar, àquele que sofre com coragem sem se queixar.

Agora sei quem és, poeta, és aquele que não dorme, procurando
a salvação dos mais ignóbeis para a Sociedade, madrasta e cruel;
viver as dores dos outros, suas renúncias, é o teu exposto caminho,
com que caminhando, levas as boas novas, aos mais tristes dos tristes.

Jorge Humberto

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ROSA BRANCA

Posted by vidapura2 em Novembro 25, 2010

Um vento de nortada
passeia-se pelos meus cabelos.
Caminho sem rumo certo,
levando os amigos no meu
pensamento esvoaçante.

Asas de pássaros enchem os céus,
pendurados em árvores frondosas.
Tomo em minhas mãos uma
rosa branca e beijando suas pétalas
a brisa traz-me à tua presença.

Folhas cedem à força do vento,
pessoas passam apressadas.
E eu virando meu rosto a barlavento,
vejo ao longe o fulgor do azul do mar,
para lá das falésias de mármore.

Continuo meu passo incerto,
sou coisa sem princípio nem fim.

Jorge Humberto

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ESTA DEPRESSÃO HÁ-DE MATAR-ME

Posted by vidapura2 em Novembro 25, 2010

Esta depressão há-de matar-me.
Tenho meus olhos tolhidos de lágrimas
e nem um encanto sequer,
para me animar e trazer-me de volta à vida.

Meu corpo inerte sofre de dores
incomensuráveis, sou um boneco de pano,
rasgado em mil pedaços,
de outros tantos bocados, que me deixa quedo.

Tento ir buscar forças ao mais profundo de mim,
caem folhas lá fora,
e eu que não me encontro vou com elas
desenhando o chão de terror vermelho.

São de sangue os meus dias e eu tremo só de sentir-me,
coisa inútil e sem valor,
totalmente à disposição desta doença,
que me vence já vencido.

Bem digo os amigos e minha amada,
que, com amor, tudo fazem para trazer um pouco
de alegria ao meu ser cansado e triste.
Até quando resistirei. não sei?

Jorge Humberto

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ÁGUAS CALMAS

Posted by vidapura2 em Novembro 25, 2010

Águas calmas desaguam nos meus braços,
e minhas mãos
são de flores, que desabrocham nos riscos
do sol, acabado de nascer.

Levo a cidade solta no meu cabelo
e percorro as
ruas e ruelas, com um sorriso franco no
rosto, de palavras elevadas ao Universo.

Minha casa não tem telhado, todo eu sou
ar, terra, mar e céu,
que se esparge pelas aldeias corriqueiras,
com gente descansando à sombra das árvores.

Vejo para além do que me é possível alcançar
e todas as sombras
e silêncios, são meus, com a palavra liberdade,
cerrando o meu punho.

Perco-me a meio a pessoas, que deambulam
pela metrópole,
com os seus afazeres, riquezas ou pobrezas,
que tanto me dói, como um corpo jazendo no chão.

Flores espezinhadas pela ignorância, deixam-me
quedo, e,
crianças, na sua infância macia, brincam para
afastar a fome e olvidar seu degredo.

Faz falta o amor aqui, a compreensão e admirar
a natureza,
nas suas mais lindas formas e unidos iremos
fazer um Mundo melhor, para nos enamorarmos.

Jorge Humberto

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OS ANIMAIS TÊM DE SER PROTEGIDOS DOS HOMENS

Posted by vidapura2 em Novembro 25, 2010

Enfrentando a fera com o teu corpo,
para que esta não alcançasse as
cadelinhas, que tu inteligentemente
puseste em cima de um carro, no grito
surdo e aflitivo, ninguém se dispôs a
ajudar-te, com medo da fera à solta.

Foram horas de angústia, com a besta
a latir para ti e a tentar alcançar as
meninas, chorando baixinho, de medo,
no cimo da chapa fria e que tu
circundavas para a besta não lhes fincar
o dente e ver o sangue que a alucinaria.

Passaram-se não sei quanto tempo, mas
pareceram horas intermináveis, nesse
sufoco que te dilacerava a voz, de tanto
pedires socorro em vão – e a fera ali
espumando, de raiva e frustração subindo
nas costas de uma das cachorrinhas

que logo tu retiravas, machucando-te de
encontro ao carro, mas tinhas de protegê-las
e foste buscar forças e coragem, que só o
amor nos dá. Por fim, quase desmaiando,
lá houve um pessoa que lhe desviou à atenção
e com as duas cadelinhas debaixo dos braços

correste para a salvação, da casa de um casal.
O dono do Pit-bull, pediu desculpas como se
isso basta-se, esses animais são para andar de
coleira, com os donos por perto, pois a índole
deles é atacar, são ensinados a isso, pobres
animais, que já têm em sua génese a luta e ainda

os atiçam mais, levando os pobres cães, para
lutas a dinheiro, até à morte de um dos
cachorros. Deviam ser presos quem fosse deveras
apanhando com um desses cães sem coleira,
andando no meio das gentes sem dono nem
protegidos conta os ataques, pois há açaimes.

Jorge Humberto

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NÃO SEI VIVER SEM TI

Posted by vidapura2 em Novembro 25, 2010

No ninho de teu regaço,
aconchego-me no teu abraço,
que me acalenta e faz feliz.

Nele adormeço sem receio
porque te tenho a ti de permeio,
e ouço ao longe as águas do chafariz.

Sonho contigo e na tua alegria
que tu conquistas dia-a-dia,
por tua alma sóbria e cheia de emoção.

Teu amor é tudo para mim,
e eu não sei viver sem ti,
isto me diz perene meu coração.

Olhos nos olhos ao acordar
tua beleza ao mundo vem embelezar,
e eu sinto-me um homem com sorte.

Metade de mim sou agora inteiro
e se teu amor não vem primeiro
prefiro que me leve já a morte.

jorge humberto

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A VITÓRIA SERÁ MINHA

Posted by vidapura2 em Novembro 25, 2010

Ah, maldita, que me tiras anos de vida,
não me dês espaço para que eu fuja de
tuas garras – sabores a carne apodrecida,
qual animal esventrando a sua vitima.

Outras vezes te venci e sei ser mais
forte de que tu, que apanhas as pessoas
incautas, para delas te apoderares,
da fragilidade que não desvendas.

Sim, hoje estou num mar de depressão
e o sol não tem mais o brilho de outrora,
em que meu olhos navegavam marés,
barcos rumando a seu distinto porto.

A minha balada em ascensão enfatiza
a pouca importância que lhe deixo,
mas ela insiste e estende seus tentáculos,
sufocando-me no éter dos dias.

Dos amigos a primazia para sair deste Cela,
do meu amor, a paixão, em cada palavra,
que eu absorvo como se tivesse uma grande
sede, na vontade enorme de viver outra vez.

Vai-te, demoníaca! teu lugar não é aqui, e,
eu, sou jovem demais para partir tão cedo.
Não me vencerás, e travarei lutas contigo,
até que te vás de vez para os confins do inferno.

Quero voltar a ser feliz, vendo as andorinhas
voar, estar junto de minha amada e de meus
amigos, que tudo têm feito, com orações
Para que eu resgate a minha pessoa agnóstica.

Sim, sou agnóstico mas creio na fé dos outros
que não olham para mim com preconceitos,
e de suas correntes irmanadas pedindo ao
Universo, que cuide de mim hoje e sempre.

Jorge Humberto

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JUNTOS AO MAR VERDE

Posted by vidapura2 em Novembro 25, 2010

Navego nos teus olhos melífluos,
neles me perco e reencontro,
e sou feliz quando me sorris,
bem lá do fundo de tua alma sadia.

Tua pele tem cheiros de flores,
fragrâncias mil no bico do passarinho,
e, eu, vivo encantado com tudo isso,
fazes-me lembrar que a vida está aí.

Árvores gigantes caminham o nosso
caminho, deixando-nos emocionados
com tanta beleza, parecendo-se contigo
e eu vou imaginando-te, partes delas.

Olhas o céu e é lá que encontras nosso
amor, no cimo das nuvens, rendilhadas
pelo sol. Chamas-me de plena alegria e
procuras por mim, junto à orla do mar.

Mergulhamos no verde das águas, com
seus corais e plantas aquáticas, e de mãos
dadas percorremos a beleza, com as cores
várias dos peixes a nos inebriar felicidades.

Teus longos cabelos cor de cerejeira, ornam
o mar e se misturam com as águas,
dando-lhes a diferença acentuada,
gémea dos corais multicolores e seus peixes.

O mar está tranquilo e seu anelo é a
paz e alma, que nos abraça, e vemos
golfinhos a brincar connosco, sempre cheios
de ternura e emoção, ao tocar-lhes o corpo.

Ainda dentro de água vemos animais nas
nuvens, que se fazem e desfazem conforme
a brisa as empurra, trazendo-as até bem perto
do mar, ameno e quentinho; beijamo-nos.

Somos filhos da natureza e ela é receptiva
ao nosso grande amor, oferendas mil
nos entrega, com búzios e conchas desenhadas,
que colhemos com um sorriso de criança.

Jorge Humberto

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O PASSEIO DO POETA

Posted by vidapura2 em Novembro 25, 2010

Com a brisa no rosto acariciando-me
os sentidos, percorro a cidade velha.
Suas ruas são estreitas e nas janelas,
vasos com flores, lembram tempos
passados.
Cordas dependuradas secam ao vento
a roupa branca, de linho e de algodão.
E detrás das vidraças senhoras idosas,
costuram velhas mantas de agasalhos,
para o Outono, acabado de chegar.
Os telhados têm musgo e as paredes,
assimétricas, são de pedra sobre pedra,
caiadas de brancos e de azuis.
Numa gaiola, um canário solitário canta
efusivamente, deliciando-me com as
suas melodias. Alguns pombos picam
o chão, procurando o que comer, nas
falhas da calçada, por entre ninhos de
formigas.
Aqui e ali, uma ou outra criança brinca
à sombra de uma árvore, enquanto os
avós conversam ou jogam ao dominó.
Rareiam os carros e uma carroça passa
guiada por um jovem petiz, trazendo o
alimento da terra cultivada nos baixios.
O sol encontra-se agora no seu zénite e
precavidas senhoras baixam os estores.
A esta hora, meio-dia, a cidade parece
adormecida e todos regressam a casa,
para almoçar e dormir a sesta.
Em um velho banco o poeta senta-se e
põe-se a escrever.

Jorge Humberto

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COISAS MINHAS

Posted by vidapura2 em Novembro 25, 2010

Nasce a manhã com o sol
dependurado na janela
corre o rio leve, levemente
cantam os pássaros no
cimo de frondosas árvores
passeiam-se homens na
candura do dia solarengo.

Idosos instigam a sombra
crianças sustentam jogos
animais saltam de cá para lá
e as sombras deslizam pelas
paredes, indo ao encontro
das flores adormecidas
fechadas ao sopro do Outono.

A horizonte nuvens aziagas
casas vestindo-se de cinzas
fecham-se as portas à chuva
que ameaça corromper-se
quando a tardezinha se
aproxima do seu entardecer
atrapalhando o dia das gentes.

Faço versos ao que me é dado
ver, filigranas que eu teço
na folha alva ao meu dispor
ninguém é indiferente às águas
que caem em direcção aos
bueiros sopram ventos de nortada
cai a noite num repente.

Jorge Humberto

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ABANDONADO

Posted by vidapura2 em Novembro 25, 2010

Mortas quase todas as esperanças

Já não existem jardins, só pedras frias

Roupas farrapos são suas vestes

Sofrimento, a fome sem ter o pão

A inocência ceifada pela arma

Criando assim mais um marginal

Educação ali é quase nada

Mortos espalhados pelo chão

Violência, choro e descaso da união.
Nanci Laurino

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